sábado, 15 de outubro de 2011

Teorias Modernas da Criminalidade

O conteúdo desta postagem foi retirado e adaptado do 3º volume dos 3 volumes dos livros "Mente Criminosa"  As ilustrações também foram retiradas do livro.

Aproveito para agradecer a divulgação e os comentários dos leitores.




O psicólogo forense Paul Britton se descrevia como o "homem do quebra-cabeça". A avaliação da psicologia do criminoso é o processo que reúne uma grande variedade de pistas para poder construir uma imagem completa da personalidade.


Ao longo do século XX, os psicólogos estudaram as causas profundas da personalidade criminosa. No entanto, apesar de já ter se passado um século desde A Interpretação dos Sonhos (1900), de Sigmund Freud, grande quantidade de explicações psicológicas contemporâneas do desenvolvimento das personalidades violentas ou sexualmente problemáticas continua baseada nas teorias freudianas.

A teoria freudiana concentra a atenção sobre como as relações no seio da família afetam a maneira como uma pessoa cria formas de lidar com outras fora do círculo familiar. Por exemplo, segundo Freud, todas as crianças do sexo masculino experimentam um conflito entre o amor que sentem pelo pai e o ciúme por conta da relação deste com a mãe. Se a mãe for muito permissiva ou o pai for ausente, a criança não consegue resolver o seu ciúme e pode desenvolver ódio pelas mulheres e expressar isso atacando-as. Essa parecia ser a motivação do "assassino das universitárias", Edmund Kemper.

No entanto, a teoria de Freud não consideram muitos outros aspectos que levam ao desenvolvimento de uma personalidade criminosa, incluindo um fator que os psicanalistas contemporâneos ressaltam frequentemente: o ponto em que esses conflitos da infância emergem novamente como uma característica da rebelião adolescente contra os pais. Isso pode resultar em uma atividade violenta se não for tratada de forma adequada pela família no momento oportuno.
O psicanalista alemão Eric Erikson complementou a teoria freudiana básica nesse sentido. Quando era jovem, conheceu a filha de Freud, Anna, que o incentivou a estudar psicanálise infantil no Instituto de Psicanálise de Viena.
Em 1933 ele se mudou para os Estados Unidos e lecionou nas universidades de Yale e Harvard enquanto estudava a influência da sociedade das crianças norte-americanas. Seu primeiro livro, publicado em 1950, foi intitulado Infância e Sociedade. Ali, ele apresentou o conceito de crise de identidade: o conflito que acompanha cada passo no desenvolvimento da identidade pessoal. 

O psicanalista Eric Erickson começou estudando a influência da sociedade e da cultura no desenvolvimento de crianças. Ele identificou a ocorrência de oito "crises de identidade" durante a vida do indivíduo.


Erickson definiu oito fases da vida durante as quais as crises interpessoais devem ser resolvidas:

1. Fase oral-sensorial, do nascimento aos 12/18 meses. A alimentação do bebê resulta em um relacionamento amoroso e confiante com quem exerce a função ou desenvolve-se um sentimento de desconfiança.

2. Fase muscular-anal, dos 18 meses aos 3 anos. As energias da criança estão direcionadas a melhorar as habilidades físicas, como caminhar e aprender usar o banheiro. A vergonha e a dúvida podem se desenvolver se a etapa não for tratada com cuidado.

3. Fase da locomoção, dos 3 aos 6 anos. A criança se torna mais independente e assertiva, mas pode desenvolver culpa se os comportamentos agressivos não forem controlados.

4. Etapa de latência, dos 6 aos 12 anos. A criança está na escola e deve dominar novas competências, caso  contrário, podem se desenvolver sentimentos de inferioridade e fracasso.

5. Fase adolescente, dos 12 aos 18 anos. Pode ser um período de confusão. O adolescente deve alcançar um sentido de identidade em áreas como a sexualidade, o trabalho, a política e a religião.

6. Adulto jovem, dos 19 aos 40 anos. É o momento em que deverá desenvolver relações íntimas. Se não, haverá um sentimento crescente de isolamento.

7. Adulto intermediário, dos 40 aos 65 anos. A criatividade diminui e a estagnação ameaça. As pessoas devem encontrar uma forma de se relacionar com a próxima geração.

8. Maturidade, dos 65 até a morte. É o momento de entrar em um acordo com a própria vida, lutando contra a falta de esperança e desenvolvendo o sentimento do dever cumprido.

Cada fase de crise está claramente definida por um elemento negativo, na ordem seriam desconfiança; vergonha e dúvida; culpa; inferioridade; confusão; isolamento; estagnação e desesperança.
Embora o sistema de oito etapas de Erikson tenha sido criticado, ele identificou pontos críticos na vida tanto no desenvolvimento quanto na maturidade, quando um sentimento de identidade pessoal é confrontado e pode criar um comportamento antissocial ou levar à alienação. As fases 3 a 5 são aquelas em que é mais provável que surja a personalidade patológica criminosa se as crises de identidade forem muito graves.
Um exemplo disso é a chamada "tríade Macdonald". Macdonald, psicólogo norte-americano, propôs que o psicopata em desenvolvimento podia ser identificado por três características progressivas na infância: molhar a cama, provocar incêndios e ser cruel com animais.
A maioria dos psicólogos criminalistas não concorda com a generalização de Macdonald. Embora esses comportamentos sejam frequentes na história de vários serial killers, este seria mais um caso da generalização que vai do particular ao geral.

COMPORTAMENTO CONDICIONADO


O psicólogo e vencedor do Prêmio Nobel Ivan Pavlov, pioneiro da psicologia comportamental.

No sentido oposto da teoria freudiana se encontra o trabalho dos "teóricos da aprendizagem", com destaque para o principal deles, o psicólogo experimental norte americano B.F. Skinner (1904-1990). Ele acreditava que o comportamento de uma pessoa se desenvolvia como resultado da vivência das consequências desse comportamento e do aprendizado que podia tirar disso. Skinner fez muito do seu trabalho experimental com animais, especialmente pombos, que eram treinados para responder, de forma particular, a estímulos específicos...


B.F Skinner teorizou que o comportamento de uma pessoa está "condicionado" - muda e se desenvolve -, aprendendo das consequências desse comportamento.

...De fato, era a continuação dos experimentos sobre condicionamento animal realizadas originalmente pelo psicólogo russo e vencedor do prêmio Nobel Ivan Pavlov, no início do século XX.

Skinner desenvolveu a "caixa de Skinner", que contava com uma alavanca e uma luz. O animal era colocado na caixa e rapidamente descobria que se pressionasse a alavanca quando a luz estivesse acesa, receberia alimento como recompensa...

Caixa de Skinner

...A partir desta e de outras observações. Skinner passou a aplicar o princípio do "condicionamento operante" nos seres humanos. No entanto, os animais experimentais de Skinner tinham uma gama muito limitada de estímulos e as recompensas - os "reforços" - eram igualmente limitadas. Os seres humanos são capazes de escolher entre uma ampla gama de experiências que provocam satisfação. Mas são poucas as ocasiões em que, depois da primeira infância, o comportamento continua sendo moldado apenas pela recompensa ou pelo castigo. O grande número de reincidentes nas prisões é uma prova disso.

No entanto, os criminosos certamente aprendem com a experiência, mas isso se deve menos às respostas condicionadas do que ao raciocínio. O agressor provavelmente começa tirando vantagem de uma oportunidade, como a criança que pega um brinquedo alheio ( ou a pomba que de repente recebe um grão como recompensa). Porém, conforme se torna mais experiente, ele começa a ver suas ações criminosas sob uma luz mais abstrata e consegue imaginar as consequências e as implicações que podem ter.

O "Canibal de Milwakee", Jeffrey Dahmer, (vide http://pasdemasque.blogspot.com/2008/11/jeffrey-dahmer.html) não planejou seu primeiro assassinato, mas logo desenvolveu sua técnica para encontrar suas vítimas e dopá-las antes de assassiná-las. David Canter chamou esse tipo de planejamento de "cálculo criminal".

AS TEORIAS DE EYSENCK

O psicólogo britânico Hans Eysenck estudou a distinção fundamental de Jung entre extrovertidos e introvertidos durante a década de 1950. Jung enxergava uma escala contínua que ia da introversão até a extroversão e disse que todos poderiam ser colocados em algum lugar ao longo dessa escala.
Eysenck propôs duas dimensões principais para cada personalidade: uma escala que vai de extroversão até introversão e a outra de estável para instável. Tal ideia tem a forma de um diagrama. Em dois lados, as escalas vão de estável até extrovertido e de extrovertido até instável. Nos outros dois lados vão de estável para introvertido e de introvertido para instável.


O psicólogo Hans Eysenck, que considerava que a personalidade criminosa era uma combinação de fatores hereditários e ambientas.


Diagrama representando a escala de tipos de personalidade de Eysenck. A maioria das pessoas se encontra em um dos quatro lados do diamante.

Os quatro lados do diamante recebem os nomes de tipos de personalidade que foram descritos pela primeira vez 500 anos atrás:

- estável para extrovertido: sanguíneo
- extrovertido para instável: colérico
-estável para introvertido: fleumático
-introvertido para instável: melancólico

A maioria das pessoas está em algum lugar no meio desse intervalo. O tipo sanguíneo revela qualidades de liderança, é animado e calmo, falastrão e sociável. O tipo colérico avança em direção à instabilidade pela impulsividade, irritabilidade, agressividade e agitação e pode ser muito sensível. O tipo fleumático é calmo, de humor estável e cheio de ideias, mas conforme a tendência para a introversão aumenta, torna-se demasiado cuidadoso e passivo. O tipo melancólico é pouco sociável, pessimista, de opiniões rígidas, ansioso e temperamental. Consequentemente, as personalidades instáveis devem ser de tipo colérico avançado ou melancólico.
Eysenck foi duramente criticado, pelo menos parcialmente por basear suas teorias na hipótese, que ele disse ter criado experimentalmente, de que os indivíduos diferem geneticamente na sua capacidade de aprendizagem, em especial na sua capacidade de responder às condições do ambiente. Ele também assumiu que o crime pode ser uma escolha racional e natural para certos indivíduos por conta da possibilidade de maximizar o prazer e minimizar a dor. Portanto, acreditava que a personalidade criminosa estava baseada em uma combinação de fatores hereditários e ambientais.
Eysenck foi forçado a introduzir uma terceira dimensão da personalidade, que chamou de psicoticismo: a pessoa tende a ser solitária, cruel e à procura de sensações. Como essa dimensão se adaptava às dimensões de introversão - extroversão e estável - instável não era claro, mas Eysenck a associava com a criminalidade. Um estudo recente que incluiu criminosos e não-criminosos deu certo apoio às suas teorias. Os extrovertidos instáveis e os extrovertidos psicóticos instáveis foram encontrados somente entre os criminosos.
Os introvertidos estáveis foram encontrados apenas entre os não-criminosos. Os introvertidos instáveis e os extrovertidos estáveis eram encontrados em ambos os grupos.



A personalidade Criminosa

Durante muitos anos, psicólogos vem procurando métodos para avaliar e definir os diversos aspectos da personalidade humana e estabelecer os padrões de normalidade. Ao mesmo tempo, alguns pesquisadores têm dificuldades para determinar se podem ser feitas generalizações sobre a personalidade criminosa "normal" e em que medida ela difere das normas da população geral. Investigadores comparam testes de personalidade de criminosos famosos e de pessoas "não-criminosas" que supostamente devem representar a norma comum.
Há mais de 30 tipos diferentes de testes de personalidade. Existem avaliações de QI, testes de associação livre, o teste Rohrchach (em que a pessoa deve interpretar um simbolismo inerente de ma mancha simétrica de tinta) e - aquele que tem sido considerado o mais confiável na avaliação da personalidade criminosa - O Minnesota Multiphasic Personality Inventory (MMPI)

Uma figura Rohrschach, a qual não tem conteúdo representacional inerente e que é gerada ao dobrar uma folha de papel sobre uma gota de tinta. Quem faz o teste diz o que "vê" no padrão resultante e as suas respostas podem dar ao psicólogo uma ideia sobre sua personalidade.

Quem quiser fazer o teste http://www.cyf.com.br/mmpi/teste.html é avaliado por profissionais.
Nesse aqui o resultado sai na hora http://www.galenoalvarenga.com.br/testes-psicologicos/mmpi-2-online-teste-psicologico-para-avaliar-personalidade-e-transtornos-mentais e aqui tem outros tipos de testes, como depressão etc... http://www.galenoalvarenga.com.br/

TESTANDO A PERSONALIDADE

O MMPI foi desenvolvido na década de 1950. É um questionário de 550 frases em que os indivíduos devem decidir se a frase é verdadeira ou falsa quando aplicada a si próprio. Há um número de frases de confirmação incorporadas ao questionário que foram criadas para detectar as respostas falsas.
O teste está dividido em dez escalas e a pessoa obtém uma pontuação em cada uma delas. Não há pontuação em global. Cada um dos dez pontos é exposto em um gráfico a partir do qual a personalidade pode ser avaliada (veja box acima).
A espaca Pd (4)  foi especialmente concebida para distinguir os delinquentes do resto dos grupos. Um estudo realizado em 1967 concluiu que na maioria das vezes essa diferenciação entre criminosos e não-criminosos ocorre de forma apropriada. No entanto,, aqueles que tinham abandonado a escola, fossem delinquentes ou não, tinham uma pontuação Pd maior que os outros, assim como jovens ambiciosos, profissionais empreendedores, empresários agressivos, atores profissionais e aqueles que tinham, acidentalmente, atirado em alguém durante um acidente de caça. Um estudo mais recente (em 1993) sugeriu que uma combinação dos resultados das escalas 4(Pd) e 9(Ma) poderia ser melhor na hora de prever a criminalidade, mas a praticidade de tais testes na criminologia permanece duvidosa.

O TESTE DO "NÍVEL-I"

Outro tipo de teste de personalidade é o da "maturidade interpessoal" ou "nível-I". As pessoas são avaliadas em suas habilidades sociais e designadas a um dos sete níveis de desenvolvimento de maturidade em ordem crescente. Resumidamente, os sete níveis-I são:

I-1: autoconsciências básica de si mesmo, distingue-se daquilo que não faz parte de sua pessoa.
I-2: diferenciação entre pessoas e objetos
I-3: distinção de regras sociais simples
I-4: consciência das expectativas dos outros
I-5: empatia com os outros e compreensão da diferenciação dos papéis
I-6: diferenciação entre o papel social e o papel de si mesmo
I-7: plena consciência do processo de integração entre si mesmo e os outros.

Uma pessoa que atinge a maturidade social plena é aquela que conseguiu passar com sucesso pelas crises de identidade anteriores postuladas por Erikson.
Estudos feitos na década de1970 descobriram que todos os criminosos condenados eram socialmente imaturos em certo grau, ficando nos níveis 2,3 ou 4.
O nível I-2 representa uma pessoa preocupada apenas com suas próprias  necessidades, incapaz de compreender ou prever as reações dos outros. As pessoas neste nível foram divididas em "associais e agressivas" (ativamente exigentes e agressivas quando ficam frustradas) e "associais passivas" (se isolam e reclamam quando ficam frustradas).
No nível I-3, as pessoas mostram certa consciência dos efeitos do seu comportamento sobre os outros; consideram o ambiente como algo que pode ser manipulado pelo exercício do poder e dependem de regras rigorosas do tipo " é ou não é". Estão divididos em "conformistas culturais", que adaptam o seu comportamento a um determinado grupo delinquente e "manipuladores associais" que tentam usar a autoridade para chegar aos seus objetivos.

As pessoas I-4 estão preocupadas com o status e o respeito. Imitam os papéis dos outros, possivelmente se identificam com alguns heróis e criam normas rígidas para eles mesmo que podem produzir sentimentos de inadequação. Aqueles considerados "neuróticos" podem fingir suas reações de culpa para não tomar consciência de sua inadequação ou tornar-se emocionalmente perturbados por conta da ansiedade. Outros reagem de forma imediata às crises familiares ou pessoais. Um quarto grupo vive sob a influência de suas próprias crenças delinquentes.
Os resultados tanto dos testes do MMPI quanto do nível-I sugerem que existe uma relação distinguível entre a assertividade e a criminalidade, a hostilidade, o ressentimento da autoridade e o comportamento psicopata. No entanto, existe uma desvantagem inerente à investigação que tem sido feita usando algum desses testes. Todos os estudos compararam criminosos condenados com pessoas que não eram criminosas, sem passagem pela polícia. Porém, esse grupo poderia muito bem conter criminosos que tinham evitado a detenção e a condenação (uma questão que já tinha sido levantada por Brent Turvey).
Além disso, algumas das características de personalidade encontradas nos criminosos condenados poderiam muito bem não derivar de algo inerente à sua natureza ou da infância, mas de sua relação com o sistema de justiça, o que poderia certamente resultar em um ressentimento contra a autoridade.

vide post: http://pasdemasque.blogspot.com/2008/11/quem-nunca-viu-it-o-palhao-assassino.html


William Heirens, 17 anos de idade, (supostamente, porque há controvérsias e eu particularmente acho que talvez não tenha sido ele) matou duas mulheres em seus apartamentos em 1945 e posteriormente desmembrou e sequestrou uma menina de seis anos de idade. Após matar a sua segunda vítima, deixou uma mensagem com batom em uma parede: "Pelo amor de Deus, prendam-me antes que eu mate mais alguém, não consigo me controlar". Ele disse que os assassinatos foram cometidos por outro elemento da sua personalidade, que ele chamava de "George Murmam".
Vide post: http://pasdemasque.blogspot.com/2009/01/william-george-heirens-o-assassino-do.html



Post sobre Richard Ramirez http://pasdemasque.blogspot.com/2008/11/nascido-no-ano-de-1960-em-el-paso-texas.html

Pessoal, vou aproveitar para indicar o livro "Mentes Perigosas, o psicopata mora ao lado" de Ana Beatriz Barbosa Silva. O livro é ótimo, mas conheço algumas pessoas que ficaram assustadas e não terminaram o livro porque começaram a achar que todo mundo era psicopata rs. Eu adorei o livro. FICA A DICA.




6 comentários:

VICENTE DIAS disse...

INTERESSANTE O ESTUDO, GRATO.

Larissa disse...

muito bom o seu blog, mas está a meses desatualizado, tenta postar pelo menos 1x por mes rsrsrs, eu to lendo esse livro e realmente estou muito impressionanda e não confiando em mais ninguem.

Anne disse...

haha, obrigada pelo elogio e me desculpe pela demora em atualizações, é q trabalho muito e esse blog é meio q um hobby pra mim, há vezes em que não tenho tempo. Mas sempre q possível eu atualizo sim.
É verdade, esse livro faz com que não confiemos em mais ninguém, mas é preciso saber distinguir. abraço.

Anónimo disse...

muito interessante o seu blog, mas a figura q colocou não pertence as manchas de Rohrchach, e tb é importante salientar que os testes de personalidade que colocou como a maioria que existem não estão auferidos para toda a população, por exemplo não estão auferidos para a população brasileira logo as respostas que se lhe retiram dali são subjectivas, por isso mesmo um individuo não pode ser avaliado apenas plo MMPI, tenho qu conjugar outras provas de personalidade. Os traços de personalidade vriam de cultura para cultura. A psicologia deve ter sempre em conta a cultura q o ujeito esta inserido

Macabéa disse...

Poxa vida! Tirei de um livro, mas obrigada pelas informações =D continue lendo o blog e comentando, agradeço.

Unknown disse...

Parabéns pelo blog! Você tem muita dedicação! Eu já li este e outros livros da Ana Beatriz. Todos ótimos!