Brenda Spencer - "I don't like Mondays"
"Não gosto de segunda-feira."
Brenda Ann Spencer nasceu em 3 de abril de
1962.
Aos 16 anos, ela baixinha e muito magra, tinha
o cabelo vermelho brilhante. Um colega descreveu-a como "muito feia". Ela
não gostava da escola, mas se destacou nas aulas de fotografia.
Seus pais se separaram, e ela viveu com seu
pai na pobreza, eles dormiam em um colchão de solteiro no chão da sala de
estar. Mais tarde, a polícia encontrou várias garrafas de bebidas alcoólicas
(meio vazias) por toda a casa. Em 2001 ela acusou seu pai, Wallace Spencer, de
ter submetido-a a espancamentos e abuso sexual enquanto estava bêbado. Ele
disse que as acusações não eram verdadeiras.
No início de 1978, os funcionários da escola
em que ela estudava, disseram a seu pai que ela era suicida. No verão Spencer
foi presa por atirar para fora das janelas da escola com uma arma de chumbinho,
e por roubo. Em Dezembro sua oficial de condicional recomendou que ela fosse
internada em um hospital psiquiátrico por causa de seu estado de depressão, mas
o pai se recusou a dar permissão. No Natal de 1978, ele deu a ela uma Ruger
10/22, rifle semi-automático calibre .22 com mira telescópica e 500 cartuchos
de munição. Spencer disse mais tarde:. "Eu pedi por um rádio e ele me
comprou uma arma.” Quando perguntado por que ele poderia ter feito isso, ela
respondeu: "Eu senti que ele queria que eu me matasse."
Um mês depois de ganhar a arma, na segunda-feira dia 29 de janeiro de 1979, ela conquistou fama quando começou a atirar contra a escola Grover Elementary School, em San Diego, de sua casa, do outro lado da rua.
Spencer atirou contra o diretor Burton Wragg, 53 anos, quando ele tentava proteger as crianças. Mike Suchar, zelador, 56 anos, morreu quando tentava salvar o Sr. Wragg, que também morreu.
Spencer matou duas pessoas e feriu oito crianças e um policial. Vinte minutos após o inicio dos tiros, a polícia cercou a casa de Spencer e permaneceu ali por mais de sete horas. Enquanto ainda estava dentro da casa, um jornalista conseguiu falar com ela via telefone, ele perguntou em quem ela queria atirar, e a resposta foi: "Gosto de jaquetas vermelhas e azuis". Quando questionada sobre o motivo dos tiros, ela disse: "Não gosto de segunda-feira. Isso anima o dia...Não houve motivo, e foi só uma grande diversão...Como atirar nos patos em um lago...{As crianças} pareciam um rebanho de vacas andando por lá; foi fácil acertá-las."
Ela se entregou depois de mais de sete horas, os policiais encontraram várias garrafas de bebida pela casa, mas ela não parecia estar embriagada.
Spencer foi julgada como adulta e confessou ter cometido dois assassinatos e uma agressão com arma mortal e foi condenada a 25 anos de prisão, com possibilidade de perpétua. Na prisão Spencer foi diagnosticada como uma epiléptica, ela recebeu medicação para tratar a epilepsia e depressão. Fez quatro pedidos de condicional desde sua prisão e todos os pedidos foram negados. Depois do pedido de condicional em 2005, ela alegou que na época dos crimes havia bebido e usado pó de anjo (PCP), e também pela primeira vez disse ter sido sexualmente abusada pelo pai. "Tive de dormir na cama do meu pai até os 14 anos", ela relatou.
A Cleveland Elementary School foi fechada em 1983 por ter poucos alunos. Hoje é a Magnolia Science Academy. Há no local uma placa em memória das vítimas.
Quase
exatamente 10 anos mais tarde, houve outro tiroteio em outra escola chamada
Cleveland Elementary, só que esta fica em Stockton, Califórnia. Cinco
estudantes foram mortos e 29 ficaram feridos. O evento foi um "lembrete
sombrio" para os sobreviventes do tiroteio de 1979, que disseram terem
ficado "chocados, tristes, horrorizados" com as semelhanças estranhas
à sua própria experiência traumática.
Curiosidade:
O comentário de Spencer, "Não gosto de segunda-feira", inspirou Bob Geldof a escrever a canção numero 1 dos Boomtown Rats com esse nome. (vide video abaixo)
não consegui incorporar o clipe, mas segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=-Kobdb37Cwc
David Lashley
"Você é um homem assustadoramente perigoso"
A loira e bela herdeira Janie Shepherd, australiana, 24anos, parecia ter tudo. Às 20:40 horas de uma sexta-feira, 4 de fevereiro de 1977, ela deixou o numero 103 de Clifton Hill, em St.John's Wood, Londres, uma casa luxuosa onde vivia com a prima, Camilla Sampson, Alastair. Janie estava ansiosa para começar o final de semana que passaria com o namorado Roddy Kinkead-Weekes, jogador de cricket do MCC. Eles ficariam no apartamento dele em Lennox Garden, Knighstbridge. Janie parou no supermercado Europa, em Queensway, para comprar truta, endívia, tomates e iogurte para o jantar. Depois disso desapareceu.
No dia seguinte, às 3:15 horas, o desaparecimento foi denunciado, e em 8 de fevereiro seu carro foi encontrado em Elgin Crescent, Notting Hill, coberto de lama. Ele havia sido rasgado por dentro com uma faca e multado duas vezes por estacionamento proibido. Porém, havia poucas pistas no carro. A polícia esperava por um pedido de resgate, mas nada aconteceu. A mãe e o padrasto de Janie chegaram da Austrália dois dias mais tarde para conduzir a própria busca, mas não havia pistas, e semanas se passaram sem que houvesse nenhuma notícia. A polícia interrogou todos os criminosos sexuais conhecidos naquela região. Os pais de Janie retornaram à Austrália em 12 de abril, e seis dias depois dois colegas encontraram o corpo dela em Devil's Dyke, Nomansland Common, sul de Harpenden em Hertfordshire.
Dez semanas e seis dias haviam se passado desde o desaparecimento.
Uma autópsia revelou que Janie havia morrido por compressão do pescoço, mas o perito não conseguiu determinar se a compressão havia sido manual ou por pressão de objeto. O corpo foi encontrado vestido com roupas diferentes daquelas que ela usava no dia em que desapareceu. A decomposição não permitiu afirmar se ela sofreu abuso sexual. A polícia tomou 825 depoimentos, mas não estava nem perto de capturar o assassino quando o júri pericial anunciou o veredicto de assassinato por autor desconhecido.
O principal suspeito do caso era um boxeador chamado David Lashley. Em 13 de dezembro de 1977 ele foi preso por 18 anos por vários crimes, inclusive tentativa de assassinato e dois estupros (um deles de uma jovem loira). Pouco antes da data em que terminaria de cumprir sua pena, Lashley contou a outro detento, Daniel Reece, como havia enganado Janie em Queensway antes de sequestrá-la, estuprá-la e assassiná-la. Às 7:00 horas de 17 de fevereiro de 1989, Lashley foi solto da prisão de Frankland e preso pela morte de Janie Shepherd. Em 19 de março de 1990, depois de uma deliberação de duas horas e quinze minutos, o júri decidiu que Lashley era culpado de assassinato, e ele foi preso com pena perpétua. O juiz Alliott disse: "Você é um homem assustadoramente perigoso, tanto que a verdadeira questão é se a lei pode algum dia permitir que você seja libertado enquanto for vivo."
Susan Smith
"Senti que tinha de pôr fim à nossa vida para poupar-nos de sofrimento ou dano."
Oito dias
mais tarde, às 21:12 de 25 de outubro de 1994, ela disse à policia que havia
sido assaltada em seu carro por um homem negro, e que o assaltante levara o
automóvel com os filhos. Ela fez apelos lacrimosos na televisão pedindo pelo
retorno dos filhos. Também foi feito um pedido pela internet. Após nove dias de
investigação policial, (eles desconfiavam que ela estava mentindo, mas queriam
acreditar que as crianças pudessem estar vivas), Smith, então com 23 anos,
confessou no dia 3 de novembro. Nunca existira assalto nem homem negro.
Este video é da serie Most Evil Crimes. Mostra vários casos de mulheres assassinas e Susan está entre elas.
O pai das crianças fala sobre o caso 15 anos depois.
Susan Leigh
Vaughan Smith (nascida em 26 de setembro de 1971) é uma americana que foi
condenada à prisão perpétua pelo assassinato de seus próprios filhos. Nascida
em Union, South Carolina, ex-aluna da University of South Carolina Union, ela
foi condenada em 22 de julho de 1995 por assassinar seus dois filhos, um de 3
anos de idade, Michael Daniel Smith, nascido em 10 de outubro de 1991, e um de 14
meses de idade, Alexander Tyler Smith, nascido em 5 de agosto de 1993. O caso ganhou atenção mundial pouco depois de
desenvolvido, devido à sua alegação de que um homem negro havia roubado seu
carro e sequestrado seus filhos. Mais tarde, ela alegou que ela sofria de
problemas de saúde mental que a fazia perder o juízo.
Ela está presa na prisão Leath da Carolina do Sul, perto de Greenwood.
Ela
trabalhava na Conso Products, a maior empregadora em Union, Carolina do Sul, e
depois de se separar do marido começou um romance com um colega de trabalho,
Tom Findlay, solteiro e rico, 27 anos, filho do dono da Conso Products. Porém,
ele não queria criar os filhos dela e escreveu várias cartas para Susan, e em
uma delas dizia: “Susan, eu poderia me apaixonar de verdade por você. Reconheço
que tem qualidades encantadoras, e acho que você é uma pessoa fantástica. Mas,
como já disse antes, algumas coisas em você não são apropriadas para mim, e,
sim, refiro-me aos seus filhos”.
Ela havia
dirigido até o lago John D. Long, trancara o carro com os filhos pequenos nele
e empurrara o carro para dentro do lago, onde as crianças se afogaram. Susan
escreveu uma “explicação” para sua atitude: “Fiquei muito perturbada
emocionalmente. Não queria mais viver! Sentia que não podia mais ser uma boa
mãe, mas não queria que meus filhos crescessem sem mãe. Senti que tinha de pôr
fim à nossa vida para poupar-nos de sofrimento ou dano...Estava muito
apaixonada por alguém, mas ele não me amava, nunca me amou. Era muito difícil,
para mim, aceitar tudo isso. Quando estive no lago John D Long, senti um medo e
uma insegurança como jamais sentira antes. Queria muito acabar com a minha
vida... e... desci do carro e fiquei ali parada, uma pilha de nervos. Desci ao
ponto mais baixo quando deixei meus filhos descerem aquela rampa sem mim...
Amava meus filhos como todo o meu { coração}. Isso nunca
vai mudar...Meus filhos, Michael e Alex, agora estão com o Pai Celestial, e sei
que eles nunca mais serão machucados. Como mãe, isso é mais importante para mim
do que as palavras podem expressar...Depositei minha total confiança em Deus, e
ele vai cuidar de mim”.
O julgamento
de Smith começou em 19 de julho de 1995 no Tribunal de Union County. Às 19:55
de 22 de julho, depois de deliberar por duas horas e meia, o júri anunciou o veredicto
de condenação por homicídio. Às 14:45 de 27 de julho, Smith foi sentenciada a
trinta anos de prisão (na verdade prisão perpétua, mas poderá pedir condicional
depois de ter cumprido 30 anos). Com mais exatidão: ela poderá pedir
condicional em 4 de novembro de 2024.
(Os anjinhos que nasceram de um monstro)
Curiosidade:
Smith manteve relações sexuais com pelo menos dois carcereiros, e em 2003
postou um anúncio em um website para condenados.
Só eu que
achei ou ela parece um pouco com a Ana Carolina Jatobá? (caso Nardoni)
Comentem! Obrigada.
Aqui mostra ela falando em rede nacional. (Claro que a policia desconfiou, ta na cara que ela ta mentindo)
Quando ela fez apelação por um novo julgamento
dois dias depois do assassinato
Cena do crime
Há vários videos sobre ela no youtube.
Devido a algumas reclamações de leitores, retirei um comentário do meio do texto. Eis que vocês adoram comentar; mas eu, pelo visto, não posso. rs retirei para evitar mais reclamações. Passem bem e fiquem a vontade para criticar, elogiar, enfim... adoro ler os comentários.
Richard Hickok & Perry Smith "A sangue frio"
"Nunca acreditei nem por um minuto que ele pretendia mesmo agir. Pensei que fosse só conversa."
Onde aconteceu: Fazenda Rivr Valley, Holcomb, Kansas, Estados Unidos.
Quando aconteceu: Domingo, 15 de novembro de 1959.
O assassinato da família Clutter foi inspiração para o grande sucesso de Truman Capote em 1966, A sangue frio. (preciso comprar esse livro aliás rs)
(família Clutter)
Perry Edward Smith, nascido em Huntington, Nevada, em 27 de outubro de q928, e Richard Hickok, alto, loiro, musuloso, fumante compulsivo, nascido em Kansas City em 5 de junho de 1931, conheceram-se na cadeia. Em 15 de novembro de 1959 eles visitaram a Fazenda River Valley, Holcomb, Texas, que pertencia a Herbert Clutter. Enquanto estava na prisão, Hickok havia sido informado por seu companheiro de cela, Floyd Wells, ex-empregado da fazenda, de que o sr. Clutter mantinha um cofre onde, comentava-se, havia 10 mil dólares. Mais tarde Wells contou às autoridades: "Ele disse que ele e seu amigo Perry iriam até a fazenda e roubariam tudo, matando todas as testemunhas - os Clutters e quem estivesse por lá. Ele me contuo uma dúzia de vezes como faria tudo isso, como ele e Perry amarrariam as pessoas e as fuzilariam. Nunca acreditei nem por um minuto que ele falava sério. Pensei que fosse só conversa".
(Família Clutter)
Perry foi libertado em condicional em 6 de junho de 1959, e Hickok em 13 de agosto. Infelizmente, não era "só conversa" e a dupla invadiu a fazenda e descobriu que não existia nenhum cofre com 10 mil dólares, somente uns parcos "40 ou 50 dólares" Eles torturaram o sr. Clutter para obrigá-lo a contar onde estava o dinheiro, mas ele insistia em dizer que não tinha nenhum. Hickok e Perry assassinaram os quatro membros da família Clutter - Hebert, Bonnie, Nancy e Kenyon - atirando à queima-roupa.
Eles tomaram a precaução de remover os cartuchos disparados da cena do crime. Em 30 de dezembro de 1959 Smith e Hickok foram presos em Las Vegas, Nevada.
No julgamento, que começou em 23 de março de 1960 depois da seleção do júri no dia anterior, Smith admitiu ter atirado em Herbert e Kenyon Clutter na cabeça e à queima-roupa, e ter cortado a garganta de Clutter. Hickok começou dizendo que Smith havia cometido todos os assassinatos em quanto Smith afirmava que Hickok assassinara Bonnie e Nancy Clutter e depois reconheceu que ele também os matara. Os dois homens se negaram a depor em defesa própria.
Condenados em 28 de março depois de o júri ter deliberado por 40 minutos, eles foram sentenciados a morte. Truman Capote entrevistou Smith no Corredor da Morte e os dois homens se tornaram seus amigos. Smith e Hickok foram enforcados em 14 de abril de 1965 na prisão Lansing (oficialmente Penitenciária Estadual de Kansas), Kansas.
Curiosidades:
Quando esperava pelo julgamento, Smith escreveu um diário no qual falava sobre tudo, enquanto Hickok lia romances de Irving Wallace e Harold Robbins. Durante uma estadia anterior na cadeia, Smith havia feito um desenho tão bom de Jesus que o capelão o manteve na capela por 22 anos.
Segue um link pra quem gosta de Tumblr http://www.tumblr.com/tagged/richard%20hickock
Assassinos da Família Manson
No blog há vários posts sobre eles. Postarei os links nesse post.
Na sexta-feira, 8 de agosto de 1969, a temperatura na califórnia beirava os 33ºC. A onda de calor já durava três dias, e os moradores de Los Angeles estavam preocupados. Em uma casa no número 10.050 de Cielo Drive, alugada pelo diretor de cinema Roman Polanski, residiam Sharon Tate, esposa do diretor e grávida, seu ex-namorado Jay Sebring, o amigo de Polanski Wojiciacj "Voytek" Frykowski e sua namorada, a herdeira do café Abigail Anne "Gibby" Folger. Por volta das 18:00 horas, Debbie Tate, 16 anos, telefonou perguntando se podia ir visitá-la, mas Sharon disse que não e também cancelou um jantar a que compareceria naquela noite. Depois de comer em um restaurante mexicano os quatro voltaram pra casa. Folger foi para seu quarto, tomou o estimulante MDA e começou a ler. Frykowsky também fez uso da droga e ficou na sala ouvindo musica. Sharon Tate deitou-se na cama vestindo um biquíni, conversando com Sebring. Ele bebia cerveja e fumava maconha.
Do lado de fora da casa haia quatro indivíduos vestidos de preto, membros da chamada "Família" de Charles Manson formada por hippies e desajustados. Eram eles a ex-dançarina de topless, ladra e praticante do satanismo Susan "Sadie" Atkins, Charles "Tex" Watson, a ex-professora de escola dominical e corretora de seguros Patrícia "Katie" Krenwinkel Patrícia "Katie" Krenwinkel, e Linda Drouin Kassabian que mais tarde se tornou testemunha da promotoria.
Depois de cortar as linhas de telefone, eles assassinaram primeiro Steven Parent, 18 anos, o caseiro. Watson arrombou uma janela e invadiu a casa, abrindo a porta da frente para os cúmplices. Charles "Tex" Watson acordou Frykowski, dizendo a ele: "Sou o diabo. Estou aqui para fazer o trabalho do diabo". Depois ele o chutou na cabeça. Susan Atkins percorria a casa e viu Folger lendo na cama. A herdeira do café ergueu os olhos. sorriu e acenou. Atkins respondeu ao cumprimento e seguiu adiante até encontrar o quarto de Sharon, e só então voltou para relatar suas descobertas a Tex Watson.
Ele deu uma corda a Atkins, e ela amarrou Frykowski, indo em seguida buscar Folger, Sharon e Sebring. Watson pegou outra corda, amarrou os pulsos de Sebring e depois passou a corda em torno de seu pescoço antes de jogá-la por cima de uma viga. A outra ponta ele amarrou no pescoço de Sharon. Os quatro receberam ordens para se deitarem de bruços, e Sharon começou a chorar.
Sebring protestou contra o tratamento dado a sua ex-amante e foi atingido por um tiro lançado por Watson na axila esquerda.
Ele então amarrou as mãos de Folger com um pedaço da corda que estava no pescoço de Sharon. Em seguida, ele passou a mesma corda pelo pescoço de Sebring e, quando a puxou, Sharon e Folger tiveram de ficar em pé para não serem estrangulados. Quando Sebring gemeu, Watson se aproximou dele e começou a chutá-lo e agredi-lo até ele ficar em silêncio. Frykowski tentou fugir, mas foi capturada no gramado, onde levou 51 facadas e dois tiros. Folger foi esfaqueado 28 vezes, o que tingiu suas roupas de vermelho. Seu corpo também foi encontrado no gramado da frente da casa. Sharon suplicou por sua vida e pela do bebê que esperava. Susan Atkins gritou para ela: "Escute aqui, vadia, não me importo com você! Não me interessa se vai ter um bebê! É melhor se preparar. Você vai morrer, e eu não sinto nada por isso". Watson usou a faca no rosto de Sharon, e Atkins começou a esfaqueá-la. Ela segurou o corpo inerte de Sharon, aninhando-o nos braços, pôs a mão sobre seu seio e lambeu o sangue nos dedos.
Os quatro já haviam saído da casa quando se lembraram das instruções de Manson. Eles então retornaram e escreveram a palavra "PIG" (porco) com o sangue de Sharon na porta da frente.
Os médicos avaliaram que o bebê de Sharon, Richard Paul, viveu por 20 minutos depois da morte da mãe. Por volta das 8:30 horas da manhã seguinte, a empregada da casa, Winifred Chapman, encontrou os corpos. A polícia foi chamada às 9:14 horas.
Naquela noite os quatro assassinos, além de Manson e Leslie Sua Van Houten, também membro da família, planejavam criar mais tumulto em Los Angeles. Eles mataram a facadas o empresário e dono de supermercado Leno LaBianca e sua esposa, Rosemary, na casa do casal em Waverley Drive, 3301, perto de Griffith Park.
Apesar da inscrição "Morte aos porcos" feita no local com sangue de LaBianca, a polícia não relacionou os dois casos.
Eles acreditavam que o assassinato de Tate estivesse ligado à então crescente cultura das drogas, e que o assassinato dos LaBianca fosse obra de imitadores.
No meio de agosto a polícia certou o Rancho Family's Spahn e 26 pessoas foram detidas, mas todas foram libertadas no dia seguinte. Um golpe de sorte levou à captura da Família e eles começaram a falar sobre as mortes.
Em 1º de dezembro de 1969 Watson, Krenwinkel e Kasabian foram acusados. O julgamento começou em 15 de junho de 1970 e todos foram condenados à morte em 19 de abril de 1971. Antes do cumprimento das sentenças, porém, o estado da Califórnia aboliu a pena de morte e todos foram então sentenciados à prisão perpétua.
Doris Tate, mãe de Sharon, compareceu às audiências de condicional de Tex, Watson e Susan Atkins. Watson, que teve três filhos desde que foi preso, teve negado o pedido de condicional em 1985.
Atkins, como Watson, alegava ter encontrado Deus, mas a sra Tate disse a ela: "Você é uma excelente atriz - a maior depois de Sarah Bernhardt".
Em 1990 Watson entrou com novo pedido de condicional, e mais uma vez a sra. Tate compareceu à audiência. Para espanto de todos, uma das defensoras da aprovação de condicional era a filha de Rosemary LaBianca. Doris Tate lembrou os presentes das palavras ditas por Watson quando ele entrou na casa de sua filha: "Eu sou o diabo. Estou aqui para fazer o trabalho do diabo". "Na minha opinião, sr. Watson", ela acrescentou, "ainda está em franca atividade. Qua misericórdia teve por minha filha quando ela implorou para não ser morta? Por 21 anos, desejo perguntar a esse prisioneiro 'por quê?' Ele não conhecia minha filha. Como um indivíduo destituído de sentimentos pode matar uma mulher grávida de oito meses? E minha família? Quando Sharon terá chance de conquistar sua condicional? Quando eu terei essa chance? Pode me dizer? As vítimas sairão do túmulo se você obtiver sua liberdade condicional?"
A soliciação de Watson foi negada. Todos os assassinos ainda estão presos, e a Família Tate tem dedicado seu tempo e sua energia ao esforço de garantir que essa situação permaneça inalterada.
mais alguns links relacionados:
Robert Kenneth "Bobby" Beausoleil
Sandra Good
Catherine 'Gipsy' Share
Mary Brunner
Steve Grogan - Também conhecido como "Scramblehead"
Lynette Squeaky Fromme
Boa leitura.
Comentem no blog pessoal. Valeu.
Na sexta-feira, 8 de agosto de 1969, a temperatura na califórnia beirava os 33ºC. A onda de calor já durava três dias, e os moradores de Los Angeles estavam preocupados. Em uma casa no número 10.050 de Cielo Drive, alugada pelo diretor de cinema Roman Polanski, residiam Sharon Tate, esposa do diretor e grávida, seu ex-namorado Jay Sebring, o amigo de Polanski Wojiciacj "Voytek" Frykowski e sua namorada, a herdeira do café Abigail Anne "Gibby" Folger. Por volta das 18:00 horas, Debbie Tate, 16 anos, telefonou perguntando se podia ir visitá-la, mas Sharon disse que não e também cancelou um jantar a que compareceria naquela noite. Depois de comer em um restaurante mexicano os quatro voltaram pra casa. Folger foi para seu quarto, tomou o estimulante MDA e começou a ler. Frykowsky também fez uso da droga e ficou na sala ouvindo musica. Sharon Tate deitou-se na cama vestindo um biquíni, conversando com Sebring. Ele bebia cerveja e fumava maconha.
Do lado de fora da casa haia quatro indivíduos vestidos de preto, membros da chamada "Família" de Charles Manson formada por hippies e desajustados. Eram eles a ex-dançarina de topless, ladra e praticante do satanismo Susan "Sadie" Atkins, Charles "Tex" Watson, a ex-professora de escola dominical e corretora de seguros Patrícia "Katie" Krenwinkel Patrícia "Katie" Krenwinkel, e Linda Drouin Kassabian que mais tarde se tornou testemunha da promotoria.
Depois de cortar as linhas de telefone, eles assassinaram primeiro Steven Parent, 18 anos, o caseiro. Watson arrombou uma janela e invadiu a casa, abrindo a porta da frente para os cúmplices. Charles "Tex" Watson acordou Frykowski, dizendo a ele: "Sou o diabo. Estou aqui para fazer o trabalho do diabo". Depois ele o chutou na cabeça. Susan Atkins percorria a casa e viu Folger lendo na cama. A herdeira do café ergueu os olhos. sorriu e acenou. Atkins respondeu ao cumprimento e seguiu adiante até encontrar o quarto de Sharon, e só então voltou para relatar suas descobertas a Tex Watson.
Ele deu uma corda a Atkins, e ela amarrou Frykowski, indo em seguida buscar Folger, Sharon e Sebring. Watson pegou outra corda, amarrou os pulsos de Sebring e depois passou a corda em torno de seu pescoço antes de jogá-la por cima de uma viga. A outra ponta ele amarrou no pescoço de Sharon. Os quatro receberam ordens para se deitarem de bruços, e Sharon começou a chorar.
Sebring protestou contra o tratamento dado a sua ex-amante e foi atingido por um tiro lançado por Watson na axila esquerda.
Ele então amarrou as mãos de Folger com um pedaço da corda que estava no pescoço de Sharon. Em seguida, ele passou a mesma corda pelo pescoço de Sebring e, quando a puxou, Sharon e Folger tiveram de ficar em pé para não serem estrangulados. Quando Sebring gemeu, Watson se aproximou dele e começou a chutá-lo e agredi-lo até ele ficar em silêncio. Frykowski tentou fugir, mas foi capturada no gramado, onde levou 51 facadas e dois tiros. Folger foi esfaqueado 28 vezes, o que tingiu suas roupas de vermelho. Seu corpo também foi encontrado no gramado da frente da casa. Sharon suplicou por sua vida e pela do bebê que esperava. Susan Atkins gritou para ela: "Escute aqui, vadia, não me importo com você! Não me interessa se vai ter um bebê! É melhor se preparar. Você vai morrer, e eu não sinto nada por isso". Watson usou a faca no rosto de Sharon, e Atkins começou a esfaqueá-la. Ela segurou o corpo inerte de Sharon, aninhando-o nos braços, pôs a mão sobre seu seio e lambeu o sangue nos dedos.
A cena do crime Tate.
Os médicos avaliaram que o bebê de Sharon, Richard Paul, viveu por 20 minutos depois da morte da mãe. Por volta das 8:30 horas da manhã seguinte, a empregada da casa, Winifred Chapman, encontrou os corpos. A polícia foi chamada às 9:14 horas.
Naquela noite os quatro assassinos, além de Manson e Leslie Sua Van Houten, também membro da família, planejavam criar mais tumulto em Los Angeles. Eles mataram a facadas o empresário e dono de supermercado Leno LaBianca e sua esposa, Rosemary, na casa do casal em Waverley Drive, 3301, perto de Griffith Park.
Apesar da inscrição "Morte aos porcos" feita no local com sangue de LaBianca, a polícia não relacionou os dois casos.
Eles acreditavam que o assassinato de Tate estivesse ligado à então crescente cultura das drogas, e que o assassinato dos LaBianca fosse obra de imitadores.
No meio de agosto a polícia certou o Rancho Family's Spahn e 26 pessoas foram detidas, mas todas foram libertadas no dia seguinte. Um golpe de sorte levou à captura da Família e eles começaram a falar sobre as mortes.
Em 1º de dezembro de 1969 Watson, Krenwinkel e Kasabian foram acusados. O julgamento começou em 15 de junho de 1970 e todos foram condenados à morte em 19 de abril de 1971. Antes do cumprimento das sentenças, porém, o estado da Califórnia aboliu a pena de morte e todos foram então sentenciados à prisão perpétua.
Doris Tate, mãe de Sharon, compareceu às audiências de condicional de Tex, Watson e Susan Atkins. Watson, que teve três filhos desde que foi preso, teve negado o pedido de condicional em 1985.
Atkins, como Watson, alegava ter encontrado Deus, mas a sra Tate disse a ela: "Você é uma excelente atriz - a maior depois de Sarah Bernhardt".
Em 1990 Watson entrou com novo pedido de condicional, e mais uma vez a sra. Tate compareceu à audiência. Para espanto de todos, uma das defensoras da aprovação de condicional era a filha de Rosemary LaBianca. Doris Tate lembrou os presentes das palavras ditas por Watson quando ele entrou na casa de sua filha: "Eu sou o diabo. Estou aqui para fazer o trabalho do diabo". "Na minha opinião, sr. Watson", ela acrescentou, "ainda está em franca atividade. Qua misericórdia teve por minha filha quando ela implorou para não ser morta? Por 21 anos, desejo perguntar a esse prisioneiro 'por quê?' Ele não conhecia minha filha. Como um indivíduo destituído de sentimentos pode matar uma mulher grávida de oito meses? E minha família? Quando Sharon terá chance de conquistar sua condicional? Quando eu terei essa chance? Pode me dizer? As vítimas sairão do túmulo se você obtiver sua liberdade condicional?"
A soliciação de Watson foi negada. Todos os assassinos ainda estão presos, e a Família Tate tem dedicado seu tempo e sua energia ao esforço de garantir que essa situação permaneça inalterada.
mais alguns links relacionados:
Robert Kenneth "Bobby" Beausoleil
Sandra Good
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Mary Brunner
Steve Grogan - Também conhecido como "Scramblehead"
Lynette Squeaky Fromme
Boa leitura.
Comentem no blog pessoal. Valeu.
Charlie Starkweather e Caril Ann Fogate
Charles Starkweather Raymond (24 de novembro de 1938 - 25 de
junho de 1959) foi um assassino americano adolescente (rebelde) que matou 11 pessoas,
todos, exceto um, durante uma viagem de dois meses com sua namorada de 14 anos
de idade, Caril Ann Fugate, em Nebraska e Wyoming. O casal foi capturado em 29
de janeiro de 1958. Starkweather foi executado 17 meses mais tarde, enquanto
Fugate ficou 17 anos na prisão.
início da vida
Starkweather nasceu
em Lincoln, Nebraska, em 24 de novembro de 1938 e foi apelidado "Little
Red" (Vermelhinho) por causa da baixa estatura, do cabelo vermelho e das
pernas tornas, o terceiro de sete filhos com Guy e Helen Starkweather. Os
Starkweathers eram uma família respeitável com os bem-comportados filhos de
classe trabalhadora. A família era pobre, mas eles sempre tiveram o básico. Guy
Starkweather era conhecido por ser um homem bem-educado, ele era um carpinteiro
que ficou muitas vezes desempregado devido a artrite reumatóide em suas mãos.
Durante os períodos de desemprego, a mãe de Starkweather complementava a renda
da família, trabalhando como garçonete.
Starkweather estudou na Saratoga Elementary School, Everett Junior High
School, e Lincoln High School, em Lincoln. Em contraste com a sua vida familiar, Starkweather não possuía
lembranças amáveis do
seu tempo de ir à escola. Starkweather nasceu com geno varo, um defeito de
nascença leve que causou as pernas disformes. Ele também sofria de um problema
de fala, o que levou a provocação constante por colegas de classe. Ele era
considerado um aluno lento e foi acusado de não ser aplicado, embora em sua
adolescência, descobriu-se que ele sofria de miopia severa que tinha
drasticamente afetado sua visão para a vida toda.
O único aspecto de escola em que ele se sobressaiu foi no
ginásio. Foi na aula de ginástica que ele encontrou uma saída física para a sua
raiva crescente contra os que o intimidavam. Starkweather usou de seu físico para
começar o bullying com os que haviam intimidado ele, e logo a sua raiva se
estendia além daqueles que haviam intimidado-o a qualquer pessoa a quem ele
passou a não gostar. Starkweather logo deixou de ser considerado um dos
adolescentes mais bem-comportados na comunidade para um dos mais conturbados.
Seu colega de escola Bob von Busch diria mais tarde:
"Ele podia ser a pessoa mais gentil que você já viu.
Ele faria qualquer coisa por você, se ele gostasse de você. Ele era muito
divertido de estar ao redor também. Tudo era apenas uma grande brincadeira para
ele. Mas ele teve esse outro lado. Ele podia ser mau como o inferno, cruel. Se
ele visse um cara pobre na rua, que era maior do que ele, com melhor aparência,
ou melhor vestido, ele ia tentar levar o pobre coitado para baixo dele.”
Após a exibição do filme Rebel Without a Cause, Starkweather
desenvolveu uma fixação por James Dean e começou a escovar o seu penteado e
vestir-se como Dean. Starkweather relacionou-se a persona de Dean tela rebelde,
acreditando que ele tinha encontrado uma alma gêmea de sorte, alguém que sofreu
tormento semelhante ao seu próprio a quem pudesse admirar. Starkweather
desenvolveu um complexo de inferioridade grave que tornou-se auto-aversão,
acreditando que ele era incapaz de fazer qualquer coisa corretamente e que suas
próprias falhas inerentes iriam levá-lo a viver na miséria
Relacionamento com Caril Ann Fugate
(Fugate)
Em 1956, ele então com 18 anos de idade, foi apresentado a,
Caril Ann Fugate, 13 anos de idade. Starkweather saiu da Lincoln High School, em
seu último ano e tornou-se empregado de um armazém de jornal Western Union. Ele
procurou emprego lá porque o depósito era localizado perto de Whittier Junior
High School, em Lincoln, onde Caril era estudante. Seu emprego permitiu-lhe visitá-la
todos os dias depois da escola. Starkweather foi considerado um trabalhador
ruim e seu empregador recordou mais tarde: "Às vezes você tinha que dizer
algo duas ou três vezes pra ele. De todos os funcionários do armazém, ele foi o
mais idiota que trabalhou aqui.”
Starkweather ensinou Fugate a dirigir, e um dia ela bateu
seu Ford 1949 em outro carro. O pai de Starkweather pagou os danos, como ele
era o proprietário legal do veículo. Isso causou uma briga entre Starkweather e
seu pai. Recusando-se a tolerar o comportamento de seu filho, ele baniu o filho
da casa da família.
Starkweather largou o emprego no depósito e foi trabalhar
como um coletor de lixo por um salário mínimo. Starkweather começou a avançar
em direção a seus pontos de vista sobre a vida niilista, acreditando que sua
situação atual foi o determinante final de como ele iria viver o resto de sua
vida. Ele usou a rota de lixo para começar a planejar assaltos a bancos e,
finalmente, concebeu sua filosofia pessoal pela qual ele viveu o resto da sua
vida: “Mortos estão todos no mesmo nível"
Os crimes:
Em 1º de dezembro de 19 de 1957 ele matou o frentista de
posto de gasolina Robert Colvert, 21 anos, depois de ele se recusar a vender um
brinquedo de pelúcia a crédito. No mês seguinte ele começou sua série de
assassinatos. Foi visitar Fugate, mas não a encontrou em casa. Enquanto
esperava por sua volta, ele ficou brincando com um rifle de caça calibre 22, o
que irritou a mãe da jovem, Velda Bartlett, 36 anos. Ela o mandou parar, e a
resposta foi um tiro na cabeça dela. Em seguida, Charlei matou Marion Bartlett,
57 anos, padrasto de Fugate.
Quando Fugate voltou, ela viu Starkweather estrangular e
esfaquear sua irmã de 2 anos de idade, Betty Jean. Depois de esconder os corpos
pela casa, ele e Fugate permaneceram no local por seis dias, prendendo à porta
uma mensagem que dizia: “Fique longe, todo mundo aqui está doente com a Gripe”.
A avó de Fugate, Pansy Street, tentou entrar, mas foi
impedida por Fugate. Ela desconfiou de alguma coisa e chamou a polícia. Os
policiais chegaram em 27 de janeiro, quando o casal já havia partido. Eles
foram de carro para Bennett, Nebraska, onde pararam na fazenda de um amigo da
família Starkweather, August Meyer, 70 anos. Starkweather o matou com um tiro
na cabeça. Eles abandonaram o carro ali, e os adolescentes Robert Jensen, 17, e
Carol King, 16, ofereceram carona aos dois. Starkweather recompensou a
generosidade dos dois roubando o carro e matando-os, embora tenha alegado que
Fugate é quem havia matado e mutilado a Srta. King.
Depois disso eles foram à casa do rico empresário C. Lauer
Ward, 47 anos. O casal esfaqueou a esposa dele, Clara Ward, 46 anos, e sua
criada Lilian Fencl, 51 anos. Quando o Sr. Ward voltou para casa do trabalho
naquela noite, também foi esfaqueado por Starkweather. A próxima vítima faltal
foi o vendedor ambulante de sapatos Merle Collison, 37 anos, que morreu em seu
carro. Starkweather disse que Fugate havia matado Collison, porque a arma dele
emperrara.
Eles foram capturados quando tentavam fugir.
Starkweather no começo assumiu a responsabilidade por todas
as mortes, mas disse que Fugate estava envolvida. “SE EU FRITAR NA CADEIRA
ELÉTRICA, CARIL ESTARÁ SENTADA NO MEU COLO”. Ela alegou tê-lo ajudado somente
porque ele ameaçou matar sua família (e disse que não sabia que eles já estavam
mortos).
Charles Starkweather foi executado na cadeira elétrica na
penitenciária do Estado de Nebraska em 25 de junho de 1959. Caril Ann Fugate
foi condenada à prisão perpétua. Ela saiu em condicional em junho de 1976.
O caso inspirou os filmes: Badlands (1973) e Assassinos por Natureza (1994) Bruce Springsteen também fez uma canção inspirada no caso: NEBRASKA é o título da canção.
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