domingo, 30 de novembro de 2008

Fred and Rose West



O casal Fred e Rosemary foi acusado de matar 10 mulheres e jovens durante um período de 16 anos, terminado em 1987.
Eles gostavam de atrair fugitivas com oferecimentos de carona, alojamento ou trabalho como babás.
Depois de dominadas dentro de sua "Casa dos Horrores", as meninas eram despidas, amarradas com fita adesiva, estupradas, torturadas e depois mortas, desmembradas e enterradas.

O casal foi preso em sua casa letal, onde foram descobertos restos mortais também de sua filha de 16 anos Heather, que havia desaparecido em 1987. Mais oito corpos foram desenterrados de debaixo da casa, inclusive o corpo da enteada de Rosemary, Charmaine.

Um corpo mais foi encontrado embaixo da cozinha de outra casa.
Fred se enforcou na cadeia em 1995, depois de ter confessado a 12 assassinatos.
Também era acusado de ter matado sua ex-mulher e a babá, que enterrou perto de sua casa.
As autoridades acreditam que Fred tenha matado mais mulheres.
Rosemary, assumida prostituta, ainda alega inocência.
Em 1995 foi condenada à prisão perpétua por 10 assassinatos.
As autoridades ainda investigam o paradeiro de outras 9 mulheres desaparecidas que frequentavam a casa do casal.

Postarei mais sobre esse caso, ele é muito mais chocante do q parece.


Fred And Rose


The Deadly Secrets of Cromwell Street
Relatos de duas vitimas que escaparam.



fred and rose west


Fred And Rose West

Ian brady e Myra Hindley - Assassinos do Pântano



"Ainda é o mais complicado. Normalmente só é necessário um golpe"


Os mais frios assassinos dos anos de 1960 ainda repercutem nos dias de hoje. Myra Hindley e seu namorado, Ian Brandy, cometeram atos tão vis que seus nomes se tornaram uma espécia de código para o mal encarnado.



Hindley começou a trabalhar na Millwards, uma indústria química, em 16 de janeiro de 1961, e na festa de Natal da empresa em 22 de dezembro ela se envolveu com um colega, Ian Brandy, 23 anos, escocês ilegítimo com um interesse no nazismo, Nietzsche, e no Marquês de Sade. Hindley pintou o cabelo de loiro oxigenado para agradar o namorado. Dois anos depois, em 12 de julho de 1963, Hindley atraiu Pauline Reade, 16 anos, uma adolescente que ela conhecia, para o carro de Brady, e eles a levaram para o pântano Saddleworth. Hindley disse à menina inocente que havia perdido sua luva e prometeu recompensá-la com discos se ela a ajudasse a procurá-la. Brady chegou em uma motocicleta e estuprou Pauline antes de cortar seu pescoço. Eles enterraram seu corpo no pântano.




Em 23 de novembro de 1963 eles sequestraram e assassinaram John Kilbride, 12 anos, e o enterraram no pântano também. Em 16 de junho de 1964, quatro dias depois do 12º aniversário, Keith Bennett foi sequestrado pelo casal. Ele também foi violentado, assassinado e enterrado no pântano.


Em 26 de dezembro de 1964 eles sequestraram Lesley Ann Downey, 10 anos. Brady bateu fotos pornográficas da menina e depois filmaram a sessão de tortura. Então, Bradley a estuprou e ele ou Hindley a matou por estrangulamento.


O casal começou a se considerar invencível e se gabar de suas façanhas de crueldade para amigos e famíliares. Eles contaram ao cunhado de Hindley, David Smith, que não acreditou no que ouviu. Em 6 de outubro de 1965 Hindley levou Smith para a casa deles no número 16 da Wardle Brook Avenue, Hattersley, e lá ele os viu esquartejar Edward Evans, 17 anos, homossexual. Brady disse: "Está acabado. Foi o mais complicado. Normalmente só é preciso um golpe". Smith foi à polícia e os dois foram presos. Smith afirmou que só os ajudou a se livrarem do corpo e a limpar o local por medo de morrer, a maior preocupação dele na hora foi sair vivo dali. No julgamento em Chester Assizes, eles tentaram acusar Smith, mas as provas eram contundentes e ambos foram condenados por homicídio em 6 de maio de 1966 e sentenciados à prisão perpétua. O juiz que presidia o caso ordenou que todas as mulheres saíssem da sala enquanto era exibida a fita com a gravação de Lesley Ann Downey.


Ian Bradley declarou que não queria sair da prisão nunca. Myra Hindley teve vários romances lésbicos enquanto estava presa e tentou várias vezes recuperar a liberdade. Todas as tentativas fracassaram. Ela morreu de ataque cardíaco em 15 de novembro de 2002, aos 60 anos.


Os corpos de Lesley Ann Downey e John Kilbridge foram resgatados do pântano Saddleworth em 16 de outubro e 21 de outubro de 1965, respectivamente. O corpo de Pauline Reade foi encontrado em 1º de julho de 1987. O corpo de Keith Bennett nunca foi encontrado. No outono de 1987 o edifício no número 16 da Wardle Brook Avenue foi demolido.

O Casal com uma amiga.



Fonte: Livro "501 Crimes mais notórios".


Vítimas:

Pauline Reade, 16 anos.

John Kilbride, 12 anos.

Kith Bennett, 12 anos.

Lesley Ann Downey, 10 anos.

Edward Evans, 17 anos.




Myra Hindley e Ian Brady, aterrorizaram Hattersley (uma cidade pantanosa da Inglaterra), na década de 60.


Myra e Ian se conheceram numa indústria química onde trabalhavam juntos. Ele era seu superior, um intelectual que lia o "Mein Kampf" em alemão, e que durante algum tempo, ignorou sua existência. Até que um dia, às vésperas do Natal, ele a convidou para assistir um filme sobre os julgamentos nazistas de Nuremberg.




Seus interesses eram parecidos e Myra tornou-se sua parceira, chegando a entrar para um clube de tiros e comprar uma arma.
Entretanto, não demorou muito para essa parceria começar a render péssimos frutos e dar origem a uma série de crimes que chocaram até os mais antigos investigadores de homicídios.

Naquela época, ela com 23 anos e ele com 28, passavam praticamente desapercebidos da população local que sequer imaginava do que os dois eram capazes.
Juntos, os dois assassinaram 11 crianças e adolescentes que eram torturados, abusados sexualmente e fotografados em poses pornográficas.
Entretanto, o sadismo não parava por aí. A dupla também tinha o costume de gravar os gritos de suas vítimas enquanto as torturavam.

Tudo corria bem e Myra e Ian, provavelmente, teriam matado muito mais se não tivessem desejado transformar sua dupla em um trio. O escolhido foi David Smith, cunhado de Hindley, que tinha um passado de alcoolismo e violência que o tornava perfeito para os planos.


Para convencê-lo, convidaram-no para participar do assassinato de um garoto de 17 anos que recebeu 14 machadadas, além de ser estrangulado. Ele os ajudou a preparar o corpo para o enterro e limpar os rastros deixados. 

Mas, o que Myra e Ian não imaginavam era que, na manhã seguinte, Smith e sua esposa fossem à delegacia local.
Entretanto, as fitas gravadas e as fotos, contribuíram para provar sua culpa.


Uma das fotos, inclusive, foi a maior pista para o local onde as vitimas estavam enterradas, já que mostrava Myra no pântano olhando para um buraco cheio de entulhos. Nesse local, foi encontrado o corpo de um garoto de 12 anos, John Kilbride.
De posse das informações, a polícia prendeu o casal de assassinos que sempre negou tudo.

Myra e Ian eram extremamente frios e nunca demonstraram remorso pelo que tinham feito. Pelo contrário. Meses após assassinarem sua primeira vítima, Pauline Reade, de 16 anos, Myra continuava cumprimentando sua mãe quando passava por ela.
Seu corpo, aliás, foi encontrado quase duas décadas depois, com a garganta cortada.
Onde os corpos foram encontrados

Os dois foram condenados a prisão perpétua e Myra afirmava que só participou dos crimes porque Ian abusava dela, além de ameaçar matar sua família.
Myra morreu na cadeia, aos 60 anos, depois de tentar, sem sucesso, o direito à condicional.

 


Curiosidades:

O cantor Morrissey, ex-vocalista do The Smiths, tinha uma idade muito próxima a das vítimas de Myra e Ian, na época dos assassinatos e ficou especialmente chocado com os crimes da dupla. Prova disso, é que duas canções da banda fazem referência aos fatos.
Uma delas é Suffer Little Children
A outra é Still Ill



As ultimas palavras de Myra foram: "Eu quero a minha mãe."


Ian Brady - 2013
Ele está mentalmente doente, diagnosticado com esquizofrenia severa, ele está recebendo tratamento em um hospital, mas continua preso.


fontes de pesquisa: Wikipédia, murderpedia, darkstarastrology, BBC.











MARY ANN COTTON



Época em que atuou: Entre 1852 e 1872, na Inglaterra

Quantos matou: Entre 15 e 21

O que fez:
Ainda jovem, ficou grávida de um ferroviário e casou-se com ele.
As suspeitas começaram quando o marido e alguns de seus filhos morreram por complicações gástricas.
Depois, o segundo marido e mais dois filhos dele foram para o céu com sintomas parecidos. A mesma coisa aconteceu com um terceiro marido e outros parentes...

Que fim levou:
A polícia concluiu que Mary Ann matava suas vítimas envenenando-as com arsênico e ficava com o seguro deixado pelos maridos mortos, eliminando possíveis herdeiros rivais.
Foi enforcada em 24 de março de 1873

Publicarei mais sobre ela em breve.


Victorian Killers 1/4 Mary Ann Cotton


Victorian Killers 2/4 Mary Ann Cotton


Victorian Killers 3/4 Mary Ann Cotton


Victorian Killers 4/4 Mary Ann Cotton

ELIZABETH BATHORY a Rainha dos Serial Killers.


                         "A mulher Drácula"


Época em que atuou: Entre 1600 e 1611, na Hungria.
Quantos matou: mais de 600.


A rainha das serial killers foi uma condessa húngara muito louca, me desculpem usar essa linguagem, mas não sei como não chamar ela de muito louca (no pior sentido possível). Mas só se for realmente verdade. O que nunca saberemos de fato.

Interessada por magia negra, Elizabeth acreditava que conseguiria continuar jovem para sempre - desde que tomasse banho em sangue humano!
Para o "tratamento rejuvenescedor", ela ordenava o rapto de garotas dos vilarejos próximos ao seu castelo. Depois, torturava, assassinava e usava o sangue das vítimas

Por pertencer à nobreza, Elizabeth nunca foi acusada formalmente de qualquer crime. Mas o rei da Hungria Mathias II ordenou que ela ficasse presa na torre de seu próprio castelo, onde morreu em 1614 de causas naturais

Erzsébet Báthory (7 de agosto de 156021 de agosto de 1614), em português Elizabeth ou Isabel Báthory, foi uma condessa húngara da renomada família Báthory que entrou para a História por uma suposta série de crimes hediondos e cruéis que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Como consequência, ela ficou conhecida como "A condessa sangrenta" e "A condessa Drácula".

Entretanto, vários historiadores contemporâneos consideram que os supostos crimes de Báthory foram invenções dos inimigos políticos de sua família, que desejavam sua morte, o que de fato ocorreu.

Nascimento e família
Erzsébet Báthory nasceu em Nyírbátor, que então fazia parte do Reino da Hungria, território hoje pertencente à República Eslovaca.
A maior parte de sua vida adulta foi passada no Castelo Čachtice, perto da cidade de Vishine, a Nordeste do que é hoje Bratislava, onde a Áustria, a Hungria e a Eslováquia se juntam.

Erzsébet cresceu em uma época em que os turcos conquistaram a maior parte do território húngaro, que servia de campo de batalha entre os exércitos do Império Otomano e a Áustria dos Habsburgo. A área era também dividida por diferenças religiosas.
A família Báthory se juntou à nova onda de protestantismo que fazia oposição ao catolicismo romano tradicional.
Foi criada na propriedade de sua família em Ecsed, na Transilvânia. Quando criança, ela sofreu doenças repentinas, acompanhadas de intenso rancor e comportamento incontrolável.
Em 1571, seu tio István Báthory tornou-se príncipe da Transilvânia e, mais tarde na mesma década, ascendeu ao trono da Polônia.
Foi um dos regentes mais competentes de sua época, embora seus planos para a unificação da Europa contra os turcos tivessem fracassado em virtude dos esforços necessários para combater Ivan, o Terrível, que cobiçava seu território.

Casamento e sadismo :

Vaidosa e bela, Erzsébet ficou noiva do Conde Ferenc Nadasdy aos onze anos de idade, passando a viver, no castelo dos Nádasdy, em Sárvár.
Em 1574, ela engravidou de um camponês. Quando sua condição se tornou visível, escondeu-se até a chegada do bebê.
O casamento ocorreu em maio de 1575. O conde Nadasdy era militar e, frequentemente, ficava fora de casa por longos períodos.
Nesse meio tempo, Erzsébet assumia os deveres de cuidar dos assuntos do castelo da família Nadasdy. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a revelar-se - com o disciplinamento de um grande contingente de empregados, principalmente mulheres jovens.

À época, o comportamento cruel e arbitrário dos detentores do poder para com os criados era comum; o nível de crueldade de Erzsébet era notório.
Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava todas as desculpas para infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como, por exemplo, unhas. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas.

O marido de Báthory juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos.


Viuvez e mais crimes :

O Conde Nadasdy morreu em 1604, e Erzsébet mudou-se para Viena após o seu enterro. Passou também algum tempo em sua propriedade de Beckov e no solar de Čachtice, ambos localizados onde é hoje a Eslováquia.
Esses foram os cenários de seus atos mais famosos e depravados.

Nos anos que se seguiram à morte do marido, a companheira de Erzsébet no crime foi uma mulher de nome Anna Darvulia, de quem pouco se sabe a respeito. Quando Darvulia adoeceu, Erzsébet se voltou para Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino.
Majorova parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Erzsébet, ao encorajá-la a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas.
Em virtude de estar tendo dificuldade para arregimentar mais jovens como servas à medida que os rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, Erzsébet seguiu os conselhos de Majorova.
Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio.

Prisão e morte :

No início do verão de 1610, tiveram início as primeiras investigações sobre os crimes de Erzsébet Báthory. Todavia, o verdadeiro objetivo das investigações não era conseguir uma condenação, mas sim confiscar-lhe os bens e suspender o pagamento da dívida contraída ao seu marido pelo rei.

Erzsébet foi presa no dia 26 de Dezembro de 1610. O julgamento teve início alguns dias depois, conduzido pelo Conde Thurzo. Uma semana após a primeira sessão, foi realizada uma segunda, em 7 de Janeiro de 1611.
Nesta, foi apresentada como prova uma agenda encontrada nos aposentos de Erzsébet, a qual continha os nomes de 650 vítimas, todos registrados com a sua própria letra.

Seus cúmplices foram condenados à morte, sendo a forma de execução determinada por seus papéis nas torturas.
Erzsébet foi condenada à prisão perpétua, em solitária.
Foi encarcerada em um aposento do castelo de Čachtice, sem portas ou janelas. A única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos. A condessa permaneceu aí os seus três últimos anos de vida, tendo falecido em 21 de agosto de 1614. Foi sepultada nas terras dos Báthory, em Ecsed.

Julgamento e documentos :

No julgamento de Erzsébet, não foram apresentadas provas sobre as torturas e mortes, baseando-se toda a acusação no relato de testemunhas.
Após sua morte, os registros de seus julgamentos foram lacrados, porque a revelação de suas atividades constituiriam um escândalo para a comunidade húngara reinante.
O rei húngaro Matias II proibiu que se mencionasse seu nome nos círculos sociais.
Não foi senão cem anos mais tarde que um padre jesuíta, Laszlo Turoczy, localizou alguns documentos originais do julgamento e recolheu histórias que circulavam entre os habitantes de Čachtice.
Turoczy incluiu um relato de sua vida no livro que escreveu sobre a história da Hungria. Seu livro sugeria a possibilidade de Erzsébet ter-se banhado em sangue. Publicado no ano de 1720, o livro surgiu durante uma onda de interesse pelo vampirismo na Europa oriental.

Lendas posteriores :

Escritores posteriores retomariam a história, acrescentando alguns detalhes. Duas histórias ilustram as lendas que se formaram em torno de Erzsébet Báthory, apesar da ausência de registros jurídicos sobre sua vida e das tentativas de remover qualquer menção a ela na história da Hungria:
Diz-se que certo dia a condessa, já sem a frescura da juventude, estava sendo penteada por uma jovem criada, quando esta puxou seus cabelos acidentalmente. Erzsébet virou-se para ela e a espancou. O sangue espirrou e algumas gotas caíram em sua mão. Ao esfregar o sangue, pareceu-lhe que estas a rejuvenesciam. Foi após esse incidente que passou a banhar-se no sangue de humanos.

Uma segunda história refere-se ao comportamento de Erzsébet após a morte do marido, quando se dizia que ela se envolvia com homens mais jovens. Numa ocasião, quando estava em companhia de um desses homens, viu uma mulher de idade avançada e perguntou a ele: "O que você faria se tivesse de beijar aquela bruxa velha?". O homem respondeu com palavras de desprezo. A velha, entretanto, ao ouvir o diálogo, acusou Erzsébet de excessiva vaidade e acrescentou que a decadência física era inevitável, mesmo para uma condessa. Diversos historiadores têm relacionado a morte do marido de Erzsébet e esse episódio com seu receio de envelhecer.


Capa do filme.


O conteúdo abaixo foi retirado do livro "501 Crimes mais notórios" de Paul Donnelley. (Larousse) 




Quando Elizabeth estava com 4 ou 5 anos, ela sofria violentos surtos e acredita-se que esses episódios tenham contribuído para seu estranho comportamento mais tarde. Em 8 de maio de 1575, em Varannó, ela se casou com o conde Ferene Nádasdu, não muito tempo depois de ter tido um filho bastardo com um camponês. Como presente de casamento, Nadásky deu a ela sua casa, o Castelo Cachtice, uma vila no campo e dezessete vilarejos. O conde estava sempre fora, lutando em guerras contra os Otomanos, e Elizabeth passava muito tempo sozinha. Entediada, ela teve vários amantes, e também, graças a uma criada chamada Dorothea "Dorkó" Zentes, passou a se interessar pelo ocultismo.

Em 1585 ela teve uma filha, Anna, e depois teve outros filhos, Ursula, Andrew e Katherina. Em 1598 teve o único filho que sobreviveu, Paul. Em 4 de janeiro de 1604 seu marido morreu aos 47 anos, e a condessa começou a torturar meninas.
Ela era auxiliada nessa prática cruel por Dorkó, Ilona, Jô, Katarína Benická e János "Ficzkó" Újváry.

Ela encomendou a um ferreiro uma jaula cilíndrica com longas estacas de metal em seu interior. Uma jovem de seios fartos era escolhida entre suas costureiras e forçada a entrar na jaula, que era então erguida. Dorkó furava a jovem com ferro em brasa. Quando a pobre vítima tentava escapar do doloroso ferimento, acabava empalada nas estacas, para deleite sexual de Elizabeth. Sem o marido por perto, o comportamento de Elizabeth não tinha limites, e calcula-se que até 600 mulheres jovens - muitas delas com seios grandes - tenham morrido em suas mãos. Outro de seus passatempos favoritos era queimar com vela os genitais das jovens.

As consequências: 

Foi em 1602 que os rumores começaram a se espalhar sobre o que acontecia por trás das muralhas do Castelo Cachtice. Porém, só em 1610 algo foi feito. Elizabeth nunca foi julgada formalmente, porque teria sido um grande escândalo. Juraj Thiurzi, o paladino da Hungria, foi ao castelo em 30 de dezembro de 1610 e prendeu Bathory e quatro de seus criados. Ela foi colocada em prisão domiciliar, mas seus criados foram interrogados em 2 de janeiro de 1611 e depois julgados em Bytca na segunda-feira, 7 de janeiro. Dorkó, Jô e Ujváry foram condenados e executados. Dorkó e Jô só tiveram suas digitais arrancadas antes de serem jogados vivos no fogo. Katarina Benická foi sentenciada à prisão perpétua. A condessa não foi condenada por nenhum crime, mas recebeu ordens para permanecer no castelo - todas as portas e janelas foram lacradas com tijolos, e havia apenas uma pequena abertura por onde era passada a comida. Em 21 de 1614 ela foi encontrada morta.





                                     

Leonard Lakes & Charles Ng



Eles caçavam mulheres e levavam para um bunker (abrigo antiaéreo) onde la estupravam, torturavam e matavam.

Muitas vezes fazendo um jogo com as vitimas onde soltavam elas na propriedade e as caçavam como animais. Também mataram vários homens despachados a tiros, que incluem o irmão de Lake e seu padrinho de casamento.

Muitas das mortes e estupros foram gravados em vídeo ao qual foi uma das grandes provas no julgamento.
Quando foi suspeito Leonard Lake se matou tomando duas cápsulas de cianureto. Ng ficou um bom tempo foragido até que foi capturado.
No bunker a policia encontrou o diário de Lake onde la contava como matavam e torturavam suas vitimas tal como também tinham de ser escravas, lavar, passar, cozinhar e servir sexualmente para seus superiores.
Charles Ng foi julgado e condenado a morte pelo assassinato de seis homens, três mulheres e dois bebes, em 8 de Março de 1999.

Vídeo FORTE CUIDADO se você se emociona fácil não assista.
NG: based on the true crimes of Charles Ng


Most Evil Parteners in Crime - Part 1
Este vídeo tambem contem cenas fortes. Mas fala de vários parceiros no crime.
Uma parte sobre esses dois.



The Thrill Killers - Leonard Lake and Charles Ng, Fred and Rosemary West (Part One)



The Thrill Killers - Leonard Lake and Charles Ng, Fred and Rosemary West (Part Two)

JANE TOPPAN O primeiro "Anjo da Morte" Dos USA.




Época em que atuou: Entre 1880 e 1901, nos Estados Unidos

Quantos matou: Pelo menos 31

O que fez:
O mundo de Jane caiu quando o noivo tascou-lhe um pé na bunda. Rejeitada, a moça tentou o suicídio. Sobreviveu e virou enfermeira particular, ostentando uma extensa lista de pacientes com mortes misteriosas. Em 1901, a polícia descobriu que ela aplicava em segredo doses letais de morfina em seus clientes
Que fim levou: Jane confessou 31 assassinatos e disse que queria tornar-se a maior assassina da história. Foi considerada louca e internada num asilo, onde morreu aos 84 anos.
Publicarei mais sobre ela.

Bad nurse!

Chester Turner


Chester Turner, 40 anos, foi considerado culpado de 11 homicídios
Um antigo distribuidor de pizza, declarado culpado em Abril por 11 homicídios e considerado como o mais perigoso assassino em série da história de Los Angeles (Califórnia, ocidente) foi condenado à morte.


Chester Turner, 40 anos, fora declarado culpado em Abril 2007 pelo Tribunal Superior de Los Angeles depois de um julgamento de quatro semanas que descreveu como ele tinha feito reinar o terror durante 11 anos num bairro dos arredores Sul de Los Angeles.
Durante a audiência de 10-07-2007 Chester Turner que se declarou não culpado, foi condenado à morte pelo assassínio de dez mulheres, uma das quais grávida, e a 15 anos de prisão pelo 11º homicídio, o do feto de seis meses e meio.
Durante o julgamento, o procurador Bobby Grace admitiu que Chester Turner era talvez "o mais importante assassino da cidade de Los Angeles".
Chester Turner foi detido depois de uma violação em 2002 e testes de DNA conduzidos posteriormente relacionaram-no com os assassinatos de mulheres cometidos entre 1987 e 1998.

Serial killer de mulheres é condenado à morte :

Um entregador de pizza foi condenado à pena de morte, pelo assassinato de dez mulheres e um feto entre 1980 e 1990 nos arredores de Los Angeles, atingida no período por uma epidemia do uso de crack e cocaína.
O júri já havia recomendado a pena de morte para Chester Turner e o Juiz da Corte Superior William R. Pounders confirmou a sentença.
"Eu não acho que qualquer outro júri chegaria a uma conclusão diferente e, em qualquer corte, pediriam a pena de morte", disse Pounders.
Turner, 40 anos, não falou nada na corte, que ouviu várias familiares das vítimas na audiência. Automaticamente, o caso será levado à apelação.
Os promoteres disseram que Turner atacou prostitutas e outras mulheres em situação de risco com problemas de drogas, a maioria vivendo no sul de Los Angeles.
O entregador foi condenado sob dez acusações de assassinato em primeiro grau, além de acusação de assassinato em segundo grau pela morte do feto que uma das vítimas carregava, durante gravidez Regina Washington, 27 anos, estava grávida de 6 meses e meio quando Turner a estrangulou com um fio elétrico em uma casa vazia em Setembro de 1989. O condenado já cumpria pena de 8 anos por estupro de uma mulher em 2002 quando o teste de DNA o ligou às duas mortes.
David Allen Jones, um zelador com deficiência mental, foi condenado por três das mortes, mas libertado após o teste de DNA. O homem de 44 anos deixou a prisão em 2004 após cumprir 11 anos. Ele recebeu US$ 720 mil de compensação.
Acho essa quantia pequena !!! O Homem perdeu 11 anos da vida deleeeeee.

Alexander Pichushkin Assassino do Xadrez



Alexander Pichushkin, 34, conhecido na imprensa mundial como o "Assassino do Xadrez", deu início a uma série de homicídios em 1992, quando, ao completar 18 anos, empurrou pela janela um amigo da escola técnica que cursava. Para a imprensa, Pichushkin disse que esse crime aconteceu porque ambos disputavam o amor de uma colega de classe.
Desde então, reconheceu que matou 63 pessoas e que sua intenção era chegar ao número de 64 vítimas – uma para cada quadrado de um tabuleiro de xadrez, que ele ia marcando macabramente com uma moeda à medida que cometia os crimes.

Ao todo, 46 homens foram assassinados e dois sobreviveram. Ele também matou três mulheres e tentou matar uma quarta.
Durante sua prisão, em Junho de 2006, no apartamento em que dividia com a mãe, culpou a polícia por não ter encontrado todos os cadáveres, impedindo-o de ser o maior homicida da história da Rússia. Ele afirmou que pretendia bater o recorde de Andrei Chikatilo, notório serial killer que matou 52 pessoas.


A polícia conseguiu identificar o assassino por meio de uma pista deixada por uma de suas últimas vítimas, Marina Moskaleva, que deixou aos familiares o número do telefone de um "amigo" que a tinha convidado para um passeio. Quando foi detido, Pichushkin não ofereceu resistência e entregou à polícia o martelo de carpintaria com o qual tinha assassinado Marina e um tabuleiro de xadrez com quase todas as casas cobertas com moedas. Pichushkin afirmou que a Polícia o apanhou "por acaso" numa verificação de documentos, mas pareceu estar conformado com sua sorte. Ele disse que se não o prendessem talvez nunca fosse parar de matar.

Com as provas reunidas sobre o caso, a acusação afirmou que ele matou durante 14 anos. Com a exceção de um crime, todos os outros homicídios ocorreram dentro do parque de Bittsevski, uma zona florestal no sul de Moscou. Uma área muito parecida com o paulistano Autorama.
De acordo com a procuradoria, o assassino planejava meticulosamente seus crimes escolhendo o local e atraindo para lá as vítimas, em sua maioria homens idosos, homossexuais, alcoólatras ou tóxico-dependentes, convidando-as para beber vodka ou para se relacionarem sexualmente no parque.

Quando já estavam embriagadas, atacava-as com um martelo de carpintaria ou uma garrafa. Sua assinatura, no entanto, era cravar uma garrafa quebrada na cabeça das vítimas depois de estrangulá-las com um cinto.
O assassino não se dava ao trabalho de esconder os cadáveres, que eram atirados em um esgoto a céu aberto. Após brutalizar os corpos, Pichushkin voltava calmamente para casa, colocando uma moeda numa casa de seu tabuleiro de xadrez. O assassino afirmou que seu maior prazer era quando encontrava homossexuais ‘disponíveis’ pelo parque.

Ele disse que muitos deles estavam à procura de sexo, independente de quem fosse o parceiro e que eram as presas mais fáceis. Por outras vezes procurou suas vítimas na porta de boates gays ou em banheiros públicos. Aproveitava que o parque funcionava durante toda madrugada e convencia os parceiros para um rápido encontro nas matas do parque. Ele disse que tinha uma facilidade incrível em convencer as vítimas para o local, já que muitas delas falavam que não tinham família, que moravam sozinhas ou que procuravam sexo rápido e sem compromisso. No entanto, assegurou que não era homossexual e que não sentia ódio específico por eles.
Para convencer algumas vítimas, disse que manteria relações sexuais dentro do parque, sempre tentando adequar as predileções do parceiro no convencimento de suas ações.

O julgamento de Alexander Pichushkin foi marcado para 13 agosto de 2007, em um tribunal em Moscou. Mais de 100 testemunhas e familiares das vítimas se mostraram dispostas a prestar depoimento. O objetivo da promotoria era que ele fosse condenado à prisão perpétua pelos homicídios, não podendo mais condená-lo à morte, já que a Rússia suspendeu este tipo de punição em 1996, ao entrar para o Conselho da Europa. A tese de sua defesa afirmava que Pichushkin não estaria na posse de suas faculdades mentais. Já a promotoria do caso disse que, mesmo após o julgamento, continuariam com as investigações, já que ainda havia outros 15 assassinatos por ele confessados, além dos 49 homicídios pelos quais foi processado.

No segundo dia de julgamento ele foi ouvido, mas não quis confessar os crimes em juízo. Alegou que algumas questões relativas a sua personalidade ainda não tinham sido resolvidas, e que por isso não faria nenhuma declaração. Logo depois, reconheceu tudo o que a acusação disse. Seu advogado insistiu na necessidade de esclarecer as causas e conseqüências dos seus atos, mas a promotoria alegou que eles já tinham o suficiente para incriminá-lo com 49 assassinatos comprovados e três outras tentativas.
O tribunal do júri formado por 12 membros responsabilizou Alexander Pichushkin por todas as denúncias apresentadas pela acusação e rejeitou as alegações da defesa, que pedia a absolvição em 18 episódios por considerar que sua culpa não tinha sido provada.

Ele foi condenado à prisão perpétua por ter assassinado 48 pessoas e por outras três tentativas. A primeira parte da pena - uma década e meia - será passada em isolamento. O juiz Vladimir Usov justificou o veredicto pela extraordinária periculosidade que o condenado apresenta para a sociedade. Além disso, a pedido do procurador de Moscou, o juiz estabeleceu que Pichushkin terá que fazer um tratamento psiquiátrico obrigatório, apesar de ter ressaltado que o assassino estava em pleno uso de suas faculdades mentais na época dos crimes.

O júri levou somente duas horas e meia para emitir o veredicto, que foi lido em quase uma hora, já que o tribunal havia pedido que se pronunciassem sobre todas as 105 perguntas. Quando questionado sobre se tinha compreendido o veredicto, Pichushkin respondeu com indiferença: “Não sou surdo! Compreendi”.
Frases de Pichushkin:
“Para mim, uma vida sem assassinatos é como uma vida sem comida. Senti-me o pai de todas essas pessoas, já que fui eu quem lhes abriu a porta para outro mundo.”

"Eu tomei a coisa mais valiosa, a vida humana. Eu não levei nada de valor delas (as vítimas): dinheiro, jóias, eu não precisava disso. Eu me senti Deus.”
"Faz 500 dias que estou preso e que meu destino está sendo decidido. Até agora, eu só decidi o destino de 60 pessoas: fui juiz, promotor e carrasco.”
“Homossexuais eram as presas mais vulneráveis e fáceis de matar. Pareciam que pediam para serem mortos.”


Alexander Pichushkin


The Chessboard Killer - Serial Killer - Documentary - [part 1]


The Chessboard Killer - Serial Killer - Documentary - [part 2]


The Chessboard Killer - Serial Killer - Documentary - [part 3]



The Chessboard Killer - Serial Killer - Documentary - [part 4]


The Chessboard Killer - Serial Killer - Documentary - [part 5]

Patrick Kearney O assassino do saco de lixo


Patrick Kearney confessou ter assassinado o total de 32 jovens rapazes entre 1975 e 1977 e jogado seus corpos em estradas e desertos entre Los Angeles e México.

Foi condenado por 21 assassinatos e recebeu 21 sentenças de prisão perpétua.
O mais importante serial killer de estradas da Califórnia.
Meticuloso, limpo e organizado assassino, deixava suas vítimas desmembradas e lavadas em sacos de lixo ao longo das estradas da Califórnia.

Kearney e seu amante, David D. Hill, eram ambos veteranos de guerra, viviam numa arrumadíssima casa em Redondo Beach, de onde iniciavam suas ações homicidas.
Os "assassinos do Saco de Lixo", como ficaram conhecidos, iniciaram suas atividades em 1975 e terminaram em 1977, quando o casal entrou no centro de informações do xerife em Riverside, viram seu próprio poster de procurados e se entregaram.
Depois, foram soltos por falta de provas. Kearney carregou a culpa sozinho e confessou que matar excitava-o e lhe dava uma sensação de domínio.

The Age of the Sex Killer

David Berkowitz Son of Sam



David teve uma infância sem traumas na cidade de Nova York.
Mas somente uma grande decepção: sua mãe ter acertado sua adoção antes de seu nascimento.
Mesmo bem orientado, David cresceu solitário e sem jeito com as mulheres, tanto que sua única relação sexual foi com uma prostituta coreana que lhe passou uma doença venérea.
David mudou-se para Pine Street, onde se tornou vizinho de Sam Carr e seu cachorro labrador Harvey.
Após o serviço militar, David começou a ouvir vozes que ele julgava saírem do cachorro Harvey.
Nascia o caçador, sua primeira vítima foi no Natal de 1975.
A presa conseguira fugir. Conhecido como SON OF SAM, Berkowitz deve ter sido um dos mais perturbados entre os serial killers mentalmente, pois afirmava ouvir vozes e atribuía as mesmas a demônios, especificamente um tal de Sam, que ele afirmava ser seu pai.
Segundo ele, Sam queria sangue humano e era velho demais para obete-lo sozinho. Berkowitz então saía às ruas com uma pistola 44, chegava perto de algum automóvel e descarregava a arma em seus ocupantes.
Antes de se tornar assassino causou mais de 1400 incêndios na região de New York.
Costumava mandar bilhetes para polícia, nos quais falava de seus delírios e zombava da força policial.
Pegou mais de 300 anos de cadeia.

Berkowitz foi preso no dia 10 de agosto de 1977, após levar uma multa perto da cena do último crime, as investigações da polícia os conduziram até Berkowitz que confessou os asassinatos de imediato.

No dia 12 de junho de 1978, Berkowitz foi sentenciado a 365 anos de prisão. Berkowitz se converteu ao cristianismo em 1987, age e atua como capelão no presídio onde cumpre sua pena.


Nestes vídeos ele da depoimentos.
Tem uma carinha de santo rsrs JAMAIS diria que é um serial killer!
Alias todos eles enganaram a todos.

A&E Biography - David Berkowitz - Part 1


A&E Biography - David Berkowitz - Part 2


A&E Biography - David Berkowitz - Part 3


A&E Biography - David Berkowitz - Part 4




Não era ele, o coitadinho matava por que o SAM pedia !!!
Se acredito ou duvido, sei que existe em algum lugar um universo de Justiça e que os olhos da verdade estão nos observando.


Discovery Channel - Serial Killer's: Filho de Sam(Parte1de5)
ESSE DOCUMENTÁRIO É MUITO BOM mas é ( Dublado )


Discovery Channel - Serial Killer's: Filho de Sam(Parte2de5)


Discovery Channel - Serial Killer's: Filho de Sam(Parte3de5)


Discovery Channel - Serial Killer's: Filho de Sam(Parte4de5)


Discovery Channel - Serial Killer's: Filho de Sam(Parte5de5)

The Hillside Stranglers



Kenneth Alessio Bianchi (nascido em 22 de maio de 1951) é um serial killer estadunidense. Bianchi junto com o seu primo, Angelo Buono Jr. , ficaram conhecidos como The Hillside Stranglers, algo como, Assassinos das Montanhas. Ele está preso em Washington.

Bianchi nasceu em Rochester, Nova York. Sua mãe biológica era uma prostituta alcoólatra que o deu para adoção assim que ele nasceu. Ele foi adotado em trêse meses por Frances Bianchi e seu marido Nicholas Bianchi em Rochester.
Bianchi tinha muitos problemas já cedo, descrito como "um mentiroso compulsivo". Após a morte de Nicholas, Frances saiu para trabalhar enquanto seu filho atendia na escola secundária.
Após Bianchi se graduar na Universidade de Gates-Chili (se pronouncia Gates Chye-Lye) em 1970, ele teve um curto casamento que terminou oito meses depois. Supostamente, ela saia de casa sem explicação. Já adulto, ele foi expulso do colégio após um semestre, e começou uma série de trabalhos domésticos, terminando finalmente como um guarda de segurança. Isso deu a ele uma boa oportunidade de roubar objetos de valor. Bianchi dava os objetos de valores às suas namoradas para comprar sua lealdade. Ele tinha uma série ambição para ser policial, mas sua aspiração foi frustrada por sua falta de educação formal.
Devido aos seus roubos, Bianchi estava sempre em mudança de um lugar ao outro. Isso ocorreu até ele chegar em Los Angeles no ano de 1977, começando assim a sair com Angelo Buono, ficando impressionado com o modo como seu primo se vestia, jóias. Antes disso, ele trabalhava como proxeneta e, mais tarde, em 1977, foi estendido ao assassinato. Ele tinha estuprado e assassinado 10 mulheres na época em que foi preso no começo de 1979.

Bianchi e Buono geralmente passeavam por Los Angeles no carro de Buono e usavam identidade falsa para perseguir garotas fantasiados de policiais. Eles obrigavam as garotas a entrar no "carro de polícia" de Buono e as levavam para casa para torturá-las e então mata-las.
Após sofrerem abusos de Bianchi e Buono, as garotas seriam estranguladas. Outros métodos para matá-las, tais como o de injeção letal, choque elétrico e envenenamento por monóxido de carbono, foram usados pelos homens, mas eles eram a favor do estrangulamento.
Até mesmo quando as garotas estavam sendo assassinadas, Bianchi se apresentava ao trabalho no departamento de polícia de Los Angeles e faziam diversas rondas com os outros membros da polícia enquanto procuravam pelos assassinos da Montanha.
Uma noite, Bianchi revelou a Buono que ele tinha atendido as rondas da polícia, e que ele estava sendo frenquentemente questionado sobre o caso de estrangulamento. Um argumento resultado naquele momento é que Buono mataria Bianchi se ele não voasse para Bellingham, em Washington.
Em maio de 1978, ele vôou para Bellingham, levando sua namorada e seu filho juntos para viverem lá. No dia 11 de janeiro de 1979, Bianchi atraiu duas jovens da Western Washington University para a casa onde ele estava guardando. Ele forçou a primeira estudente a descer a escada, logo à sua frente, para estrangulá-la. Ele assassinou a segunda garota de modo similar. Sem a ajuda de seu parceiro, ele deixou muitas provas e a polícia o prendeu no dia seguinte.


A&E Biography - The Hillside Stranglers Pt.1


A&E Biography - The Hillside Stranglers Pt.2


A&E Biography - The Hillside Stranglers - Part 3


A&E Biography - Hillside Stranglers - Part 4


A&E Biography - The Hillside Stranglers - Part 5


Pegaram prisão perpetua.
Angelo morreu de causa natural aos 67 anos na prisão.

Gary Ridgway The Green River Killer



Gary Ridgway

Este caso é bem interessante. Tem certa semelhança com o Mike Myers assassino do Filme Halloween.
O modo como começou a matar. Desde pequeno matou animais para sentir como era matar.
Depois com 16 anos esfaqueou um garoto de 6 anos.
Disse para o menino que queria saber como era matar uma pessoa, riu e foi embora.
O menino sobreviveu mas Gary nunca foi reconhecido como a pessoa que o atacou.
Começou a matar prostitutas por ter pego gonorreia.
Quanto mais elas gritavam se debatiam imploravam, mais feliz ele ficava.
Além do sexo antes da morte ele ainda voltava ao local aonde estavam os corpos e praticava necrofilia.


Ex-pintor de caminhões confessa os crimes que o tornam o maior assassino em série dos Estados Unidos Gary Ridgway tinha prazer em matar, matava bem e se orgulhava disso.

Era tão bom, segundo sua própria descrição, que via a trajetória de assassinatos como uma carreira, uma profissão.
Escolhia com cuidado, passava horas seguindo as vítimas em potencial e usava um método comprovado: estrangulamento. Tiros ou facadas fariam "muita sujeira". Especializou-se em matar prostitutas, às vezes algumas moradoras de rua, outras, meninas fugidas de casa. Também enganou a polícia repetidamente.
Suspeito durante mais de vinte anos da onda de assassinatos que aterrorizou a região de Seattle, no Estado de Washington, na década de 80, ele só foi preso em 2001.
Em Junho, confessou os crimes – cerca de sessenta mulheres foram tragadas pelo homem que se transformou numa eficiente máquina de matar, mas a polícia conseguiu fechar as investigações de "apenas" 48 vítimas.
Ele próprio perdeu a conta exata: "Matei tantas mulheres que é difícil lembrar delas todas". Diante de um juiz, admitiu a culpa em cada um dos casos comprovados.
Trocou a confissão pela condenação à prisão perpétua, em lugar da pena de morte, que seria garantida. Tornou-se o assassino em série a ter o maior número de crimes oficialmente creditados a seu prontuário nos Estados Unidos – outros podem ter matado mais, mas nenhum foi levado a julgamento por tantos homicídios.

A abundância de detalhes e a objetividade sem desculpas das declarações de Ridgway, atualmente com 54 anos, pintam um retrato excepcional dos métodos e da mente de um serial killer. "Queria matar o maior número possível de mulheres que achava que eram prostitutas", disse na declaração apresentada ao tribunal. Por quê? "Odeio a maioria das prostitutas e não queria pagá-las para ter sexo." De que maneira? "Esganar era uma coisa que eu fazia muito bem." Ridgway tinha um sistema.

Mirava nas garotas mais jovens e menos experientes nos truques da sobrevivência nas ruas. "Preferia as brancas, mas tudo bem se fossem negras. Tanto faz, era tudo lixo", afirmou.
Parava a picape, mostrava fotos do filho, prometia arrumar emprego para elas ou se tornar um cliente regular. Levava as vítimas para casa ou fazia sexo na traseira da picape mesmo.
Depois, atacava-as por trás, estrangulando-as com uma toalha, uma corda ou o próprio braço. Os corpos eram deixados em matagais, à beira de estradas ou nas águas do Green River, ou Rio Verde. Por causa disso, Ridgway ficou conhecido como "o assassino de Green River".

Ele era meticuloso e se especializou em enganar a polícia.

Sabia como os peritos criminais trabalham. Usava luvas e tirava roupa e objetos das mulheres assassinadas.
Se tinha sido arranhado, cortava as unhas da vítima.
Trocava de pneus caso o carro deixasse rastros.
Plantava provas falsas, como bitucas de cigarro e folhetos de motéis. "De certa forma eu tinha orgulho por não ter sido pego", reconheceu Ridgway, depois de detido. Seu melhor disfarce era a aparência banal.
Ninguém prestava muita atenção no sujeito sem graça, que trabalhou como pintor numa fábrica de caminhões por mais de trinta anos.
Foi casado três vezes, teve um filho e muitas namoradas. Parou de matar depois do terceiro casamento, em 1985, embora tenha tido algumas "recaídas" – o último crime confirmado foi em 1998.

O que faz um serial killer?

Matar em grande quantidade, e até ter prazer nisso, não basta.
Pistoleiros de aluguel, latrocidas reincidentes ou malucos que de repente saem atirando em todo mundo não se enquadram na categoria.
O assassino em série é um psicopata movido por compulsões abissais, em geral provenientes de relações terrivelmente deturpadas na infância. Gostam de trucidar, retalhar.
O componente sexual está sempre presente. Não raro praticam canibalismo. Os que atacam mulheres costumam transferir para as vítimas o ódio à própria mãe.
A mutilação genital, freqüente nesses casos, é interpretada por especialistas como um desejo de destruir a fonte geradora do poder materno. Nesse sentido, Gary Ridgway é um serial killer clássico.
Entrevistado por psicólogos da polícia, ele contou que desde a adolescência tinha vontade de esfaquear a mãe, por quem nutria atração sexual e sentimentos que oscilavam entre "o desejo e a humilhação".
Guarda "lembranças vívidas" da mãe lavando-o depois de urinar na cama – o que fez até os 13 anos.
Depois, alimentou fantasias derivativas: queria tomar banho com prostitutas.


Alguns dos corpos das garotas e mulheres assassinadas por Ridgway tinham mutilações e sinais de "rituais" macabros.

Gostava de deixar os cadáveres em grupos, perto de lugares aonde pudesse voltar com facilidade, numa espécie de ronda.
Certa vez, largou o filho dormindo na picape, desceu e fez sexo com um corpo. Ridgway era suspeito dos crimes desde 1983.
Um ano depois foi detido, mas passou num teste no detector de mentiras. Em 1987, a polícia deu uma batida na casa dele.
Nada de provas – mas levaram uma amostra de saliva.
Só em 2001, quando a polícia de Seattle reabriu as investigações, um tipo mais avançado de exame de DNA confirmou: a saliva combinava com o esperma encontrado nos corpos de três das primeiras vítimas.
Alguns dos investigadores choraram; o caso do assassino do Rio Verde estava resolvido. A um dos psicólogos, que perguntou se se considerava doente, Ridgway disse: "Não sei se era doença ou se, sei lá, eu só queria matar".



A&E Biography - Gary Ridgway "Green River Killer" - Part 1


A&E Biography - Gary Ridgway "Green River Killer" - Part 2


A&E Biography - Gary Ridgway "Green River Killer" - Part 3


A&E Biography - Gary Ridgway "Green River Killer" - Part 4


A&E Biography - Gary Ridgway "Green River Killer" - Part 5


Escapou da pena de morte por ter confessado e cooperado com informações em 2003.
Foi condenado a prisão perpetua sem direito a condicional.
BEM PARECIDO COM O SISTEMA do BRASIL NÃO É????

'Zodíaco' Um Crime Perfeito.



O Assassino do Zodíaco é um assassino em série estadunidense que atuou no Norte da Califórniadécada durante 10 meses desde o final da década de 1960.

Sua identidade permanece desconhecida. O Zodíaco colocou seu nome em uma série de cartas ameaçadoras que enviou à imprensa até 1974. Em suas cartas incluiu quatro criptogramas, dos quais três ainda não foram decifrados.
O Assassino do Zodíaco matou cinco vítimas reconhecidas em Benicia, Vallejo, Lago Berryessa, e São Francisco entre Dezembro de 1968 e Outubro de 1969. Quatro homens e três mulheres entre 16 e 29 anos foram os alvos do assassino. Outras pessoas foram consideradas possíveis vítimas. Com a falta de precisão no número de vítimas, a incapacidade de quebrar suas cartas criptografadas e a falha na busca de suspeitos, o caso pode ser considerado como um crime perfeito.
Em Abril de 2004, o Departamento de Polícia de São Francisco marcou o caso como inativo, mas o reabriu após Março de 2007. O caso está aberto até hoje em outras jurisdições.
Em Agosto de 2008, um homem de Sacramento disse que tinha evidências que apontava seu padrasto sendo o Assassino do Zodíaco. Um capuz preto, uma faca com sangue, escritos, e rolos de filme fotográfico estão sendo examinados pelo FBI. O FBI não disse quando os resultados dos testes serão divulgados. Entretanto, disseram que os resultados saem em aproximadamente seis semanas.


Vítimas confirmadas
David Arthur Faraday, 17 anos, e Betty Lou Jensen, 16.
Michael Renault Mageau, 19, e Darlene Elizabeth Ferrin, 22.
Bryan Calvin Hartnell, 20, e Cecelia Ann Shepard, 22.
Paul Lee Stine, 29.


O "assassino do zodíaco" ressurge do túmulo
( 06/05/2009 )

O Assassino do Zodíaco voltou.
Quatro décadas após esse misterioso homicida em série ter aterrorizado a baía de San Franciso, seu espectro e sua enigmática assinatura, uma cruz dentro de um círculo, voltaram aos jornais.
No fim dos anos 1960, ele matou pelo menos cinco pessoas
(mas acredita-se que ele tenha deixado cerca de 30 vítimas), enviou cartas enigmáticas e criptogramas para a imprensa, manteve um diálogo com a polícia de San Francisco através dos diários, e inspirou pelo menos outros dois assassinos em Nova York e no Japão.
Durante anos foi um mestre da fuga, que a polícia não conseguiu deter. Os agentes o descreveram na época como "um criminoso torpe, um mentiroso, e possivelmente um homossexual latente".


Segundo um inesperado depoimento, o Assassino do Zodíaco era Guy Ward Hendrickson, um carpinteiro de Orange County, pai de seis filhos, que faleceu há 26 anos. A responsável por revelar a informação foi sua filha, Deborah Pérez, de 47 anos, que tinha cerca de sete quando aconteceram os assassinatos, e que, inconscientemente, se viu obrigada a ajudar seu pai a cometer suas maldades.


Se a polícia confirmar esses fatos, ( O que eu Anne não acredito que vai acontecer, vou investigar melhor e logo postarei onde a Deborah erra ) Deborah Pérez terá herdado de seu pai a espetaculosidade da encenação. Simbolicamente, escolheu as escadarias da sede do "San Francisco Chronicle", um jornal para o qual o assassino enviou várias cartas, para fazer essa revelação na quarta-feira da semana passada. Dezenas de repórteres ouviram seu testemunho, entre a penitência e a catarse, sempre com uma lágrima a ponto de escorrer sobre a face.


"Quero reparar todos seus erros", ela disse. "Só quero que saibam a verdade."
Revelou que acompanhou seu pai em dois dos assassinatos, que escreveu uma carta em nome de seu pai ao fiscal Melvin Belli e que tem sob sua guarda um dos "troféus" de seu pai : os óculos daquele que até agora foi sua última vítima confirmada, um taxista assassinado em 1969 - um objeto que, segundo a investigação policial, desapareceu da cena do crime.
A carta que ela diz ter escrito, datada de dezembro de 1969, poderia ser, de fato, obra de uma criança. Cheia de erros de ortografia, começava com um: "Querido Melvin, sou o Zodíaco, te desejo um Feliz Natal".


Pérez contratou os serviços da empresa de relações públicas Edward Lozzi, e está finalizando um documentário sobre a vida de seu pai, no qual detalha as provas que demonstram que ele foi o Zodíaco. ( Quero só ver )
Ela disse que, ainda que a polícia só tenha confirmado cinco vítimas do assassino, seu pai matou mais de 30, e que carregava um caderno, hoje desaparecido, no qual escrevia e ilustrava sobre seus assassinatos. Em suas cartas, o Zodíaco disse ter matado 37 pessoas.


Em muitos de seus assassinatos ele seguiu um mesmo padrão: atacou casais de jovens que estavam em algum encontro romântico.
Aparecia do nada, com um revólver ou com uma faca na mão, às vezes usando um capuz. Algumas de suas vítimas escaparam e puderam relatar o fato.
Em outras ocasiões, o agressor sequestrou mulheres sozinhas na estrada e assassinou taxistas à queima-roupa.


A suposta filha do Zodíaco começou a ligar os pontos em 2007.
Então lançaram um filme de David Fincher sobre este caso, protagonizado por Jake Gyllenhall e Robert Downey Jr. A mídia norte-americana reviveu a febre dos assassinos em série.
O programa "K" exibiu um especial sobre o Zodíaco.
E Pérez reconheceu seu pai em um retrato-falado.
Quando era pequena, não havia se dado conta de que naquela noite em que seu pai a levou para dar um passeio, não tinha ouvido dois rojões, mas sim dois tiros.



 "Reconheci aquela pessoa como meu pai", ela disse. "Investiguei sobre o Assassino do Zodíaco, e me surpreendi de encontrar cartões e cartas da polícia que haviam sido escritas por meu pai ou por mim mesma". Nesse exercício de autoanálise, Pérez se lembrou de como escreveu aquela carta, porque pensava que seu pai precisava de ajuda urgente.


Todos os anos o "Chronicle" recebe centenas de cartas e telefonemas de cidadãos que dizem conhecer a verdadeira identidade do Zodíaco.
Até agora, a própria família de Pérez desmentiu sua versão dos fatos.
Sua irmã, Janice Hendrickson, 65, disse que seu pai "não faria mal a uma mosca".
Contudo, Pérez diz ter provas que, com uma análise de DNA, podem ser determinantes. A polícia garante que retomará um caso que nunca foi totalmente encerrado.
 



The Zodiac - 2005 - O Zodíaco - Trailer


Zodiac - 2007 - Zodíaco - Trailer


Zodiac Killer /1969 (Part 1)


this is the ZODIAC speaking


Fala sério temos que dar um certo crédito pra ele rsrsr mesmo que seja verdade dessa mulher que se diz filha dele, ele já morreu, nunca pagou pelos seus crimes !
Nunca foi pego!!
Bom pelo menos até agora. Se não for esse tal de Guy Ward Hendrickson, ele pode estar vivo ainda.