quinta-feira, 23 de julho de 2009

Serial Killer Michael Ross.



A História do Serial Killer Confesso Michael Ross é a trágica história de um jovem que veio de uma vida na fazenda que ele amava, embora ele não se lembre dos abusos que sofreu quando criança.
É também um conto do mesmo homem que era dirigido por violentas fantasias sexuais, estuprou brutalmente e assassinou oito jovens meninas.
E finalmente é a história do sistema judiciário que pode decidir entre a morte e a vida de alguém como ele.


Infância:


Michael Ross nasceu em 26 de Julho de 1959 no Brooklyn,Conn. Filho de Daniel e Pat Ross.
Os pais dele se casaram depois que Pat descobriu que estava grávida.
O casamento nao foi feliz. Pat detestava a vida na fazenda e depois de ter 4 filhos e 2 abortos, ela fugiu para a Carolina do Norte para ficar com outro homem.
Quando retornou para casa ela foi internada no Hospital Norwich.
O Médico disse que ela falava em suicídio e em espancar as crianças.
A irmã de Michael disse que ele tinha que aguentar os ataques de raiva de sua mãe Pat.
Ela também disse que suspeita de que ele tenha sido abusado sexualmente pelo tio que cometeu suicídio enquanto cuidava das crianças.
Michael Ross diz que se lembra muito pouco dos abusos que sofreu quando criança, mas se lembra como ele amava ajudar o pai com as tarefas da fazenda.
Após o suicídio do tio o trabalho de estrangular e depenar as galinhas se tornou responsabilidade dele com 8 anos de idade.
Ele tinha que estrangular as galinhas com as próprias mãos.
Conforme ele foi ficando mais velho as responsabilidades dele também foram crescendo.
Na época de colegial o pai de Ross dependia cada vez mais do filho.
Michael amava suas tarefas na fazenda e conseguia fazer as duas coisas.
Com um QI de 122, pra ele estudar e trabalhar na fazenda era tranquilo.
Em 1977, Ross entrou na Universidade Cornell e estudou economia agricultura.
Ele começou a namorar uma mulher e sonhava em um dia se casar com ela.
Quando ela engravidou e perdeu o bebe o relacionamento começou a esfriar.
Logo eles terminaram. Ele começou a fantasiar com violência.
No segundo ano Universitário ele começou a perseguir mulheres.
No ultimo ano, apesar de estar noivo de uma mulher, as fantasias o consumiam e ele cometeu o primeiro estupro.
No mesmo ano ele cometeu seu primeiro estupro e assassinato por estrangulamento.
Mais tarde ele disse que se odiava por isso e tentou cometer suicídio, mas nao morreu e prometeu a ele mesmo q nunca iria machucar alguém denovo.
No entanto em 1984, Ross estuprou e matou 8 jovens mulheres a mais velha tinha 25 anos.


As Vítimas:


Dzung Ngoc Tu, 25, estudante da Universidade Cornell, morta em 12 de 1981.
Paula Perrera, 16, de Wallkill, N.Y. morta em Março de 1982.
Tammy Williams, 17, de Brooklyn, morta em 5 de Janeiro de 1982.
Debra Smith Taylor, 23, de Griswold, morta em 15 de Junho de 1982.
Robin Stavinksy, 19, de Norwich, morta em Novembro de 1983.
April Brunias, 14, de Griswold, morta em 22 de Abril de 1984.
Leslie Shelley, 14, de Griswold, morta em 22 de Abril de 1984.
Wendy Baribeault, 17, de Griswold, morta em 13 de Junho de 1984.


Encontrando Ross:


Michael Malchik foi o investigador responsável pelo caso após o assassinato de Wendy Baribeault em 84.
Uma testemunha disse q o carro era um Toyota azul.
O q levou Machik a interrogar todos os donos de carros Toyota azul.
Ross estava vivendo em Jewett City como vendedor de seguros.
Os pais dele haviam se divorciado e vendido a fazenda.
Durante a entrevista com Malchik , Ross contou sobre duas vezes q ele foi preso por ofensas sexuais.
Nesse ponto Malchik decidiu leva-lo para a estação policial para um interrogatório mais a fundo.
Lá os dois conversaram como se fossem velhos amigos.
Sobre Família, namoradas e a vida em geral.
No final ele havia confessado os oito assassinatos.


Condenação:


Em 1987, Ross foi condenado pelos 8 assassinatos.
O Júri levou 86 minutos para dar o veredicto - MORTE.









Patrick Mackay


Patrick Mackay ( Nascimento : 25 de Setembro de 1952 )
É um Serial Killer confesso. Matou 11 pessoas na Inglaterra em meados dos anos 70.


Infância:
Quando criança Mackay foi vítima frequente de abusos físicos nas mãos do pai Harold alcoólatra.
Quando Mackay estava com 10 anos o pai morreu de complicações pelo Alcoolismo e problemas no coração.
As suas últimas palavras para o filho foram : " Lembre-se de ser bom ".
Patrick foi incapaz de compreender a perda do pai, dizia as pessoas que o pai ainda estava vivo. Mantinha uma fotografia do pai no bolso.
Na juventude começou a sofrer de ataques de Ira e raiva.


Torturar animais era sua diversão. Ele tinha uma tartaruga de estimação, em certo momento jogou a coitadinha no fogo. Perseguia e perturbava crianças mais novas, roubava casas de senhoras idosas, roubava pessoas nas ruas.
E também tentou matar sua mãe e tia. Certa vez tentou matar um rapaz mais novo, mais tarde disse que se tivesse conseguido não teria sido preso ou punido por isso.
Depois tentou colocar fogo em uma igreja católica. Por causa de tantos incidentes ele passou a adolescência entrando e saindo de instituições para pessoas com problemas mentais.


Aos 15 anos foi diagnosticado como sendo um Psicopata pelo Dr. Leonard Carr.
Carr previu que ele seria um assassino psicopata frio no futuro.


Maioridade:


Assim que atingiu a fase adulta, Mackay desenvolveu um fascínio pelo Nazismo.
Se auto-nomeou "Franklin Bollvolt O Primeiro" e encheu seu apartamento de memorandos Nazistas.
Vivia em Londres e estava frequentemente bêbado e ou drogado.
Em 1973, perto da casa da mãe dele em Kent, ele conheceu e ficou amigo de um Padre chamado Anthony Crean, Mackey invadiu a casa do Padre e roubou um cheque de £30.
Preso e acusado pela policia, ele foi condenado a pagar o valor que roubou mas nunca o fez.
O incidente é claro, causou uma briga entre os dois e Mackay voltou para Londres.
Foi nessa época que ele disse ter afogado um "vagabundo" no Rio Thames.


Em 21 de Março de 1975, na época com 22, Mackay usou um machado para matar o Padre Crean,
Acertou o crânio do Padre e ficou ali assistindo ele sangrar até a morte.
Ele foi preso rapidamente, e logo foi considerado suspeito por uma dúzia de assassinatos, a maioria das vítimas sendo senhoras idosas mortas com facadas ou estranguladas durante assaltos.
Mackay se gabou confessando ter matado 11 pessoas.
Foi acusado de 5 assassinatos, mas 2 foram retirados por falta de provas.
Em Novembro de 1975 foi condenado e sentenciado a prisão perpétua.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Arthur Shawcross O assassino do rio Genesse




Arthur Shawcross
The Genesee River Killer - O assassino do rio Genesse.
6 de Junho de 1945 - 10 de Novembro de 2008 (aos 63 anos).
numero de vítimas : 13

Arthur John Shawcross foi um serial killer Americano,
Também conhecido como O assassino do rio Genesse, que fica em Rochester, NY.

Vida:

Shawcross nasceu em Kittery, Maine, mas sua família mudou para Watertown em NY quando ele era jovem.
Quando criança ele era socialmente estranho e raramente aceito por seus colegas,
que frequentemente o chamavam de "estranho".
Quando jovem ele foi testado, tinha um QI super baixo, sofreu de bullying, molhava a cama,
sofreu de violência física. Ele largou a escola na nona serie,
e quando tinha 19 anos se alistou ao exercito.

Lutou no Vietnam onde ele mais tarde disse que matou e canibalizou 2 jovens meninas vietnamitas, embora nao existam evidencias.
De volta a vida de Civil, morando em Watertown de novo, Shawcross se casou 4 vezes, mas suas mulheres invariavelmente o deixaram após um tempo curto por ele ser violento e por seu comportamento errante.
Foi la, em Maio de 1972, que ele estuprou e matou um menino de 10 anos de idade chamado Jack Owen Blake após atrair o menino para a floresta.

Quatro Meses depois, ele estuprou e matou uma menina de 8 anos Karen Ann Hill, que estava visitando Watertown com sua mãe no fim de semana do feriado "dia do trabalho".
Preso por esses crimes, Shawcross confessou a ambos mas mais tarde conseguiu obter uma apelação por barganhar os promotores. Ele se declararia culpado somente pela morte de Karen Ann Hill numa acusação de homicídio não premeditado, ao invés de premeditado, e eles não o acusariam pela morte de Jack Blake. Com pouca evidencia para acusa-lo os promotores concordaram, mesmo assim ele foi condenado pela confissão que deu antes e pelos dois assassinatos pegou 25 anos.

Shawcross serviu 15 anos antes de sair em condicional em Março de 1987.
Ele tinha dificuldade em se instalar por ter sido perseguido, despejado de casa e despedido de empregos assim que os vizinhos e empregados descobriram sobre a sua ficha criminal.
Eventualmente ele se instalou em Rochester, NY , e morou com uma mulher.

Segunda serie de assassinatos:

Em Março de 1988, Shawcross começou a assassinar prostitutas na área, Alegando 11 vitimas antes de ser capturado menos de 2 anos mais tarde.

Suas vitimas foram:

* Patricia Ives, 25
* Frances Brown, 22
* June Cicero, 34
* Darlene Trippi, 32
* Anna Marie Steffen, 28
* Dorothy Blackburn, 27
* Kimberly Logan
* June Stotts, 30
* Marie Welch, 22
* Elizabeth Gibson
* Dorothy Keller, 59

Elas geralmente eram estranguladas e espancadas até a morte, e também eram mutiladas.
A maioria delas foram encontradas perto do Rio Genesse.
Todas as vitimas foram assassinadas em Monroe County, menos Gibson que foi em um bairro vizinho.

Ele foi flagrado se masturbando em seu carro parado na ponte em cima do riacho em que se encontrava o corpo de sua vitima final.
Foi levado sob custódia em 5 de Janeiro de 1990 e eventualmente confessou.

Julgamento:

Em Novembro de 1990, Shawcross foi julgado por 10 assassinatos.
O Julgamento foi tele-visionado e teve uma audiência muito alta.
Shawcross se declarou inocente por motivo de insanidade,
com o testemunho da psiquiatra Dorothy Lewis dizendo que ele tinha múltipla desordem na personalidade, causada por stress pós traumático, e possível abuso na infância.

Este testemunho não ajudou e o júri o considerou culpado e em perfeita sanidade, mais tarde foi dito sobre Lewis: " Quanto mais ela falava pior ficava, foi uma pena ela não ter saído após ler suas qualificações "
O Juiz deu a ele a pena de 250 anos de cadeia.
Alguns meses depois foi levado para Wayne County para ser julgado pelo assassinato de Gibson. Ele se declarou culpado e pegou perpétua.

Como aconteceu com quase todos os serial killers, alguém escreveu sua história para lucro próprio srsrsr
Nesse caso o escritor Joel Norris fez um livro sobre ele em 1992 "The live confessions of Arthur Shawcross and his hideous crimes!".

Se não me engano uma banda de death metal fez uma musica sobre esse caso também. " Addicted to Vaginal Skin "
(Não encontrei nenhum filme sobre ele ainda. Se alguém souber me avise por comentário por favor.)

Passou a vida na cadeia Sullivan em Fallsburg, NY até sua morte em 10 de Novembro de 2008.
Em 2003 ele foi entrevistado por uma repórter Britânica, Katherine English, para um documentário sobre canibalismo.
Ele se gabou sobre o fato de ter comido os órgãos genitais de três vitimas mulheres, mas se recusou a falar das alegações de que ele comeu o órgão genital do menino morto em 1972.
Em 2006 ele foi entrevistado por um psiquiatra forense da Columbia University Dr. Michael Stone para a serie do Discovery Channer "MOST EVIL".

Na entrevista Shawcross alegou ter sido abusado sexualmente quando criança pela mãe, e também admitiu ter abusado da irmã mais nova quando ainda criança.
Ele também alegou que matou prostitutas em vingança por supostamente ter tido sexo com uma prostituta HIV positivo, (ele assumiu estar infectado) Stone concordou com o júri quanto a sua sanidade. Ele estava em sã conciência quando matava as vitimas.

MORTE:

Oficiais disseram que ele reclamou de dor nas pernas. Ele tinha trombose e embolisma pulmonar.
Foi levado para o hospital Albany Medical Center, onde teve uma parada cardiaca e morreu as 21:50 em 10 de Novembro de 2008.

Sua filha Margaret Deming de Brooklyn, NY teve o reecontro com o pai em 2002.
Ela o ajudou a entender a Biblia católica, segundo ela ele se converteu e disse finalmente ter encontrado algo que fizesse valer a pena viver e estava em paz consigo mesmo pela primeira vez.
Foi batizado no catoliscismo em 16 de Novembro de 2008.
Arthur Shawcross foi cremado e suas cinzas estão com a filha Margaret Deming.

Para entender o estudo de Grafologia vide http://pasdemasque.blogspot.com/2011/10/postagem-especial-3-mente-criminosa.html

O conteúdo a seguir foi retirado e adaptado do 3º volume dos 3 volumes dos livros "Mente Criminosa".

Estudo de caso Arthur Shawcross:


Com mais de 40 anos, obeso e de cabelos grisalhos, Arthur Shawcross parecia ser tudo menos um serial killer. No entanto, em menos de dois anos ele matou e mutilou gravemente pelo menos 11 prostitutas em Rochester, Nova York.

Em 1972, Arthur Shawcross, de 26 anos, assassinou duas crianças, uma menina e um menino, em Watertown, Nova York. A evidência médica no caso da menina, que tinha sido estuprada, havia sido alterada e os restos mortais do menino foram descobertos seis meses após sua morte, o que criava a possibilidade de que o julgamento por homicídio fosse um fracasso. O estado então tentou negociar com ele. Foi indicado por homicídio culposo em troca de uma confissão, e Shawcross foi condenado a 25 anos de prisão.

Saiu em liberdade condicional em 1987, após 14 anos de prisão, e foi morar em Rochester, Nova York. Corpulento e de cabelos grisalhos, já não parecia representar uma ameaça para ninguém. No entanto, entre março de 1988 e janeiro de 1990, ele estuprou, assassinou e mutilou brutalmente pelo menos 11 prostitutas da região. Um helicóptero da policia avistou um suspeito voltando para a cena do último crime e foi assim que Shawcross foi detido e, finalmente, confessou. No seu julgamento, foi considerado são e culpado por dez homicídios e condenado a 125 anos de prisão.

O psiquiatra Richard Kraus fez um estudo detalhado do caso. Determinou-se qye Shawcross tinha o cromossomo XYY, uma anormalidade hereditária que está relacionada com o comportamento violento. Sua urina também mostrou um nível muito alto de uma substância química chamada criptopirol, um metabolito geralmente ausente no homem. Kraus disse que a combinação desses dois fatores fez de Shawcross uma "bomba-relógio ambulante", incapaz de controlar sua raiva e que buscava alívio de suas emoções de maneira violenta.

Uma carta de Shawcross em prisão, comentando sobre o cromossomo XYY, é miríade de contradições grafológicas. A diferença entre o texto e a assinatura era surpreendente e indicava uma personalidade reprimida e desonesta...


Shawcross tinha o cromossomo XYY, nesta carta escrita na prisão ele discute a teoria de que a sua alteração estaria associada a uma personalidade criminosa.

...A carta é escrita principalmente em maiúscula, embora tivesse exceções nas letras b,e e i. Isso mostra que Shawcross queria ter a certeza de que iriam entendê-lo, temendo que sua caligrafia normal não fosse suficientemente legível. No seu caso, é também um sinal de imaturidade emocional e semialfabetização, mas, ao mesmo tempo, revelava um vocabulário sofisticado, com ortografia correta e evidência do hábito de leitura. A letra grande e o espaçamento da carta simbolizam a quantidade de espaço pessoal que o indivíduo precisa, revelando que Shawcross não estava disposto a formar relações sociais estreitas.

Sheila Lowe salientou que um aspecto importante da caligrafia de Shawcross é sua rigidez. Isso é característico de muitos criminosos na prisão, porque são forçados a manter seus impulsos violentos sob controle. A forma em que determinadas letras são maiores que ouras estão acima da linha sugere um comportamento antissocial e impulsivo. Mesmo a inclinação para frente das letras, muitas vezes interpretada como um sinal de raiva interior, é inconsistente e constitui outro sinal uma personalidade pouco confiável. A forma como desce a caneta, fazendo o giro da letra g, e a maneira em que o aro dessa letra é pequeno e acanhado sinalizam frustração sexual. Sheila Lowe sugere que a falta de cuidados nas fases iniciais da vida de Shawcross é revelada no movimento pronunciado do aro da letra g para a esquerda. As maiúsculas da letra I mostram que Shawcross era um homem de opiniões defendidas veementemente e que iria defendê-las com violência. Esse fato foi comprovado pela evidência oferecida por sua quarta esposa. Sua raiva interior também aparece no ponto sobra a letra i, colocado de forma muito forte.


















segunda-feira, 4 de maio de 2009

Clan dos Vampiros



Justin Roderick Ferrell

(nascido em 28 de Março de 1980) foi o líder de uma gangue loose-knit de adolescentes de Murray, Kentucky, tristemente conhecido como " Clan dos Vampiros " Em 1998, Ferrell declarou-se culpado do assassinato duplo de um casal de Orlando, Florida, tornando-se a pessoa mais jovem nos Estados Unidos no corredor da morte. Inicialmente condenado à morte, pena de Ferrell já foi reduzida a vida sem liberdade condicional. Ferrell disse às pessoas que ele era um vampiro de 500 anos de idade chamado Vesago.

As matanças

Em 25 de Novembro de 1996 (semana de Ação de Graças), Ruth Naoma Wendorf e Richard foram encontrados por sua filha Jeni Wendorf, espancados até a morte em sua casa em Eustis. Enquanto  Richard Wendorf 42 anos estava dormindo em seu sofá e Ruth estava no chuveiro, Ferrell e o seu cúmplice de Scott Anderson entrou na casa através da garagem aberta, pegando a arma do crime. Antes de Richard ter acordado, Ferrell o acertou várias vezes com um pé de cabra, fraturando seu crânio e duas costelas, quase instantaneamente, batendo, e matando ele logo em seguida. Quando Ruth tinha encontrado Ferrell e Anderson alguns momentos mais tarde em casa, Ferrell a espancou até à morte. Ele alegou em sua confissão, porém, que em seu plano original, iria deixar Naoma Ruth viver, mas ela o atacou primeiro gritando e jogando um copo de café bem quente sobre ele, o que irritou e fez ele mudar de idéia e matá-la também. Richard foi encontrado tendo marcas de queimadura em forma de um V. Foi dito que o V era o símbolo de Rod, que ele fez com um ponto para cada pessoa que considerava ser a sua seita de vampiros....

As vítimas foram o pai e a madrasta de Heather Wendorf, uma amiga de longa data e ex-namorada de Rod que ele estava ajudando a fugir de uma casa que ela descreveu como "inferno".
Heather e as outras meninas que estavam com Ferrell e Anderson não estavam na casa dos Wendorf quando os assassinatos ocorreram, Charity e sua amiga Dana tinham conduzido Heather para o apartamento delas Heather antes de partir para Nova Orleães.
Após quatro dias de condução através de quatro estados, o grupo foi encontrado em Baton Rouge, Louisiana. Uma das meninas ligou para a sua mãe em Dakota do Sul. O grupo precisava de dinheiro, e Charity Keesee pensou que sua mãe poderia ajudá-los. No entanto, a mãe informou a polícia sobre o seu paradeiro e ajudou a polícia encontrar Ferrell, Wendorf, e o resto dos adolescentes ela os convenceu a ir para um hotel Howard Johnson's, onde eles foram presos.
Os quatro foram detidos em uma prisão de Baton Rouge, durante uma semana antes de serem extraditados de volta para a Flórida, onde eles foram inicialmente detidos em Lake County Jail. Eles foram mais tarde transferidos para um centro juvenil em Ocala.


Em 12 de Fevereiro de 1998, o então com 17 anos de idade Ferrell se declarou culpado dos assassinatos, alegando que os outros a viajar com ele eram inocentes, exceto Scott Anderson, que era apenas um acessório. Ferrell se declarou culpado de duas acusações de homicídio premeditados de primeira e foi condenado à morte (mais tarde reduzida a uma sentença de prisão perpétua), enquanto Caridade Keesee e Dana Cooper foram condenadas por homicídio em terceiro grau.
Por dois anos, Ferrell detinha o recorde como o mais jovem prisioneiro no corredor da morte até Setembro de 1999, quando a Flórida Supremo Tribunal reduziu sua pena para prisão perpétua sem condicional.

Referências na Cultura Popular

Quatro redes de televisão norte-americana anunciaram planos de produzir filmes em 1997, inspirado no caso Ferrell-Wendorf clã. Existe um programa de TV Justiça sobre Rod Ferrel. Em abril, a Fox tinha planejado para liberar Running With the Devil: A True Story of the Vampire Kentucky Thrill Kill Cult, na qual Wendorf teria sido interpretado por Christine Taylor. Ele nunca foi produzido. NBC produziu Mother, May I Sleep with Danger?. CBS anunciou interesse em produzir um filme de TV com Heather Matarazzo, Drew Barrymore e Carla Gugino, mas isso não ocorreu.
Em 2002, o diretor John Webb fez o filme Vampire Clan, em que os assassinatos e os acontecimentos foram mostrados. O elenco inclui:

Drew Fuller como Ferrell
Marina Negro como Dana Cooper
Alex Breckenridge como Caridade Keesee
Timothy Lee DePriest como Scott Anderson
Stacy Hogue como Jeni Wendorf
Kelly Kruger como Heather Wendorf
Spencer Redford como Jeanine Leclair

A música "Blood on the Bluegrass" da Legendary Shack Shakers é sobre as mortes e menciona tanto Ferrell e Wendorf pelo nome. Last Words Will Ferrell Last Words Was "Will Come Back For Ana Clark[Anna] And Cassidy Sunday!"


A Confissão de Rod Ferrell :

PS: resumida.

P: Eu sou sargento Odom, Este é Detetive Moran e vc já conhece Detetive Dewey. Qual é o seu nome?
R: Roderick Ferrell.
P: F-E-R-R-E-L-L. Qual sua data de nascimento, Roderick?
R: 28/03/80.
P: Qual o seu nome do meio?
R: Justin.
P: Você tem algum apelido?
R: Me chamam de Rod.
P: Okay. Vc tem 16 anos de idade. Qual o seu endereço?
R: 906 Broad Street, Apartamento F6.
P: Em qual cidade?
R:Murray, Kentucky.
P: Apartamento F6, Murray, Kentucky? É perto de Paducah? Okay Rod, Vc sabe q esta preso e é agora um fugitivo de Lake Couty Sherriff's Office em Lake Couty, Florida?
R: Sim. Ele leu os direitos dele.
P: Até q ano você frequentou a escola, Rod?
R: décimo.
P: Vc sabe ler e escrever?
R: Eu não aprendi nada com a escola, aprendi com a vida.
P: Entendo.
R: A razão pela qual eu fiz esta besteira.
P: Bom, veremos. Uhm, Vc ingeriu alguma substancia ilegal ou álcool nas ultimas 3 ou 4 hrs?
R: Provavelmente a 1hr atrás.
P: Okay, Vc tem uma doença mental, Vc está consultando um psiquiatra?
R: Eu cheguei a ver um. Não sei pra que. Nunca prestei atenção.
P: Quem te mandou pra la, seus pais?
R: A escola, O Sherife, minha mãe. Basicamente a Cidade inteira.
P: Mas agora vc nao esta sob cuidados psiquiatricos por alguma razão?
R: Não por drogas ou coisa parecida, Só vou ao psicólogo.
P: Okay, Chegaram a te prescrever algum remédio q vc tem q tomar?
R: Não é nada de Tao grave assim.
P: Okay Rod, uh, Vc falou com o Detetive Dewey e concordou em dar seu depoimento sobre o q aconteceu.
R: Contanto q eu possa ver Che.
P: Okay, sem problemas. Vá em frente, comece ahm, pela parte q vcs estavam em Kentucky
R: Vc tem algum gravador ou só testemunhas oculares?
P: Só testemunhas.
R: Eu nao me lembro q noite foi mas.
P: Hj é sexta, dia 28. O incidente ocorreu segunda dia 25 eu acredito.
R: Segunda.
P: Segunda passada.
R: Ah, Foi na terça.
P: Tem razão, foi uma terça. Eu sou um homem velho.
R: Sexta passada estava em Kentucky por q fui na casa da Dana ver Che.
P: Espere um minuto, Rod. Vc se importa se eu fizer algumas anotações?
R: Não estou nem ai na verdade.
P: Okay.
R: Eu acho q sou mentalmente perturbado, sei la.
P: Rod, vc nao deveria chegar a essa conclusão, filho. Mesmo estando encrencado, entende?
R: Não é por q estou encrencado. É por q nao tenho mais nenhuma preocupação com a vida. Principalmente a minha.
P: Talvez vc diga isso, Mas sabe, eu nao estou dentro da sua cabeça. Eu não sei o q está acontecendo, mas sei q ainda é um rapaz jovem ah, ainda tem muita vida pela frente.
R: Antes de eles me transportarem, vc pode tentar fazer algo para tentar arrumar isso?
P: Sim, Nós concertaremos. cortaremos pela raiz. Okay.
R: Muito obrigada, senhor.
P: Vc saiu sexta passada?
R: nós saímos 12:30, como eu disse,no apartamento da Dana para ver Che Por q nós estamos saindo por 11 meses estamos noives e ela esta gravida e tudo, eu disse a Che de antemão Que eu ia levar ela comigo para outra cidade por q estou cansado de Murray por q os tiras ficção me enchendo por algo q eu nao fiz e, Desculpe...
P: Tudo bem.
R: Uhm, Eu peguei ela e a Dana e o Scott Anderson, fui até o apartamento dele e perguntei se ele queria viajar ele disse q sim. Me avise se eu estiver falando muito rápido.
P: Vá em frente.
R: Uh, nós dirigimos, Pegamos tudo q precisamos, Fomos até onde os irmãos dele estavam por q ele tinha q leva-los pra casa antes da meia noite aquela noite E falamos pra Che dizer a eles q nós fomos sequestrados por Steven Murphy, Mais conhecido como Jaydon.
P: Okay.
R: Depois disso nós pegamos a estrada.
P: Foi vc Scott e Che?
R: Foi eu, Scott, Che e Dana no carro.
P: Okay.
R: Demorou mais ou menos um dia para chegarmos Em Florida , pois como eu disse ao Dewey, nós dirigimos dia e noite.
P: Alguém pode melhorar a luz aqui? Yes!
R: Okay, quando chegamos em Florida, eu procurei por alguns amigos para dizer oi Eu fui na casa de Jeanine Leclaire, a melhor amiga de Zoey, vc a conhece como Heather.
P: Jeanine Leclaire?
R: Ela é minha ex-namorada. Ela queria q eu buscasse ela.
P: Okay, Em q cidade foi isso?
R: Eustis.
P: Ta bem.
R: Okay, depois disso eu esperei a Zoey sair da escola, falei com ela, ela disse q queria ir com a gente. Por q nós realmente nao tínhamos ideia de para onde iríamos. Isso foi na segunda.
P: Okay.
R: Terça, durante o dia, nós fomos parados em uma estrada estadual. Aquilo nos deixou um pouco nervosos, então decidimos nao fazer nada aquela noite por q nós falamos pra eles q íamos ficar mais uma noite.
P: Aonde vcs foram parados, em Eustis?
R: Uh, em Lake Joanna Drive.
P: Okay.
R: Eles pediram nossos documentos e tudo mais, nao encontraram nada e deixaram a gente ir.
P: Ta certo, okay, e...
R: Depois disso liguei pra Zoey de um telephone publico no K-Mart e disse q partiríamos a noite disse pra ela pegar as merdas q ela precisava, tipo fotos q seja, e pra esperar na Jeanine e dizer o mesmo pra ela q nós passaríamos para pegalas tal hora basicamente quando começa-se a escurecer, 5:30, 6:00 da tarde.
P: Okay.
R: Fomos primeiro na casa da Zoey, Grande surpresa, esperamos por ela 1hr depois q escureceu q ela apareceu, la pras 7:00pm
P: Okay.
R: Fomos pra casa da Heather.
P: Okay.
R: Andamos pela estrada,olhamos em volta da casa só pra checar os perímetros, Vimos q todas as portas estavam destrancadas, fomos até a garagem, procuramos por itens especiais, encontramos.
P: Que tipo de itens especiais? Armas?
R: Sim, era só essa minha preocupação - Armas, comida e dinheiro.
P: Okay.
R: Entramos na casa, a mãe dela tava tomando banho, o pai tava dormindo no sofá, Entao tomei a liberdade de andar pela casa e pegar algo pra beber por q eu tava com sede.
P: Okay.
R: Uhm, Scott ficava me seguindo bem atrás de mim q nem um cachorrinho perdido, Dai antes da mãe dela sair do chuveiro, eu fui até o pai dela e bati nele, até finalmente ele parar de respirar, Então sim, eu sou um assassino confesso.
P: Okay.
R: Na verdade ele demorou uns 20 malditos minutos pra parar, eu juro, pensei q ele fosse imortal ou algo assim.
P: Com o q vc bateu nele?
R: Uma alçaprema (Alavanca para levantar grandes pesos). Eu ia usar um machado ou serra eletrica mas ia ser muita bagunça, nojento.
P: Alçaprema faz bastante bagunça também.
R: Não, só espirrou um pouquinho de sangue em mim - surpreendente - mas continuando, depois disso eu basicamente zuei com o corpo dele e procurei pela carteira, encontrei um cartão de credito.
P: Okay.
R: Dois minutos depois, a mãe saiu do chuveiro com um bom copo de café q ela derramou em cima de mim. Ela me perguntava o q eu queria, por q achou q eu só estava roubando eles.
P: Ela ainda nao tinha visto o marido?
R: Não, Eu me certifiquei de q ele estava escondido.
P: Okay.
R: Não queria q ela fizesse escândalo. E ela nao fez, como eu disse, basicamente ela olhou direto pra mim e perguntou o q eu queria. Mas já estava óbvio pois tinha sangue em mim e uma alçaprema nas mãos. eu queria dizer, é, eu quero tomar café com vc sua vaca espertinha, Mas enfim... Foi ai q ela se atirou em mim, Eu ia até deixar ela viver, mas depois q ela avançou em mim eu peguei no fundo da alçaprema, e fiquei apunhalando no crânio dela e quando ela caiu eu continuei batendo nela até ver o cérebro dela no chão, por q aquilo me deixou puto. Foi assim.
P: Ela te arranhou?
R: Ela me rasgou, me rasgou, jogou aquela merda de café fervendo em mim, fiquei puto.
P: Okay
R: Entao eu garanti q ela morresse. Vasculhei a casa a procura de chaves do carro, dinheiro,etc. Pensei em esperar pela irmã de Zoey mas decidi, Não, por q se dar ao trabalho? Deixa ela vir pra casa, ter um surto mental, chamar a policia, e eu tava certo, foi o q ela fez. Enfim, encontrei as chaves do Explorer, casualmente sai de la, e cheguei até a rua.
P: Aonde estava Scott durante todo esse tempo?
R: Oh Deus, ele ficou completamente congelado. Ele nunca tinha visto pessoas serem mortas antes. Ele foi só um acessório.
P: Okay.
R: Depois disso dirigimos até a casa da Jeanine com o Explorer, então acho q ela meio q percebeu o q tinha acontecido com os pais dela.
P: Heather?
R: Sim, Zoey.
P: Rod, preciso te fazer mais umas perguntas. Você está dizendo que Scott estava na casa com vc, Mas ele nao tomou parte nos assassinatos?
R: Tudo o q ele fez foi assistir, e depois q eu terminei de matar eles, ele os roubou.
P: Okay.
R: Ele vasculhou um lado da casa e eu o outro. O maximo q ele fez foi mover um pouquinho os corpos.
P: Me diga tudo q vcs tiraram da casa além do q nós já sabemos.
R: Nós pegamos as pérolas da mãe dela q estavam no pescoço do Urso Teddy dela. A faca do pai dela, Nao sei q tipo.
P: É aquela faca de bolso com o cabo azul?
R: Não.
P: É uma faca grande?
R: a lamina tem uns sete centímetros.
P: Tipo uma faca de caça?
R: Uh-hum.
P: Okay.
R: Nós pegamos $4.75 por q nao sabíamos q ela já tinha roubado eles, O q me deixou um pouco frustrado e agitado.
P: Quem, Zoey q já tinha pegado o dinheiro?
R: Sim, pra gasolina e etc.
P: Okay e, e o Discover card?
R: Tava na carteira dele. Tiramos do bolso de traz.
P: O q vc fez com a Alçaprema?
R: Eu francamente nao sei.
P: Vc se lembra se deixou na casa ou se jogou fora enquanto estava no Explorer?
R: Explorer. Certo depois q rodamos umas 50 milhas eu encontrei no carro eu ia ficar com ela. Meio difícil de se achar a arma do crime se vc nao quiser.
P: So you don't know what happened to it? então vc nao sabe o q aconteceu com ela?
R: Tudo o q sei é q eles devem ter jogado fora.
P: E quanto a faca, estava no carro?
R: Ah, Zoey pegou por q era do pai dela, ela queria guardar de souvenir eu acho.
P: Okay. Para onde vcs estavam indo?
R: Tipo depois de Florida?
P: Sim.
R: Nós fomos para , New Orleans. Fomos parados por policiais la também. Mais ou menos umas 5 vezes durante toda a viajem e nunca nos pegaram, até agora, até irmos ao hotel.
P: Por q vc deixou um deles ligar? Quem ligou pra avó? Alguém ligou para South Dakota?
R: Sim, foi a Che.
P: Foi a Che.
R: Ela tava pirando e é basicamente a única coisa com q me importo nesse mundo, então... Moran: Bingo,foi ai q ela fez a ligação.
R: Oh, Eu sei. Ai disse pra eles q devíamos sair da cidade, mas eles nao me ouviram. Viu, eles nunca ouvem ao líder.
P: Para onde vcs iriam?
R: Sei la, nao tava nem ai.
P: Dirigir até achar algum lugar?
R: Até achar uma boa área florestal. Eu ia largar aquela merda de Explorer em algum lago e começar a desbravar a floresta, matar veados ou qualquer coisa q pudesse comer. Foram os avós dela q nos entregaram?
P: Ahm, não tenho certeza.
R: Porque achei que fosse a mãe dela, tipo ela é meio que uma Sheriff em Rapid City.
P: eu não acho q a mãe dela sabia onde ela estava.
R: Uhm, ela ligou pra ela também.
P: Rapid City, South Dakota. Pode ter sido, eu nao sei. Mas foi alguém de la.
R: sim senhor, a mãe dela q é uma puta.
P: Vocês, vocês já haviam falado sobre o assassinato antes de acontecer, com qualquer pessoa?
R: Nós nunca pensamos sobre isso até 10min antes de acontecer.
P: Okay, então nao foi planejado?
R: Não foi premeditado - foi tipo espontâneo. Quando se premedita algo, esse algo é facilmente descoberto. P: A quanto tempo vcs se conhecem?
R: Todos nós?
P: Sim.
R: Eu e Scott, desde a segunda serie. Conheço a Che por 11 meses, indo pra 12. Dana faz 2 semanas e Zoey 1 ano.
P: Seus pais moravam em Eustin?
R: Eu minha mãe e meus avós. Dai minha mãe se casou com Darren Breven se vcs tivessem jurisdição em Michigan eu diria umas coisas sobre ele, mas isso é sobre mim certo, então....
P: Você conhecia os pais dela antes daquele dia?
R: Eu nunca nem vi eles antes daquela noite. Cheguei até a errar de casa, mas vi q tinha crianças na casa e minha regra é, Não matar nada q é pequeno. Já adultos nao tem problema, de 16 pra cima.
P: Durante a viajem vcs agrediram outras pessoas?
R: Só os pais mesmo.
P: Vocês não quiseram ficar na casa deles?
R: Por causa da policia - Uma vez q eles nao aparecem no trabalho ou escola alguém iria querer ir la ou chamar a policia ou algo assim. Eu nao queria lidar com a policia de lá, eles são muito mais hostis do q vcs daqui. É por isso q estou cooperando com vcs. Vcs nao me bateram nem nada.
P: Por que faríamos isso, Rod?
R: Porque os policiais de Murray fazem, os da Florida ai toda vez q vejo um policial eu fico assustado.
P: Bem, nem todo mundo é assim amigo.
R: Eu sei, por isso q observo a todos.
P: Dana e Zoey e, e ah, Che nao estavam envolvidas nisso, certo?
R: Não, elas eram tipo umas pessoas q estavam sequestradas ou meio q companhia.
P: Mas eles foram com vcs por vontade própria certo?
R: Che não teve escolha.Eu disse q levaria ela comigo e pronto. Dana veio com a Che porque ela se preocupa com ela. Zoey veio pois ja estava planejando ir comigo a mais ou menos um ano, nós planejamos que quando eu me mudasse de volta a Eustis, ela e a Jeanine viriam comigo e iriamos pra New Orleans já que tenho alguns amigos lá.
P: Sim.
R: E se a Che não tivesse pirado era la q eu estaria agora. O que posso dizer, é uma droga morar em cidades grandes, vc aprende a ser amigo de policiais e senhores do crime. P: Alguma pergunta?
Dewey: Rod, vc mencionou q Scott nunca tinha visto um assassinato antes, vc já tinha?
R: Eu vi porras de assassinatos a vida inteira, desde q eu tinha 5 anos, meu avô era um assassino, mas ele nunca foi pego.
P: Vc viu pessoas assassinando outras pessoas?
R: Ele faz parte de uma organização chamada Black Mask ( Mascara negra ). Quando eu tinha 5 anos eles me escolheram como o guardião da mascara negra, e o guardião tem se tornar um com todos. Em outras palavras, eles me estupraram. E eles tinham q sacrificar um humano para o guardião então sacrificaram alguém na minha frente. (PS: Não consegui encontrar nada sobre isso, se alguém que conhece o caso souber se isso foi confirmado deixe um comentário por favor)
P: Em q cidade foi isso?
R: Em Murray.
P: Você chamaria isso de um culto?
R: Sim.
P: Meio pesado, mesmo pra quem é Hard core né?
R: Duas coisas me incomodam : O q aconteceu quando tinha 5 anos e o fato de eu não poder mais ver a Che.
P: Só perguntei, Rod.
R: Matar é um meio de vida,os animais matam, e é assim q os humanos são, os piores predadores pra dizer a verdade.
P: Quantos anos a Che tem?
R: 16 apesar de tudo isso, ela está carregando meu filho. Quase dois meses de gravidez. Como dizem, acidentes acontecem.
P: Bem Rod, eu nao vou adocicar isso, amigo, pois vc sabe o q vc fez.
R: É bem simples, Eu to Fodido.
P: Os oficiais de Lake City, detetives,já estão vindo pra cá.
R: É possivel alguém da minha idade pegar pena de morte?
P: Depende, ah, não sei quais sao as leis na Florida, ah, quando alguém tem 16 anos neste estado pode ser julgado como adulto e sujeito a penas dadas a adultos.
R: Por que andei pensando e o q eu fiz, se eu fosse adulto poderia pegar pena de morte.
P: Claro.
R: Então eu estava pensando, vc sabe. Tipo, por favor vá em frente, ha!
P: Pra ser sincero, sim, implicaria em pena de morte.
R: Pena.
P: Sim, vai brincando.
R: Me desculpe, é q isso é uma merda de uma grande piada. Minha vida parece um sonho. Minha infancia foi tirada de mim aos 5 anos, eu nao sei se estou dormindo ou sonhando, pelo q sei posso acordar a qualquer momento.
P: Rod, eu te garanto q nao é um sonho.
R: Tá frio.
P: Quer adicionar alguma coisa?
( Ele denunciou um rapaz q vendia drogas na escola, um ex da mãe dele também, disse q se os outros policiais nao fossem legais como eles foram ele nao diria nada )
P: Okay.
R: Fiquei sem falar por mais ou menos dois anos, posso fazer de novo.
P: Posso ver seu dedão ? Como vc cortou ?
R: Com uma faca.
P: De propósito?
R: Fui e phutt (phonetica).
P: Okay.
R: Eu faço isso com frequência.
P: Nós vamos cuidar desse machucado pra vc.
A ligação para a policia.
911:Qual é a emergência ?
Minha emergência é em Eustis, Florida, 24135 Greentree Lane. Preciso de 2 ambulâncias.
Minha mãe e meu pai foram mortos. Eu acabei de chegar em casa. Não sei o q aconteceu. Eles estão mortos.

911:Ambos, senhora?
O que?
911: Sua mãe e seu pai ? Eles nao estão respirando ?
Eu nao sei... não chequei. Não consigo chegar muito perto, eles são meus pais.
911: Tem alguém com vc senhora?
Não tenho ideia, Não sei quem está na casa, eu nao tenho ....eu, eu .....espera ai, tem alguém na outra linha.
911: Alô, senhora ?
Alô.
911: Sim, senhora.
OK.
911: Certo, senhora, Qual o seu primeiro nome?
Meu nome é Jennifer. Meu ultimo nome é Wendorf.
911: O que te faz pensar q seus pais foram mortos?
Jennifer: Tem sangue por todos os lados. Por favor, o mais rápido q puder...
911: OK, já estamos a caminho. Você está sozinha?
Jennifer: Não tenho ideia. Pode ser que tenha alguém na casa.
911: Eu quero dizer, ninguém entrou com vc?
Jennifer: Quem?
911: Ninguém está ai com vc?
Jennifer: Minha irmã sumiu. Não sei aonde ela está. Ela sumiu.
911: O que quer dizer? Ela mora ai com seus pais?
Jennifer: Ela deveria estar aqui. Ela só tem 15 anos. Ela sumiu.
(Jennifer da pontos de referencia para chegar a casa.)
911: Certo, senhora, o q eu gostaria q vc fizesse é sair da casa e sentar la fora no seu carro, ok?
Jennifer: OK.
911: Vc não tem certeza q tem alguém mais na casa. Quando vc disse ter sangue pra todo lado, vc quiz dizer no chão, parede?
Jennifer: Sim, sim.
911: No chão?
Jennifer: Minha mãe está.... Eu não posso ir la. Eu to com muito medo de sair do meu quarto,
de sair do quarto da minha irmã.
911: OK, vc entrou pela porta da frente e foi pro quarto da sua irmã?
Jennifer: Eu entrei pela porta da frente e nao prestei atenção, mas achei q meu pai estava dormindo. Dai liguei pro meu namorado pra dizer q tinha chegado.
Dai voltei e vi o sangue. Dai corri pra cozinha. Minha mãe estava la. Corri para o sofá e meu pai estava la. Tinha sangue em todo lugar.
911: Então sua mãe está na cozinha e seu pai na sala? Ok, estou com os policiais na outra linha.
Quero ter certeza de q eles estão no caminho certo q saibam o q está acontecendo. Ok?
Jennifer: OK. e minha irmã sumiu, e o Explorer sumiu.
911: Quero q fique comigo na linha, OK? Vc não tem um telefone portátil tem?
Jennifer: Não
911: Vc está no quarto da sua irmã.
Jennifer: Sim.
911: OK. tem como vc trancar a porta do quarto?
Jennifer: Não tem como.
911: OK, vc nao consegue trancar a porta do quarto? OK.
Jennifer: Seria bom eu ligar pra alguém, tipo meus avós?
911: Não, não, fique na linha comigo. não quero q caia a ligação, OK?
Jennifer: OK.
911: No caso de ter alguém na casa, quero q fique em contato comigo . . . .
Vc tocou em algo na casa?
Jennifer: Não, só o telefone.
911: OK. converse comigo. . . .Qual é o nome da sua irmã querida?
Jennifer: Heather.
911: O nome dela é Heather?
Jennifer: Sim.
911: E o ultimo nome?
Jennifer: Wendorf.
911: Por acaso vc nao sabe me dizer a placa do Explorer do seu pai sabe?
Jennifer: Eu sei as 3 primeiras letras P-U-U. Ele é modelo 1994 e azul.
911: Seu último nome é Wendorf também? Vc está dando esta informação para a policia agora na outra linha . . .e quais sao as primeiras letras da placa?
Jennifer: P-U-U.
911: Quando foi a ultima vez q vc falou com seus pais e sua irmã?
Jennifer: A última vez q falei com meu pai foi ontem a noite. Com a minha mãe foi hoje no telefone, eu estava na casa do meu namorado, era umas 3 p.m. e minha irmã esta manha.
911:Então a última vez q vc ouviu sua mãe foi hoje as 3 da tarde?
Jennifer: Sim.
911: A porta da frente da casa está aberta?
Jennifer: Eu não sei. Eu. . .
911: Bem, quando vc entrou, vc trancou a porta?
Jennifer: Não. Eu entrei pela porta da lavanderia, e nao tranquei.
911: OK. aonde é essa porta?
Jennifer: É na garagem.
911: Tem q entrar na garagem pra chegar la?
Jennifer: Sim.
911: E a garagem está aberta?
Jennifer: Sim.
911: OK.
Jennifer: Não, não, não, a porta da garagem nao está levantada. A Van da minha mãe está la fora.
A porta da garagem nao está levantada. Tem uma porta bem a esquerda da garagem.
911: Vou dizer pra eles irem até lá. É do lado da garagem?
Jennifer: Sim.
911: Eu vou ficar aqui com vc. OK, Jennifer?
Jennifer: Sim.
911: OK, eu não quero q vc fique sozinha.
Jennifer: Sim. . . (sussurro) Posso ir la ver se meus pais estão vivos?
911: Perdão?
Jennifer: Posso ir la ver se meus pais estão vivos?

911: Vc se sente confortável para fazer isso?
Jennifer: Eu não sei. Eu estou preocupada com eles, mas não sei quanto tempo vai levar até. . .
911: Bem, nao vai demorar muito até eles chegarem ai.
Jennifer: (sic) OK, vou tentar me acalmar.
911: Está tudo bem, vc está indo muito bem. Vc está se saindo muito bem.
Jennifer: Eu não, senhora, eu nem sei seu nome, mas eu. . .
911: Meu nome é Belinda.
Jennifer: Belinda, eu já vi essas coisas na tv, eu sei q podem acontecer.
Mas, nao consigo acreditar. . . Oh, meu Deus. . . Vc sabe me dizer quanto tempo até eles chegarem aqui?
911: Bem, deixe-me ver. Espere só um segundo. . .
Jennifer: Eu sinto muito. Eu sinto, Eu. . .
911: Bem , vc está se saindo muito bem, Jennifer, vc está indo bem.
OK, o departamento do sheriff está bem em frente da ambulancia. Estão só a alguns minutos dai.
Eu vou te informando aonde eles estão.
(para um policial)
Ela nao sabe se a porta da frente está destrancada. Melhor vcs irem pela porta ao lado da garagem...
(volta para a Jennifer)
OK, Tem uma ambulancia chegando, Eles esperam a policia entrar. Esse é o procedimento.
Jennifer: Posso ir la fora agora ?
911: Bem, quero q vc espera até ter certeza de q a policia chegou,
dai quero q vc saia e deixe eles saberem aonde vc estara.
Jennifer: Bem, a ambulancia já está la fora, nao está? Alguém precisa entrar aqui.
911: Eles estão na cena. . . OK, se vc quizer sair do quarto.
Eu disse a eles por onde entrar.
Jennifer: Vou deixar o telefone aqui.
911: (para a policia na cena) Ela está saindo do quarto.
Diga para eles nao se alarmarem com ela. Não , ela nao os viu, mas ouviu.
Nove minutos após a ligação a policia e a ambulancia estavam no local.
Isso é tudo q achei sobre o caso. Se encontrar mais alguma coisa postarei.






domingo, 12 de abril de 2009

Richard Speck



Richard Benjamin Speck: 06/12/1941 – 05/12/1991.

HISTÓRIA:

Nasceu no estado de Illinois.
Era o 7o de 8 filhos. Cresceu no meio de uma família religiosa. Sua mãe era contra cigarros, bebidas… Seu pai, que ele gostava muito, faleceu quando Speck tinha 6 anos, e sua mãe casou-se novamente e a família mudou-se com os filhos para uma cidade perto de Dallas, Texas. O novo marido bebia muito e, de vez em quando, “sumia”, além de agredir o enteado.
Richard não tinha notas boas, e começou a beber aos 12 anos. Tinha cefaleias frequentes, talvez em decorrência de alguns traumatismos cranianos.

Por volta dos 15, faltava as aulas, envolvendo-se com outros mais velhos e conheceu maconha, calmantes etc. Aos 19, foi fazer uma tatuagem, mas estava sem ideias, e aceitou a sugestão do tatuador, escrevendo “Born to raise Hell” ( Criado para causar inferno ) no braço.

Teve passagens policiais por roubo e outros crimes. Sua família sempre resgatava-o.
Em 61, conheceu uma garota que logo engravidou. Casaram-se. Apesar de ter trabalho, Speck continuou com álcool, prostitutas, e a maltratava. Quando sua filha nasceu, estava preso.
Solto, tinha um comportamento sexual compulsivo com a esposa. Em 65, acusado de uma tentativa de estupro/homicídio, alegou estar bêbado e não lembrar-se; mas, assumindo a culpa, conseguiu redução da acusação para assalto agravado – ficou 5 meses preso.
A esposa pediu o divórcio.
Speck tentou voltar a sua terra natal, “em busca da infância perdida”. Mas não teve sucesso nisso, especialmente após saber que sua ex-mulher havia casado novamente, tão rapidamente.

Matou oito estudantes de enfermagem, do Hospital Comunitário do Sul de Chicago, em 14 de Julho de 1966.
Tinha, então, 24 anos. Apenas uma moça presente sobreviveu, Cora Amurao, escondendo-se debaixo da cama. Às cinco da manhã, gritou na rua:
“Oh, meu Deus, estão todas mortas!” Gloria Davy tinha as mãos amarradas para trás e uma tira de roupa esganava seu pescoço. Dois nós “perfeitos” amarravam a tira.
No andar de cima, todas as outras sete, empapadas em sangue, algumas em modo semelhante: enforcadas, mãos amarradas.
Uma, enforcada com as meias-calças brancas de enfermeira – e 18 facadas no peito e pescoço.
Outra, com um travesseiro cobrindo parcialmente seu rosto, mas suas pernas bem abertas, nua.
Outra, o olho também perfurado com facada. O primeiro oficial que chegou à cena, não conteve a emoção, e falava pelo rádio: “Ajuda! Ajuda! Ajuda! Oh, meu Deus, eu nunca vi nada como isso aqui...”.
O repórter policial que lá chegou, que já havia coberto até um acidente de avião, também não aguentou e vomitou. Os policiais que chegaram em seguida fizeram o mesmo.
A polícia começou imediatamente uma busca na área. A sobrevivente falou que ele tinha sotaque do Sul, e a polícia procurou em hotéis da redondeza.

Uma descrição de alguém parecido com o homem que procuravam foi obtida, mas não o encontraram.
Por volta de 10h30, Speck chegou a um bar. Limpinho. E começou a conversar com o garçom, conhecido seu. Comprou deste, de volta, um relógio que tinha lhe vendido. E pediu que ele guardasse uma faca que trazia – não a usada no crime. E começou a falar alto uma história sobre ter ido ao Vietnã, e sobre quantas pessoas matou lá com essa faca. Um freguês comprou a faca e os dois foram para outro bar.
Lá ouviram falar da sobrevivente, e Speck comentou: “Deve ter sido algum filho-da-puta sujo que fez isso!”.
Com outro cara, foi para outro bar... Disse a esse que tinha passado a noite com uma prostituta que achou-lhe tão bom na cama que deixou de graça o programa. Um agente conseguiu localiza-lo por telefone, disse que tinha que comparecer à firma de empregos, um serviço em tal lugar era oferecido.
Speck desconfiou, pois o serviço neste local já havia terminado.
Não foi à firma.
Policiais apareceram no hotel que estava agora, ele percebeu e disfarçou. Os policiais foram embora.
Ele pegou um táxi para o norte da cidade e se hospedou em outro hotel, usando nome falso.
No fim do dia, buscou uma prostituta e subiu para o quarto.
Na saída, ela disse ao atendente que ele tinha uma arma.
A polícia foi chamada para averiguar, na manhã seguinte. Policiais foram ao seu quarto e viram seus documentos verdadeiros – mas nem todos eles sabiam que Richard Speck era o homem a ser achado. Apenas pegaram sua arma, então, e foram embora. Speck saiu para a rua e começou a peregrinar novamente pelos bares. Fez novos conhecidos, e resolveu pegar suas coisas no hotel.
Quinze minutos depois, os agentes que o procuravam chegaram...
Deixou seus pertences noutro Hotel e saiu com os novos amigos para beber mais.
Cinco dias depois do crime, confirmou-se que a digital encontrada na cena era de Speck.
Um agente chamou a imprensa e anunciou. Speck viu isto tudo, inclusive fotos nos jornais, e voltou para o Hotel.
Então, cortou o pulso.
Enquanto sangrava, arrependeu-se. Um dos amigos de farra viu a cena, e tinha visto a foto dele no jornal. Ligou para a polícia e avisou que ele estava lá. Nenhum policial compareceu ao Hotel. Speck foi parar em um hospital, de táxi.. Em recuperação, um residente achou-lhe familiar.
Procurou pela tatuagem, descrita pela polícia. Speck pediu por água.
O residente pegou-lhe pelo pescoço e perguntou: “Você deu água para as enfermeiras?”.
E chamou um policial do Hospital.
No julgamento Speck é suspeito de alguns crimes de desaparecimento, estupro e assassinatos ocorridos anteriormente. O fato mais significativo ocorreu em 13 de Abril daquele ano, quando uma garçonete foi encontrada morta, com corte no abdómen.
Speck foi interrogado, mas se fingiu de doente e prometeu dar mais esclarecimentos depois – e não apareceu mais.
Poucos dias antes, em 2 de Abril, estuprou uma senhora e a roubou.

Mesmo com todas as evidências, Speck tentou negar a chacina. Na entrevista com um psiquiatra, disse várias vezes que, se falavam que foi ele, deveria ter sido então... Alegou, no julgamento, que estava bêbado e planejava apenas roubar.
Mas estuprou e torturou as vítimas por horas. Ao sair, parou em um local para jantar. Notaram, no estabelecimento, que aquele homem estava estranho, agitado.
Disse que não se lembrava do crime, mas no hospital que foi atendido, e reconhecido pelo médico, confessou a este – porém, estava sob efeito de drogas.
Contudo, em um filme feito dentro da cadeia entre os presos, em 88, que veio à tona alguns anos após sua morte, confessou e brincou sobre o incidente. No vídeo, havia cenas de sexo, de uso de drogas (Specker usando cocaína) etc. Ele fala: “Se soubessem o quanto estou me divertindo, me colocariam pra fora.” Perguntado sobre os sentimentos, atualmente, sobre os crimes, diz: “Como sempre me sinto. Não tenho sentimentos.” Sobre estrangulamentos: “Não é como na TV… Leva mais de três minutos e você precisa ter muita força.”
Parecia estar usando hormônios femininos, por causa dos seios crescidos. Alguns acham que pode ter sido obrigado a isto.
Foi condenado à pena de morte, na cadeira elétrica. Porém, em 1972 mudaram-se as leis estaduais, e foi condenado à perpétua (na verdade, prisão de 400 a 1200 anos!). Todos os seus pedidos de condicional foram negados.
Pintava a sela, coleccionava selos, escutava música… Foi pego com drogas várias vezes.
As punições não o assustavam: “Como poderei ter problemas? Estarei aqui pelos próximos 1200 anos!”
Pensou-se que tinha a síndrome XYY, mas depois descobriu-se que não. Morreu de enfarto. Em necropsia, notou-se alterações grosseiras no hipocampo e amígdala. A família não quis o corpo. Foi cremado.


A&E Biography - Richard Speck - Part 1


A&E Biography - Richard Speck - Part 2


A&E Biography - Richard Speck - Part 3


A&E Biography - Richard Speck - Part 4


A&E Biography - Richard Speck - Part 5

quarta-feira, 4 de março de 2009

Mohammed ( Vitima Cara Marie Burke )




Mohammed (Mohamed, segundo algumas fontes) D'ali Carvalho dos Santos, de Goiânia (GO) matou a facadas a britânica Cara Marie Burke, de 17 anos, talvez sua namorada. Eles se conheceram em Londres, onde a mãe dele mora, e Cara passou o mês de Abril de 2008 no Brasil, voltou à Inglaterra e no fim de maio retornou ao Brasil. Segundo uma amiga dela, ela morou um tempo com Mohammed mas saiu de sua casa porque ele a agredia, e morava há uma semana com a mãe de um-namorado seu, que está atualmente em Londres.

No dia 26 de Junho Mohammed colocou o som em volume alto e a matou, deixou o corpo no box do banheiro, tomou banho lá e em seguida foi para uma festa. No dia seguinte, esquartejou o corpo e o fotografou com seu celular.

Se você tem estômago forte veja a foto a baixo:
http://img220.imageshack.us/img220/2871/assassino07dk5.jpg


No dia 28, o tórax de Cara foi encontrado em uma mala, às margens de um rio. Mohammed foi preso três dias depois e confessou o crime: "Meti a mão na boca dela e furei ela". Mas antes, tentou subornar a polícia, "quero negociar!", oferecendo 70 mil reais - o policial respondeu: "Para nós, a maior recompensa é ver um psicotapa como vê atrás das grades". No seu depoimento, demonstrou frieza, segundo o delegado que conduziu o depoimento, e disse que a matou porque não queria que ela voltasse para seu país. Mas, segundo outra versão, a matou porque temia que ela denunciasse o envolvimento dele com o mundo das drogas. O jovem tem várias passagens policiais por delitos cometidos antes dos 18 anos. Segundo Mohammed, Cara também usava drogas. Ele não soube dizer com precisão onde estava o restante do corpo.
Quando a imprensa quis falar com ele, respondeu apenas: "Não vou falar desgraça nenhuma!".
Perfil do criminoso:
O pai de Mohammed era policial militar, e foi assassinado quando ele era bebê. Sua mãe mora em Londres, e cuida de idosos - cidade onde ele já ficou por 2 anos e meio. Mohammed nunca trabalhou. Tinha diversas tatuagens, inclusive a de Chuck, "O Brinquedo Assassino".





Cara Marie Burg - Inglesa Esquartejada em Goiânia



Jovem inglesa morta e esquartejada.


Entrevista com Mohammed D'Ali Santos - 1ª parte


Entrevista com Mohammed D'Ali Santos - 2ª parte


Entrevista com Mohammed D'Ali Santos - 3ª parte


Entrevista com Mohammed D'Ali Santos - 4ª parte


Entrevista com Mohammed D'Ali Santos - 5ª parte

CARL PANZRAM



Filho de imigrantes, com 6 irmãos, Carl entrou cedo na vida criminal: aos 8 anos. Um ano antes, seu pai abandonou a mãe. Aos 11 anos, foi enviado para um reformatório, onde passou dois anos, na companhia de cerca de outros 300 jovens. Lá, apanhou e foi sodomizado várias vezes, inclusive por líderes religiosos. “Then I began to think that I would have my revenge just as soon and as often as I could injure someone else.” Em 1905, ao sair, deixou um dispositivo armado para incendiar a instituição. “Fui ensinado pelos Cristãos a ser um hipócrita, e aprendi mais sobre roubar, mentir, odiar, queimar e matar. (...) E que um reto pode servir para outros propósitos.”

Na adolescência, tinha comportamento piromaníaco e fantasiava promover homicídios em massa. Passou, aos poucos, a não gostar da mãe.
Na escola, um professor o agredia. Um dia, aos 14, Carl levou uma arma e queria mata-lo, mas, numa briga com ele, acabou perdendo a arma. Poucos dias depois, ele pegou um trem e caiu no mundo. Roubava, mendigava, dormia em qualquer lugar. Em um episódio, foi violentado por quatro homens. Após outro crime, foi novamente para um reformatório. Tinha fala de criminoso nato e um policial implicava com ele. Carl resolveu mata-lo. O fez com um pedaço de madeira, atingindo sua cabeça, pelas costas. Passou a ser ainda mais observado e resolveu fugir. Com um colega, fugiram, adquiriram armas e “roubavam tudo o que podiam”, inclusive igrejas, as quais queimavam depois, um de seus crimes favoritos. “Eu amo tanto Jesus que quero crucificá-lo novamente.” Logo se separaram e Panzram começou a usar outros nomes.
Em 1907, mentiu sua idade e entrou no Exército. Logo no primeiro dia, recebeu punição, e assim foi várias vezes. Roubando lá dentro, foi condenado a três anos de serviços forçados em uma penitenciaria federal. Tinha 16 anos. As regras eram rígidas e Carl vivia sendo punido. Um dia, queimou uma parte da prisão, mas não foi descoberto. Por outras razões, tinha que carregar uma bola de ferro presa ao pé, mesmo quando trabalhava 10 horas por dia, 7 dias por semana, quebrando pedras. Saiu em 1910. Foi preso mais algumas vezes, em alguns outros locais, mas fugia. E mantinha o seu comportamento incendiário.
Sobre suas vítimas, disse que não era seletivo, importava apenas que fossem seres humanos. Estuprou mesmo um policial que tentou extorqui-lo. Não desenvolveu um interesse maior por mulheres. Nas prisões, por ter um porte avantajado e por suas características psíquicas, sodomizava colegas.
1915
Em uma destas prisões, preencheu na sua ficha de admissão a profissão: “ladrão”. Apesar de punições cada vez maiores, seu comportamento não mudava.
Uma ocasião, roubou a casa de William H. Taft, ex-presidente dos EUA. Arrecadou muito com o que vendeu, e comprou um iate. Mas passou a usar o 45 que roubou. E, como não poderia deixar de ser, invadiu e roubou alguns outros.

Teve também a ideia de atrair marinheiros, oferecendo trabalho. Então, os violentava, matava e jogava no mar. A embarcação bateu e naufragou, um dia. Dois marinheiros ajudaram a resgata-lo.
Em 1921, foi parar em Angola. Em 1922, com 31 anos, estuprou e matou violentamente um garoto de 12 anos – esmagou sua cabeça com uma pedra. “I`m not sorry. My conscious doesn`t bother me. I sleep sound and have sweet dreams.” Ele dizia odiar a humanidade. Em uma ocasião matou seis de uma só vez, sem motivo, e jogou os corpos aos crocodilos. Teve que fugir porque muitas pessoas tinham visto ele com os negros. Foi para Portugal mas lá já era procurado. Rumou para os EUA. Continuou a roubar, matar, fugir etc. Roubou outra embarcação. De um comissário da polícia. Repintou e mudou o nome. Usando a arma que achou neste barco, matou mais uma pessoa – além de ter sodomizado outra, que o denunciou. Foi preso pouco depois. Arranjou um advogado dizendo que no seu barco havia muito dinheiro e que lhe daria após sair. foi posto em liberdade e fugiu. O advogado foi tentar registrar o barco, e descobriu que era roubado.
Carl continuou sua vida, e numa dessas prisões, disse muito do seu passado, mas foi desacreditado. Porém, investigou-se e descobriu que era verdade. E, por sinal, quis receber uma recompensa oferecida em outra localidade por sua captura...
1923
Foi para outra prisão, muito rígida. Em uma fuga alguns meses depois, quebrou as pernas e foi pego. Meses depois foi submetido a uma cirurgia, onde acabaram por retirar-lhe um testículo. Além disso, ficou na solitária por meses. Passava o tempo pensando como matar o maior número de pessoas. Inteirados 5 anos nesta prisão, em 1928 voltou às ruas.
Nas primeiras duas semanas, já tinha matado um.
Foi preso, mais uma vez. Tinha o peito tatuado: “Liberdade e Justiça”. Pela primeira vez, deu seu nome verdadeiro. Foi lá que teve contato com Henry Lesser, um guarda que se interessou por suas histórias. Lesser perguntou o seu crime, e ele respondeu: “O que eu faço é reformar as pessoas.” Ele então começou a falar de seus crimes. E logo aceitou escrevê-la para Lesser. “Why am I what I am? I`ll tell you why. I did not make myself what I am. Others had the making of me.” (v. Camus)
Nestes escritos, também dizia que o sistema penal só fazia piorar as coisas.
“A minha vida inteira eu tenho quebrado cada lei que já foi feita pelos homens ou por Deus. E se tivessem feito mais, eu as quebraria também.”
Os processos pelos crimes anteriores começaram a andar com suas confissões. Sem nenhum remorso, diga-se de passagem. Aliás, dizia que se fosse solto mataria mais 22.
Em um julgamento, ameaçou uma vítima: “Você me conhece?” E fez gestos de atacar um pescoço: “Ë isto que acontecerá com você.” Foi condenado a vários anos de prisão, e deveria voltar à prisão federal. Lá, avisou ao chegar: “Eu vou matar o primeiro homem que me incomodar.” Um guarda denunciou uma infração sua, e foi para a solitária. Ao sair, matou o guarda, na lavanderia da prisão. Outros presos tentaram fugir dali, mas Panzram ainda quebrou o braço de um e aterrorizou os outros. Voltou para a solitária, e aguardava outro julgamento. Continuou a se corresponder com Lesser. E disse que estava surpreso, porque agora ninguém encostava nele. “Cheguei à conclusão que se desde o começo tivesse sido tratado como agora, então tantas pessoas não teriam sido roubadas, estupradas e mortas.”
Em 1930, foi a julgamento pelo caso do guarda. Estava desafiador e pouco cooperativo.
- Você tem um advogado?
- Não, e eu não quero um.
Foi condenado a morrer, em Setembro do mesmo ano. Panzram ouviu quase sorrindo.
“Eu certamente quero agradece-lo, juiz, apenas me deixe colocar as mãos em volta do seu pescoço por 60 segundos e você nunca mais sentará como juiz em um tribunal.”
Foi levado rindo.
Durante o julgamento, Panzram foi avaliado por um psicólogo. “Eu quero ser enforcado e não quero nenhuma interferência sua ou de tipos como você. Eu sei tudo sobre o mundo e sobre a natureza diabólica do homem, e não quero bancar o hipócrita. Estou orgulhoso de ter matado alguns e arrependo-me de não ter matado mais.” Dr. Menninger tentou falar sobre sua vida anterior, mas ele foi ficando furioso. “Estou dizendo que sou responsável e culpado e quanto mais rápido me enforcarem melhor será e mais contente ficarei. Então não tente interferir nisso!” Menninger também culpou o reformatório e as prisões por tudo o que aconteceu.
Uma associação contra a pena de morte tentou reverter o quadro, ma isso enfureceu Panzarm. “Eu não quero reformar a mim mesmo! Meu único desejo é reformar as pessoas que tentaram me reformar e eu acho que o único meio de reformar as pessoas é matando-as.”
Escreveu uma carta ao presidente dizendo que não queria outro julgamento, e que estava plenamente satisfeito com aquele e com a pena. “Eu me recuso absolutamente a aceitar um perdão ou uma mudança na pena.”
Na noite anterior à execução, passou acordado, andando pela cela e cantando uma curta canção pornográfica que ele mesmo compôs.
Menninger escreveu: “Eu nunca vi um indivíduo cujos impulsos destrutivos eram tão completamente aceitos pelo seu ego consciente como Panzram.”

I was so full of hate that there was no room in me for such feelings as love, pity, kindness or honor or decency
Vivendo em vários locais diferentes, matou nos EUA, na Escócia, na América do Sul, na África.
Passou por várias prisões, onde era comum sofrer tortura, agressões físicas. Ele atribuía a esses eventos boa parte de seu comportamento. E muitos têm aceito esta explicação como suficiente. Carl afirma que seus pais e irmãos eram trabalhadores, esforçados – mas batiam muito nele. “Eu tenho sido um animal desde que nasci. Eu era um ladrão e um mentiroso.”
“Anda logo, bastardo, eu poderia matar dez homens enquanto you`re fooling around.” Mas ele não era um narcisista típico. Embora tenha escrito uma autobiografia.
Tirado de : http://oserialkiller.blogspot.com/2008/07/serial-killer-carl-panzram-historia.html




PANZRAM TEASER TRAILER

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Gertrude Baniszewski - Vítima Sylvia Likens. Um dos casos mais cruéis.




Cuidado: Esta postagem contem detalhes de tortura e FOTOS do corpo da vítima. 



Gertrude Baniszewski

O caso se passou em Indianapolis, Indiana, USA. Gertrude Nadine Baniszewski (née van Fossan) (19 de setembro, 1929 – 16 de junho, 1990),




Também conhecida como Gertrude Wright e Nadine Van Fossan, era uma mulher divorciada que com a ajuda de alguns de seus filhos e filhos de vizinhos, tais como Ricky Hobbs e Coy Hubbard, administrou e facilitou a prolongada tortura, mutilação, e eventual assassinato de Sylvia Likens, uma adolescente que ela levou para seu lar. ( Também levou a irmã de Sylvia)

a casa.


Quando foi condenada por assassinato em primeiro grau (premeditado) em 1966, o caso foi chamado de "O PIOR ato criminoso contra um individuo na História de Indiana". O caso desde então recebeu inúmeras adaptações tanto imaginárias quanto reais.


Sylvia Likens - 1965

Jenny Likens


Uma das mais recentes é o filme : Um crime Americano. Estrelando Catherine Keener no papel de Gertrude Baniszewski e Ellen Page no de Sylvia Likens, Foi estreado em 2008.





O Filme é forte, mas eles não mostraram tudo.
Tive pesadelos horríveis depois de ver o filme. Eles mostram a parte da garrafa, as partes em que as crianças a queimam e batem e a parte que ela é marcada com uma frase no abdome. Isto já é chocante! Imagina se eles mostram ela comendo fezes, ou o dia em que ela apanhou com o cabo de vassoura na cabeça! Enfim cortaram bastante. Ainda bem! Só não gostei muito do final que mostra ela em espírito. Já não basta tudo que ela passou? Ainda ter que ver o próprio corpo!!!! Aff...
Outra coisa, colocaram o namorado da Gertrude no filme, mas ele nem chegou a ver a Sylvia.

PS:Nada contra a religião espirita. Só não gostei desta parte no filme mesmo. Mas recomendo pra quem tem estômago. Veja o Trailer no final da postagem.

A Vida antes de Sylvia Likens:





Baniszewski nasceu em 1929. Pais: Hugh M. e Mollie M. Van Fossan, Gertrude foi a terceira de 6 filhos. Em 1940, Baniszewski viu seu pai, de quem ela era próxima, morrer de um ataque do coração. 5 anos depois, ela largou a escola na idade de 16, para se casar com o deputado John Baniszewski, 18 anos, com quem teve 4 filhos. Mesmo John tendo um temperamento instável, os dois ficaram juntos por 10 anos. Depois se divorciaram.


Gertrude - 1970

Após um matrimonio curto com um homem chamado Edward Guthrie, Gertrude e John se casaram novamente e tiveram mais 2 filhos, antes de se divorciar permanentemente em 1963. Baniszewski, então com 34, se mudou com Dennis Lee Wright 23 anos, este abusou dela.
Eles tiveram um filho, Dennis Jr., mas após seu nascimento, ele abandonou Baniszewski e desapareceu.

Sylvia Likens :

Sylvia e Betty Likens (mãe)


Em julho de 1965, Lester e Betty Likens, viajantes trabalhadores de um parque de diversões.
Sugeriram que Gertrude cuidasse de suas duas filhas - Sylvia Marie Likens, 16, e Jenny Faye Likens, 15.
Em retorno lhe dariam $20 por semana enquanto trabalhavam em algumas cidades do país.

Jenny Likens


As meninas frequentavam a mesma escola e funções sociais que os filhos de Baniszewski, assim como frequentavam a igreja com Gertrude Baniszewski aos domingos. No entanto, quando o primeiro pagamento dos pais da menina atrasou, ela bateu nelas. Desde então as meninas apanhavam por comer doces que Gertrude as acusava de ter roubado, ( elas tinham na verdade comprado ).
Assim começaram os abusos frequentes.

A Tortura começa:


Em agosto 1965, Baniszewski começou a abusar física e verbalmente de Sylvia, permitindo que seus filhos a agredissem, e empurrassem da escada. Baniszewski também acusou Likens de ser uma prostituta, e dava 'sermões' sobre a podridão, sujeira de prostitutas e mulheres em geral. (seria engraçado se não fosse trágico, vindo de uma mulher como ela! E ela era meio pedófila também.


Gertrude Baniszewski e seu filho John, 13 dizendo adeus após o julgamento pelo assassinato de Sylvia Likens.
(William Oates / The Star - 25 de maio de 1966)


Depois de as irmãs Likens repetidamente acusarem as filhas de Gertrude : Paula e Stephanie de serem prostitutas, O namorado de Stephanie, Coy Hubbard, e muitos outros amigos da escola e meninos locais, foram levados para ajudar Gertrude a bater na menina Sylvia.


Paula durante o julgamento pela morte e tortura de Sylvia em 20 de maio de 1966.

Stephanie - 25 de abril de 1966.

Gertrude até forçou Jenny Likens a bater em sua própria irmã !
Eles a queimavam com cigarros diariamente. 

 Além das queimaduras, ela estava com praticamente todas as unhas quebradas e trincadas.
 

Em agosto 1965, Phyllis e Raymond Vermillion se mudaram ao lado da família Baniszewski e imediatamente notaram o abuso e violência contra Likens. No entanto eles não avisaram as autoridades, sem qualquer preocupação. (COMO PODE?!!!)

 

Durante esse tempo, Likens roubou uma roupa de academia da escola, mesmo ela não podendo ir nas aulas de Educação física, mas Baniszewski encontrou a roupa e arrancou dela a confissão espancando-a e queimando-a com pontas de cigarros - a pratica se tornaria rotineira.


Agora começa a ficar mais assustador ainda! 

As crianças chamavam os amigos para queimar ela diariamente!
Depois disso Baniszewski a tirou da escola. Logo depois, novamente acusou Likens de prostituição, forçou-a a se despir e inserir uma garrafa (pequena de vidro) de Coca-Cola em sua vagina em frente a um grupo de meninos da vizinhança.


 Quarto onde ela foi morta.

O Porão :

Depois do incidente com a garrafa de Coca, Likens ficou inconsciente e como resultado, Baniszewski a trancou no porão. 

 
Baniszewski, começou então um regime de banho para "limpar" Sylvia, com aguá FERVENDO e esfregando sal nas queimaduras. Ela ficava quase sempre nua e raramente era alimentada. Várias vezes, Baniszewski e seu filho John Jr. 12 anos, a faziam comer suas próprias fezes, vomito e tomar urina. Uma vez Jenny Likens conseguiu fazer contato com a irmã mais velha, Diana, através de uma carta descrevendo os horrores que ela e Sylvia estavam passando.



Jenny e Diana
 
Pediu a Diana que chama-se a policia. Diana ignorou a carta, acreditando que ela só estava descontente com alguns castigos e estava inventando histórias pra poder ir morar com ela. ( Imagina a dor na consciência depois!!! )


Diana não muito tempo depois da carta, foi visitar as irmãs, Baniszewski se recusou a deixá-la entrar na casa. Diana então se escondeu perto da casa, até que ela avistou Jenny lá fora, e se aproximou dela. Jenny disse a irmã mais velha que ela não podia falar com ela e saiu correndo. 

Preocupada, Diana chamou o serviço social, contando que Baniszewski disse que Sylvia Likens tinha sido enxotada da casa por ser uma prostituta imunda, e que desde então ela não voltou. Quando um assistente social apareceu na casa de Baniszewski e perguntou sobre Sylvia, Baniszewski mandou Jenny mentir para o assistente social sobre onde Sylvia estava, ameaçando fazer o que ela fazia com Sylvia se ela não mentisse. 
 
Apavorada com o que Baniszewski poderia fazer com ela se conta-se a verdade, Jenny disse ao assistente que Sylvia havia fugido. O assistente social voltou ao escritório, onde preencheu as papeladas dizendo que não era preciso mais visitas a casa de Baniszewski. ( OUTRO QUE DEVE TER FICADO COM DOR NA CONSCIÊNCIA)

O assassinato :




Homens levando o corpo de Sylvia Likens, enquanto seu pai Lester Likens segue por trás deles (limpando o rosto). 01 de novembro de 1965.
(Frank Fisse / The Star)

Em 21 de o
utubro, Baniszewski mandou John Jr., Coy, e Stephanie Baniszewski levar Likens para cima, e amarrá-la a uma cama. 
Na manha seguinte, Baniszewski, Furiosa porque Sylvia fez xixi na cama, (!!!!!!!!!) novamente forçou Sylvia a inserir uma garrafa de coca-cola na vagina.
Isso antes de começar a escrever a frase 'eu sou uma prostituta e estou orgulhosa disto' no abdome de Sylvia com uma agulha de costura vermelha de tão quente.




Baniszweski era incapaz de terminar a frase, mandou Rick Hobbs (um dos garotos vizinhos que ajudavam na tortura) terminar.
No dia seguinte, Baniszewski acordou Likens, e a ditou uma carta,
para parecer que Sylvia tinha fugido e enviar para os pais dela.





 

Depois que Likens terminou a carta, Baniszewski Começou a formular um plano para fazer com que John Jr. e Jenny Likens (relembrando: irmã de Sylvia) a largassem perto de um depósito de lixo para morrer.

Quando Sylvia ouviu isto, ela saiu correndo escada abaixo tentando escapar.
Mas foi detida por Baniszewski assim que pôs os pés para fora da casa.
Baniszewski arrastou Sylvia de volta para dentro da casa, e novamente a jogou no porão e a manteve lá.

Em 24 de outubro, Baniszewski, desceu ao porão para ameaçar bater em Linkens com uma pá larga de madeira, mas errou e acidentalmente atingiu a si mesma. ( bem feito ).
Coy Hubbard entrou e começou a bater nela feroz e repetidamente na cabeça com um cabo de vassoura, e a largou inconsciente no chão do porão.

Na noite de terça-feira 26 de outubro.
Baniszewski disse aos filhos que ia dar um banho em Likens, de água morna dessa vez.

Richard Hobbsand e John Baniszewski durante o seu julgamento pela morte tortura de Sylvia Likens. 18 de maio de 1966.
(James Ramsey / The Star)

Stephanie Baniszewski e Richard Hobbs levaram Likens para cima e a colocaram na banheira com roupa e tudo.
Logo a tiraram e depois a colocaram nua em um colchão no chão, perceberam que ela não estava respirando.
Stephanie Baniszewski tentou ressuscitá-la louca e freneticamente, mas a essa hora, ela já estava morta.

Pergunta : Por que ela tentou revivê-la? Depois de deixar sua mãe (Gertrude) irmãos, vizinhos etc...a maltratem e ela mesma a ter maltratado tanto!?
Bateu o remorso? Tarde demais né?

continuando...

Stephanie Baniszewski, entrou em pânico e mandou Hobbs chamar a policia.
Quando a policia chegou, Gertrude Baniszewski deu a eles a carta escrita por Sylvia dizendo que ela havia fugido.
Em meio a comoção, Jenny Likens cochichou para um dos policiais, "Me tire daqui e eu vou contar tudo".


Seu depoimento bateu com a descoberta do corpo de Sylvia, mais do que rápido a polícia prendeu Gertrude, Paula, Stephanie e Jonh Baniszewski, Richard Hobbs, e Coy Hubbard por assassinato.
Também prenderam outros vizinhos crianças presentes na hora - Mike Monroe, Randy Lepper, Judy Duke, e Anna Siscoe - Foram presos por "injúria (machucar, insultar, prejudicar) uma pessoa"



Seis acusados ​​e dois advogados de defesa no julgamento do assassinato da Sylvia Likens aguardando a abertura da sessão no tribunal de 20 de abril de 1966. Sentados, da esquerda para a direita, são o advogado John Nedeff, Stephanie Baniszewski, Richard Hobbs, Paula Baniszewski, John Baniszewski, Coy Hubbard, Gertrude Baniszewski e advogado William Erbecker.
(Randy Singer / a News)

Julgamento:

Gertrude, seus filhos, Hobbs e Hubbard ficaram presos sem direito a fiança.

Um exame e autopsia no corpo de Sylvia Likens revelaram inúmeros ferimentos, queimaduras, danos nos músculos e nervos.
Em sua morte espasmos, sofrimentos, torturas e contorções de dor foram indicadas, mordeu os lábios do lado de dentro arrancando pedaço,
A cavidade vaginal estava fechada de tão inchada, mesmo um exame detalhado tendo comprovado que ela ainda era virgem, seu hímen estava intacto,
um tapa na cara de Gertrude que a acusava de prostituição e gravidez e achou que a garrafa de vidro de coca-cola a faria perder a virgindade.
Causa da morte: inchaço no cérebro, hemorragia interna no cérebro, e choque por danos prolongados na pele.


Juro que não queria colocar as fotos, mesmo porque já choro e me revolto lendo o caso, imagine olhando para as fotos, mas alguns leitores questionaram a veracidade do caso. Portanto, decidi postar as fotos. Peço desculpas aos que se impressionam e resolveram olhar o post, mas lá em cima eu avisei.


Baniszewski foi considerada culpada de assassinato em primeiro grau. 
( premeditado) Sentenciada a prisão perpétua sem possibilidade de condicional.

Após sentença e morte:

Ela ganhou liberdade condicional em 1985, ano em que esta foto foi tirada


Baniszewski apelou, outro julgamento aconteceu e novamente foi considerada culpada.
Embora desta vez ela fora sentenciada a 18 anos.
No curso destes 18 anos, Baniszewski se tornou uma prisioneira modelo, trabalhando na costura e depois se tornando "mãe" das prisioneiras jovens, quando ela conseguiu condicional em 1985, ela era conhecida na prisão pelo apelido "MOM" (Mãe).

As noticias da condicional de Baniszewski chocaram a comunidade de Indiana.
O mundo todo na verdade.
Jenny Likens e sua família apareceram na TV para falar contra Baniszewski.
Os membros de grupos anti-crimes, Protect the Innocent and Society's League Against Molestation, viajaram até Indiana para se opor a condicional e apoiar a família Likens.
Começaram uma campanha. No curso de 2 meses o grupo coletou 4.500 assinaturas de cidadãos de Indiana pedindo para que ela permanecesse atrás das grades.
Apesar dos esforços, Gertrude conseguiu a condicional.

Durante a audiência ela disse:

"Eu não sei em que estado eu estava...por que eu estava usando drogas e remédios. Eu nunca realmente a conheci... e tomo total responsabilidade por tudo que aconteceu com Sylvia."

Ela saiu da cadeia em 4 de dezembro de 1985 e viajou para Iowa, ela morreu de câncer no pulmão em 16 de junho de 1990.


* The Girl Next Door = Livro
* An American Crime ( Um Crime Americano ) = Filme.


Filhos de Gertrude:

Paula Baniszewski
Stephanie Baniszewski
John Baniszewski Jr.
Marie Baniszewski
Shirley Baniszewski
James Baniszewski
Dennis Lee Wright Jr.

Se quiser ver mais fotos: Fotos 1 Fotos 2 Fotos 3

Bom, devido a um comentário feito no post, coloquei muito mais fotos sobre o caso e segue em letras maiores as fontes de pesquisa, já que no comentário a pessoa diz que isso não aconteceu:
murderpedia.org, Wikipedia, Crime Libraryblogfamigerados e livro "501 Crimes mais notórios".

Sylvia Likens



An American Crime(2008) Trailer(1)


The Shocking Murder of Sylvia Marie Likens


The most terrifying scene in "An American Crime"