terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Paul Bernardo & Karla Homolka 'The Barbie and Ken Killers'


Ela uma jovem popular e linda.
Ele um jovem lindo e problemático.

Era tudo muito bom para ser verdade.
Em 1990 Karla une-se a um contabilista profissional considerado sofisticado e rico.

Seria o início de uma união que seus familiares e amigos jamais esqueceriam.
Aliás, ninguém esqueceria.
Paul e Karla eram originais e selvagens na cama, e ela o amava tanto que se tornava dependente de Paul, fazendo absolutamente tudo para manter seu "amor".


Porém o que realmente os diferenciava da maioria dos casais foram os diversos anos em que Karla tornou-se submissa as situações ultrajantes as quais seu "amor" impunha.

Paul não perdoava o fato de Karla não ser virgem quando se conheceram, deixando-o obsecado pela virgindade de Tammy, irmã mais nova de Karla, convencendo-a de que era sua responsabilidade “oferece-la” a ele, sem o conhecimento ou consentimento da irmã, e aceitando ainda a idéia de registrar todo o evento como uma boa lembrança, uma prova de seu "amor" (que na minha opinião era tudo menos amor, talvez obsessão, doença, enfim...) por Paul.

Karla trabalhava em uma clínica veterinária, o que facilitava a disponibilidade dos sedativos de animais, como o halothane (um anestésico usado antes de cirurgias) que ela utilizaria na irmã para facilitar o estupro.
O objetivo jamais fora matar a irmã, mesmo com suas crises de ciúmes no verão de 1990, quando Paul e sua irmã demoraram 8 horas para chegar em casa, e as frequentes sugestões de Paul sobre seus desejos por uma garota virgem, mas apenas dopa-la com um pano molhado de sedativo e dá-la de presente de Natal para Paul, permitindo que ela respirasse e com a segurança de uma violação sem culpados.

Então, em 23 de Dezembro de 1990 Paul utilizou sua filmadora nova para fazer vídeos do Sr. e a Sra. Homolka, suas filhas, Karla, Tammy e Lori e as decorações de Natal. Para que à noite, após os outros membros da casa irem para cama, ambos pudessem trabalhar em Tammy, dobrando-a com bebidas até que ficasse fora de si, o que seria rápido com a mistura dos sedativos e do álcool.

Tão logo a garota desmaiou, Paul ligou a filmadora e começou a estuprá-la sobre o divã, enquanto Karla a mantinha desacordada, até que foi requisitada a fazer avanços sexuais em Tammy, foi quando Tammy deu um impulso para cima e eles se lembraram de que a menina não havia comido, e com o excesso de álcool tenderia a vomitar caso sua cabeça não abaixasse facilitando a respiração, o único problema é que o vômito já havia bloqueado sua respiração levando-a para morte, e qualquer tentativa de ressuscitá-la fora em vão, então Paul e Karla vestiram-na, esconderam as drogas e a câmera e chamaram a ambulância, com os pais da menina percebendo tudo apenas quando a garota era levada para fora da casa já morta. Porém todos foram induzidos a pensar que fora um acidente e que os dois nada sabiam sobre Tammy ter bebido.



A morte da garota apenas aumentou a obsessão de Paul por ela, mostrando desolado partes do vídeo para os amigos, e assistindo-o compulsivamente quando estava sozinho, sem Tammy para satisfazê-lo em seu desejo, e frustrado com a situação, costumava culpar Karla pela morte da irmã.

Karla temia não conseguir segurar aquele homem selvagem e excitado por muito tempo sem Tammy, e desesperada para torná-lo seu marido, procurava alguém tão jovem e virgem quanto a irmã como presente de casamento, foi quando uma bonita e jovem admiradora de Karla aceitou seu convite para ir passar alguns dias em sua nova casa em Bayview onde morava com Paul.




Uma vez feito o mesmo método que usara com Tammy, e vendo que ela estava adormecida, Karla chamou Paul, mostrando a garota que se assemelhava com Tammy garantindo que estava tudo sob controle, desta vez Paul gravara tudo, desde as insinuações sexuais de Karla sob a garota, até um tipo brutal de sexo anal, na qual, com sorte a moça não acordou enquanto Paul realizava seu repugnante divertimento.


Depois Karla foi deixada para limpar o sangue e colocar a garota de 15 anos na cama, no outro dia ela acordou muito mal, com dores no estômago, mas preparada para encontrar-se com Paul para o que pensava, ser sua primeira vez.

O casamento porém, apesar do belo presente de Karla, e de já ter desfrutado da virgindade de Jane, Paul com seus 26 anos tinha outros planos quanto a casar-se com aquela mulher que estava longe de ser uma virgem para suas fantasias.

Apesar de possuir outros interesses, Karla casou-se e deu-se completamente ao seu homem, que não pouparia despesas em uma cerimônia pródiga, em uma igreja histórica próxima a um lago no Niagara com cavalos, carruagens, champanhe e um jantar para cento e cinqüenta pessoas servido a Faisão.
Paul cuidaria detalhadamente do casamento, desde o vestido de $ US 2,000 que Karla usaria e seu penteado até os votos onde Karla deveria dizer “ama-o, honra-o e obedece-o”, não permitindo que o ministro pronunciasse “marido e esposa”, mas apenas “homem e esposa”.

O casamento seria para este homem apenas mais uma oportunidade de negócio grande, onde poderia chegar a gastar $ 50,000 visando obter amigos influentes. Porém o Paul que se casaria com Karla aquela noite estava muito longe de ser aquele garoto que nascera em 1964.

Do sonho ao pesadelo:

Foi no verão de 1992 que Paul se tornara excessivamente violento não só com as mulheres de quem abusava, mas com Karla, levando-a ao limite, não apenas ao magoa-la e humilha-la tantas e tantas vezes, mas foi neste verão que a série de agressões fora tão intensa, deixando seus olhos completamente pretos.

Em Janeiro de 1993, finalmente seus pais conseguiram convence-la a refugiar-se na casa de amigos da sua irmã Lori, a policia de Niagara então foi chamada levando Karla ao hospital para exames.

Numa noite de Inverno de 1993, Karla acabou no hospital depois de Paul lhe ter batido, o que serviu como detonador para que Karla o denunciasse e conseguisse um acordo com o ministério público: em troca do testemunho contra o seu marido teria uma sentença reduzida.




Karla declarou receber maus-tratos e que Paul a obrigava a participar nos seus ataques. Paul era responsável por quase vinte violações na zona onde vivia.
E ainda, os dois juntos foram condenados por drogar, violar e assassinar três adolescentes.


3 das vítimas


O casal gravava em vídeo a maioria das suas agressões. Contudo, os controversos vídeos mostraram que Karla não era uma vítima, mas sim uma participante ativa nos crimes. Os dois foram condenados à prisão: Paul a prisão perpétua e Karla a apenas doze anos, devido ao que ficou conhecido como "o pacto com o diabo".



O conteúdo abaixo foi retirado do livro "501 crimes mais notórios".

"Quando ela se preparava para o casamento, também se preparava para o momento em que ele estupraria sua irmã."

O crime: Karla Leanne Homolka nasceu em Port Credit, Ontário, Canadá, em 4 de maio de 1970, mais venha de três filhas. Loira e bonita, em 17 de outubro de 1987 ela conheceu Paul Bernardo, um atraente e sofisticado contado com confortável situação financeira. Uma hora depois de terem se conhecido, eles fizeram sexo. Em 1989 Homolka foi demitida do emprego de assistente de veterinário por roubar drogas. Na véspera de Natal daquele ano Bernardo a pediu em casamento, em um momento que Karla disse ter sido "o mais romântico da vida dela". Ela jurou fazer qualquer coisa para mantê-lo feliz. Mas havia um problema: Karla não era virgem quando eles se conheceram, e isso incomodava Bernardo. Ele convenceu Karla que era seu direito, portanto, tirar a virgindade de sua irmã mais nova, Tammy, então com 15 anos, e gravar o ato em video.

Em julho de 1990 Bernardo levou Tammy para um drinque e mais tarde contou a Karla que eles haviam "ficado bêbados e começado a transar". Karla sabia que o noivo era infiel crônico e era, na verdade, o Estuprador de Scarborough, que havia atacado doze mulheres jovens desde 4 de maio de 1987. Porém, ela o "amava" e se preparou para o casamento sabendo que também se preparava para o momento em que ele estupraria sua irmã. Dois dias antes do Natal de 1990, Karla e Bernardo misturaram sonífero à bebida de Tammy, e depois Karla pressionou um pano ensopado com Halotano contra a boca e o nariz da irmã. Eles levaram Tammy para o porão e filmaram o estupro. Ainda inconsciente, Tammy começou a vomitar. Algumas horas mais tarde ela foi declarada morta no Hospital St. Catharine. A causa da morte foi asfixia pelo próprio vômito em estado de embriaguez.
Fotografia pós-morte de Tammy Lyn Homolka tirada em St. Catharines General Hospital, no início da manhã de 25 de dezembro de 1990. As violentas, queimaduras químicas e vermelhas em volta da boca, nariz e no rosto não pareceu chamar a atenção de nenhum dos médicos ou policiais. O legista disse que sua morte foi acidental e fechou o arquivo três meses depois.

O casal se mudou para uma casa no número 57 de Bayview, Port Dalhouse, onde Karla procurou uma substituta para Tammy - e a encontrou: uma menina parecia com Tammy. Na sexta-feira 7 de junho de 1991 eles drogaram uma adolescente incauta (que age sem cautela) e a estupraram, tirando sua virgindade antes de Bernardo sodomizá-la. Na manhã seguinte ela não se lembrava do que havia acontecido. 

Oito dias depois, Bernardo conheceu Leslie Mahaffy, a sequestrou e a levou para casa, onde a estuprou repetidamente por 24 horas antes de matá-la. Enquanto isso, a adolescente que eles haviam drogado e estuprado voltava à casa de Bernardo com regularidade, onde praticava sexo oral com ele. Ela ainda pensava ser virgem, por isso se recusava a permitir relações sexuais plenas. Em 30 de novembro de 1991 Terri Anderson, uma bela e alegre adolescente de 14 anos, desapareceu. Em 16 de abril de 1992 eles sequestraram Kristen French do estacionamento da Igreja de St. Catharine. O casal passou três dias torturando a menina e gravando tudo em vídeo. Quinze dias depois do sequestro, o corpo nu de Kristen foi encontrado em uma vala.

Em 27 de dezembro de 1992 Bernardo agrediu a esposa com uma tocha. Em 5 de janeiro de 1993 ela registrou uma queixa contra ele e Bernardo foi preso. A polícia encontrou muitas provas na casa do casal. Em 14 de maio de 1993 Karla aceitou uma sentença de doze anos em troca de um depoimento contra o marido. Argumentos legais adiaram o inicio do julgamento de Bernardo até maio de 1995. Ele declarou que, embora tivesse estuprado e torturado Kristen French e Leslie Mahaffy, foi Karla quem as matou realmente. Em 2004 o Toronto Sun divulgou que na cadeia Karla havia mantido relações sexuais com "um detento com quem ela agora queria se casar". Também foi dito que ela mantinha um envolvimento homossexual com a detenta Lynda Verronneau, que mais tarde escreveu um livro sobre Karla. Em 1º de setembro de 1995 Bernardo foi condenado por todas as acusações de rapto, estupro e assassinato de Leslie Mahaffy e Kristen French. A sentença foi prisão perpétua. 

Curiosidades:

As seis fitas de vídeo mostrando a tortura e o estupro das vítimas de Bernardo e Karla foram destruídas. Karla foi libertada da Prisão Ste-Anne-des-Plaines em 4 de julho de 2005. A tentativa de mudar seu nome para Emily Chiara Tremblay não surtiu efeito, porque o pedido foi recusado no verão de 2006. 
Em fevereiro de 2007 ela teve um filho e mais tarde, naquele mesmo ano, deixou o Canadá rumo às Antilhas nas Índias Ocidentais, onde vive atualmente.

Este filme é baseado na história desse casal maléfico.


Karla - Paixão Assassina (Legendado)...Indico o filme,

 - seque o link :

http://www.youtube.com/watch?v=A24s2MNW1PA Já que não consegui incorporar aqui. 









Em alguns dos videos abaixo você verá não só "Barbie e Ken" mas outros assassinos que atuavam em dupla.

Most Evil Parteners in Crime - Part 1



Most Evil Parteners in Crime - Part 2


Most Evil Parteners in Crime - Part 3


Most Evil Parteners in Crime - Part 4


Most Evil Parteners in Crime - Part 5


paul bernardo and karla homolka murderers


Karla (2006) - The Movie Trailer


Teen Girl Kidnapped By Ken and Barbie Killers


Karla Homolka Biography


Karla Homolka Biography part-2


a tribute to the victims of the ken and barbie killers


Investigation: The Ken & Barbie Murders Part 1


Investigation: The Ken & Barbie Murders Part 2


Investigation: The Ken & Barbie Murders Part 3


Investigation: The Ken & Barbie Murders Part 4


Investigation: The Ken & Barbie Murders Part 5


3 comentários:

Anónimo disse...

eu vi o filme Karla e fiquei chocada com a historia... como é possivel uma assassina ser solta? isto mete nervos
mas Deus é justo e dar-lhe á um castigo á maneira
mas a historia toca mesmo no coraçao
ass: Misha Collins Fan :D

Krika disse...

Esse caso é cabuloso, horrível o que eles fizeram. Eu vi o filme, mas acho que perto do que houve na realidade, o filme mostra só um pouco das loucuras do Paul, a Karla é retratada como mulher submissa inocente, mas não sei se é bem assim. Na verdade, o que aconteceu foi pior ao que o filme mostra. Só pra ter uma idéia, provavelmente os dois fizeram coisas inimagináveis, só a Karla e o Paul que sabe. O que houve na casa deles foi uma sessão de horrores, violência extrema que acabou sendo fatal às meninas.

camila disse...

enojada de tanta crueldade e doença,oferecer a própria irmã para o noivo estuprar, tortura ,violência sexual e assassinato gravados em vídeo,passo mal só de tentar imaginar o horror que estas garotas passaram.