terça-feira, 30 de julho de 2013

Rustin Parr - A Bruxa de Blair.




Rustin Parr tinha 38 anos em 1941. Ele viveu no condado de Frederick, Maryland com seus pais e não ia muito para a escola. Seus pais estavam mortos antes que ele completasse 10 anos de idade. Foi quando Rustin mudou-se para Burkittsville para viver com sua tia e tio. Seu tio era muito abusivo, mas ele era um carpinteiro, e ensinou tudo o que sabia para seu sobrinho. Rustin gostava muito de viver em Burkittsville. Os bosques que cercavam a cidade eram grandes ajudando-o a ficar longe de todo mundo e pudesse ser ele mesmo. Ele sempre gostou de ficar sozinho.

É por isso que não foi uma grande surpresa quando Rustin decidiu construir uma casa em uma encosta, a quatro horas de caminhada da cidade. Ele estava em seus vinte e poucos anos e levou quase cinco anos para terminar a casa. Foi uma bela casa de três andares ao lado de um riacho. Rustin continuou trabalhando na loja de seu tio por mais alguns anos, mas pouco a pouco ele começou a vir cada vez menos para a cidade. Então, sua tia morreu e seu tio mudou-se para Baltimore. Não havia mais muita razão para voltar.

Ele morava naquela casa desde então. Ele viveu uma vida tranquila, fumando seu cachimbo e fazendo longas caminhadas na floresta. Rustin era feliz e amava a natureza e os animais ao seu redor. Ele só entrou na cidade a cerca de duas vezes por ano para pegar suprimentos.




Os assassinatos:

Não se sabe exatamente quando, mas parece ter sido alguns anos antes dos assassinatos, que Rustin começou a ver uma figura na floresta durante suas longas caminhadas. Ela gritava para ele, mas desapareceria. Ele logo percebeu que era uma mulher, embora ela nunca houvesse mostrado seu rosto para ele. Ela usava um longo e escuro, casaco com capuz. Rustin nunca sentiu medo quando viu a mulher, ele só queria saber quem ela era. Toda vez que ele ia correr atrás dela, ela desaparecia.


Então, naquele inverno, Rustin começou a ouvir uma voz em sua cabeça. Na primeira vez, foi à noite, e ele achava que eram sonhos. Mas logo ele começou a ouvir a voz durante suas horas de vigília, e foi aí que ele começou a ter medo. A voz era uma mulher velha, e ela dizia todos os tipos de coisas em muitas línguas estranhas. Às vezes, ela repetia as palavras várias vezes. Rustin nunca viu a mulher na floresta novamente, mas a voz morou em sua cabeça por um bom tempo. (Há pessoas que afirmam que a mulher (e a voz) era a Bruxa de Blair, eu acredito que ele era esquizofrênico).

Depois de quase um ano ouvindo a voz, Rustin tinha perdido a maioria de seus sentidos. A voz começou a dizer-lhe para fazer as coisas, e ele se viu obrigado a fazê-las. No início, eles eram coisas sem sentido como dormir no porão durante uma semana, por exemplo.


Então, em novembro de 1940, ela disse-lhe para ir até Burkittsville e raptar as duas primeiras crianças que ele visse. Por alguma razão ele se viu incapaz de resistir. Ele seguiu as instruções da voz completamente, mesmo quando ela começou a pedir por mais raptos de crianças do município de Burkittsville e a pedir para matá-las. Ao todo, Rustin matou sete crianças, poupando um, Kyle Brody, um menino que, segundo ele, “foi feito para ficar no canto”, enquanto ele realizava o ato horrível no porão de sua casa.

Após a sétima criança morta, Rustin acordou e a figura encapuzada estava em seu quarto. Ele não podia vê-la claramente no escuro, mas sabia quem era. Ela falou com ele na mesma voz horrível que tinha assombrado a sua cabeça por mais de um ano. Ela disse que ele tinha terminado seu serviço e estava acabado, disse também que era para ele ir para a cidade no dia seguinte e dizer a todos o que tinha feito. Ela disse que iria deixá-lo em paz, se ele fizesse isso. Então a figura desapareceu e Rustin Parr nunca mais viu a mulher.

Local onde os corpos estavam

No dia seguinte, quando Rustin acordou, ele libertou Kyle. Chorou quando viu o pobre menino naquela manhã. Rustin, em seguida, caminhou lentamente até a cidade, entrou em um mercado e começou a dizer: "Eu finalmente terminei". A polícia o seguiu até sua casa e encontrou Kyle em pé na varanda olhando atordoado e incapaz de falar. Eles então encontraram os corpos das sete crianças em sete sepulturas no porão da casa. Rustin foi preso e condenado à morte.

As sete crianças.
A voz na cabeça de Rustin parou. Ele não sabia quem a mulher encapuzada era, mas sabia que ela era algum tipo de fantasma antigo. Ele tinha certeza de que essa mulher não estava viva. Estava realmente arrependido pelo que fez, mas ao mesmo tempo ele estava incrivelmente feliz porque essa mulher estava fora de sua cabeça. Kyle Brody nunca se recuperou dos dois meses na casa de Parr. Ele vivera sua vida institucionalizado (hospitalizado) até sua morte em 1971. Ele estava presente no dia do veredito de Parr em tribunal e chorou quando o júri condenou o eremita. Rustin Parr morreu enforcado em 1941. 

Kyle Brody, alguns anos depois o ocorrido

Este post foi feito por dica de um dos leitores. Agradeço pela dica querido leitor. 






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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Ronald "Butch" DeFeo Jr. - Crime no qual o livro e o filme "Horror em Amityville" foram baseados



Ronald Joseph DeFeo Jr., ou "Butch"

Ronald Joseph DeFeo Jr., cujo apelido é "Butch", nasceu no dia 26 de setembro de 1951, em Brooklyn, Nova Iorque, EUA. Ele é um assassino norte-americano, julgado e condenado em 1974 pelo assassinato de seu pai, sua mãe, dois irmãos e duas irmãs. O caso é notável por ser a inspiração do livro e das versões cinematográficas de The Amityville Horror (Terror em Amityville).

Ronald DeFeo Jr. foi uma criança (e também um adolescente) problemático, arrogante e extremamente mimado. Ele tinha tudo o que desejava, e era acostumado a ter dinheiro e bens materiais em decorrência das cortesias da indulgencia de seu avô.

Era o filho mais velho de cinco crianças, e era considerado como um terceiro adulto na família, visto que era cinco anos mais velho do que a sua próxima irmã, Dawn. Era obeso e mau humorado, e, conseqüentemente, não era popular com as outras crianças, sendo muitas vezes vítima de bullying.

Foto tirada no colegial

Seu pai, Sr. DeFeo, foi uma figura autoritária em casa, e não tolerava desobediência, desacato ou qualquer ousadia e “malandragem” de seus filhos ou de Louise. Mas, de todos os integrantes da família, Butch era o alvo preferido de seu pai, e foi quem mais sofreu nas mãos abusivas e violentas dele.

Conforme foi crescendo, Butch tinha decidido que não seria mais submisso, e que não aceitaria o abuso de seu pai. o menino foi ficando forte, e a convivência entre ele e seu pai era cada vez mais tempestuosa, com brigas inacabáveis. Das conflituosas discussões e gritarias passaram para agressões físicas.  

Ronald DeFeo Jr.
Não reconhecendo seus próprios defeitos de personalidade, Sr DeFeo decidiu, junto com sua esposa Louise, que havia algo de "errado" com Butch. Em seu pensamento, o temperamento do rapaz era inapropriado, e estava fora de controle. Devido a isso, o casal enviou Butch a um psiquiatra, mas o filho rejeitou a idéia de que ele poderia ter qualquer problema mental e/ou emocional. Ao visitar o psiquiatra, ele apenas ficava sentado e passivo, sem interagir de forma significativa, e com isso seu tratamento foi diminuído.

Em vez de lidar com os perceptíveis problemas de personalidade de Butch, Sr. e Sra. DeFeo optaram por acalmar o rapaz com bens materiais e dinheiro. No aniversario de 14 anos de Butch, Sr DeFeo comprou uma lancha de $14.000 como presente. Toda a atenção e afeto da parentalidade foram substituídos por presentes e status. Eles normalmente davam-lhe dinheiro sempre que ele pedia, e quando eles se recusaram ou não estavam por perto para dar, ele simplesmente roubava.

Butch foi expulso da escola paroquial aos 17 anos por uso de drogas e explosões violentas. Usava drogas pesadas como LSD e Heroina. Começou a praticar pequenos furtos, não porque precisava roubar, mas porque ele estava se desenvolvendo como um sociopata.

Ronald "Butch" DeFeo na foto do ano do colegial
(na segunda fila, o segundo da direita para a esquerda)
Foto: Photobucket


Seus ataques violentos foram se tornando cada vez mais sérios e sinistros. Certa vez, em uma viagem de caça com os amigos, Butch apontou uma espingarda carregada para um amigo e longa datam, rindo como se aquilo fosse uma grande piada.


A Família DeFeo


A familia DeFoe era composta pelo casal Sr. Ronald DeFeo e Sra. Louise DeFeo, e seus 5 filhos: Ronald DeFeo Jr (assassino), Alisson "Ally", Dawn, Marc e John Matthew.



Os irmãos DeFeo
Acima, da esquerda pra direita: John, Ally e Mark
Abaixo: Dawn e Butch (assassino).

Como a maioria das famílias, os DeFeo enfrentavam constantes problemas familiares, causados por Ronald DeFeo Jr., o filho mais velho do casal. Ele era viciado em drogas e executava pequenos furtos para sustentar seu vício. Devido a estes comportamentos, Ronald “Butch” Júnior e seu pai, Sr. Ronald Defeo, brigavam constantemente.

A Casa em Amityville

Em 1965, eles compram uma grande e bela casa e se mudam na expectativa de viverem momentos felizes e tranquilos. A casa é situada na Avenida Ocean, número 112, em Amityville, Nova York, Estados Unidos.

A casa onde aconteceu o massacre


O Assassinato da Família DeFeo

Espingarda Marlin 336C Calibre .35 usada no massacre
Por volta das 2h30 de quarta-feira, 13 de novembro, 1974, Ronald DeFeo Jr. Pegou uma espingarda Marlin 336C, calibre .35  de seu armário, a carregou e silenciosamente caminhou para o quarto de seus pais. Abrindo a porta gentilmente, nenhum de seus pais acordou, e então ele disparou seu primeiro tiro nas costas de seu pai, enquanto ele dormia de bruço. A bala atravessou um dos rins DeFeo e saiu pelo seu peito. Butch disparou uma segunda vez, e esta munição rasgou na coluna de seu pai e parou em seu pescoço, ficando alojada ali. Sua mãe, Louise DeFeo, despertou com o barulho, mas não teve tempo de entender o que estava acontecendo. Butch foi em sua direção e disparou. Sua caixa torácica foi destruída e seu pulmão direito colapsou com as explosões dos disparos.

Estranhamente nenhum de seus irmãos escutaram os disparos, e então Butch foi até o quarto de seus irmãos mais novos. Os irmãos compartilhavam o quarto, e nele haviam duas camas de solteiro. Butch se posicionou entre as camas e disparou sobre os meninos, que estavam dormindo, um disparo para cada um. Marc morreu na hora, enquanto Jonh (o mais jovem) agonizou até morrer, se contorcendo de dor e desespero devido a uma fratura na coluna decorrente do disparo.

Depois de matar seus dois irmãos, ele foi ate o quarto das duas irmãs, que incrivelmente não acordaram com os disparos. A irmã mais nova, Jodie, acordou assustada e sonolenta de um pesadelo, e se assustou com a aproximação do irmão, olhando para cima. E então Butch apontou a arma para seu rosto e disparou a sangue frio, enquanto ela o olhava. Ela morreu na hora. Dawn, de 18 anos de idade, foi a mais ferida (esteticamente), pois Butch atirou em sua cabeça, mas o projétil estourou, destruindo completamente o lado esquerdo de seu rosto.

Depois do massacre, por volta das 03h00, ele gastou cerca de 15 minutos limpando os restos mortais de sua família que o cobriam. A única testemunha no bairro que ouviu os disparos foi o cão de DeFeo, Shaggy, contido em uma coleira. Ele latiu alto e desesperadamente por vários minutos, até se acalmar.

Depois de se limpar, por volta das 03h30, Ronald DeFeo Jr. foi até o Henry's Bar, que ficava no mesmo bairro, em Amityville. Chegando lá, declarou: "Vocês tem que me ajudar! Acho que minha mãe e meu pai foram baleados!”.

DeFeo e um pequeno grupo de pessoas foram para a casa, que ficava não muito longe do bar, e concluiu que os pais de DeFeo estavam realmente mortos. Uma pessoa do grupo, Joe Yeswit, fez uma chamada de emergência para a polícia do condado de Suffolk, que procurou a casa e descobriu que seis membros de uma mesma família foram assassinados em suas camas.

A casa cercada por policiais
Butch ajudando a remover os corpos dos familiares

Butch ajudando a colocar o corpo no carro para levar ao IML


As vítimas eram o negociante de carro Ronald DeFeo, 43 anos, Louise DeFeo, 42 anos, e quatro de seus filhos: Dawn, 18 anos; Allison, 13 anos; Marc, 12 anos e John Matthew, 9 anos.

Sr Ronald DeFeo, 43 anos e Sra Louise DeFeo, 42 anos

Allisson, 13 anos e Dawn, 18 anos

Marc, 12 anos e John Matthew, 9 anos

Ronald DeFeo Jr. foi levado para a delegacia local para sua própria proteção depois de sugerir aos policiais na cena do crime que as mortes tinham sido realizadas por uma máfia ligada a um homem chamado Louis Falini. No entanto, uma entrevista com DeFeo na delegacia revelou inconsistências sérias na sua versão dos acontecimentos, e no dia seguinte, ele confessou a realização dos assassinatos.


Ele disse aos detetives: "Quando eu comecei, eu simplesmente não conseguia parar. Passou tão rápido." 





Julgamento e condenação

  
O julgamento de DeFeo começou em 14 de outubro de 1975. Ele e seu advogado de defesa William Weber montaram uma defesa afirmativa de insanidade, com DeFeo alegando que as vozes em sua cabeça insistiam para que ele cometesse os assassinatos. O fundamento insanidade foi apoiado pelo psiquiatra de defesa, o Dr. Daniel Schwartz. O psiquiatra do Ministério Público,Dr. Harold Zolan, sustentou que DeFeo, embora fosse um consumidor de heroína e LSD e que tinha transtorno de personalidade anti-social, estava consciente de suas ações no momento do crime. Em 21 de novembro de 1975, DeFeo foi considerado culpado em seis acusações de homicídio em segundo grau. Em 4 de dezembro de 1975, o juiz Thomas Stark condenou Ronald DeFeo Jr. a seis penas consecutivas de 25 anos. DeFeo está atualmente detido em Green Haven Correctional Facility, Beekman, Nova Iorque, e todos os seus apelos ao conselho de condicionais até à data foram rejeitados. 



As controvérsias em torno do caso:

Todas as seis vítimas foram encontradas deitadas em suas camas, sem sinais de uma luta ou sedativos, levando à especulação de que alguém na casa deveria ter sido despertado pelo barulho dos tiros. Os vizinhos não relataram qualquer audição de tiros sendo disparados. A investigação policial concluiu que as vítimas estavam dormindo no momento dos assassinatos, e que o rifle não tinha sido equipado com um silenciador. Os agentes da polícia e do médico legista que participou da cena foram inicialmente intrigados com a rapidez e a amplitude das mortes, e considerou a possibilidade de que mais do que uma pessoa tinha sido responsável pelo crime. Durante seu tempo na prisão, Ronald DeFeo deu vários relatos de como as mortes foram realizadas, todas elas inconsistentes. Em uma entrevista em 1986, ele alegou que sua mãe era responsável pelo massacre, que foi rejeitado como "absurda" por um ex-oficial do condado de Suffolk. 


Em 30 de novembro de 2000, Ronald DeFeo reuniu-se com Ric Osuna, o autor de A Noite de Horror dos DeFeo, que foi publicado em 2002. Segundo Osuna, DeFeo alegou que tinha cometido os assassinatos "por desespero" com sua irmã Dawn e dois amigos sem nomes. Ele afirmou que depois de uma briga ficou furioso com seu pai, então ele e sua irmã planejaram matar seus pais, e que Dawn assassinou os irmãos, a fim de eliminá-los como testemunhas. Ele disse que ficou enfurecido ao descobrir as ações de sua irmã, bateu sua cabeça sobre a cama dela e atirou na cabeça dela. Foi relatado que, durante o inquérito policial original, vestígios de pólvora foram encontrados na camisola de Dawn, indicando que ela poderia ter descarregado uma arma de fogo. Esta linha de investigação não foi perseguida após a confissão de Ronald DeFeo. As tentativas de contato com os dois supostos cúmplices não obtiveram sucesso, já que um morreu em janeiro de 2001 e o outro disse que entrou em um programa de proteção a testemunhas. Ronald DeFeo Jr. tinha uma relação tempestuosa com o pai, mas a razão que a família inteira foi morta permanece obscura. A promotoria durante o julgamento sugeriu que o motivo dos assassinatos foi somente as apólices de seguro de seus pais. Joe Nickell observa que, dada a frequência com que Ronald DeFeo mudou sua história ao longo dos anos, as novas alegações dele sobre os acontecimentos que tiveram lugar na noite dos assassinatos deve ser abordada com cautela. Em uma carta a Rádio Show Host Lou Gentile, DeFeo negou dar informações a Ric Osuna que pudessem ser usadas em seu livro.





O livro e o filme - Versões ligadas ao assassinato

Romance de Jay Anson Horror em Amityville foi publicado em Setembro de 1977. O livro baseia-se no período de 28 dias em dezembro de 1975 a janeiro de 1976, quando George e Kathy Lutz e seus três filhos moravam no número 112 da Ocean Avenue. A família Lutz abandonou a casa, alegando que havia sido aterrorizada por fenômenos paranormais, enquanto viviam ali. O filme de1982 "Amityville II: The Possession" é baseado no livro Assassinato em Amityville do parapsicólogo Hans Holzer. Com a família Montelli (fictícia) que se diz ser baseada na família DeFeo. A história apresenta temas especulativos e controversos, incluindo uma relação incestuosa entre Sonny Montelli e sua irmã adolescente, que são vagamente baseado em Ronald DeFeo Jr. e sua irmã Dawn.

As versões de filmes de Hollywood dos assassinatos de DeFeo contém várias imprecisões. Em 2005 o remake de The Amityville Horror contém uma criança como personagem fictícia chamada Jodie DeFeo, que não foi uma vítima dos tiroteios em novembro de 1974. A alegação de que Ronald DeFeo Jr. foi influenciado a cometer os assassinatos por espíritos de um cemitério de nativos americanos no local do número 112 da Ocean Avenue foi rejeitada pelos historiadores locais e com os líderes americanos, que argumentam que não há provas suficientes para apoiar a alegação de que o cemitério existia. A versão de 2005 do filme Horror em Amityville exagera o isolamento do endereço 112 Ocean Avenue, descrevendo-o como uma casa remota semelhante ao Hotel Overlook em adaptação de Stanley Kubrick, no filme de Stephen King, The Shining. Na realidade, o número 112 da Ocean Avenue foi uma casa suburbana em uma distância de aproximadamente 15 metros de outras casas no bairro.

Capa do Filme


VIDEOS:




Esta postagem foi uma dica de um dos leitores. Agradeço.

Fonte: Wikpédia. 

Neste link você verá fotos das vitimas, há fotos fortes da cena dos assassinatos:


terça-feira, 9 de julho de 2013

Caso Kuřim - O caso real em que o filme "A Órfã" foi baseado.


E quando eu penso que já vi os piores casos, eis que tomo conhecimento deste aqui. Não há palavras para descrever tanta maldade. Curioso o sobrenome das "irmãs" Maureová, começar com "MAU". 


Barbora Skrlová

Klara Maureová nasceu em Kurim, Tchecoslováquia, em 1975. 

Tinha distúrbios desde muito jovem, chegou a ser comparada com Joana D`Ark por seu misticismo, dizia ser destinada a servir em uma missão designada por Deus. Sua irmã mais nova, Katerina, era tão perturbada quanto ela. As duas fantasiavam com coisas grandiosas que fariam no futuro. Com o passar dos anos, Klara chegou a estudar em uma universidade, mas nunca conseguiu libertar-se de suas fixações pseudoreligiosas. Não passou muito tempo até que conseguiu ser independente, indo viver junto com um homem com o qual viveu, segundo suas próprias declarações, uma corrida vida sexual. Engravidou e teve dois filhos: Ondrej e Jakub.

Klara Maureová
Klara e os filhos

Devido ao caráter violento e doentio de Klara, o casamento não durou muito tempo. Após a separação, ela ficou sozinha com os filhos. Apesar de suas excentricidades, era uma boa mãe; passava bastante tempo com seus filhos, os amava e zelava por eles. Entretanto, a solidão estava tomando conta dela. Klara procurou sua irmã Katerina, que foi morar com ela e os sobrinhos.

Katerina Maureová
Klara e Katerina conheceram Barbora Skrlová, de 33 anos, que estudava na mesma universidade que Katerina. Esta mulher tinha uma rara doença glandular: sua aparência era de uma menina de doze anos e constantemente ela se aproveitava disso para se passar por menor de idade, assim escapava de sanções e de ações legais. Barbora até havia sido adotada por um casal, que a confundiu com uma menina. (Daí a ideia para o filme “A órfã”) Com caráter violento e personalidade duvidosa, Barbora passou muito tempo de sua vida fazendo tratamento psiquiátrico, esteve também internada, mas conseguiu fugir com facilidade.

Barbora
A presença de Barbora Skrlová nas vidas de Klara e Katerina, mudou tudo. As personalidades delas (que já não eram comuns) foram completamente afloradas pela nova amiga. Segundo declarações do psiquiatra Zdenek Basný, que a atendeu, as mudanças de identidade da mulher com aspecto de criança se deviam a um distúrbio mental: “Toda a história de Barbora Skrlova está rodeada por um enigma em que ela participa de maneira estranha. Não existe uma explicação clara, mas minha hipótese é que se trata de uma distorção psíquica grave com perturbação de identidade.”  

Klara

Barbora

Por influência de Barbora, as irmãs se entregaram a um culto chamado “Movimento Graal”, que afirmava ter centenas de seguidores na Inglaterra, assim como dezenas de milhares de pessoas ao redor do mundo. Este movimento se baseava nas escrituras criadas entre 1923 e 1938 pelo alemão Oskar Ernst Bernhardt, recolhidos na mensagem do santo graal, nos quais era afirmado que o homem pode chegar ao paraíso fazendo coisas boas na terra.
Barbora
Mas um dos preceitos do grupo era que seus integrantes estavam livres de tabus sociais, como o incesto, a antropofagia e o homicídio. Todos recebiam ordens de um líder desconhecido a quem se chamava de “O Doutor”. Ele se comunicava com seus seguidores apenas através de mensagens de texto enviados a seus celulares. “O Doutor” apoiava a escravidão, o maltrato infantil e a promiscuidade sexual, em razão de um suposto sentido libertário.

Barbora

Graças à influência de Barbora, Klara raspou o cabelo e as sobrancelhas. Se vestia com farrapos e parou de tomar banho. Sua irmã Katerina apoiava todas as atitudes de Klara e Barbora. Além disso, Barbora se comportava de maneira dupla: em parte era uma mulher adulta e por outra parte era uma menina. Tinha ciúme da atenção que Klara dava aos seus filhos. Pouco a pouco,ela começou uma leve campanha contra eles. Os acusava de cometer travessuras, quebrar objetos e comportar-se mal.

Klara, Barbora e os meninos
Klara passou a castigá-los. Entretanto, a frequência de acusações aumentou tanto, que Klara, desesperada pelo suposto mau comportamento dos filhos, pediu conselhos à autora de tudo. Barbora, feliz ao tornar-se dona da situação, lhe sugeriu que construísse uma jaula de ferro para prender as crianças.

ATENÇÃO! A PARTIR DAQUI O TEXTO COMEÇA A FICAR MUITO PESADO, CONTO DETALHES DAS TORTURAS QUE ELAS FAZIAM COM OS PEQUENOS MENINOS. É BEM FORTE! SE VOCÊ SE IMPRESSIONA, NÃO LEIA!!!!

A jaula foi encomendada a um ferreiro da localidade (que não desconfiou de nada). A colocaram no sótão da casa. O que parecia muito natural para Klara e Katerine; e era através das barras que os meninos poderiam receber alimentos e ficariam sem possibilidade de se comportarem mal. Era o ano de 2007. Os meninos foram despidos e presos na jaula. Não sabiam, mas permaneceriam ali por mais de um ano!

Barbora deu novas instruções, que as irmãs seguiram ao pé da letra. Começaram a torturar as crianças. Queimavam-lhes com cigarros nos braços e pernas. Amarravam-lhes e amordaçavam quando recebiam visitas. Espancavam-lhes e davam choques elétricos através das barras de ferro da jaula. Açoitavam-lhes com chicotes e os afogavam. Mantinham-lhes nus o tempo inteiro e jogavam água fria neles para lavá-los uma vez por semana. As crianças tinham que dormir no chão, sem cobertas, junto com sua urina e excrementos. Às vezes lhes davam o que comer. Se choravam, eram golpeados através das barras.

Um dia, Barbora teve uma ideia. Começaram a alimentar os meninos abundantemente. Eles aumentaram de peso e então, Klara pegou uma faca afiada, foi à jaula e pediu para Ondrej lhe estender a perna. Após isso, Katerina e Barbora seguraram o membro do menino enquanto Klara, com a faca, arrancava pedaços de carne do filho. O menino gritava de dor e terror, seu irmão fazia o mesmo. Após cortar vários pedaços, as três comeram na frente deles, não se importando com os gritos dos pequenos meninos.

Seu outro filho, Jakub, permaneceu com medo por um mês. Sabia que cedo ou tarde, aconteceria o mesmo com ele. Assim foi. A sessão seguinte de canibalismo ocorreu com ele. Sua mãe cortou pedaços de seus braços. A partir deste momento, cada mês o sangrento ritual acontecia: as três subiam, Klara arrancava pedaços de carne de um dos meninos e as três "devoravam" ali mesmo.

Barbora teve uma ideia para controlar mais as crianças, essa ideia seria sua condenação. Katerina comprou em uma loja de aparelhos eletrônicos, uma câmera de vigilância sem fio, daquelas utilizadas para supervisionar bebês. Instalou no sótão. Através dela, podiam observar o que os meninos faziam e também assistir quando alguma delas torturava-os.

Ondrej
Jakub
O quarto das torturas

Mas algo inesperado aconteceu. Um homem, sua esposa e filho se mudaram para a casa ao lado e o homem instalou uma câmera igual para monitorar o quarto de seu bebê. Sua surpresa foi extrema (posso imaginar o quanto!) quando, em vez de ver o quarto de seu filho, o que viu foi o ritual das três mulheres, torturando as crianças. Passaram dias até que se deu conta de que o sinal que estava interceptando vinha da casa de suas vizinhas.




O homem gravou um vídeo com as imagens e fez a denúncia para a polícia. Em 10 de maio de 2007 os agentes arrombaram a casa. Klara e Katerina se colocaram ante a porta que conduzia ao sótão, tentando impedir que os agentes entrassem. Os policiais as removeram e levaram a uma viatura. Quebraram os cadeados e entraram. O que encontraram ali lhes causou horror.

O fedor de sangue, urina e fezes era insuportável. O chão estava pegajoso e as paredes estavam cobertas de sangue. Um dos meninos estava desmaiado; o outro estava em estado de choque. Ambos apresentavam feridas horríveis, com os corpos apodrecidos e vários locais em carne viva.

Klara
Prisão
As irmãs Maureová
Parada em frente à jaula estava uma menina segurando um ursinho de pelúcia. Ao ver os agentes, correu para seus braços. Disse-lhes que se chamava Anika, tinha 12 anos e que era filha adotiva de Klara. Os agentes a levaram dali rapidamente. Uma vez na rua, a suposta menina aproveitou que os policiais tentavam desesperadamente abrir a jaula de ferro, para fugir: se tratava de Barbora.

O caso foi um escândalo. As crianças foram hospitalizadas e um deles não resistiu. O outro pode declarar em juízo contra sua mãe e sua tia, narrando os horrores vividos naquele sótão durante um ano. As duas mulheres responsabilizaram Barbora, mas quando a polícia emitiu ordem de prisão à mulher, não a localizaram.

O pai dos meninos

Não querendo julgar, mas já julgando. Onde é que ele esteve esse tempo todo? Nem sequer quis visitar as crianças! Relacionamentos amorosos acabam, mas paternidade é para sempre. Se ele fosse presente, mesmo divorciado da mulher, isso não teria acontecido. É só minha opinião, que sei que muitos dos leitores não gostam quando posto, reclamam nos comentários, mas me desculpem, o blog é meu e dou minha opinião de vez em quando sim. Fiquem a vontade para dar a opinião de vocês nos comentários. 

Continuando: Barbora havia fugido para a Noruega, onde assumiu outra identidade falsa: dizia ser um menino, chamar-se Adam e ter 13 anos. Um casal norueguês a adotou. Ela passou a frequentar a escola primaria.  Nas fotos que vocês viram dela careca, era ela se passando por menino.

Passou-se quase um ano até que a polícia conseguisse encontrá-la. Foi presa na Noruega, ante o olhar surpreso de seus pais adotivos que não podiam compreender por que uma criança era capturada como uma criminosa. Quando lhes contaram que não era uma criança de 13 anos, mas sim uma mulher de 36, entraram em choque.

Barbora foi extraditada para a República Checa onde foi julgada junto com Klara e Katerina. 


Sua doença e  sua estranha personalidade inspiraram um filme de terror: A Órfã, que conta a história de uma mulher que engana as pessoas se passando por uma criança e cometendo crimes terríveis.

Ainda não consegui assistir, toda vez que passa na TV o filme está dublado, até mesmo em canal fechado. Preciso comprar o DVD original, meu amigo me emprestou o pirata, mas também está dublado e sem opção de mudar para o áudio original. Portanto não posso dar minha opinião sobre o filme. Mas ouvi dizer que o filme é muito bom, apesar de ser diferente da história de horror que vocês estão lendo aqui. Afinal, seria bem chocante se fossem seguir a verdade. Vejo como exemplo o filme “Um crime americando” baseado na história de Silvia Linkens, o filme foi (na maior parte) fiel a verdadeira história e me causou muitos pesadelos. 
Não conhece o caso? É o mais visto do blog, segue o link:
http://pasdemasque.blogspot.com.br/2009/01/gertrude-baniszewski-um-dos-casos-mais.html

Klara declarou em juízo: “Ocorreram coisas terríveis e só agora me dou conta disso. Não consigo entender como deixei que acontecessem”. As irmãs alegaram que Barbora havia feito uma "lavagem cerebral" nelas e que não tinham noção do que estavam fazendo quando torturavam os meninos. 

Em março de 2009, o Tribunal Superior de Olomouc condenou Klara Mauerova a 9 anos de cárcere e 10 anos para sua irmã Katerina Mauerova. Sobre a condenação de Barbora não há informações exatas até hoje.

O caso ficou conhecido como o pior caso de maltrato infantil da história do país.

Abaixo, alguns videos sobre o caso (alguns precisam ativar as legendas):

Klara Mauerová - A mãe Canibal - [Mentes Diabólicas]

Barbora Skrlová - A devoradora de crianças (em espanhol)


A verdade por trás do filme "A Orfã"


Fontes: 




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Theresa Knorr


Theresa Knorr

Theresa Knorr nasceu Theresa Jimmie Cross em Sacramento, Califórnia, em 14 de março de 1946, dos pais Swannie Gay (née Myers) e James Cross. Ela era a caçula da família e muito dedicada à sua mãe. Quando sua mãe morreu, em 1961, Theresa entrou em depressão. Aos 16 anos, casou-se com Clifford Clyde Sanders. Eles tiveram um filho, Howard Clyde Sanders, em 1964. Seu casamento terminou quando Knorr matou Sanders com um tiro, no verão de 1964, ele tinha 22 anos, enquanto eles estavam vivendo em Galt, Califórnia. Ela foi julgada, mas absolvida do crime, tendo alegado auto-defesa. Ela estava grávida na época e em breve daria a luz ao seu segundo filho, uma menina, Sheila Gay Sanders, em 1965.


Em 1966, quando grávida de sete meses de seu terceiro filho, ela se casou com o pai da criança, Robert Knorr. A criança, Suesan Marlene Knorr, nasceu em setembro do mesmo ano,  em 1967 teve um filho chamado William Robert Knorr, e, em 1968, outro filho, Robert Wallace Knorr, Jr. Em 1970, Teresa deu à luz uma filha, Theresa (Terry) Marie Knorr, em homenagem a ela mesma.
Nenhum dos filhos de Knorr foram poupados de seus abusos físicos, verbais e psicológicos. No entanto, Knorr tinha um ódio especial pelas suas filhas Suesan e Sheila, alimentada pelo ciúme e inveja pelo florescimento e juventude das meninas, enquanto ela enfrentava a perspectiva de envelhecer e perder a sua aparência, de acordo com uma entrevista com a filha sobrevivente, Terry, em um episódio de Cold Case Files A & e (intitulado "Regras da mamã"). Uma das torturas aplicadas nas meninas era obrigá-las a comer em excesso. Terry disse mais tarde em “mulheres mortais” (Deadly Women) do Investigation Discovery que Theresa Knorr  acreditava que Suesan e Sheila eram bruxas que a lançaram feitiços para que ela ganhasse peso e se torna-se feia. Durante anos, Knorr abusou e torturou os filhos de várias maneiras, incluindo queimando-os com cigarros e batendo neles. Knorr focou sua raiva, principalmente em suas filhas e treinou seus filhos para bater, disciplinar e conter suas irmãs.


A morte de Suesan:

Suesan 

Durante uma discussão acalorada em 1983, Knorr pegou uma pistola calibre 22 e atirou no peito de Suesan. A bala ficou alojada, mas Knorr recusou-se a procurar ajuda médica e deixou Suesan algemada numa saboneteira e para morrer na banheira. Ela sobreviveu, por isso Knorr começou a tratá-la para que ela melhorasse.
Ela finalmente se recuperou com absolutamente nenhum tratamento profissional. Em 1984, Suesan decidiu contar à mãe que queria sair de casa. Knorr concordou sob a condição de que Suesan a deixasse retirar a bala, no chão da cozinha, usando cápsulas Mellaril e bebidas alcoólicas como anestésico.  Knorr ordenou que Robert retirasse a bala com um estilete.
Rapidamente se percebeu os sinais de infecção generalizada, a pele de Suesan ficou amarela de icterícia, ela se tornou delirante e logo entrou em coma.  Knorr permitiu as outras crianças a caminhar sobre ela enquanto ela estava deitada (morrendo) no chão. Knorr disse a seus outros filhos que a doença de Suesan foi resultado de posse por Satanás e que a única maneira de limpar o demônio era com fogo. Ela coagiu Robert e Will a ajudá-la a eliminar Suesan. Eles a levaram a Sierra Nevada,  Interstate, fora de Truckee, a colocaram no chão, jogaram gasolina e a queimaram viva.

A morte de Sheila:

Sheila

Após a morte de Suesan, Theresa Knorr focou o peso de sua tortura e brutalidade em Sheila. De acordo com Terry, Knorr forçou Sheila a se tornar uma prostituta e depois acusou-a de transmitir uma doença sexualmente transmissível para ela via um assento sanitário. Depois disso, o abuso a Sheila aumentou. Sheila ficava trancada em um armário e morreu de desidratação e fome, mas não antes de dizer a Terry que ela seria a próxima na “lista negra” de sua mãe. Seu corpo foi embalado em uma caixa de papelão e despejado ao lado de uma estrada. Elas (as duas meninas mortas) não foram identificadas por muitos anos.

Fuga de Terry:
Terry



Posteriormente, Terry afirmou que sua mãe a obrigou a queimar o apartamento da família em Sacramento, na esperança de destruir qualquer evidência de que pudesse implicá-la na morte de Sheila. Terry disse mais tarde que ela sobreviveu abuso de sua mãe, porque ela a enfrentou para que ela a deixasse sair de casa. Terry tentou falar com as autoridades várias vezes nos anos que se seguiram, mas afirmou que a história dela soou tão rebuscada (pretensiosa) que ninguém acreditava nela.

Conclusão:

Theresa Knorr

William

Robert




Knorr e seus filhos foram presos em 1993, quando Terry contactou as autoridades depois de assistir a um episódio de American Most Wanted, segundo ela. Em 15 de novembro de 1993, Knorr foi acusada de dois crimes de homicídio, duas acusações de conspiração para cometer assassinato, e dois encargos circunstâncias especiais: assassinato múltiplo e assassinato por tortura. Knorr inicialmente se declarou inocente, mas, em seguida, quando descobriu que seus filhos contaram tudo, fez um acordo com a promotoria. Ela se declarou culpada na condição de que seus filhos não fossem processados​​. Em 17 de outubro de 1995, ela foi condenada a duas penas de prisão perpétuas consecutivas. Ela será elegível para liberdade condicional em 2027.

Filme baseado na história de Knorr.


                                      
Adoro esse programa do ID, Most Evil Crimes, fala de outros casos também, vale a pena assistir.