domingo, 30 de novembro de 2008

Gary Ridgway The Green River Killer



Gary Ridgway

Este caso é bem interessante. Tem certa semelhança com o Mike Myers assassino do Filme Halloween.
O modo como começou a matar. Desde pequeno matou animais para sentir como era matar.
Depois com 16 anos esfaqueou um garoto de 6 anos.
Disse para o menino que queria saber como era matar uma pessoa, riu e foi embora.
O menino sobreviveu mas Gary nunca foi reconhecido como a pessoa que o atacou.
Começou a matar prostitutas por ter pego gonorreia.
Quanto mais elas gritavam se debatiam imploravam, mais feliz ele ficava.
Além do sexo antes da morte ele ainda voltava ao local aonde estavam os corpos e praticava necrofilia.


Ex-pintor de caminhões confessa os crimes que o tornam o maior assassino em série dos Estados Unidos Gary Ridgway tinha prazer em matar, matava bem e se orgulhava disso.

Era tão bom, segundo sua própria descrição, que via a trajetória de assassinatos como uma carreira, uma profissão.
Escolhia com cuidado, passava horas seguindo as vítimas em potencial e usava um método comprovado: estrangulamento. Tiros ou facadas fariam "muita sujeira". Especializou-se em matar prostitutas, às vezes algumas moradoras de rua, outras, meninas fugidas de casa. Também enganou a polícia repetidamente.
Suspeito durante mais de vinte anos da onda de assassinatos que aterrorizou a região de Seattle, no Estado de Washington, na década de 80, ele só foi preso em 2001.
Em Junho, confessou os crimes – cerca de sessenta mulheres foram tragadas pelo homem que se transformou numa eficiente máquina de matar, mas a polícia conseguiu fechar as investigações de "apenas" 48 vítimas.
Ele próprio perdeu a conta exata: "Matei tantas mulheres que é difícil lembrar delas todas". Diante de um juiz, admitiu a culpa em cada um dos casos comprovados.
Trocou a confissão pela condenação à prisão perpétua, em lugar da pena de morte, que seria garantida. Tornou-se o assassino em série a ter o maior número de crimes oficialmente creditados a seu prontuário nos Estados Unidos – outros podem ter matado mais, mas nenhum foi levado a julgamento por tantos homicídios.

A abundância de detalhes e a objetividade sem desculpas das declarações de Ridgway, atualmente com 54 anos, pintam um retrato excepcional dos métodos e da mente de um serial killer. "Queria matar o maior número possível de mulheres que achava que eram prostitutas", disse na declaração apresentada ao tribunal. Por quê? "Odeio a maioria das prostitutas e não queria pagá-las para ter sexo." De que maneira? "Esganar era uma coisa que eu fazia muito bem." Ridgway tinha um sistema.

Mirava nas garotas mais jovens e menos experientes nos truques da sobrevivência nas ruas. "Preferia as brancas, mas tudo bem se fossem negras. Tanto faz, era tudo lixo", afirmou.
Parava a picape, mostrava fotos do filho, prometia arrumar emprego para elas ou se tornar um cliente regular. Levava as vítimas para casa ou fazia sexo na traseira da picape mesmo.
Depois, atacava-as por trás, estrangulando-as com uma toalha, uma corda ou o próprio braço. Os corpos eram deixados em matagais, à beira de estradas ou nas águas do Green River, ou Rio Verde. Por causa disso, Ridgway ficou conhecido como "o assassino de Green River".

Ele era meticuloso e se especializou em enganar a polícia.

Sabia como os peritos criminais trabalham. Usava luvas e tirava roupa e objetos das mulheres assassinadas.
Se tinha sido arranhado, cortava as unhas da vítima.
Trocava de pneus caso o carro deixasse rastros.
Plantava provas falsas, como bitucas de cigarro e folhetos de motéis. "De certa forma eu tinha orgulho por não ter sido pego", reconheceu Ridgway, depois de detido. Seu melhor disfarce era a aparência banal.
Ninguém prestava muita atenção no sujeito sem graça, que trabalhou como pintor numa fábrica de caminhões por mais de trinta anos.
Foi casado três vezes, teve um filho e muitas namoradas. Parou de matar depois do terceiro casamento, em 1985, embora tenha tido algumas "recaídas" – o último crime confirmado foi em 1998.

O que faz um serial killer?

Matar em grande quantidade, e até ter prazer nisso, não basta.
Pistoleiros de aluguel, latrocidas reincidentes ou malucos que de repente saem atirando em todo mundo não se enquadram na categoria.
O assassino em série é um psicopata movido por compulsões abissais, em geral provenientes de relações terrivelmente deturpadas na infância. Gostam de trucidar, retalhar.
O componente sexual está sempre presente. Não raro praticam canibalismo. Os que atacam mulheres costumam transferir para as vítimas o ódio à própria mãe.
A mutilação genital, freqüente nesses casos, é interpretada por especialistas como um desejo de destruir a fonte geradora do poder materno. Nesse sentido, Gary Ridgway é um serial killer clássico.
Entrevistado por psicólogos da polícia, ele contou que desde a adolescência tinha vontade de esfaquear a mãe, por quem nutria atração sexual e sentimentos que oscilavam entre "o desejo e a humilhação".
Guarda "lembranças vívidas" da mãe lavando-o depois de urinar na cama – o que fez até os 13 anos.
Depois, alimentou fantasias derivativas: queria tomar banho com prostitutas.


Alguns dos corpos das garotas e mulheres assassinadas por Ridgway tinham mutilações e sinais de "rituais" macabros.

Gostava de deixar os cadáveres em grupos, perto de lugares aonde pudesse voltar com facilidade, numa espécie de ronda.
Certa vez, largou o filho dormindo na picape, desceu e fez sexo com um corpo. Ridgway era suspeito dos crimes desde 1983.
Um ano depois foi detido, mas passou num teste no detector de mentiras. Em 1987, a polícia deu uma batida na casa dele.
Nada de provas – mas levaram uma amostra de saliva.
Só em 2001, quando a polícia de Seattle reabriu as investigações, um tipo mais avançado de exame de DNA confirmou: a saliva combinava com o esperma encontrado nos corpos de três das primeiras vítimas.
Alguns dos investigadores choraram; o caso do assassino do Rio Verde estava resolvido. A um dos psicólogos, que perguntou se se considerava doente, Ridgway disse: "Não sei se era doença ou se, sei lá, eu só queria matar".



A&E Biography - Gary Ridgway "Green River Killer" - Part 1


A&E Biography - Gary Ridgway "Green River Killer" - Part 2


A&E Biography - Gary Ridgway "Green River Killer" - Part 3


A&E Biography - Gary Ridgway "Green River Killer" - Part 4


A&E Biography - Gary Ridgway "Green River Killer" - Part 5


Escapou da pena de morte por ter confessado e cooperado com informações em 2003.
Foi condenado a prisão perpetua sem direito a condicional.
BEM PARECIDO COM O SISTEMA do BRASIL NÃO É????

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