domingo, 28 de dezembro de 2008

Amizade Perigosa - A Killer Among Friends - Vítima Missy Avila.



Michelle 'Missy' Avila foi assassinada em 1/10/1985.

Missy


Ela tinha só 17 anos de idade.
Seu assassinato foi cruel, ela apanhou muito e teve seus cabelos cortados.
Foi afogada em 5 dedos de água. As assassinas colocaram um tronco de árvore sob o corpo de Missy para ter certeza de que ela morrera. 


Missy


Por 3 anos a Policia caçou a pessoa responsável pela morte de Missy Avila. Na ocasião da morte, sua 'melhor amiga' Karen Severson disse : "Eu amava a Missy e não irei descansar enquanto não encontrar o animal que fez isso com minha melhor amiga."

foto recente da mãe de Missy


Por 3 anos ninguém suspeitou da verdade. Em 1988, Uma testemunha,

(Outra amiga que foi obrigada a assistir ao espancamento de Missy e ameaçada por Karen, por isso fugiu, mas não aguentou viver com aquilo) resolveu contar a verdade, e finalmente a família de Missy soube o que realmente aconteceu com ela.


As duas melhores amigas do mundo para Missy, Karen Severson e Laura Doyle, eram as assassinas.


As assassinas no julgamento

Quando confrontadas com a verdade, Karen e Laura admitiram tudo.

Elas tinham inveja de Missy, Ela estava atraindo muita atenção dos garotos na escola. (Elas Tinham inveja até mesmo da forma como a mãe de Missy fazia tranças no cabelo dela!)
Karen Severson

Laura Doyle


A Família de Missy estava de coração partido.
As assassinas eram aquelas menininhas que vinham nas festinhas, nadavam na piscina de plástico, brincavam juntas desde pequeninas.
Ambas conheciam Missy e família há anos! Eram próximas deles como nenhuma outra amiga de Missy.



Tão Próximas que pediam justiça pelo assassinato de Missy na ocasião, e até a descoberta da verdade ainda clamavam por justiça.
Em 1989, Karen Severson e Laura Doyle foram sentenciadas a 15 anos de prisão por assassinato em segundo grau.

Existe um Filme que conta a história de Missy.
Titulo : Amizade Perigosa. ( A Killer among Friends )
É perfeito. Eu vi varias vezes, mas não encontro mais.


Cena do filme baseado na história de Missy


Você leu um resumo até agora, abaixo vou postar a história com mais detalhes.


Michele Yvette "Missy" Avila (8 de fevereiro de 1968 - 2 de outubro de 1985) foi uma adolescente americana que foi assassinada por sua melhor amiga, Karen Severson e outra amigo, Laura Doyle, em outubro de 1985.

Michele Avila e suas amigas cresceram em Arleta, Los Angeles, em San Fernando Valley.  Michele Avila e Karen Severson tinha sido melhores amigas desde que tinham oito anos de idade. Severson supostamente ficou com ciúmes de Avila, porque ela foi considerada mais popular e atraente no colegial. Severson também estava chateada porque Avila começou a passar menos tempo com ela, optando por passar mais tempo com os meninos. Severson depois começou um boato de que Avila tinha tido relações sexuais com vários garotos. Como resultado, Avila foi espancada por um grupo de meninas que a acusaram de dormir com os seus namorados.

Durante o primeiro ano das meninas na escola, Avila começou a namorar um rapaz chamado Randy. Avila rompeu o relacionamento depois de um mês devido a festanças constantes do namorado Randy. Logo após o término dos dois, Severson e Randy começaram um relacionamento e acabaram se mudando para um apartamento juntos. Severson disse mais tarde a mãe de Avila, Irene, que ela, certa vez, viu Randy puxando Avila para o seu colo. Avila disse a Randy não estava interessada em reacender seu relacionamento e aconselhou Severson a romper com Randy. O incidente irritou Severson e ela parou de falar com Avila. Dez dias antes da morte de Avila, as duas tiveram uma briga em um parque do bairro. De acordo com testemunhas, Severson ameaçou Avila com uma garrafa de cerveja quebrada e, em seguida, empurrou e deu um tapa nela.

Em 2 de outubro, Avila disse à mãe que ela estava saindo com a amiga, Laura Doyle. Doyle buscou Avila. Quatro horas depois, Doyle chamou a mãe de Avila e pediu para falar com Missy. Depois que a mãe de Avila disse a Doyle que ela pensou que sua filha estava com ela, Doyle disse que ela tinha “saído fora” com três rapazes dirigindo um Camaro azul. Depois de colocar gasolina no carro, Doyle disse que ela chamou Avila mas ela entrou no carro com os três rapazes e foram embora.
Túmulo de Missy


Em 5 de outubro, o corpo de Avila foi encontrado de bruços no riacho Big Tujunga Canyon em Angeles National Forest. Ela tinha sido afogada em oito centímetros de água, o cabelo de comprimento na cintura foi cortado e havia um tronco de árvore de quatro metros em cima de seu corpo.

Julgamento e conseqüências

Irene Avila disse mais tarde que ela não tinha nenhuma razão para suspeitar que Severson ou Doyle estivessem envolvidas na morte da filha. Ambas compareceram ao funeral de Avila e Doyle enviou a família um cartão de simpatia, juntamente com R $ 20. Severson também foi morar com Irene Avila por um tempo, em um esforço para consolar a família. OLHA A CARA DE PAU! Severson também ficou aparentemente obcecada com o assassinato. Ela visitou várias vezes o túmulo de Ávila, cobriu as paredes de seu quarto com fotos de Avila e recortes de jornais sobre o crime, e visitou várias vezes o riacho onde foi encontrado o corpo de Avila. Em determinado momento, ela disse a Irene Avila que tinha visto o fantasma de Ávila.

A polícia não tinha pistas sobre o caso e o caso foi arquivado. Três anos após a morte de Avila, uma adolescente que testemunhou as três meninas entrando na floresta, mas só viu Severson e Doyle saindo de lá contatou a policia. Severson e Doyle foram presos e acusados ​​de assassinato em primeiro grau. De acordo com os promotores, Severson e Doyle atraíram Avila até o riacho e, em seguida, começaram a gritar com ela sobre sua suposta promiscuidade. Ambas as meninas a acusaram de ter relações sexuais com seus namorados e disseram que ela tinha estragado muitos relacionamentos. As duas então seguraram a cabeça de Avila com seu corpo de bruços em aproximadamente cinco dedos de água. Para manter seu corpo virado para baixo na água, elas colocaram um tronco de árvore em cima do corpo.

Em março de 1990, Severson e Doyle foram condenadas por homicídio em segundo grau, de 15 anos à prisão perpétua. Os jurados mais tarde disseram que não estavam convencidos de que o assassinato foi planejado e rejeitou a primeira acusação de assassinato em primeiro grau. Karen Severson foi libertada da prisão em 09 de dezembro de 2011 depois de cumprir 21 anos. Laura Doyle foi libertada da prisão em dezembro de 2012 depois de cumprir 22 anos.

Na cultura popular

O caso inspirou um livro e um filme de televisão. O filme, chamado Amizade Perigosa, A Killer Among Friends, é estrelado por Tiffani-Amber Thiessen e Patty Duke. Super indico. O filme é bem fiel ao caso.
Um livro, chamado Missy’s Murder (O assassinato de Missy), foi escrito por Karen Kingsbury que cobriu o caso.
O caso foi destaque em um episódio de Mulheres mortais “Deadly Women” chamado de Delinquentes Mortais "Deadly Delinquents".

             PATTY DUKE on ET For A Killer Among Friends 1992
                   




Uma pena que não tem legenda. Pra quem entende inglês vale a pena assistir. Eu tinha em VHS, mas nunca encontrei em DVD. Assisti no Youtube mesmo:
Parte 1 do filme.


Parte 2 


Parte 3


Parte 4


Parte 5


Parte Final


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Dr.Jack Kevorkian 'O Dr Morte'


Jack Kevorkian
( Pontiac, Michigan ,26 de maio de 1928) também conhecido como Dr. Morte, se tornou bem conhecido por sua luta para fazer do suicídio assistido um direito de todos. Médico patologista aposentado que inventou a “máquina do suicídio”, Kevorkian ajudou a mais de 130 doentes terminais dos Estados Unidos a colocarem um fim em suas vidas.

O residente Dr. Morte


Jack Kevorkian, o filho único de refugiados armênios, concluiu o segundo grau com dezessete anos de idade e então ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade de Michigan, onde se graduou em 1952, como médico patologista.
Ele ganhou o apelido Dr. Morte logo no início de sua carreira, ainda como médico residente, ao fotografar os olhos de pacientes mortos para experiências. Naquela época, defendia que os órgãos de pacientes mortos fossem retirados e utilizados em transplantes e, por conta disso, foi convidado a deixar a residência médica.

Em 1970, após publicar alguns trabalhos controvertidos, Kevorkian se tornou chefe da patologia do Hospital Geral de Saratoga, em Detroit. Ele permaneceu nesse cargo até o fim dos anos 70 quando abandonou sua carreira como patologista.

Suicídio assistido

Nos anos 80 Kevorkian passou a se dedicar aos suicídios assistidos para ajudar doentes terminais a pôr um fim às suas vidas. Sua crença era de que as pessoas tinham o direito de evitar uma morte sofrida e demorada e terminar suas vidas com a ajuda de um médico que lhe assegurasse uma morte tranqüila. Segundo um cronista, Kevorkian amava a eutanásia com o mesmo entusiasmo com que algumas pessoas amam o futebol.

Em 1988 ele construiu a máquina do suicídio que possibilitava aos pacientes a cometer suicídio apertando um botão que liberava uma série de drogas no organismo. Após as autoridades médicas de Michigan revogarem a licença médica de Kervokian em 1991, ele não pôde mais prescrever drogas e passou a usar monóxido de carbono em seus suicídios assistidos.
Em junho de 1980 prestou assistência ao suicídio de sua primeira paciente, Janet Adkins, de Portland, Oregon. Ela tinha 54 anos e sofria do Mal de Alzheimer. Alguns dias depois, um juiz de Michigan indiciou Kevorkian. Em dezembro de 1990 as denúncias de assassinato contra Kevorkian pela morte de Janet Adkins foram arquivadas, o que encorajou Kevorkian a ajudar mais de 130 pessoas a morrer.

Um dos casos deixou muitas dúvidas na opinião pública quanto aos critérios adotados pelo médico. Rebecca Lou Badger, 39 anos, era tida como portadora de esclerose múltipla. Morreu assistida por. Kevorkian. Feita a necrópsia, não foi constatada qualquer evidência da doença que teria sido utilizada como justificativa para terminar com a sua vida.

Ações judiciais
Legisladores e promotores tentaram criar obstáculos às ações de Kevorkian. Em 1993 o Poder Legislativo de Michigan baixou uma lei que tornava crime alguém fornecer conscientemente a outra pessoa os meios para cometer suicídio, com pena de quatro anos de prisão. A Suprema Corte de Michigan declarou em dezembro de 1994 que a lei era constitucional. Kevorkian enfrentou julgamento por quatro vezes por denúncias de suicídio assistido, sendo absolvido em três processos e tendo um julgamento anulado por falhas processuais.

No entanto, em março de 1999, Kevorkian enfrentou um julgamento por acusações de homicídio em vez de suicídio assistido. Thomas Youk estava morrendo de uma doença que não permitia a ele próprio administrar as drogas, o que teve que ser feito por Kervokian. O médico documentou a morte de seu paciente em vídeo, que foi ao ar num dos programas de maior audiência da televisão americana, o 60 Minutes, no dia 22 de novembro de 1998. Kevorkian foi denunciado por homicídio qualificado três dias depois.

Neste julgamento, Kevorkian dispensou o advogado que o havia defendido nos casos anteriores e insistiu em se defender pessoalmente. Quando o juiz decidiu que a viúva e o irmão de Thomas Youk não podiam depor como testemunhas, Kevorkian ficou sem argumentos de defesa e foi condenado pelo júri por homicídio simples a 25 anos de prisão, mas com direito a liberdade condicional a partir de 2007, por causa de sua idade avançada. Kevorkian admitiu ter ajudado mais de 130 pessoas a se suicidar, mas insistiu em afirmar que não havia matado diretamente a ninguém.

A história de Kevorkian foi para o cinema num documentário de 2005, com direção da vencedora do Oscar, Bárbara Kopple.




Angry 'Dr. Death' on defensive

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Mary Bell a mais jovem homicida da História !


"Eu sei que ele está morto. Queria vê-lo no caixão."


Filha de mãe solteira, prostituta e mentalmente perturbada, foi forçada a fazer sexo com os clientes de sua mãe, entre os 4 e 8 anos de idade.
Mary Bell foi condenada por asfixiar Martin Brown em 25 de maio de 1968, um dia antes de seu 11º aniversário. Matou com a ajuda da amiga Norma Bell.

Suas duas vítimas tinham 3 e 4 anos, também foi acusada de tentar estrangular quatro outras meninas.
Foi responsável pela vandalização da enfermaria escolar e de escrever ameaças nas paredes.
Foi considerada culpada de homicídio involuntário em 17 de dezembro de 1968, tendo o júri o conhecimento de seu diagnóstico onde psiquiatras descreveram sintomas clássicos da psicopatologia.

Foi liberada da custódia em 1980 e foi concedido anonimato para começar uma nova vida com sua filha, que nasceu em 1984,e seu marido. Vinte e sete anos depois de sua condenação, e após a morte de sua mãe, Mary Bell aceitou falar à jornalista Gitta Sereny sobre sua infância, O resultado é uma biografia chamada "Gritos no Vazio".

O nome Mary Bell entrou no dicionário legal - uma Ordem Mary Bell proíbe a publicação de toda e qualquer informação que possa identificar uma criança envolvida em procedimentos legais - e ainda é uma espécie de senha para a crueldade infantil. 

Mary Flora Bell nasceu em Newcastle Upon Tyne, Inglaterra, em 26 de maio de 1957, filha ilegitima de Betty Bell, uma prostituta mentalmente perturbada de 17 anos de idade. Em 11 de maio de 1968 Bell, então com 10 anos, e sua amiga Norma Joyce Bell (coincidência elas terem o mesmo sobrenome, não havia grau de parentesco) brincavam com o primo dela, de 3 anos, em um abrigo antiaéreo em desuso, quando ele aparentemente caiu e se feriu. No dia seguinte, três meninas de 6 anos reclamaram de Bell ter "apertado seu pescoço". Em 15 de maio a polícia conversou com Mary e Norma Bell. Em 25 de maio dois meninos encontraram o corpo de Martin George, de 4 anos, em uma casa em ruínas. No dia seguinte, Bell tentou estrangular Norma Bell e teve de ser contida a bofetadas pelo pai de Norma. Naquele mesmo dia, mais tarde, uma escola infantil foi invadida e vandalizada. Foram encontrados quatro bilhetes com as mensagens: "Foda-se, nós matamos, cuidado, Fanny e Faggot", "Nós matamos Martain Brown, foda-se seu bastardo", "Eu mato para que eu possa voltar", "Vocês estão ferrados porque nós matamos Martain Vai Brown você Bete Procure por aí HÁ Assassinos por FANNY e Faggot, seus idiotas". 

Em 30 de maio Bell bateu na porta da casa da família de Brown e pediu para falar com Martin. A Sra. Brown respondeu que "Martin está morto", ao que Bell teria dito: "Oh, eu sei que ele está morto. Queria vê-lo no caixão". (o que ela queria ver mesmo era o sofrimento da mãe de Martin). Dois meses mais tarde, em 31 de julho, Brian Howe, de 3 anos, desapareceu. Bell contou à irmã Pat que ele podia estar brincando com alguns blocos de concreto perto de um terreno baldio. Seu corpo foi encontrado lá às 23:00 horas daquela noite.

Ele havia sido estrangulado, tinha cortes nas pernas e uma perfuração no abdome. Mil e duzentas crianças locais foram interrogadas, e Norma Bell confessou ter estado presente quando Brian foi morto. Disse que Mary Bell era a culpada. Bell disse que Norma Bell havia estrangulado o menino.

As duas garotas foram a julgamento, para o espanto de todos que custavam a acreditar que uma criança com aquela carinha de anjo seria capaz de tamanho crime horrendo, em 5 de dezembro de 1968, e enquanto Norma se comportava de maneira infantil, Mary Bell parecia se divertir, se esquivando das perguntas dos advogados. Um psiquiatra a descreveu como: "Inteligente, manipuladora, perigosa." Bell havia dito que queria ser enfermeira para poder enfiar agulhas nas pessoas, "eu gosto de machucar pessoas". Norma Bell foi absolvida, mas em 17 de dezembro Bell foi condenada pelo "assassinato em função de redução de responsabilidade" de dois meninos. Ela foi enviada para a Red Bank Special Unit, de fevereiro de 1969 a novembro de 1973. Tornou-se masculina na aparência, o que provocou um comentário de sua mãe: "Jesus Cristo, o que ainda vai ser? Primeiro assassina, e agora lésbica" (aff não vou nem comentar tamanha ignorância dessa mãe). 

Em setembro de 1977 ela fugiu da prisão de Moor Court Open, fez sexo com um rapaz e foi recapturada depois de três dias. Ela foi libertada em 14 de maio de 1980 e conseguiu um emprego em uma escola infantil. (Não quanto a vocês leitores, mas eu achei isso um ABSURDO!)

Em 2002 Bell foi ao Tribunal solicitar que sua nova identidade e seu novo endereço fossem mantidos em sigilo para sempre, a fim de proteger sua filha, que nasceu em 1984.

Ela conseguiu a "Ordem Mary Bell" em 21 de maio de 2003. Cinco anos antes, a jornalista Gitta Sereny recompensara Bell por sua colaboração em Cries Unheard, um livro sobre sua vida, o que levou muita gente a acreditar que ela deveria sair do anonimato.

Acredita-se que a recompensa recebida por Bell tenha sido algo em torno de 16 mil libras, e Bell e o namorado de 40 anos usaram esse dinheiro para adquirir uma casa na Costa Sul. Quando a localização foi descoberta, a policia transferiu outra vez Bell e sua filha.




Mary Flora Bell

Albert Hamilton Fish 'O BIXO PAPÃO'


Albert Hamilton Fish
(19 de Maio, 187016 de Janeiro, 1936) foi um pedófilosado-masoquista, serial killer e canibal.

É também conhecido como Gray Man, Werewolf of Wysteria (Lobisomem de Wysteria), the Brooklyn Vampire (Vampiro de Brooklyn) e The Bogeyman (Bixo Papão).

Fish gabou-se de ter “tido crianças em cada estado” e afirmou que molestou cerca de 100 crianças. Durante a sua vida foi apenas suspeito de cinco mortes.
Fish confessou três homicídios e ter atacado duas outras pessoas. Foi também julgado pelo rapto e assassinato de Grace Budd (Veja a Baixo ). Fish foi condenado á cadeira eléctrica.

Albert Fish nasceu em Washington em 1870. O seu pai era quarenta e três anos mais velho que sua mãe e vários membros da sua família tinham doenças mentais ou sofriam de extremismos religiosos.

Aos 5 anos o seu pai sofreu um ataque cardíaco e a mãe deixou-o num orfanato. No orfanato ele era frequentemente agredido.
Fish descobriu que gostava da dor física e começou a ter erecções quando era agredido, o que o influenciou a gostar do sadomasoquismo.
Aos 7 anos sua mãe o tirou de lá porque havia conseguido um emprego.
Em 1882, aos 12 anos, Fish começou uma relação homossexual com um rapaz que trabalhava no telégrafo, que o incentivou a beber urina e a praticar coprofagia.
Fish começou a visitar casas-de-banho públicas onde observava rapazes a despirem-se e aí passava grande parte dos seus fins-de-semana.
Aos 9 ele caiu de uma cerejeira e machucou-se seriamente na cabeça, o que mais tarde causara dores de cabeça e pequenos problemas mentais (é muito comum acontecer isso entre os assassino em série na infância).

Em 1898 a sua mãe arranjou-lhe casamento com uma rapariga nove anos mais nova. Eles tiveram seis filhos: Albert, Anna, Gertrude, Eugene, John e Henry Fish.
Um ano depois, aos vinte anos mudaram-se para Nova York, onde começou a ter relações sado-masoquistas homossexuais.
Em Nova York ele começou a estuprar crianças e participar de "atividades bizarras". Fish começou a trabalhar como pintor e continuava a molestar rapazes, a maioria com menos de seis anos.
Um dia, um dos seus amantes masculinos levou-o a um museu de cera, onde Fish ficou fascinado com a bissetriz de um pénis. Pouco depois desenvolveu um interesse móbido por castração. Durante uma relação com um homem mentalmente retardado, Fish tentou castrá-lo, mas o homem assustou-se e fugiu.
Fish começou a intensificar as suas idas a bordéis, onde podia ser chicoteado e agredido.
Em 1903 foi preso por desfalque e cumpriu a sua pena em Sing Sing Correctional Facility, onde tinha relações sexuais com outros presos.

Em Janeiro de 1917 a sua mulher deixou-o por John Straube. Depois disto, Fish começou a ouvir vozes. Uma vez enrolou-se numa carpete, explicando que estava a seguir instruções do apóstolo João.
Por volta desta altura Fish tinha uma grande necessidade de masoquismo: pegava em bolas de algodão, embebia-as em álcool e pegava-lhes fogo no seu ânus, começou a espancar-se a si mesmo com um remo e espetava agulhas no seu corpo. Entre o seu recto e o seu escroto. Normalmente ele retirava-as, mas começou a inseri-las tão profundamente que já não as conseguiu tirar.
Raios X feitos posteriormente revelaram 29 agulhas na sua região pélvica.
Aos 55 anos começou a sofrer alucinações e ilusões. Fish acreditava que Deus lhe ordenava para torturar e castrar rapazes pequenos. Os médicos afirmaram que Fish sofria de uma psicose

Em 1910 começou uma onda de homicídios. Atacou Thomas Bedden, em Wilmington, Delaware. Depois apunhalou um menino mentalmente retardado em 1919 Georgetown, Washington, D.C.. As suas vitimas preferidas eram meninos com doenças mentais ou negros, que ele achava que não seriam procurados.
Por volta de 1920 Fish viajou por 23 estados americanos pintando casas, ele via nesse trabalho como a perfeita oportunidade para cometer suas atrocidades às criancinhas. Fish lia frequentemente a bíblia e dizia que a voz de Deus o mandava matar.

Em Julho de 1924, Fish encontrou Beatrice Kiel, de 8 anos, a brincar sozinha na fazenda de seus pais. Fish ofereceu-lhe dinheiro para o ajudar a procurar ruibarbo nos campos vizinhos. Beatrice esteve quase a ir com Fish, mas a sua mãe afugentou-o. Fish voltou á fazenda e tentou dormir no celeiro, mas o pai de Beatrice encontrou-o e Fish foi-se embora.

Grace Budd
No dia 25 de Maio de 1928 Edward Budd põe um anúncio na edição de domingo do the New York World: "homem jovem, 18, deseja a posição no campo. Edward Budd, 406 West 15th Street." Três dias depois, Fish, com 58 anos, visitou a família Budd em Manhattan, sob o pretexto de contratar Edward.
Ele apresentou-se como Frank Howard, um agricultor de Farmingdale, Nova York.
Foi então que conheceu Grace, irmã de Budd, então com 10 anos. Fish prometeu emprego a Edward e disse que o iria mandar buscar em alguns dias.
Na sua segunda visita ele aceitou contratar Budd, e convenceu os pais, Delia Flanagan e Albert Budd I, a deixar a Grace acompanhá-lo a uma festa de anos naquela tarde, em casa de sua irmã. Grace saiu com Fish e nunca mais voltou.
A 5 de Setembro de 1930, a polícia prendeu Charles Edward Pope por suspeito pelo rapto. Pope foi acusado pela sua mulher e esteve preso durante 108 dias, entre a sua prisão e o seu julgamento, a 22 de Dezembro de 1930.

A carta (Atenção: se vc é sensível NÃO leia!!!!!!!!!! Ele conta detalhes da morte!!!! É Chocante!!! )

Sete anos depois, em Novembro de 1934, uma carta anónima foi enviada aos pais de Grace Budd:

Querida Mrs. Budd

Em 1894 um amigo meu embarcou no Steamer Tacoma, Capt. John Davis. Eles navegaram de S. Francisco para Hong Kong, China . Quando chegaram lá, ele e dois outros desembarcaram e embriagaram-se. Quando eles voltaram o barco tinha ido. Na altura houve fome na China.
A carne de qualquer espécie foi de $1-3 por libra. O sofrimento era tão grande entre os pobres que as crianças com menos de 12 anos eram vendidas para comida, para impedir outros morrerem de fome. Meninos e meninas com menos de 14 anos não estavam seguros na rua.
Você pode entrar em qualquer loja e pedir bifes. A parte do corpo nu de um menino ou menina era mostrada e eles tiravam apenas que você queria. As partes de trás de um menino ou menina é a parte mais doce do corpo e é vendido como costeleta de carne de vitela pelo preço mais alto. John ficou lá tanto tempo, que adquiriu gosto pela carne humana. No seu regresso a Nova Iork ele roubou dois meninos, de 7 e 11. Levou-os para casa, despiu-os e atou-os num armário.
Depois queimou tudo o que eles tinham. Várias vezes durante o dia e noite ele batia-lhes – torturava-os – para fazer a sua carne mais tenra.
Primeiro ele matou o menino de 11 anos, porque ele tinha o rabo mais gordo e naturalmente a maior parte de carne dele. Todas as partes do seu corpo foram cozinhadas e comidas excepto a cabeça – ossos e tripas. Ele foi assado no forno (todo do seu rebo), fervido, grelhado, frito e guisado. O menino mais pequeno foi seguinte, da mesma maneira. Na altura eu vivia em 409 E 100 St, perto deles. Ele dizia-me frequentemente que a carne humana era boa, e eu decidi provar.

Num domingo, dia 3 de Junho de 1928, fui chamado por si a at 406 W 15 St. Levei um pote de queijo com morangos. Lanchamos. A Grace sentou-se no meu colo e beijou-me. Decidi-me a comê-la. Sob o pretexto de a levar a uma festa. Tu disseste que sim, que ela podia ir. Eu levei-a para uma casa vazia em Westchester, que já tinha escolhido.

Quando chegámos lá, mandei-a ficar fora. Ela apanhou flores silvestres. Eu fui lá para cima e despi toda a minha roupa. Eu sabia que se não o fizesse ficaria com o seu sangue. Quando ficou tudo pronto, fui á janela e chamei-a. Então escondi-me num armário até que ela chegasse ao quarto. Quando ela me viu nu começou a chorar e tentou descer as escadas. Agarrei-a e ela disse que iria contar á mãe. Primeiro despi-a. Como ela lutava – mordia e arranhava. Abafei-a até á morte, depois cortei-a em pequenas partes. Cozinhei e comi. Como era doce e tenro o seu pequeno rabo. Levou-me nove dias para comer todo o corpo. Não a forniquei. Ela morreu virgem.


A senhora Budd  não sabia ler, então o seu filho leu-a por ela. Fish admitiu mais tarde ao seu advogado que tinha mesmo violado Grace. Fish era um mentiroso compulsivo, contudo pode ser falso. Ele disse á polícia, que “nunca entrou na sua cabeça” violar a menina.

A carta foi enviada num envelope com um pequeno emblema em forma de hexágono, com as letras "N.Y.P.C.B.A." (New York Private Chauffeur's Benevolent Association).
Um zelador da companhia disse á polícia que ele tinha levado alguns artigos de papelaria para casa, mas tinha deixado-os em sua casa no 200 East 52nd Street, quando se mudou. A dona da cada disse Fish tinha deixado o quarto uns dias antes e que o filho de Fish lhe tinha enviado dinheiro e Fish pediu-lhe que guardasse o quarto.
O detective William F. King, esperou pelo regresso de Fish. Mais tarde detiveram Fish, que aceitou ir à sede do interrogatório prestar declarações, mas quando passou a porta investiu sobre King, com uma navalha em cada mão. King coseguiu desarmá-lo e levou-o para a esquadra. Fish não negou o homicídio de Grace Budd, dizendo que foi até á casa do Budd para matar Edward e não Grace.

Descobertas depois da sua prisão

A 11 de Fevereiro de 1927, Billy Gaffney brincava no corredor de fora do seu apartamento com o seu amigo Billy Beaton. Ambos desapareceram, mas o amigo foi encontrado no telhado do apartamento. Quando perguntaram a Beaton o que tinha acontecido a Gaffney , ele respondeu que o papão o tinha levado.
Inicialmente Peter Kudzinowski foi apontado como suspeito da morte do menino. Mas, Joseph Meehan viu a foto de Fish no jornal e identificou-o como o homem que viu a 11 de Fevereiro, tentanto acalmar um rapaz que transportava dentro de um carrinho de compras. O rapaz não queria vestir o casaco e estava a chorar pela mãe. O rapaz foi então arrastado para fora do carrinho. A polícia afirma que a descrição do rapaz corresponde a Billy Gaffney, cujo corpo nunca foi encontrado.
A mãe de Billy visitou Fish na prisão para tentar saber mais detalhes, ao que Fish respondeu “Eu levei-o para Riker Ave. Uma lixeira. Havia uma casa sozinha, não muito longe dali. Eu levei o corpo para aí. Tirei-lhe a roupa, amarrei-lhe os pés e mãos. Queimei-lhe as roupas e atirei os seus sapatos para a lixeira. Voltei e pus o carrinho na 59 St. No dia seguinte levei ferramentas… ”

Prisões Anteriores
Fish casou a 6 de Fevereiro de 1930, em Waterloo, New York com “Mrs. Estella Wilcox” e divorciou-se uma semana depois. Fish foi detido em Maio de 1930 por “mandar uma carta obscena a uma mulher negra que respondia a anúncios para criada ”. Foi mandado para o hospital psiquiátrico de Bellevue em 1930 e 1931, depois das suas detenções.

Julgamento
O julgamento do homicídio de Grace Budd começou a 11 de Março de 1935, em Nova York. Este julgamento demorou dez dias.
Fish alegou insanidade e declarou ouvir vozes de Deus, que lhe diziam para matar crianças. Vários testes psiquiátricos testemunharam sobre os fetiches sexuais de Fish, bem como urofilia, coprofilia, pedofilia e masoquismo.
Um psiquiatra testemunhou a insanidade de Fish, mas o testemunho de Mary Nicholas, sua filha adotiva de 17 anos alterou esta versão.
Mary Nicholas afirmou que Fish tentava introduzir nos seus filhos e filhas em práticas masoquistas e molestação de crianças. O juiz declarou-o são e culpado, e condenou-o á pena de morte.
Depois da sentença, Fish confessou o homicídio de Francis X. McDonnell, de 8 anos, morto em Staten Island.
No dia 15 de Julho de 1924, Francis brincava em frente de sua casa. A mãe de Francis viu um velho a passar, abrindo e fechando os punhos. Mais tarde, o velho foi visto novamente a observar Francis e os amigos a brincar. O corpo de Francis foi encontrado num bosque, onde um vizinho tinha visto Francis e o velho passarem. Francis foi assaltado e estrangulado com os seus suspensórios.

Possiveis vítimas
Fish negou quaisquer envolvimentos com outros homicídios. Contudo é suspeito de 3 outras mortes. O detective William King acredita que Fish é o Vampiro de Brooklyn, um violador e assassino, que atacava preferencialmente crianças.
1927 - Yetta Abramowitz, 12 anos. Foi estrangulada e espancada no telhado de um apartamento de cinco andares. Morreu num hospital pouco depois de ter sido encontrada.
O assassino escapou, mas 20 detetives e muitos polícias caçavam um “jovem alto” , que se dizia que tentava aliciar jovens raparigas da vizinhança para corredores e becos a 14 de Maio de 1927.
1932 - Mary Ellen O'Connor, 16 anos. O seu corpo mutilado foi encontrado nos bosques em Far Rockaway, Queens a 15 de Fevereiro de 1932, perto de uma casa que Fish pintou.
1932 - Benjamin Collings, 17 anos
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Fish"


ALBERT FISH-by M.C./AKA Baron Samedi

religiosa.

A & E Biography Albert Fish


ALBERT FISH TRAILER

Ottis Toole


Ottis Toole (5 de março de 1947 - setembro de 1996) nativo de Jacksonville, Flórida. Autor de incontáveis crimes e homicídios em diversos estados dos EUA.

Infância:
Seu pai era alcoólatra e logo foi embora, deixando Toole aos cuidados de sua mãe fanática religiosa e sua irmã, que lhe vestia em roupas da menina "para brincar". A confusão de Toole foi agravada por sua avó, uma alegada satanista, que marcou em Ottis "a criança demônio", e algumas vezes o levou para o cemitério roda onde usava partes de corpos humanos em encantos de “magia”.


Toole fugiu de casa várias vezes mas sempre voltava. Ele sofreu convulsões e derivada satisfação ateando fogo em casas abandonadas no seu bairro.
Questionado mais tarde sobre a sua escolha de alvos, contou Toole: "Eu apenas odiava vê-las paradas em pé lá."

Histórico:
Por sua própria admissão, Toole cometeu seu primeiro assassinato com 14 anos. A vítima, um vendedor viajante, ele levou para fora da cidade entre as árvores para fazer sexo. Depois, Toole "ficou nervoso", e atropelou o homem com seu próprio carro.


Classificado como retardado com um QI de 75, Toole desistiu da escola na oitava série. Sua primeira prisão, por vadiagem, foi registrada em agosto de 1964, e outras, seguiram-se, construindo uma ficha preenchida de incontáveis pequenos roubos. Ele casou-se rapidamente, mas sua noiva partiu depois de três dias por repudiar a homossexualidade do marido.

 
Em 1974, Toole viajou pelos estado do oeste dos EUA em uma antiga pick-up. Embora não se tenha certeza, evidências indicam que ele tenha feito pelo menos 4 vítmas em um período de 6 meses.
Patricia Webb, de 24 anos de idade, foi morta em Lincoln, Nebraska, em 18 de abril de 1974. Em 19 de setembro, um pistoleiro solitário invadiu um salão de massagem em Colorado Springs, a empregada Yon Lee foi apunhalada e sua garganta talhada antes do atacante estuprar, apunhalar e disparar contra sua colega de trabalho Sun Ok Cousin.

Foi ateado fogo em ambas as mulheres, mas Lee sobreviveu para descrever o seu assaltante. A polícia, por razões ainda pouco claras, prendeu - e finalmente condenou - Park Estep, um soldado com características parecidas com as de Toole e que também possuía uma pick-up.
Em 10 de Outubro, Ellen Holman, de 31 anos de idade, foi raptada em Pueblo, Colorado, e morta com três tiros na cabeça e largada perto da fronteira Oklahoma.

Os investigadores suspeitam agora que Toole cometeu todos esses crimes.
Dois anos mais tarde, Toole conheceu Henry Lee Lucas em Jacksonville e o levou para casa para beber, conversar e fazer sexo. Eles tinham muito em comum, partilhando memórias de assassinatos, prevendo um momento em que eles pudessem caçar juntos. Em 1983, segundo a polícia, eles haviam atravessado o continente juntos várias vezes, aniquilando vítimas ao acaso num ritmo vertiginoso.


Em 14 de Janeiro de 1977, Toole assustou parentes casando-se com uma mulher 24 anos mais velha. O relacionamento era curioso desde o primeiro dia, e Novella Toole logo encontrou-se dividindo Ottis com Henry Lucas e outros desconhecidos.
"Algumas noites depois que casamos", disse ela, "ele me disse que ficava muito nervoso, principalmente se ele não podia obter um homem. Ele poderia se enfurecer, disse ele, e então não poderia se excitar com uma mulher."
Eles se separaram em 1978, Lucas e Toole mudaram para a casa da mãe de Toole, partilhando quartos com a irmã Drusilla Powell e seus filhos, Frank e Frieda.
A dupla encontrou trabalho em uma empresa chamada Southeast Color Coat, em Jacksonville, mas a gerente Eileen Knight lembra que eles desapareciam com freqüência, às vezes por semanas em um período.

"Ottis iria entrar e sair", disse ela, "E nós o contrataríamos sempre que voltasse porque ele era um bom trabalhador." A patroa de Toole, Betty Goodyear, disse de Ottis e Henry:
"Eles saíam da cidade, sempre desaparecendo. Tudo com o que Toole se preocupava era aquele velho carro. Penso que estavam a usá-lo para roubar pessoas, pois eles sempre pareciam ter muito dinheiro." Ao longo do caminho, Toole supostamente introduziu Lucas para um culto satânico, o "Hand of Death", que raptava crianças e praticava sacrifícios humanos.

A mãe de Toole morreu em maio de 1981, após uma cirurgia, e a perda foi dura para ele. Ottis assombrou o cemitério, algumas vezes durante a noite, estendendo-se no chão perto do túmulo de sua mãe, supostamente sentindo a terra mover-se abaixo dele. Pouco tempo depois, sua irmã, Drusilla, morreu pela sobredosagem de um fármaco, foi considerado um provável suicídio, e seus filhos foram despachados para casas juvenis.
Sozinho, uma vez que Lucas estava na prisão, Toole planejou crimes, bebeu pesadamente e tomou pílulas. Foi nesse período - em 27 de julho - que Adam Walsh, de seis anos de idade, desapareceu de um shopping em Hollywood, Flórida, e sua cabeça decepada foi posteriormente recuperada em um canal de Vero Beach em 10 de agosto.

Lucas regressou em outubro, libertado de uma prisão em Maryland, e juntos deram um jeito de recuperar Frieda Powell's de uma casa juvenil em Polk County. Em janeiro de 1982, autoridades estavam procurando a menina em Jacksonville, e ela fugiu para o oeste com Lucas. Toole soube de sua partida dois dias depois, e ele caducou em "seu mundo interno", andou de um lado para outro murmurando sobre a traição de Henry. Ele vagou pelo país para esquecer e matou ao longo do caminho, ele alegou ter feito nove vítimas em seis estados entre janeiro de 1982 e fevereiro de 1983.

 
Em 23 de maio e 31 de 1983, duas casas foram incendiadas no bairro de Toole em Jacksonville. Um adolescente cúmplice apontou Toole em 6 de junho, e ele livremente confessou a criação um número estimado de 40 incêndios nas duas últimas décadas. No dia 5 de agosto foi condenado por incendiar casas e pegou 20 anos de prisão.

As declarações de Toole esclareceram 25 assassinatos em 11 estados, e ele admitiu que participou com Lucas em outros 108 homicídios. Toole também deu algumas dicas sobre o seu interesse em satanismo mas se limitou a nomear apenas alguns membros de cultos satânicos.

Em 21 de outubro de 1983, Toole confessou o assassinato de Adam Walsh, surpreendendendo o chefe de polícia Leroy Hessler com os detalhes que foram "pavorosos além crença". Como Hessler disse aos meios de comunicação: "Há certos pormenores que só ele poderia saber. Ele fez isso. Eu obtive alguns detalhes que ninguém mais poderia saber. Ele me convenceu." Apesar do endosso, oficiais revogaram sua opinião algumas semanas mais tarde, emitindo declarações de que Toole deixou de ser um suspeito no crime.

 
Outro caso perturbador foi a carnificina de Colorado Springs em 1974. Toole confessou, em setembro de 1983, o ataque ao salão de massagem, novamente forneceu detalhes do crime, mas procuradores embaraçados rapidamente montaram sua contra-ataque. Após horas de hostil interrogatório, Toole jogou a toalha. "Certo", disse ele a autoridades, "Se vocês dizem que eu não matei ela, talvez eu não tenha matado." (Numa estranha e desagradável conciliação, Park Estep mais tarde foi libertado - embora seu nome não tenha sido formalmente inocentado, a curiosa exibição de misericórdia pela carnificina em Colorado convenceu alguns observadores que o Estado aceitou a culpa de Toole, mas recusou-se a reconhecer publicamente um erro.)

Em 28 de abril de 1984, Toole foi condenado em Jacksonville pelo incêndio que matou George Sonnenberg, de 64 anos de idade, em janeiro de 1982. Condenado à morte por esse delito, ele foi indiciado um mês depois pelo assassinato de Ada Johnson, de 19 anos, em Tallahassee, no decurso de fevereiro de 1983.

A condenação trouxe uma segunda condenação à morte, mas ambos foram comutada para prisão perpétua em apelação. Em 1991, Toole alegou culpa em mais quatro homicídios na Flórida, recebendo uma supérfluo quarteto de novas penas de prisão perpétua. A polícia em Hollywood, Flórida, estava revendo o caso Adam Walsh quando Toole morreu de cirrose em setembro de 1996.

O caso continua oficialmente não-resolvido, embora os pais de Adam (e muitos investigadores policiais) estejam convencidos da culpa de Toole.
Ironicamente, o nome da Toole raramente foi mencionado nas controvérsias das confissões de Henry Lucas. Mas, nenhum esforço foi feito para contestar a participação de Toole em, pelo menos, uma contagem de homicídios de costa a costa dos EUA.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Ottis_Toole"



Ottis Toole


Ottis Toole Part 1


Ottis Toole Part 2



Ottis Toole Part 3


Ottis Toole Part 4


Ottis Toole Part 5

Thug Behram O maior serial killer da história


O maior assassino do mundo e da história respondia ao nome de Thug Behram. Um indiano que estrangulou 931 pessoas entre 1790 e 1830. Behram era seguidor do sikhismo ou sijismo, uma religião hindu seguida por 23 milhões de pessoas no mundo que se desenvolveu durante o conflito entre o islã e o hinduísmo e que combina o monoteísmo muçulmano com tradição indiana.

Ele preferencialmente assassinava sua vítimas com o "rumal" um lenço cerimonial branco e amarelo.Outro método de asfixia usada pelo indiano era o uso de um laço de seda com uma peso de chumbo pendurado nas pontas, parecido as boleadeiras dos gaúchos.Normalmente, Behram não atuava só, senão que muitas vezes saía com seu séquito de capangas, um bando entre 30 e 50 homens apelidados de os "Thugee", uma liga de assassinos considerados como sendo a primeira rede de mafiosos do mundo. Eles eram tão temidos pelas forças colonizadoras britânicas que hoje em dia "thug" é sinônimo de delinqüente.Quando finalmente as forças Britânicas capturaram o assassino na Índia, Thug proclamou com muito orgulho suas matanças, ainda que não recordava o número exato de assassinatos que havia cometido pelas próprias mãos. Thug Behram é considerado o maior serial killer não militar da história e dificilmente alguém tome dele este posto.

O pior Serial Killer conhecido é um indiano chamado Thug Behram, que matou pelo menos 931 vitimas. Usandos trajes ritualísticos, ele strangulou com um cordão amarelo e branco, no distrito de Uttar Pradesh, Índia, entre 1790 e 1840. Thug Behram foi líder de um culto de assassinos indianos que de acordo com o Guinness, foi responsavel por aproximadamente 2 milhoes de mortes.

Dava certinho com a Rainha Bathory srsrsr

Luis Alfredo Gavarito



Em 1999, o colombiano Gavarito confessou estuprar, torturar e matar 140 crianças em 5 anos de matança. Foram encontrados 114 esqueletos. Em seu bolso, o matador carregava um velho caderno, onde em 140 linhas estavam simbolizadas cada uma de suas vítimas.

Os corpos mutilados, a maioria masculinos com idade entre 8 e 16 anos, foram descobertos em mais de 60 cidades da Colômbia Os corpos estavam decapitados e com sinais de amarradura e mutilação.
A Caçada Nacional foi disparada depois que 36 corpos em decomposição foram encontrados perto da cidade de Pereira, em 1997. 

Na época da investigação, as suspeitas eram de que se tratava de casos relacionados com rituais de magia negra. As autoridades também suspeitaram de tráfico de órgãos e pedofilia. 


Depois de 18 meses de investigação, Garavito foi preso sob acusação de estuprar uma criança, em Villavivencio.
Nascido na Colômbia, na região cafeeira, era o mais velho de sete crianças. 

Foi repetidamente espancado pelo pai e violentado por dois vizinhos. 
Garavito também era alcoólatra grave, além de ter sido tratado por depressão e tendências suicidas. Declarou ter cometido a maioria dos crimes enquanto bêbado. Estudou somente por 5 anos, e saiu de casa aos 16 anos. Trabalhou como caixeiro de loja e vendedor de rua de imagens religiosas e cartões de oração. Os promotores do caso declararam que ele encontrava suas vítimas nas ruas, ganhando sua confiança ao dar-lhes refrigerantes e dinheiro. Aparentemente, cometeu o primeiro assassinato em 1992.

A polícia só se deu conta que havia um serial killer à solta depois que 25 corpos foram encontrados na cidade de Pereira. As vítimas foram encontradas com a garganta cortada, e alguns traziam nos corpos sinais de tortura e estupro. Eram crianças pobres, que perambulavam pelas ruas do mercado ou moravam na rua. Garavito era conhecido como PATETA, O LOUCO e O PADRE. 

Se apresentava como vendedor de rua, monge, indigente, doente ou representante de fundações fictícias para idosos e educação infantil. Dessa maneira, conseguia entrada livre nas escolas como palestrante.

Mudou-se para diversas partes do país depois que começou a matar grande número de vítimas, em 1994. Passou um tempo no Equador, mas não se sabe quantas vítimas fez ali.br>A maioria dos assassinatos ocorreu no estado de Risaralda e sua capital, Pereira. 

Quarenta e um corpos foram encontrados ali e 27 na cidade vizinha de Valle de Cauca. 
Em maio de 2000, na cidade de Bogotá, foi condenado a 1.853 anos de prisão.


El mundo segun pirry - Luis Alfredo Garavito pt.1



Terça-feira, Junho 24, 2008


DOCUMENTÁRIO REABRE INVESTIGAÇÃO SOBRE SERIAL KILLER NO DISCOVERY CHANNEL.

“Rastro de um assassino” revela se Luís Alfredo Garavito, o maior assassino em série de crianças da história, poderá recuperar sua liberdade em 2010
 
Luís Alfredo Garavito violou, assassinou e mutilou mais de 223 crianças em 11 estados da Colômbia. Foi condenado a uma pena máxima de 40 anos e ficou conhecido como o maior assassino em série da história. No domingo, 29 de junho, às 21h (horário de Brasília), o Discovery Channel reabre a investigação do caso com a estréia da produção original RASTRO DE UM ASSASSINO. O programa, de uma hora de duração, centra-se em uma das investigações mais exaustivas e extensas já realizadas na Colômbia para identificar, capturar e processar Luís Alfredo Garavito, um pedófilo e assassino em série.
 
Além de fazer uma minuciosa e detalhada cronologia do rastro de morte que Garavito deixou em sua passagem pela Colômbia e por cidades fronteiriças do Equador, na década de noventa, RASTRO DE UM ASSASSINO mostra o advento da DIJIN, policial judicial da Colômbia. Neste laboratório forense criado pela Procuradoria, foram descobertas as identidades de muitas das vítimas e foi possível provar cientificamente a culpa de Garavito.
 
O Discovery Channel reabre a investigação com o objetivo de verificar se Garavito, apesar de seus crimes hediondos, poderia ser absolvido antes de 2010 por concessões outorgadas pela lei colombiana. Para criar uma nova versão para o documentário, uma produção original exibida pela primeira vez na América Latina em 2002, o Discovery Channel entrevista o Procurador Geral da Colômbia, Mario Iguarán, e o psiquiatra Mauro Torres.

Iguarán questiona o código penal vigente na Colômbia e revela se Garavito pode aspirar à diminuição de pena que outorga a lei colombiana a presos que reúnem certos requisitos. Mauro Torres, por sua vez, depois de estudar o caso durante vários anos, trata de explicar os transtornos mentais que levaram Garavito a cometer os crimes, e responde se ele pode ser reabilitado ou reintegrado à sociedade.


RASTRO DE UM ASSASSINO é um documentário original do Discovery Channel Latin America, produzido pela empresa audiovisual colombiana WYFTV. A direção é da jornalista Adriana Villamaría.
 
tirado de http://lineupdth.blogspot.com/2008/06/documentrio-reabre-investigao-sobre.html

Robert William Pickton



Conhecido como o assassino da fazenda de porco, ele vendia a carne das vitimas junto com a dos porcos.


Um criador de Porcos acusado de matar 26 mulheres.
O maior caso de assassinatos em serie da história do Canadá.

As supostas vitimas estão entre uma lista de mais de 60 mulheres que teriam desaparecido das ruas de Vancouver desde 1980. A maioria desapareceu nos anos 90.

Em Fevereiro de 2002, a policia invadiu uma imunda fazenda de criação de porcos administrada por Robert Pickton e o indiciou pelo assassinato de 2 mulheres da lista. Conforme os investigadores faziam buscas na fazenda de Robert nos meses seguintes, o número de acusações de assassinato contra ele começou a crescer constantemente, certo ponto chegando a 27.
Desde então uma das acusações foi retirada por falta de provas.

Na ocasião da prisão, Pickton havia abandonado o trabalho na fazenda, criando apenas alguns porcos para vender a amigos e vizinhos. A fazenda em Port Coquitlam, a cerca de 50 quilómetros de Vancouver, se tornou menos e menos ativa conforme os subúrbios de Vancouver se expandiram e a família de Pickton vendia porções de sua terra para a construção de habitações e de shoppings que hoje cercam a propriedade.
 Apesar do número de indiciamentos, a policia foi criticada algumas vezes pela falta de ação no caso. A maioria das vitimas eram prostitutas e dependentes de drogas das ruas de Downtown Eastside, o bairro mais pobre de Vancouver. Enquanto o número de mulheres desaparecidas subia no fim dos anos 90, alguns familiares e lideres comunitários acusaram a policia de não levar a sério as suspeitas locais de que um serial killer estava matando prostitutas.
Porém a policia insiste ter investigado as denuncias, mas alega que os desaparecimentos eram muitas vezes difíceis de ser confirmados e investigados por que muitas das mulheres não tinham residência permanente e mantinham pouco contato com suas famílias. E a policia diz que não tinha provas dos assassinatos por que nenhum corpo havia sido encontrado.

Investigações:

Uma vez que os investigadores fizeram buscas na fazenda de Pickton, as dúvidas pareceram desaparecer. Dezenas de Investigadores Forenses passaram meses na propriedade. Eles analisaram toneladas de terra e realizaram testes de DNA. Mas pouco mais do que isso é conhecido publicamente sobre as acusações contra Pickton.

Restrições à publicação tornaram ilegal para os jornalistas relatar qualquer evidência até que elas sejam apresentadas no julgamento.
PS: Igualzinho o Brasil rsrsrsr



Pickton jury warned



Robert Pickton Guilty Verdict: Trisha Baptie's Reaction


ROBERT PICKTON PIG FARM MURDERS IN PORT COQUITLAM-1
Este é o titulo de videos no youtube nos quais se pode ver a busca.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Arthur Gary Bishop - mentor do programa "Big Brother"



Um devoto mórmon, Bishop gostava de passar muito tempo com crianças. Depois de ser processado por apropriação em Utah, mudou de nome e desapareceu.


Com o nome Roger Downs, participou do Big Brother América.
Acampava com crianças. Molestava e matava.


Quando a policia o levou para um interrogatório de rotina, ele confessou seus crimes e admitiu ter molestado inúmeras crianças, e ainda acariciava-as depois de mortas. A moda mórmon, ele declarou que estava feliz por ser pego, porque só assim não o faria outra vez. Morreu por injeção letal em Junho de 1998.


Início da vida


Na juventude, Bishop foi um mórmon devoto, e estudante de honra.
Ele cresceu na pequena cidade de Hinckley,
Bishop começou a molestar meninos como mentor do programa "Big Brother".


Ninguém suspeitou inicialmente dele, apesar de dezenas de crianças que o acusaram de abuso depois que ele foi preso por assassinato.
Ele foi preso por peculato ( é um dos tipos penais próprios de funcionário público contra a administração em geral, isto é, só pode ser praticado por servidor público, embora admita participação de terceiros) , em 1977, e tendo em conta um período de cinco anos de pena suspensa, mas ele conseguiu sua condicional e fugiu para Salt Lake City, passou a molestar crianças sob o pseudônimo " Roger Downs "Bishop matou sua primeira vítima, em 1979.


Ele cometeu os próximos três assassinatos ao longo de um período de três anos, tentou saciar sua violenta vontade torturando e matando animais.


Depois de cometer o quinta assassinato em Julho de 1983, ele se aproximou da polícia ( sem admitir que tinha cometido o crime), identificou-se pelo seu apelido, e disse que queria ajudar a investigação.
A polícia local olhou nos seus relatórios anteriores e constatou que " Roger Downs" vivia nos arredores dos quatro assassinatos. Levaram-no para interrogatório, descobriram seu verdadeiro nome e, finalmente, o fizeram confessar a todos os cinco assassinatos.


No dia seguinte,
ele levou a polícia a três esqueletos perto de Cedar Fort e mais dois cadáveres recentes perto de Big Cottonwood Creek.


Julgamento e execução


Durante seu julgamento, Bishop afirmou que tinha um vício em pornografia infantil moldando suas violentas fantasias sexuais e, eventualmente, levou-o a representá-las. Ele, no entanto, foi considerado culpado de cinco acusações de homicídio qualificados, cinco crimes de sequestro agravados, e uma contagem de abusar sexualmente de um menor, e condenado à morte.


Após sua condenação, ele escreveu em sua carta,


" A pornografia é um fator determinante na minha queda.
De alguma maneira eu me tornei sexualmente atraído por rapazes e gostaria de fantasiar sobre eles nus. Algumas livrarias oferecem educação sexual, fotográficos ou livros de arte que, por vezes continham fotos de meninos nus. Eu comprei esses livros e os usei para melhorar minhas fantasias masturbatórias ... Encontrar aquisição de materiais sexualmente excitantes se tornou uma obsessão.
Para mim ver a pornografia, era acender um pavio de uma banana de dinamite.
Fiquei estimulado e tive que satisfazer meus desejos ou iria explodir. Todos os meninos tornaram-se meros objetos sexuais. Minha consciência foi dessensibilizada e meu apetite sexual inteiramente controlou minhas ações."


Ele foi executado por injeção letal na Prisão Estadual de Utah no ponto da Montanha. Antes de sua execução, ele expressou remorso por seus crimes.


Vítimas
Alonzo Daniels, 4 anos, 14 de outubro de 1979
Kim Peterson, 11 anos, 8 de novembro de 1980
Danny Davis, de 4 anos, 20 de outubro de 1981
Troy Ward, de 6 anos, 23 de junho de 1983
Graeme Cunningham, 13 anos, 14 de julho de 1983

Robert Christian Hansen



Modelo de Pai e padeiro.
Bob se tornou o mais ativo serial killer na história do Alaska.
Entre 1973 e 1983, este piloto exímio e ávido caçador levava prostitutas e dançarinas para sua cabana nas florestas. Ele as levava de avião para um vôo sem retorno.

Ali, as estuprava e assassinava. Depois de alguns dias em que as mantinha como escravas sexuais, soltava-as na floresta e as caçava como animais, enquanto tentavam fugir desesperadamente.
Para este 'esporte' usava sofisticados rifles de caça.

Bob confessou 17 assassinatos no que chamava de ' projeto verão '.
Em 1984 foi sentenciado à prisão perpétua.
Tem esperanças de se tornar escritor. Duas editoras já ofereceram contratos para que conte suas histórias.

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