domingo, 21 de fevereiro de 2010

Eric Harris e Dylan Klebold - Massacre de Columbine


Eric Harris e Dylan Klebold

O massacre de Columbine aconteceu em 20 de abril de 1999 no Condado de Jefferson, Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine, onde os estudantes Eric Harris (apelido ReB), de 18 anos, e Dylan Klebold (apelido VoDkA), de 17 anos, atiraram em vários colegas e professores.

Eric Harris e Dylan Klebold eram aparentemente adolescentes típicos de um subúrbio americano de classe média alta. Moravam em casas confortáveis. O pai de Klebold é geofísico, e a mãe, especialista em crianças deficientes.

Harris e Klebold deixaram uma nota, encontrada perto dos corpos: "Não culpem mais ninguém por nossos atos. É assim que queremos partir". Faltavam apenas 17 dias para o fim do ano letivo. Com 1965 alunos, Columbine é tão boa que muitas famílias se mudaram para Littleton, perto de Denver, com o objetivo de matricular os filhos na escola. Oitenta e dois por cento de seus alunos são aceitos em universidades (nos Estados Unidos não há vestibular, o que conta é o desempenho do aluno no segundo grau). Columbine também se orgulhava de não registrar casos de violência. O policial de plantão se limitava a multar alunos que estacionavam os carros nas vagas destinadas a professores. Não há, ( ou melhor não havia ) como nas escolas de Nova York, Los Angeles e Chicago, detectores de metais na entrada. Na festa de formatura, os alunos costumavam aceitar o pedido dos pais para vedar bebidas alcoólicas. Columbine era famosa por ser conservadora e privilegiar os jogadores dos times de futebol americano, basebol e basquete. Foi esse o estopim da tragédia.

Vítimas que morreram:


1. Rachel Joy Scott, 17 anos, morta com tiros na cabeça, tronco e pernas em um gramado próximo a entrada oeste da escola.

2. Daniel Lee Rohrbough, 15 anos, morto com um tiro no tórax na escadaria oeste.

3. Kyle Albert Velasquez, 16 anos, morto por tiros na cabeça e nas costas.

4. Steven Robert Curnow, 14 anos, morto após receber um tiro no pescoço.

5. Cassie Rene Bernall, 17 anos, morta por um tiro na cabeça.
6. Isaiah Shoels, 18 anos, morto com um tiro no peito.

7. Matthew Kechter, 16 anos, com tiros no peito.

8. Lauren Townsend, 18 anos, morta por diversos tiros na cabeça, tórax e parte inferior do corpo.

9. John Tomlin, 16 anos, morto por diversos tiros no pescoço e cabeça.

10. Kelly Fleming, 16 anos, morta com um tiro nas costas.
11. Daniel Mauser, 15 anos, morto por um tiro no rosto.

12.Corey DePooter, 17 anos, morto com tiros no pescoço e tórax.

13. William Dave Sanders, 47 anos, morreu de hemorragia após receber um tiro no pescoço dentro do corredor sul.


Feridos

01. Richard Castaldo, 17 anos, baleado no braço, peito, costas e abdômen no gramado perto da entrada oeste. Ficou permanentemente paralisado da cintura para baixo.

               02. Sean Graves, 15 anos, baleado nas costas, pé e abdômen na escadaria oeste.
03. Lance Kirklin, 16 anos, baleado na perna, pescoço e maxilar. Também na escadaria oeste.

04. Michael Johnson, 15 anos, escapou para o gramado, onde recebeu tiros no rosto, braços e pernas.


05. Mark Taylor, 16 anos, baleado no peito, braços e pernas no gramado.


06. Anne-Marie Hochhalter, 17 anos, baleada no peito, braços, abdômen, costas e perna esquerda próximo a entrada da cantina.


07. Brian Anderson, 16 anos, atingido por um pedaço de vidro na entrada oeste após uma explosão.


08. Patti Nielson, 35 anos, atingida por estilhaços perto da entrada oeste.


09. Stephanie Munson, 16 anos, recebeu um tiro no tornozelo dentro do corredor ao norte.


10. Evan Todd, 15 anos, sofreu ferimentos após a mesa em que estava escondido embaixo quebrar no meio.


11. Patrick Ireland, 17 anos, recebeu tiros no braço, perna, cabeça e pé.


12. Daniel Steepleton, 17 anos, baleado na coxa.


13. Makai Hall, 18 anos, baleado no joelho.


14. Kacey Ruegsegger, 17 anos, recebeu tiros na mão, braço e ombro.



15. Lisa Kreutz, 18 anos, recebeu tiros nos ombros, mão, braço e coxa.


16. Valeen Schnurr, 18 anos, recebeu tiros no tórax, braços e abdômen.


17. Mark Kintgen, 17 anos, recebeu tiros na cabeça e ombro.


18. Nicole Nowlen, 16 anos, baleada no abdômen.


19. Jeanna Park, 18 anos, baleada no joelho, ombro e pé. 

20. Jennifer Doyle, 17 anos, recebeu tiros na mão, perna e ombro.


21. Stephen Austin Eubanks, 17 anos, recebeu um tiro na cabeça e no joelho.

Aqui você poderá ver mais 3 vítimas de ferimentos. Columbine's survivers, mas o site é em inglês. Pra quem sabe ler em inglês é bem interessante, pois conta alguns detalhes do momento do tiroteio.

Possíveis motivações:

Harris e Klebold, ótimos alunos de boas famílias, não eram populares na escola. Preferiam os computadores às quadras de esporte. Encontraram sua turma num grupo, a Máfia da Capa Preta. Ridicularizados pelos atletas, remoíam planos de vingança e extravasavam seu ódio na Internet. Harris, principal cabeça por trás do ataque, tinha um website, agora desativado, no qual colecionava suásticas e sinistros slogans neonazistas e até dava receitas para a confecção de bombas. Em seu auto-retrato, escreveu: "Mato aqueles de quem não gosto, jogo fora o que não quero e destruo o que odeio". Já Klebold dizia que seu número pessoal era "420", possivelmente uma referência à data de nascimento de Hitler, 20 de Abril.

Os diários dos jovens foram encontrados, mas ainda não se chegou á uma conclusão sobre o motivo do ataque "Não eram garotos comuns que foram importunados até retaliarem", escreveu o psicólogo Peter Langman em seu livro, "Why Kids Kill: Inside the Minds of School Shooters". "Não eram garotos comuns que jogaram videogame demais. Não eram garotos comuns que apenas queriam ser famosos. Eles simplesmente 'não eram garotos comuns'. Eram garotos com problemas psicológicos sérios."

Em seu diário, Haris mostrava toda a sua revolta e seu desejo de ser Deus, enquanto Klebold mostrava grande depressão:

Harris escreveu certa vez: "Eu me sinto como Deus e gostaria que fosse, para que todos estivessem OFICIALMENTE abaixo de mim" Enquanto Klebold escreveu "Eu sou um deus, um deus da tristeza"

É dito que no dia do ataque Harris usava uma camiseta escrita "Seleção Natural" e Klebold uma escrita "Ira"


A socióloga de Princeton, Katherine Newman, co-autora do livro de 2004, "Rampage: The Social Roots of School Shootings", disse que jovens como Harris e Klebold não eram solitários, eles apenas não eram aceitos pelos garotos "importantes". "Obter atenção ao se tornar notório é melhor do que ser um fracasso."

Langman, cujo livro traça o perfil de 10 atiradores, incluindo Harris e Klebold, descobriu que nove sofriam de depressão e pensamentos suicidas, uma combinação "potencialmente perigosa", ele disse. "É difícil impedir um assassinato quando os assassinos não se importam em viver ou morrer. É como tentar deter um homem-bomba."

Planejamento :

Não se sabe como conseguiram as armas - duas caçadeiras, uma pistola semi-automática e uma rifle de assalto de 9mm, mas com certeza acharam na Internet a receita para fabricar as bombas. Um vizinho viu os dois, na segunda-feira, véspera do fuzilamento, partindo garrafas com um taco de basebol. Os cacos seriam usados como estilhaços nas bombas, e o vizinho não desconfiou de nada. Harris escreveu num diário os planos do ataque à escola. Um diagrama mostra como as armas seriam escondidas sob as longas capas de couro preto. Num exemplar do livro de formatura do colégio, Harris decidiu, com palavras escritas sobre as fotos, quem ia morrer e quem seria poupado: "Morto", "morrendo" e "salvo".

Até o final da semana pairava no ar a suspeita de que os atiradores tinham contado com a ajuda de cúmplices no ataque. Duvidando de que pudessem carregar sozinhos mais de 30 bombas para dentro do colégio, a polícia investigava outros membros da Máfia da Capa Preta. Entre a invasão da escola, às 11:30 da manhã, e a descoberta dos corpos pela polícia, às 4 da tarde, os cúmplices podem ter deixado o prédio misturados à multidão que conseguiu escapar. A equipe da SWAT ordenava que todos levassem as mãos à cabeça, mas não tinha como separar supostos atacantes de vítimas.




Centenas de alunos e professores, trancados nas salas, ouviam os tiros e explosões sem saber o que estava acontecendo. Muitos ligaram para casa pelos celulares, sussurrando, para pedir socorro. Harris e Klebold acompanhavam tudo pela TV da biblioteca, vendo a transmissão ao vivo do cerco à escola. No final, depois de meia hora de silêncio, a SWAT invadiu a biblioteca e encontrou os corpos dos dois cercados de outros, alguns irreconhecíveis. O sangue era tanto que a polícia divulgou a estimativa de 25 mortos. Só no dia seguinte, desativadas todas as bombas, pôde-se retirar e contar os corpos.


Passado :

Os dois tinham antecedentes criminais. Em janeiro do ano anterior, foram presos depois de arrombar um carro e roubar um equipamento eletrônico avaliado em US$ 400. Condenados, tiveram de prestar 45 horas de serviço comunitário e fazer um tratamento psicológico destinado a pessoas que cometem infrações menores. Completaram com sucesso o programa de recuperação.

Eles treinavam na mata.

No ano letivo de 1997-98, houveram 42 homicídios em escolas americanas. Um dos piores aconteceu em março de 1998, quando dois meninos de 11 e 13 anos mataram quatro colegas e uma professora numa escola do Arkansas. Nos anos 1980, as escolas das grandes cidades, Nova York, Los Angeles e Chicago, eram um campo de batalha de gangues. Nos anos 1990, a violência migrou para subúrbios ricos e pequenas cidades rurais, e os matadores passaram a ser meninos solitários e desequilibrados. "Eu não tinha outra saída", explicou o adolescente de 16 anos que em outubro de 1997, no Mississippi, matou a mãe em casa e depois, na escola, fuzilou dois colegas e feriu sete.

Cronologia :

A cronologia do ataque à Columbine High School foi montada a partir de informações captadas pelas câmeras internas da escola, chamadas de emergência e as reportagens locais:

11:10 Harris e Klebold chegam à escola, e deixam seus carros no estacionamento do refeitório.

11:14 Deixam mochilas com cerca de nove quilos de explosivos no refeitório.

11:23 Eles esperam do lado de fora da saída oeste. Então sacam espingardas de caça e armas semi-automáticas e começam a atirar nos alunos. As pessoas começam a correr e um estudante faz a primeira ligação para os serviços de emergência.

11:24 Os alunos do refeitório percebem o que está acontecendo. Os funcionários tentam removê-los para locais mais seguros. Um carro de polícia chega e atira nos suspeitos.


11:27 A dupla entra na escola, atirando a esmo.

11:28 Eles entram na biblioteca, matando 10 e ferindo 12 pessoas em pouco mais de sete minutos. Eles atiram na polícia pela janela em direção ao estacionamento, onde as viaturas se reúnem.

Durante os próximos 40 minutos, Harris e Klebold percorreram a escola, atirando e deixando explosivos pelo caminho.

Policiais resgatando vítima pela janela.

12:06 Minutos antes da equipe da SWAT entrar no prédio, os suspeitos se mataram dentro da biblioteca.

Como as autoridades não sabiam que os suspeitos estava mortos e como ainda havia explosivos instalados ao redor do prédio, levou-se mais de três horas para que os serviços de emergência chegassem a todos os sobreviventes e encontrassem Harris e Klebold.

Pra quem quiser ver, seguem dois links de fotos dos corpos dos atiradores: Foto 1 Foto 2


Cinema

O filme "O Diário de Um Adolescente" (1995), com Leonardo DiCaprio, também foi lembrado a propósito do ataque na Columbine. Na película, DiCaprio interpreta um jovem drogado de Nova York que jogava basquete num colégio, nos anos 1960, e que num de seus delírios imaginava-se na sala de aula de sua escola vestido com capa preta e matando todos a seu redor. Suspeita-se de que os assassinos tenham se inspirado no filme quando decidiram usar só trajes pretos.

O massacre foi tema do documentário Tiros em Columbine (2002), do cineasta Michael Moore, tendo ganhado o Oscar em 2003 de melhor documentário.



Também serviu de inspiração para o filme Elefante (2003), do cineasta Gus Van Sant. O diretor nos mostra possíveis motivações que os estudantes Eric Harris e Dylan Klebold teriam tido para cometer uma atrocidade como a ocorrida em abril de 1999 no Instituto Columbine, colocando-os na pele dos personagens Alex e Eric.

Outro filme que teve o Massacre da Columbine como enredo foi "The Secret of Dawn Anna" (2005), que é o comovente testemunho do poder do amor e da família perante as dificuldades da vida. Dawn Anna é mãe solteira, luta por encontrar um trabalho como professora para poder sustentar os seus 4 filhos. Quando finalmente consegue esse trabalho como professora e treinadora e inicia uma relação com um homem, subitamente abate-se sobre ela uma debilitante doença. Após uma complicada cirurgia, vê-se forçada a aprender a falar e a andar de novo. Por fim, a desgraça volta a bater-lhe à porta, mas desta vez trata-se de uma tragédia nacional que choca o mundo inteiro (o Massacre da Columbine, que tira a vida de sua filha mais nova). Dawn terá de concentrar toda a sua força interior e o amor da família que criou para conseguir ultrapassar esta inacreditável tragédia e heroicamente continuar com a sua vida.

Música

O massacre serviu de inspiração para a música "Cassie", escrita por Lacey Mosley da banda Flyleaf, e "This Is Your Time", do cantor e escritor Michael W. Smith, em homenagem a Cassie Bernall, uma das estudantes assassinadas. Cassie foi morta quando Eric e Dylan a perguntaram se ela acreditava em Deus. Se ela dissesse não, eles poupariam sua vida, mas ela disse sim, mesmo sabendo que seria morta, apesar do que, tal especulação jamais foi confirmada pelo FBI.

O compositor e tecladista Tuomas Holopainen, da banda de Symphonic Metal Nightwish, fez uma música chamada The Kinslayer baseada no massacre.

Greg Barnes, sobrevivente do Massacre de Columbine, cometeu suicido em 1999 na garagem de casa ouvindo a música Adams Song. da banda blink 182 que falava sobre um menino escrevendo uma letra de suicídio



diário de um adolescente (dreams)



Cantor Marilyn Manson comenta o caso de Columbine depois de ser injustamente acusado de ser o responsável pelo massacre.
Retirado do documentário "Tiros em Columbine" feito por Michael Moore.



8 comentários:

Ana Cláudia Marques disse...

Nada justifica todo esse horror mas o sistema colegial americano também é culpado em minha opinião. Endeusam entre outros o atleta fortudo capitão do time de futebol que apesar de vencer todas as partidas não raro é uma verdadeira anta e a garota mais popular (leia-se bonita) da escola que geralmente é líder de torcida; e os que não se encaixam nesses parâmetros são os 'nerds', os otários, os esquisitos, os feiosos, sendo motivo de riso, abertamente desprezados sem que a direção da escola mova um dedo. O resultado está aí: banho de sangue fruto da vingança contra o 'bullying'. E também temos um triste exemplo que é o massacre numa escola de Realengo, pela mesmíssima razão.

Ariane disse...

Acho maior besteira isso tudo de influências, tenho 22 anos, e sempre fui uma menina mto calada, com poucos amigos, tímida, já sofri bollying por ser assim (todo mundo na vida já sofreu!) sempre gostei de jogos violentos, filmes de terror, documentários sobre segunda guerra mundial e ouvir rock tipo (hammstein) que dizem ser um grupo nazista, (idiotice). Mas enfim, tudo isso que acontece com os adolescentes e jovens, vem mto da educação e a situação em casa, pais que não conversam com seus filhos, que não escultam, deixem q façam tudo que eles querem. Internet é um ótimo material de aprendizagem, mas em mãos erradas se torna uma arma perigosa. Portanto senhores pais, e educadores, governantes e principalmente senhores presidentes, dêem mais atenção as crianças desse mundão, para que não tenhamos mais um Columbine, Realengo e tantos outros...Vamos prezar a paz, não custa absolutamente nada!

Jaime Delano disse...

Ariane -> Temos muito em comum, garota.
Anne -> Estou lendo tudo em seu blog.
Muito obrigado por criá-lo.

Fraan disse...

Adorei seu blog, estou lendo tudo sobre ele tbm. Concordo com o outro comentário sobre o bullyng afetar muito a mente dessas crianças, mas deve se levar em conta que no caso desses meninos pelo depoimento dos psiquiatras, eles não eram 'garotos normais'tinham sérios distúrbios psicológicos. Creio que no caso eles eram psicopatas, sendo assim não seria culpa da criação como citado acima pela Ariane, e sim por não terem identificado isso antes, para poderem tomar as medidas cabíveis, apesar de ser uma doença sem cura nem tratamento. Não encontrei no seu Blog Anne, mas se tiver desculpe, Uma dica de filme bom também baseado nesse Massacre é "Precisamos falar sobre kevin"..

Mel disse...

Eu vim ler aqui só pra completar a coleção de matérias que eu já li sobre o Eric e o Dylan. Eu tenho uma certa fissura por esse caso, em especial. E não é idolatração ou sei lá, acho totalmente errado o que eles fizeram, mas ao mesmo tempo acho essas histórias de massacre fascinantes!
Mas achei alguns erros e você deveria rever melhor a fonte:
1. O estopim da tragédia NÃO foi os times e/ou jogadores. Tanto é, que um dos melhores jogadores de futebol americado da escola (que nenhum dos dois gostava por sinal), estava na biblioteca e o Dylan colocou a arma na cabeça dele e riu: "não vale a pena a bala" ou algo assim.
2. As investigações comprovaram que eles não participavam da Máfia da Capa Preta, apenas tinham alguns amigos que participavam da máfia.
3. Sim, sabe-se como conseguiram as armas: como eram menores de idade, convenceram um amigo de 20/21 anos a comprar para eles em feiras (há muito disso lá) e naquela época, em qualquer supermercado que você entrasse poderia comprar balas para a arma.
5. O caso de Cassie foi desmentido um tempo depois. Testemunhas que estavam do seu lado disseram que tais palavras não foram ditas por nenhum dos dois. Os dois mal falavam enquanto atiravam, não faziam perguntas e normalmente atiravam antes de olhar.

Bowling for Columbine é o melhor documentário que eu já vi!
O que Marilyn falou foi GENIAL. Não curto muito ele, mas amei!

E gente, se atualizem um pouco, isso não pe culpa de alguém os meninos eram psicopatas! Fala sério, nenhuma criança normal, que sofre bullyng etc sai atirando por aí. Eu não sai.

Anne disse...

Obrigada pelas informações ^^ estou meio sem tempo de mexer no blog, mas assim q possível melhorarei o post.

Grata

Mariane disse...

Não devemos culpar ninguém pelos nossos fracassos, eles mataram porque tinham cabeça fraca, eram dois imprestáveis e a sociedade, governo, colegas de classe e seja lá quem for, não tem nada a ver com isso!

Mostraram que os colegas tinham razão para desprezá-los! Sim, SOU MUITO MÁ E INSENSÍVEL COM ESTE TIPO DE GENTE u.ú

Wellington J. Franke Jr. disse...

Recordo me na época que a noticia de Columbine saiu na TV Globo, um dos filmes citados era Matrix. E por causa disso fui ver o filme, o que mal sabia que tornaria um dos melhores do mundo, apesar da mensagem enigmática do primeiro filme.