NÃO SE ILUDA COM UM SORRISO, A MALDADE ESTÁ NA MENTE...


Richard Speck



Richard Benjamin Speck: 06/12/1941 – 05/12/1991.

HISTÓRIA:

Nasceu no estado de Illinois.
Era o 7o de 8 filhos. Cresceu no meio de uma família religiosa. Sua mãe era contra cigarros, bebidas… Seu pai, que ele gostava muito, faleceu quando Speck tinha 6 anos, e sua mãe casou-se novamente e a família mudou-se com os filhos para uma cidade perto de Dallas, Texas. O novo marido bebia muito e, de vez em quando, “sumia”, além de agredir o enteado.
Richard não tinha notas boas, e começou a beber aos 12 anos. Tinha cefaleias frequentes, talvez em decorrência de alguns traumatismos cranianos.

Por volta dos 15, faltava as aulas, envolvendo-se com outros mais velhos e conheceu maconha, calmantes etc. Aos 19, foi fazer uma tatuagem, mas estava sem ideias, e aceitou a sugestão do tatuador, escrevendo “Born to raise Hell” ( Criado para causar inferno ) no braço.

Teve passagens policiais por roubo e outros crimes. Sua família sempre resgatava-o.
Em 61, conheceu uma garota que logo engravidou. Casaram-se. Apesar de ter trabalho, Speck continuou com álcool, prostitutas, e a maltratava. Quando sua filha nasceu, estava preso.
Solto, tinha um comportamento sexual compulsivo com a esposa. Em 65, acusado de uma tentativa de estupro/homicídio, alegou estar bêbado e não lembrar-se; mas, assumindo a culpa, conseguiu redução da acusação para assalto agravado – ficou 5 meses preso.
A esposa pediu o divórcio.
Speck tentou voltar a sua terra natal, “em busca da infância perdida”. Mas não teve sucesso nisso, especialmente após saber que sua ex-mulher havia casado novamente, tão rapidamente.

Matou oito estudantes de enfermagem, do Hospital Comunitário do Sul de Chicago, em 14 de Julho de 1966.
Tinha, então, 24 anos. Apenas uma moça presente sobreviveu, Cora Amurao, escondendo-se debaixo da cama. Às cinco da manhã, gritou na rua:
“Oh, meu Deus, estão todas mortas!” Gloria Davy tinha as mãos amarradas para trás e uma tira de roupa esganava seu pescoço. Dois nós “perfeitos” amarravam a tira.
No andar de cima, todas as outras sete, empapadas em sangue, algumas em modo semelhante: enforcadas, mãos amarradas.
Uma, enforcada com as meias-calças brancas de enfermeira – e 18 facadas no peito e pescoço.
Outra, com um travesseiro cobrindo parcialmente seu rosto, mas suas pernas bem abertas, nua.
Outra, o olho também perfurado com facada. O primeiro oficial que chegou à cena, não conteve a emoção, e falava pelo rádio: “Ajuda! Ajuda! Ajuda! Oh, meu Deus, eu nunca vi nada como isso aqui...”.
O repórter policial que lá chegou, que já havia coberto até um acidente de avião, também não aguentou e vomitou. Os policiais que chegaram em seguida fizeram o mesmo.
A polícia começou imediatamente uma busca na área. A sobrevivente falou que ele tinha sotaque do Sul, e a polícia procurou em hotéis da redondeza.

Uma descrição de alguém parecido com o homem que procuravam foi obtida, mas não o encontraram.
Por volta de 10h30, Speck chegou a um bar. Limpinho. E começou a conversar com o garçom, conhecido seu. Comprou deste, de volta, um relógio que tinha lhe vendido. E pediu que ele guardasse uma faca que trazia – não a usada no crime. E começou a falar alto uma história sobre ter ido ao Vietnã, e sobre quantas pessoas matou lá com essa faca. Um freguês comprou a faca e os dois foram para outro bar.
Lá ouviram falar da sobrevivente, e Speck comentou: “Deve ter sido algum filho-da-puta sujo que fez isso!”.
Com outro cara, foi para outro bar... Disse a esse que tinha passado a noite com uma prostituta que achou-lhe tão bom na cama que deixou de graça o programa. Um agente conseguiu localiza-lo por telefone, disse que tinha que comparecer à firma de empregos, um serviço em tal lugar era oferecido.
Speck desconfiou, pois o serviço neste local já havia terminado.
Não foi à firma.
Policiais apareceram no hotel que estava agora, ele percebeu e disfarçou. Os policiais foram embora.
Ele pegou um táxi para o norte da cidade e se hospedou em outro hotel, usando nome falso.
No fim do dia, buscou uma prostituta e subiu para o quarto.
Na saída, ela disse ao atendente que ele tinha uma arma.
A polícia foi chamada para averiguar, na manhã seguinte. Policiais foram ao seu quarto e viram seus documentos verdadeiros – mas nem todos eles sabiam que Richard Speck era o homem a ser achado. Apenas pegaram sua arma, então, e foram embora. Speck saiu para a rua e começou a peregrinar novamente pelos bares. Fez novos conhecidos, e resolveu pegar suas coisas no hotel.
Quinze minutos depois, os agentes que o procuravam chegaram...
Deixou seus pertences noutro Hotel e saiu com os novos amigos para beber mais.
Cinco dias depois do crime, confirmou-se que a digital encontrada na cena era de Speck.
Um agente chamou a imprensa e anunciou. Speck viu isto tudo, inclusive fotos nos jornais, e voltou para o Hotel.
Então, cortou o pulso.
Enquanto sangrava, arrependeu-se. Um dos amigos de farra viu a cena, e tinha visto a foto dele no jornal. Ligou para a polícia e avisou que ele estava lá. Nenhum policial compareceu ao Hotel. Speck foi parar em um hospital, de táxi.. Em recuperação, um residente achou-lhe familiar.
Procurou pela tatuagem, descrita pela polícia. Speck pediu por água.
O residente pegou-lhe pelo pescoço e perguntou: “Você deu água para as enfermeiras?”.
E chamou um policial do Hospital.
No julgamento Speck é suspeito de alguns crimes de desaparecimento, estupro e assassinatos ocorridos anteriormente. O fato mais significativo ocorreu em 13 de Abril daquele ano, quando uma garçonete foi encontrada morta, com corte no abdómen.
Speck foi interrogado, mas se fingiu de doente e prometeu dar mais esclarecimentos depois – e não apareceu mais.
Poucos dias antes, em 2 de Abril, estuprou uma senhora e a roubou.

Mesmo com todas as evidências, Speck tentou negar a chacina. Na entrevista com um psiquiatra, disse várias vezes que, se falavam que foi ele, deveria ter sido então... Alegou, no julgamento, que estava bêbado e planejava apenas roubar.
Mas estuprou e torturou as vítimas por horas. Ao sair, parou em um local para jantar. Notaram, no estabelecimento, que aquele homem estava estranho, agitado.
Disse que não se lembrava do crime, mas no hospital que foi atendido, e reconhecido pelo médico, confessou a este – porém, estava sob efeito de drogas.
Contudo, em um filme feito dentro da cadeia entre os presos, em 88, que veio à tona alguns anos após sua morte, confessou e brincou sobre o incidente. No vídeo, havia cenas de sexo, de uso de drogas (Specker usando cocaína) etc. Ele fala: “Se soubessem o quanto estou me divertindo, me colocariam pra fora.” Perguntado sobre os sentimentos, atualmente, sobre os crimes, diz: “Como sempre me sinto. Não tenho sentimentos.” Sobre estrangulamentos: “Não é como na TV… Leva mais de três minutos e você precisa ter muita força.”
Parecia estar usando hormônios femininos, por causa dos seios crescidos. Alguns acham que pode ter sido obrigado a isto.
Foi condenado à pena de morte, na cadeira elétrica. Porém, em 1972 mudaram-se as leis estaduais, e foi condenado à perpétua (na verdade, prisão de 400 a 1200 anos!). Todos os seus pedidos de condicional foram negados.
Pintava a sela, coleccionava selos, escutava música… Foi pego com drogas várias vezes.
As punições não o assustavam: “Como poderei ter problemas? Estarei aqui pelos próximos 1200 anos!”
Pensou-se que tinha a síndrome XYY, mas depois descobriu-se que não. Morreu de enfarto. Em necropsia, notou-se alterações grosseiras no hipocampo e amígdala. A família não quis o corpo. Foi cremado.


A&E Biography - Richard Speck - Part 1


A&E Biography - Richard Speck - Part 2


A&E Biography - Richard Speck - Part 3


A&E Biography - Richard Speck - Part 4


A&E Biography - Richard Speck - Part 5

Mohammed ( Vitima Cara Marie Burke )




Mohammed (Mohamed, segundo algumas fontes) D'ali Carvalho dos Santos, de Goiânia (GO) matou a facadas a britânica Cara Marie Burke, de 17 anos, talvez sua namorada. Eles se conheceram em Londres, onde a mãe dele mora, e Cara passou o mês de Abril de 2008 no Brasil, voltou à Inglaterra e no fim de maio retornou ao Brasil. Segundo uma amiga dela, ela morou um tempo com Mohammed mas saiu de sua casa porque ele a agredia, e morava há uma semana com a mãe de um-namorado seu, que está atualmente em Londres.

No dia 26 de Junho Mohammed colocou o som em volume alto e a matou, deixou o corpo no box do banheiro, tomou banho lá e em seguida foi para uma festa. No dia seguinte, esquartejou o corpo e o fotografou com seu celular.

Se você tem estômago forte veja a foto a baixo:
http://img220.imageshack.us/img220/2871/assassino07dk5.jpg


No dia 28, o tórax de Cara foi encontrado em uma mala, às margens de um rio. Mohammed foi preso três dias depois e confessou o crime: "Meti a mão na boca dela e furei ela". Mas antes, tentou subornar a polícia, "quero negociar!", oferecendo 70 mil reais - o policial respondeu: "Para nós, a maior recompensa é ver um psicotapa como vê atrás das grades". No seu depoimento, demonstrou frieza, segundo o delegado que conduziu o depoimento, e disse que a matou porque não queria que ela voltasse para seu país. Mas, segundo outra versão, a matou porque temia que ela denunciasse o envolvimento dele com o mundo das drogas. O jovem tem várias passagens policiais por delitos cometidos antes dos 18 anos. Segundo Mohammed, Cara também usava drogas. Ele não soube dizer com precisão onde estava o restante do corpo.
Quando a imprensa quis falar com ele, respondeu apenas: "Não vou falar desgraça nenhuma!".
Perfil do criminoso:
O pai de Mohammed era policial militar, e foi assassinado quando ele era bebê. Sua mãe mora em Londres, e cuida de idosos - cidade onde ele já ficou por 2 anos e meio. Mohammed nunca trabalhou. Tinha diversas tatuagens, inclusive a de Chuck, "O Brinquedo Assassino".





Cara Marie Burg - Inglesa Esquartejada em Goiânia



Jovem inglesa morta e esquartejada.


Entrevista com Mohammed D'Ali Santos - 1ª parte


Entrevista com Mohammed D'Ali Santos - 2ª parte


Entrevista com Mohammed D'Ali Santos - 3ª parte


Entrevista com Mohammed D'Ali Santos - 4ª parte


Entrevista com Mohammed D'Ali Santos - 5ª parte

CARL PANZRAM



Filho de imigrantes, com 6 irmãos, Carl entrou cedo na vida criminal: aos 8 anos. Um ano antes, seu pai abandonou a mãe. Aos 11 anos, foi enviado para um reformatório, onde passou dois anos, na companhia de cerca de outros 300 jovens. Lá, apanhou e foi sodomizado várias vezes, inclusive por líderes religiosos. “Then I began to think that I would have my revenge just as soon and as often as I could injure someone else.” Em 1905, ao sair, deixou um dispositivo armado para incendiar a instituição. “Fui ensinado pelos Cristãos a ser um hipócrita, e aprendi mais sobre roubar, mentir, odiar, queimar e matar. (...) E que um reto pode servir para outros propósitos.”

Na adolescência, tinha comportamento piromaníaco e fantasiava promover homicídios em massa. Passou, aos poucos, a não gostar da mãe.
Na escola, um professor o agredia. Um dia, aos 14, Carl levou uma arma e queria mata-lo, mas, numa briga com ele, acabou perdendo a arma. Poucos dias depois, ele pegou um trem e caiu no mundo. Roubava, mendigava, dormia em qualquer lugar. Em um episódio, foi violentado por quatro homens. Após outro crime, foi novamente para um reformatório. Tinha fala de criminoso nato e um policial implicava com ele. Carl resolveu mata-lo. O fez com um pedaço de madeira, atingindo sua cabeça, pelas costas. Passou a ser ainda mais observado e resolveu fugir. Com um colega, fugiram, adquiriram armas e “roubavam tudo o que podiam”, inclusive igrejas, as quais queimavam depois, um de seus crimes favoritos. “Eu amo tanto Jesus que quero crucificá-lo novamente.” Logo se separaram e Panzram começou a usar outros nomes.
Em 1907, mentiu sua idade e entrou no Exército. Logo no primeiro dia, recebeu punição, e assim foi várias vezes. Roubando lá dentro, foi condenado a três anos de serviços forçados em uma penitenciaria federal. Tinha 16 anos. As regras eram rígidas e Carl vivia sendo punido. Um dia, queimou uma parte da prisão, mas não foi descoberto. Por outras razões, tinha que carregar uma bola de ferro presa ao pé, mesmo quando trabalhava 10 horas por dia, 7 dias por semana, quebrando pedras. Saiu em 1910. Foi preso mais algumas vezes, em alguns outros locais, mas fugia. E mantinha o seu comportamento incendiário.
Sobre suas vítimas, disse que não era seletivo, importava apenas que fossem seres humanos. Estuprou mesmo um policial que tentou extorqui-lo. Não desenvolveu um interesse maior por mulheres. Nas prisões, por ter um porte avantajado e por suas características psíquicas, sodomizava colegas.
1915
Em uma destas prisões, preencheu na sua ficha de admissão a profissão: “ladrão”. Apesar de punições cada vez maiores, seu comportamento não mudava.
Uma ocasião, roubou a casa de William H. Taft, ex-presidente dos EUA. Arrecadou muito com o que vendeu, e comprou um iate. Mas passou a usar o 45 que roubou. E, como não poderia deixar de ser, invadiu e roubou alguns outros.

Teve também a ideia de atrair marinheiros, oferecendo trabalho. Então, os violentava, matava e jogava no mar. A embarcação bateu e naufragou, um dia. Dois marinheiros ajudaram a resgata-lo.
Em 1921, foi parar em Angola. Em 1922, com 31 anos, estuprou e matou violentamente um garoto de 12 anos – esmagou sua cabeça com uma pedra. “I`m not sorry. My conscious doesn`t bother me. I sleep sound and have sweet dreams.” Ele dizia odiar a humanidade. Em uma ocasião matou seis de uma só vez, sem motivo, e jogou os corpos aos crocodilos. Teve que fugir porque muitas pessoas tinham visto ele com os negros. Foi para Portugal mas lá já era procurado. Rumou para os EUA. Continuou a roubar, matar, fugir etc. Roubou outra embarcação. De um comissário da polícia. Repintou e mudou o nome. Usando a arma que achou neste barco, matou mais uma pessoa – além de ter sodomizado outra, que o denunciou. Foi preso pouco depois. Arranjou um advogado dizendo que no seu barco havia muito dinheiro e que lhe daria após sair. foi posto em liberdade e fugiu. O advogado foi tentar registrar o barco, e descobriu que era roubado.
Carl continuou sua vida, e numa dessas prisões, disse muito do seu passado, mas foi desacreditado. Porém, investigou-se e descobriu que era verdade. E, por sinal, quis receber uma recompensa oferecida em outra localidade por sua captura...
1923
Foi para outra prisão, muito rígida. Em uma fuga alguns meses depois, quebrou as pernas e foi pego. Meses depois foi submetido a uma cirurgia, onde acabaram por retirar-lhe um testículo. Além disso, ficou na solitária por meses. Passava o tempo pensando como matar o maior número de pessoas. Inteirados 5 anos nesta prisão, em 1928 voltou às ruas.
Nas primeiras duas semanas, já tinha matado um.
Foi preso, mais uma vez. Tinha o peito tatuado: “Liberdade e Justiça”. Pela primeira vez, deu seu nome verdadeiro. Foi lá que teve contato com Henry Lesser, um guarda que se interessou por suas histórias. Lesser perguntou o seu crime, e ele respondeu: “O que eu faço é reformar as pessoas.” Ele então começou a falar de seus crimes. E logo aceitou escrevê-la para Lesser. “Why am I what I am? I`ll tell you why. I did not make myself what I am. Others had the making of me.” (v. Camus)
Nestes escritos, também dizia que o sistema penal só fazia piorar as coisas.
“A minha vida inteira eu tenho quebrado cada lei que já foi feita pelos homens ou por Deus. E se tivessem feito mais, eu as quebraria também.”
Os processos pelos crimes anteriores começaram a andar com suas confissões. Sem nenhum remorso, diga-se de passagem. Aliás, dizia que se fosse solto mataria mais 22.
Em um julgamento, ameaçou uma vítima: “Você me conhece?” E fez gestos de atacar um pescoço: “Ë isto que acontecerá com você.” Foi condenado a vários anos de prisão, e deveria voltar à prisão federal. Lá, avisou ao chegar: “Eu vou matar o primeiro homem que me incomodar.” Um guarda denunciou uma infração sua, e foi para a solitária. Ao sair, matou o guarda, na lavanderia da prisão. Outros presos tentaram fugir dali, mas Panzram ainda quebrou o braço de um e aterrorizou os outros. Voltou para a solitária, e aguardava outro julgamento. Continuou a se corresponder com Lesser. E disse que estava surpreso, porque agora ninguém encostava nele. “Cheguei à conclusão que se desde o começo tivesse sido tratado como agora, então tantas pessoas não teriam sido roubadas, estupradas e mortas.”
Em 1930, foi a julgamento pelo caso do guarda. Estava desafiador e pouco cooperativo.
- Você tem um advogado?
- Não, e eu não quero um.
Foi condenado a morrer, em Setembro do mesmo ano. Panzram ouviu quase sorrindo.
“Eu certamente quero agradece-lo, juiz, apenas me deixe colocar as mãos em volta do seu pescoço por 60 segundos e você nunca mais sentará como juiz em um tribunal.”
Foi levado rindo.
Durante o julgamento, Panzram foi avaliado por um psicólogo. “Eu quero ser enforcado e não quero nenhuma interferência sua ou de tipos como você. Eu sei tudo sobre o mundo e sobre a natureza diabólica do homem, e não quero bancar o hipócrita. Estou orgulhoso de ter matado alguns e arrependo-me de não ter matado mais.” Dr. Menninger tentou falar sobre sua vida anterior, mas ele foi ficando furioso. “Estou dizendo que sou responsável e culpado e quanto mais rápido me enforcarem melhor será e mais contente ficarei. Então não tente interferir nisso!” Menninger também culpou o reformatório e as prisões por tudo o que aconteceu.
Uma associação contra a pena de morte tentou reverter o quadro, ma isso enfureceu Panzarm. “Eu não quero reformar a mim mesmo! Meu único desejo é reformar as pessoas que tentaram me reformar e eu acho que o único meio de reformar as pessoas é matando-as.”
Escreveu uma carta ao presidente dizendo que não queria outro julgamento, e que estava plenamente satisfeito com aquele e com a pena. “Eu me recuso absolutamente a aceitar um perdão ou uma mudança na pena.”
Na noite anterior à execução, passou acordado, andando pela cela e cantando uma curta canção pornográfica que ele mesmo compôs.
Menninger escreveu: “Eu nunca vi um indivíduo cujos impulsos destrutivos eram tão completamente aceitos pelo seu ego consciente como Panzram.”

I was so full of hate that there was no room in me for such feelings as love, pity, kindness or honor or decency
Vivendo em vários locais diferentes, matou nos EUA, na Escócia, na América do Sul, na África.
Passou por várias prisões, onde era comum sofrer tortura, agressões físicas. Ele atribuía a esses eventos boa parte de seu comportamento. E muitos têm aceito esta explicação como suficiente. Carl afirma que seus pais e irmãos eram trabalhadores, esforçados – mas batiam muito nele. “Eu tenho sido um animal desde que nasci. Eu era um ladrão e um mentiroso.”
“Anda logo, bastardo, eu poderia matar dez homens enquanto you`re fooling around.” Mas ele não era um narcisista típico. Embora tenha escrito uma autobiografia.
Tirado de : http://oserialkiller.blogspot.com/2008/07/serial-killer-carl-panzram-historia.html




PANZRAM TEASER TRAILER

Gertrude Baniszewski - Vítima Sylvia Likens. Um dos casos mais cruéis.




Cuidado: Esta postagem contem detalhes de tortura e FOTOS do corpo da vítima. 



Gertrude Baniszewski

O caso se passou em Indianapolis, Indiana, USA. Gertrude Nadine Baniszewski (née van Fossan) (19 de setembro, 1929 – 16 de junho, 1990),




Também conhecida como Gertrude Wright e Nadine Van Fossan, era uma mulher divorciada que com a ajuda de alguns de seus filhos e filhos de vizinhos, tais como Ricky Hobbs e Coy Hubbard, administrou e facilitou a prolongada tortura, mutilação, e eventual assassinato de Sylvia Likens, uma adolescente que ela levou para seu lar. ( Também levou a irmã de Sylvia)

a casa.


Quando foi condenada por assassinato em primeiro grau (premeditado) em 1966, o caso foi chamado de "O PIOR ato criminoso contra um individuo na História de Indiana". O caso desde então recebeu inúmeras adaptações tanto imaginárias quanto reais.


Sylvia Likens - 1965

Jenny Likens


Uma das mais recentes é o filme : Um crime Americano. Estrelando Catherine Keener no papel de Gertrude Baniszewski e Ellen Page no de Sylvia Likens, Foi estreado em 2008.





O Filme é forte, mas eles não mostraram tudo.
Tive pesadelos horríveis depois de ver o filme. Eles mostram a parte da garrafa, as partes em que as crianças a queimam e batem e a parte que ela é marcada com uma frase no abdome. Isto já é chocante! Imagina se eles mostram ela comendo fezes, ou o dia em que ela apanhou com o cabo de vassoura na cabeça! Enfim cortaram bastante. Ainda bem! Só não gostei muito do final que mostra ela em espírito. Já não basta tudo que ela passou? Ainda ter que ver o próprio corpo!!!! Aff...
Outra coisa, colocaram o namorado da Gertrude no filme, mas ele nem chegou a ver a Sylvia.

PS:Nada contra a religião espirita. Só não gostei desta parte no filme mesmo. Mas recomendo pra quem tem estômago. Veja o Trailer no final da postagem.

A Vida antes de Sylvia Likens:





Baniszewski nasceu em 1929. Pais: Hugh M. e Mollie M. Van Fossan, Gertrude foi a terceira de 6 filhos. Em 1940, Baniszewski viu seu pai, de quem ela era próxima, morrer de um ataque do coração. 5 anos depois, ela largou a escola na idade de 16, para se casar com o deputado John Baniszewski, 18 anos, com quem teve 4 filhos. Mesmo John tendo um temperamento instável, os dois ficaram juntos por 10 anos. Depois se divorciaram.


Gertrude - 1970

Após um matrimonio curto com um homem chamado Edward Guthrie, Gertrude e John se casaram novamente e tiveram mais 2 filhos, antes de se divorciar permanentemente em 1963. Baniszewski, então com 34, se mudou com Dennis Lee Wright 23 anos, este abusou dela.
Eles tiveram um filho, Dennis Jr., mas após seu nascimento, ele abandonou Baniszewski e desapareceu.

Sylvia Likens :

Sylvia e Betty Likens (mãe)


Em julho de 1965, Lester e Betty Likens, viajantes trabalhadores de um parque de diversões.
Sugeriram que Gertrude cuidasse de suas duas filhas - Sylvia Marie Likens, 16, e Jenny Faye Likens, 15.
Em retorno lhe dariam $20 por semana enquanto trabalhavam em algumas cidades do país.

Jenny Likens


As meninas frequentavam a mesma escola e funções sociais que os filhos de Baniszewski, assim como frequentavam a igreja com Gertrude Baniszewski aos domingos. No entanto, quando o primeiro pagamento dos pais da menina atrasou, ela bateu nelas. Desde então as meninas apanhavam por comer doces que Gertrude as acusava de ter roubado, ( elas tinham na verdade comprado ).
Assim começaram os abusos frequentes.

A Tortura começa:


Em agosto 1965, Baniszewski começou a abusar física e verbalmente de Sylvia, permitindo que seus filhos a agredissem, e empurrassem da escada. Baniszewski também acusou Likens de ser uma prostituta, e dava 'sermões' sobre a podridão, sujeira de prostitutas e mulheres em geral. (seria engraçado se não fosse trágico, vindo de uma mulher como ela! E ela era meio pedófila também.


Gertrude Baniszewski e seu filho John, 13 dizendo adeus após o julgamento pelo assassinato de Sylvia Likens.
(William Oates / The Star - 25 de maio de 1966)


Depois de as irmãs Likens repetidamente acusarem as filhas de Gertrude : Paula e Stephanie de serem prostitutas, O namorado de Stephanie, Coy Hubbard, e muitos outros amigos da escola e meninos locais, foram levados para ajudar Gertrude a bater na menina Sylvia.


Paula durante o julgamento pela morte e tortura de Sylvia em 20 de maio de 1966.

Stephanie - 25 de abril de 1966.

Gertrude até forçou Jenny Likens a bater em sua própria irmã !
Eles a queimavam com cigarros diariamente. 

 Além das queimaduras, ela estava com praticamente todas as unhas quebradas e trincadas.
 

Em agosto 1965, Phyllis e Raymond Vermillion se mudaram ao lado da família Baniszewski e imediatamente notaram o abuso e violência contra Likens. No entanto eles não avisaram as autoridades, sem qualquer preocupação. (COMO PODE?!!!)

 

Durante esse tempo, Likens roubou uma roupa de academia da escola, mesmo ela não podendo ir nas aulas de Educação física, mas Baniszewski encontrou a roupa e arrancou dela a confissão espancando-a e queimando-a com pontas de cigarros - a pratica se tornaria rotineira.


Agora começa a ficar mais assustador ainda! 

As crianças chamavam os amigos para queimar ela diariamente!
Depois disso Baniszewski a tirou da escola. Logo depois, novamente acusou Likens de prostituição, forçou-a a se despir e inserir uma garrafa (pequena de vidro) de Coca-Cola em sua vagina em frente a um grupo de meninos da vizinhança.


 Quarto onde ela foi morta.

O Porão :

Depois do incidente com a garrafa de Coca, Likens ficou inconsciente e como resultado, Baniszewski a trancou no porão. 

 
Baniszewski, começou então um regime de banho para "limpar" Sylvia, com aguá FERVENDO e esfregando sal nas queimaduras. Ela ficava quase sempre nua e raramente era alimentada. Várias vezes, Baniszewski e seu filho John Jr. 12 anos, a faziam comer suas próprias fezes, vomito e tomar urina. Uma vez Jenny Likens conseguiu fazer contato com a irmã mais velha, Diana, através de uma carta descrevendo os horrores que ela e Sylvia estavam passando.



Jenny e Diana
 
Pediu a Diana que chama-se a policia. Diana ignorou a carta, acreditando que ela só estava descontente com alguns castigos e estava inventando histórias pra poder ir morar com ela. ( Imagina a dor na consciência depois!!! )


Diana não muito tempo depois da carta, foi visitar as irmãs, Baniszewski se recusou a deixá-la entrar na casa. Diana então se escondeu perto da casa, até que ela avistou Jenny lá fora, e se aproximou dela. Jenny disse a irmã mais velha que ela não podia falar com ela e saiu correndo. 

Preocupada, Diana chamou o serviço social, contando que Baniszewski disse que Sylvia Likens tinha sido enxotada da casa por ser uma prostituta imunda, e que desde então ela não voltou. Quando um assistente social apareceu na casa de Baniszewski e perguntou sobre Sylvia, Baniszewski mandou Jenny mentir para o assistente social sobre onde Sylvia estava, ameaçando fazer o que ela fazia com Sylvia se ela não mentisse. 
 
Apavorada com o que Baniszewski poderia fazer com ela se conta-se a verdade, Jenny disse ao assistente que Sylvia havia fugido. O assistente social voltou ao escritório, onde preencheu as papeladas dizendo que não era preciso mais visitas a casa de Baniszewski. ( OUTRO QUE DEVE TER FICADO COM DOR NA CONSCIÊNCIA)

O assassinato :




Homens levando o corpo de Sylvia Likens, enquanto seu pai Lester Likens segue por trás deles (limpando o rosto). 01 de novembro de 1965.
(Frank Fisse / The Star)

Em 21 de o
utubro, Baniszewski mandou John Jr., Coy, e Stephanie Baniszewski levar Likens para cima, e amarrá-la a uma cama. 
Na manha seguinte, Baniszewski, Furiosa porque Sylvia fez xixi na cama, (!!!!!!!!!) novamente forçou Sylvia a inserir uma garrafa de coca-cola na vagina.
Isso antes de começar a escrever a frase 'eu sou uma prostituta e estou orgulhosa disto' no abdome de Sylvia com uma agulha de costura vermelha de tão quente.




Baniszweski era incapaz de terminar a frase, mandou Rick Hobbs (um dos garotos vizinhos que ajudavam na tortura) terminar.
No dia seguinte, Baniszewski acordou Likens, e a ditou uma carta,
para parecer que Sylvia tinha fugido e enviar para os pais dela.





 

Depois que Likens terminou a carta, Baniszewski Começou a formular um plano para fazer com que John Jr. e Jenny Likens (relembrando: irmã de Sylvia) a largassem perto de um depósito de lixo para morrer.

Quando Sylvia ouviu isto, ela saiu correndo escada abaixo tentando escapar.
Mas foi detida por Baniszewski assim que pôs os pés para fora da casa.
Baniszewski arrastou Sylvia de volta para dentro da casa, e novamente a jogou no porão e a manteve lá.

Em 24 de outubro, Baniszewski, desceu ao porão para ameaçar bater em Linkens com uma pá larga de madeira, mas errou e acidentalmente atingiu a si mesma. ( bem feito ).
Coy Hubbard entrou e começou a bater nela feroz e repetidamente na cabeça com um cabo de vassoura, e a largou inconsciente no chão do porão.

Na noite de terça-feira 26 de outubro.
Baniszewski disse aos filhos que ia dar um banho em Likens, de água morna dessa vez.

Richard Hobbsand e John Baniszewski durante o seu julgamento pela morte tortura de Sylvia Likens. 18 de maio de 1966.
(James Ramsey / The Star)

Stephanie Baniszewski e Richard Hobbs levaram Likens para cima e a colocaram na banheira com roupa e tudo.
Logo a tiraram e depois a colocaram nua em um colchão no chão, perceberam que ela não estava respirando.
Stephanie Baniszewski tentou ressuscitá-la louca e freneticamente, mas a essa hora, ela já estava morta.

Pergunta : Por que ela tentou revivê-la? Depois de deixar sua mãe (Gertrude) irmãos, vizinhos etc...a maltratem e ela mesma a ter maltratado tanto!?
Bateu o remorso? Tarde demais né?

continuando...

Stephanie Baniszewski, entrou em pânico e mandou Hobbs chamar a policia.
Quando a policia chegou, Gertrude Baniszewski deu a eles a carta escrita por Sylvia dizendo que ela havia fugido.
Em meio a comoção, Jenny Likens cochichou para um dos policiais, "Me tire daqui e eu vou contar tudo".


Seu depoimento bateu com a descoberta do corpo de Sylvia, mais do que rápido a polícia prendeu Gertrude, Paula, Stephanie e Jonh Baniszewski, Richard Hobbs, e Coy Hubbard por assassinato.
Também prenderam outros vizinhos crianças presentes na hora - Mike Monroe, Randy Lepper, Judy Duke, e Anna Siscoe - Foram presos por "injúria (machucar, insultar, prejudicar) uma pessoa"



Seis acusados ​​e dois advogados de defesa no julgamento do assassinato da Sylvia Likens aguardando a abertura da sessão no tribunal de 20 de abril de 1966. Sentados, da esquerda para a direita, são o advogado John Nedeff, Stephanie Baniszewski, Richard Hobbs, Paula Baniszewski, John Baniszewski, Coy Hubbard, Gertrude Baniszewski e advogado William Erbecker.
(Randy Singer / a News)

Julgamento:

Gertrude, seus filhos, Hobbs e Hubbard ficaram presos sem direito a fiança.

Um exame e autopsia no corpo de Sylvia Likens revelaram inúmeros ferimentos, queimaduras, danos nos músculos e nervos.
Em sua morte espasmos, sofrimentos, torturas e contorções de dor foram indicadas, mordeu os lábios do lado de dentro arrancando pedaço,
A cavidade vaginal estava fechada de tão inchada, mesmo um exame detalhado tendo comprovado que ela ainda era virgem, seu hímen estava intacto,
um tapa na cara de Gertrude que a acusava de prostituição e gravidez e achou que a garrafa de vidro de coca-cola a faria perder a virgindade.
Causa da morte: inchaço no cérebro, hemorragia interna no cérebro, e choque por danos prolongados na pele.


Juro que não queria colocar as fotos, mesmo porque já choro e me revolto lendo o caso, imagine olhando para as fotos, mas alguns leitores questionaram a veracidade do caso. Portanto, decidi postar as fotos. Peço desculpas aos que se impressionam e resolveram olhar o post, mas lá em cima eu avisei.


Baniszewski foi considerada culpada de assassinato em primeiro grau. 
( premeditado) Sentenciada a prisão perpétua sem possibilidade de condicional.

Após sentença e morte:

Ela ganhou liberdade condicional em 1985, ano em que esta foto foi tirada


Baniszewski apelou, outro julgamento aconteceu e novamente foi considerada culpada.
Embora desta vez ela fora sentenciada a 18 anos.
No curso destes 18 anos, Baniszewski se tornou uma prisioneira modelo, trabalhando na costura e depois se tornando "mãe" das prisioneiras jovens, quando ela conseguiu condicional em 1985, ela era conhecida na prisão pelo apelido "MOM" (Mãe).

As noticias da condicional de Baniszewski chocaram a comunidade de Indiana.
O mundo todo na verdade.
Jenny Likens e sua família apareceram na TV para falar contra Baniszewski.
Os membros de grupos anti-crimes, Protect the Innocent and Society's League Against Molestation, viajaram até Indiana para se opor a condicional e apoiar a família Likens.
Começaram uma campanha. No curso de 2 meses o grupo coletou 4.500 assinaturas de cidadãos de Indiana pedindo para que ela permanecesse atrás das grades.
Apesar dos esforços, Gertrude conseguiu a condicional.

Durante a audiência ela disse:

"Eu não sei em que estado eu estava...por que eu estava usando drogas e remédios. Eu nunca realmente a conheci... e tomo total responsabilidade por tudo que aconteceu com Sylvia."

Ela saiu da cadeia em 4 de dezembro de 1985 e viajou para Iowa, ela morreu de câncer no pulmão em 16 de junho de 1990.


* The Girl Next Door = Livro
* An American Crime ( Um Crime Americano ) = Filme.


Filhos de Gertrude:

Paula Baniszewski
Stephanie Baniszewski
John Baniszewski Jr.
Marie Baniszewski
Shirley Baniszewski
James Baniszewski
Dennis Lee Wright Jr.

Se quiser ver mais fotos: Fotos 1 Fotos 2 Fotos 3

Bom, devido a um comentário feito no post, coloquei muito mais fotos sobre o caso e segue em letras maiores as fontes de pesquisa, já que no comentário a pessoa diz que isso não aconteceu:
murderpedia.org, Wikipedia, Crime Libraryblogfamigerados e livro "501 Crimes mais notórios".

Sylvia Likens



An American Crime(2008) Trailer(1)


The Shocking Murder of Sylvia Marie Likens


The most terrifying scene in "An American Crime"

William George Heirens ( o assassino do batom ) SERÁ?!!!!!



William George Heirens

Nascido em 15 de Novembro de 1928 em Evanston, Illinois.

É um Serial Killer Americano que confessou a 3 assassinatos em 1946.
Heirens era chamado de 'O assassino do batom'  devido a mensagens escritas com batom nas cenas dos crimes.
Ele se encontra preso na Dixon Correctional Center, Cadeia de mínima segurança !
Ele mudou a confissão, disse que foi vitima de um interrogatório violento.

Infância.

Heirens cresceu em Lincolnwood, um subúrbio em Chicago.
Diz ter testemunhado um casal fazendo amor quando tinha apenas 11 anos.
Ele contou para sua mãe, ela então disse a ele que todo tipo de sexo era sujo, e o levaria a terríveis doenças.
Enquanto beijava uma namorada William caiu em lágrimas em seguida vomitou ainda na presença da garota.

Aos 13 anos de idade, Heirens foi preso por portar uma arma carregada.

A policia encontrou mais armas no refrigerador da casa de William.
Ele admitiu ter cometido alguns atos de rebeldia, invadir uma casa e roubar. Foi então encaminhado ao reformatório Gibault School por vários meses permaneceu la.
Ele disse só ter roubado por diversão , para aliviar as tensões ( chega a ser engraçado ) rsrsr.

Não muito tempo depois de ser solto, Heirens foi preso de novo por roubo. Desta vez foi sentenciado a 3 anos na Escola ( reformatório ) St. Bede Academy, operada por Monges.

Durante seu tempo na escola, Heirens foi um aluno excepcional.
Foi solto aos 16. Suas boas notas o levaram a Universidade de Chicago.
Porém durante os estudos de engenharia eletrica ele continuou a roubar.

Assassinatos

Josephine Ross
Em 5 de Junho de 1945, Josephine Ross 43 anos, foi encontrada morta em seu apartamento.
Ela foi repetidamente esfaqueada, sua cabeça foi embrulhada em um vestido. Presumiram que ela surpreendeu um intruso que a matou. Cabelos pretos foram encontrados nas mãos de Ross, o que indica q ela lutou com o agressor antes de morrer. Nada de valor foi levado do apartamento.
O noivo de Ross tinha um álibi, assim como seus ex-maridos e namorados também tinham.
A policia não tinha outros suspeitos.

Frances Brown

Em 11 de Dezembro de 1945. Frances Brown uma ex-Wave "Mulheres que na segunda guerra foram voluntárias de serviços de emergência a maioria da marinha"
Foi encontrada morta a facadas em seu apartamento depois que uma mulher da limpeza ouviu o radio bem alto e notou a porta do apartamento de Brown parcialmente aberta.
Brown também foi esfaqueada de forma selvagem, e mais uma vez a policia pensou em um ladrão que foi interrompido por ela.
Mais uma vez nada de valor foi levado MAS DESTA VEZ havia uma mensagem escrita com um batom na parede do apartamento de Brown:


For heavens
sake catch me
before I kill more
I cannot control myself.

Pelo Amor De Deus
Me encontre
Antes que eu mate de novo.
Não consigo me controlar.


A Policia encontrou uma impressão digital em sangue na maçaneta da porta. Também ouve uma testemunha que o viu saindo, John Derick o porteiro do prédio, ele disse que um homem nervoso de 35-40 anos pesando mais ou menos 70kl saiu do elevador muito rápido em direção a rua. E George Weinberg que ouviu os tiros as 4 a.m.

Suzanne Degnan

Em 7 de Janeiro de 1946 Suzanne Degnan 6 anos desapareceu de seu quarto. Depois de vasculhar a casa e não encontra-la a família de Suzanne chamou a policia.

Seu desaparecimento ganhou significante publicidade, a policia estava a procura do responsável. Eles encontraram uma carta do lado de fora da janela do quarto da menina. também descobriram um "ransom" ( bilhete de resgate ) que Dizia:

Arrume $20,000 e espere meu contato. Não notifique o FBI ou policia. Notas em $5's e $10's

No verso estava escrito:

Queime isso pelo bem dela.

A policia interrogou os vizinhos da Família Degnan, mas ninguém viu nada diferente. Alguém ligou anonimamente para a policia sugerindo que olhassem nos esgotos e lugares perto da casa da família.
A Policia o fez, e descobriu a cabeça da menina em uma bacia num beco.
Pesquisadores descobriram um apartamento que tinha uma banheira com vestígios de sangue, foi onde o assassino desmembrou a menina.
No mesmo beco descobriram a perna direita na menina em outra bacia, o busto , a perna esquerda foram encontrados em outro Beco.
Os braços foram encontrados em um esgoto um mês depois por trabalhadores. A policia interrogou centenas de pessoas, aplicou o teste do polígrafo em mais ou menos 170, em varias ocasiões a Policia disse ter pego o assassino, mas eventualmente descobriam que não.

A prisão de Hector Verburgh.

Hector Verburgh 65 anos, zelador do prédio onde Degan vivia, foi preso e apontado como suspeito.
A Policia disse 'este é o homem', Apesar de discrepâncias no profile dele com os do assassino, incluindo ter conhecimento cirúrgico ou pelos menos ter sido um açougueiro.
Mas como ele frequentava o chamado 'Murder Room' (Quarto do assassinato )e no bilhete do resgate havia evidencia de que foi feito por uma mão suja tais como as de Hector eles o prenderam.
Tentaram persuadir a esposa dele a implicar seu marido como o assassino.

Eles o seguraram por 48 hrs de interrogatório e espancamento que o feriu severamente.
Incluindo um ombro deslocado. Mas ele continuou negando envolvimento com o crime.
O advogado de Verburgh por habeas corpus. Ele disse da experiência:
"Oh, eles me enforcaram, me vendaram ...não consigo levantar meus braços de tão doloridos.

"Eles me algemaram por horas. Me jogaram na cela de olhos vendados. algemaram minhas mãos para traz e me bateram até que meus dedos tocavam o chão,
Eu não comi, vou para o hospital. Oh, estou tão machucado, mais um pouco e eu teria confessado qualquer coisa."
Ele ficou 10 dias no hospital, Ele era analfabeto , não poderia ter escrito nenhum bilhete. Processou o departamento de policia de Chicago e ganhou USD$20,000 aproximadamente 211,000 Dollars destes 57,740 foram dados a sua esposa.

Mais sobre o rumo do caso:
Em Fevereiro , os braços de suzanne foram encontrados no esgoto por trabalhadores, o resto de Suzanne já estavam enterrados. Em Abril 370 suspeitos foram interrogados mas soltos.
Nisso a Imprensa já estava questionando a forma como a policia estava cuidando do caso.

Prisão e interrogatório de Heirens.

Em 26 de Junho de 1946, Heirens foi preso por tentativa de roubo quando alguém o viu tentar invadir um apartamento. O zelador bloqueou seu caminho porém ele apontou a arma e o ameaçou. Ele então entrou em outro prédio para se esconder mas também o viram e chamaram a policia.
Dois oficiais o cercaram, quando se deu conta de que estava cercado apontou a arma para um dos oficiais,
alguns dizem que ele realmente apertou o gatilho mas a arma falhou.
Ele tentou correr mas outro policial jogou um vaso de flor na cabeça dele, ele ficou inconsciente, assim eles o prenderam.

No interrogatório de 6 dias consecutivos , os policiais o ameaçavam constantemente, em uma ocasião chutaram as bolas dele , o que fez com que ele quase vomita-se.
Eles o queimaram com éter. E diziam : Nós sabemos que foi você, diga que foi você!!!
Ele disse ter ficado os 6 dias sem comer ou beber nada. Não pode ver os pais por 4 dias.
Durante os 6 dias não pode falar com advogados.
Dois psiquiatras Doutor Haines e Roy Grinker deram a ele Sodium Pentathol ( o soro da verdade ) sem seu consentimento ou o dos pais de Heirens.
Durante o interrogatório de 3 hrs com o efeito da droga, Autoridades disseram que Heirens falou em uma personalidade alternativa chamada George Murman,
Que realmente cometeu os assassinatos.
Heirens diz que foi induzido pela droga neste interrogatório e não se lembra de ter dito isso.
Na verdade como o transcrito original desapareceu não é possível saber o que ele realmente disse.

No quinto dia sob custodia Heirens sofreu de uma ruptura lombar sem anestesia.
Momentos depois foi levado para o teste do polígrafo. As autoridades tentaram administrar o teste , mas foi remarcado assim que viram q ele estava sofrendo muita dor para cooperar.
Quando o teste foi feito, autoridades disseram que os resultados eram inconclusos.
Em 2 de Julho de 1946 ele foi transferido para Cook Couty Jail, Aonde ficou na enfermaria da cadeia para se recuperar.

Heirens chegou a falar com o Capitão Michael Ahern. Com o advogado do Estado William Tuohy, Heirens ofereceu uma confissão indireta,
Que confirmaria as suas palavras sob efeito de sodium pentathol que o seu alter-ego "George Murman" pode ter sido o responsável pelo crime. O "George" (Que por curiosidade é o nome do meio do pai dele e dele mesmo) deu a ele autorização para se esconder em seu dormitório.
A Polícia procurou em todos os lugares por esse "George" perguntando a amigos e família de Heirens.
Mas por fim perceberam que era realmente uma segunda personalidade dele.
Heirens confundiu a policia por dizer que estava sob influencia do "George" que ele conheceu quando tinha 13 anos.
Que foi o "George" Que mandou ele sair a noite pra roubar, e que o "George" dizia: mate por prazer " Mate como se fosse uma cobra", ( ele falava como se o George fosse real ). " E talvez até seja "
Ele alegou que sempre levava a culpa por "George" Primeiro pelos roubos, Depois assaltos e agora assassinatos.
Psicólogos explicam que quando Heirens criou essa personalidade assim como crianças criam amigos imaginários para manter seus sentimentos anti-sociais e ações separados da pessoa que poderia ser o " Filho e estudante perfeito, Namorar meninas legais e ir a Igreja,...."
Autoridades diziam que ele fazia isso para alegar insanidade.

Provas

Especialistas em escrita diziam que a letra dele não batia com a escrita por Batom, A Policia alegou que a impressão digital encontrada na cena do assassinato de Frances Brown batia com as dele. Depois outra impressão digital do dedinho esquerdo foi parcialmente conectada com a de Heirens, retirada do bilhete de resgate, Com 9 pontos de combinação.
Mas os defensores de Heirens disseram que no Handbook do FBI que fala de identificação de digitais diz ter que marcar ao menos 12 pontos para se ter uma identificação positiva.

O Saque.

Algumas buscas policias ( Sem Mandato ) na residência e dormitório da escola encontraram itens que mereceram publicidade. Um livro de anotações contendo fotos de oficiais Nazistas, pertencia a um veterano da guerra, Harry Gold, que foi levado quando Heirens alugava o quarto que pertencia ao veterano na noite em que Suzanne foi morta, Gold vivia na vizinhança e isso colocou Heirens no circulo de fortes suspeitas.
A policia também encontrou na posse dele uma cópia roubada de Psychopathia Sexualis.
Eles também encontraram um kit medico roubado, Mas anunciaram que isto não podia ser linkado aos assassinatos.
Não havia traços de material biológico tais como Sangue, Pele e cabelo no kit.
E também nada biológico foi encontrado das Vitimas no Heirens ou em uma de suas roupas.
Fora que o Kit nao tinha nada que pudesse ser usado para fazer tal mal como desmembrar alguém.
Uma arma foi encontrada em sua posse que foi linkada com um tiroteio.
Uma Colt ( arma ) que foi roubada da policia no apartamento de Guy Rodrick em 3 de Dezembro de 1945.
Duas noites após o roubo, uma bala atravessou a janela do oitavo andar, Apartamento de Marion Caldwell, que foi ferida.
Heirens tinha esta arma, de acordo com o Dp de policia de Chicago, a bala que feriu Caldwell estava linkada por exames de balísticas a esta arma.

Influencia da Imprensa.
Em 18 de Julho de 1946, a equipe de repórteres de Chicago Tribune trabalhou.
George Wright escreveu uma matéria entítulada:
A história de Heirens ! Como ele matou Suzanne Degnan e 2 mulheres.
Wright citou "Fonte anônima" diz que Heirens confessou e deu detalhes. O Tribune colocou 38 colunas para a história.

Começa assim:

"Esta é a História de como William George Heirens, 17, sequestrou, estrangulou e desmembrou Suzanne Degnan, 6 , Janeiro passado.
E distribuiu as partes de seu corpo em esgotos abertos perto de sua casa.
É a história de como William George Heirens escalou a janela do apartamento da senhorita Frances Brown...
Atirou e esfaqueou ela até a morte, deixou uma mensagem na parede escrita a batom implorando para a policia o encontrar...
e é a história de William George Heirens invadindo o apartamento da senhora Josephine Ross...
e como ele a esfaqueou até a morte ao desperta-la do sono.

Outros 4 Jornais da concorrência publicaram a mesma noticia. O Tribune mais tarde escreveu :
A confiança publica do Tribuno é tão boa, que outros Jornais republicaram solenemente a nossa matéria.
Por um tempo Heirens manteu a inocência. Mas o mundo todo acreditava em sua culpa. Por que o Tribuno disse que ele era culpado"
Heiren teve alguns defensores na imprensa. O London Sunday Pictorial lançou um artigo chamado: " Condenado antes do Julgamento, America chama isto de Justiça"
" Enquanto toda America espera pela acusação do Homem Suspeito em um dos casos mais complexos de assassinato da História, um jovem foi acusado nas paginas dos jornais de Chigago.
E considerado culpado"

Testemunha:

George E. Subgrunski, Um Soldado ainda em serviço, Deu um depoimento no dia após o assassinato de Suzanne, disse ter visto um homem andando em direção da casa da Família Degnan com uma mala. Ele deu as medidas de Heirens, altura peso e idade aproximada, também disse a roupa q ele vestia incluindo um sobretudo preto." Mas disse nao poder descrever o rosto já q estava escuro na hora. Quando a policia mostrou uma foto de Heirens em 11 de Julho, Ele nao o identificou como sendo o homem.

Já em 16 de Julho, Durante uma audiência ele apontou Heirens " Este é o Homem q eu Vi!" Quando ele foi intimado a depor na corte ele fez a identificação em pessoa. A imprensa disse q isto já era o suficiente contra Heirens. O testemunho de Subgurnski ajudou a defesa por sua discredibilidade.

A segunda confissão:

A radio Newscast anunciou que Heirens ouviu em sua cela "a confissão" que o Chigago Tribune deixou Vazar. Ele estava descrédulo, declarou:
"Eu não confessei nada a ninguém, Honestamente! Meu Deus! Do que mais eles irão me culpar?"
Os advogados de Heirens o pressionaram a aceitar a barganha de Touhy.
Touhy propos que se ele confessasse ele pegaria "apenas" prisão perpétua.
Os advogados começaram a ajudar Heirens a fazer a confissão.
Heirens e seus pais assinaram a confissão.

Em 30 de Julho a defesa foi ao escritório de Tuohy, onde vários repórteres fizeram perguntas a Heirens e onde Tuohy fez um discurso.
Heirens pareceu desconsertado e deu respostas de sem comentários aos repórteres. Anos depois ele culpou Tuohy por isso:
For o próprio Touhy quw depois de reunir todos os oficiais, incluindo advogados e policiais, começou a justificativa sobre quanto tempo todos esperaram por uma confissão minha, mas, por fim, a verdade ia ser dita.
Ele continuou a enfatizar a palavra 'verdade' e eu perguntei se ele realmente queria a verdade. Ele garantiu que sim...E ele fez todo um escarcéu sobre ouvir a verdade. Agora, Eu estava sendo forçado a mentir para me salvar. Isto me deixou muito bravo. Ai eu disse a 'verdade' e todos ficaram muito bravos.
Tuohy retirou o acordo de sentença de uma prisão perpetua. Mudou para 3 prisões perpetuas, e ameaçou Heirens com pena de morte se ele fosse a julgamento. Eles ameaçaram acusado da morte de Estelle Carey mesmo Heirens estando na Gibault School para meninos em Terre Heute, Indiana, na data do crime. Os próprios Advogados dele estavam bravos por ter negado o acordo proposto.

Touhy anunciou que tentaria de tudo para condenado pelas mortes de Suzanne Degnan e Frances Brown.
Heirens concordou com um novo acordo oferecido por Touhy. O publico e imprensa se alocaram novamente no escritório de Toughy.
Desta Vez, Heirens falou e respondeu as perguntas, até mesmo reencenou os assassinatos que confessou.
Ahern mudou sua opinião e acreditou quee ele era culpado quando ouviu como ele era familiarizado com os apartamentos das vitimas.
Heirens mais tarde disse: "Eu confessei para salvar minha vida"

A Faca:

Em sua confissão, Heirens disse ter se livrado de faca de caça que ele usou para cortar Suzanne no metro perto da cena do crime. A Policia nunca procurou nos trilhos, no entanto aprendeu com isso.
Os repórteres perguntaram para os funcionários do metro se eles encontraram uma faca.
Eles encontraram e guardaram no Grabville station storage room. Os repórteres descobriram que a faca pertencia a Guy Rodrick, a mesma pessoa que tinha a Colt Policial calibre 22 encontrada na posse de Heirens.
Em 31 de Julho, ele identificou a faca como sendo dele. Heirens disse ter jogado a faca la de um trem, alegando que ele não queria que sua mãe visse.

Alegação de Culpa.

Heirens se responsabilizou totalmente pelos 3 assassinatos em 7 de Agosto de 1946. A promotoria fez com que ele reencenasse o crime de Degnan em publico e em frente a imprensa.


Em 4 de Setembro, com os pais de Heirens,a família das vitimas e o Chefe da justiça Harold G Ward presentes, Heirens admitiu ser culpado das acusações. Naquela noite, Heirens tentou se enforcar na cela, mas coincidiu com a hr de troca de turno dos guardas. Ele foi encontrado antes a tempo.

Ele mais tarde disse que o desespero o levou a tentar o suicídio:

Todos acreditavam na minha culpa...se eu não estivesse vivo na hr do veredíto,
Talvez não seria considerado culpado pela lei, talvez assim ganhasse alguma vitória.
Mas nem nisso fui bem sucedido...Antes de entrar no tribunal meu advogado disse para apenas entrar me alegar culpado e ficar quieto.
Eu nem tive um julgamento...

Em 5 de Setembro, após outras evidencias terem sido registradas e a promotoria e defesa fizeram seus discursos de fechamento, Ward formalmente sentenciou Heirens a 3 penas de prisão perpétua.


Enquanto Heirens esperava a transferencia para a Prisão Stateville da Prisão Cook County, O sherrif Michael Mulcahy perguntou a ele se Suzanne sofreu quando estava morrendo.
Heirens respondeu:
Não sei te dizer se ela sofreu, Sheriff Mulcahy. Eu não matei ela, Diga ao Sr. Degnan para por favor tomar conta de sua outra filha, por que quem quer que a tenha matado ainda está la fora.

Após prisão.

Logo após Heirens ser preso, seus pais mudaram o sobrenome para "Hill". Eles se divorciaram após sua prisão.

Heirens ficou primeiro na Prisão Stateville em Joliet, Illinois. Lá ele aprendeu várias profissões, tais como reparos de tv e radio, certo ponto teve sua própria loja de reparos.
Se tornou o primeiro prisioneiro na história de Illinois a ganhar o diploma de 4 anos de faculdade em 6 de Fevereiro de 1972, recebeu diploma Bachelor of Arts (BA) degree. Ele entrou em outros programas educacionais ajudando prisioneiros a ter os diplomas de educação fundamental.
Se tornou o "Jailhouse Lawyer" (advogado da cadeia) ajudando os prisioneiros em suas apelações.

Em 1975 ele foi tranferido para o Vienna Correctiona Center em Vienna, Illinois ( segurança mínima ) e depois em 1998 sob seu pedido, para Dixon Correctional Center ( cadeia de segurança mínima ) em Dixon, Illinois. Ele reside no Hospital Ward. Sofre de diabetes, que consumiu suas pernas e limitou sua visão, ele se encontra confinado a cadeira de rodas. Continua com seus esforços para ganhar clemencia.

Declarando inocência:

Após dias de sua confissão em corte aberta, Heirens negou qualquer responsabilidade pelos assassinatos. Mary Jane Blanchard, Filha da vitima Josephine Ross, foi uma das primeiras a acreditar em sua inocência em 1946 dizendo:

" Eu nao posso acreditar que o jovem Heirens assassinou minha mãe. Ele não se encaixa no cenário da morte dela... Eu olhei nas coisas que ele roubava e não tinha nada que pertencesse a ela entre elas"

O interrogatório do Sodium Pentathol ( o soro da verdade )

Heirens foi submetido a um interrogatório sob influencia de sodim pentathol, popularmente conhecido como o soro da verdade ( Esta Droga foi administrada por psiquiatras Haines e Roy Grinker)
Sob seu efeito ele supostamente alegou que uma segunda pessoa chamada George Murman cometeu os assassinatos.
Esta forma de interrogatório, Que FOI SEM MANDATO ou consentimento de Heirens ou seus pais, para a maioria dos cientistas é de credibilidade duvidosa hoje em dia.
De fato, nos anos 50 o chamado soro da verdade foi grandemente duvidoso.
Porem quando Heirens foi preso em 1946, o soro ainda tinha credibilidade em tribunais e departamentos de policia.
Já que nos anos 50 o consenso do soro da verdade foi dito como sem valor cientifico algum induzindo a qualquer verdade em interrogatorio ou qualquer coisa. Médicos modernos apontaram um alto numero de pessoas que sucederam bem sob influencia do soro da verdade. ( VAI SABER AGORA QUEM TA CERTO ).

Durante a petição pós convicção de Heirens em 1952, Tuohy admitiu sob juramento que não só sabia sob o procedimento do sodium pentathol, ele autorizou e pagou Grinkel USD$1,000.

No mesmo ano, Grinkel revelou que Heiren NUNCA disse algo que o envolvesse nos assassinatos.

O teste do polígrafo :

Em 1946, após passar por dois testes do polígrafo, Tuohy declarou os resultados inconclusos.
No entanto, Hohn E. Reid e Fred E. Inbau publicaram o teste encontrado em seus arquivos em 1953.
O apontam como INOCENTE.

" Assassino William Heirens foi questionado sob o desmembramento da menina Suzanne Degnan...Com base na teoria convencional do teste suas respostas claramente o apontaram como uma pessoa inocente"

As Evidencias escritas também foram desacreditadas. Especialistas disseram que a letra dele não era a mesma do bilhete e da parede.

Não eram inteiras as digitais encontradas, ouve suspeita de que plantaram as evidencias.

Chegaram a declarar :

Vinte e nove discrepâncias foram encontradas em suas confiçoes. Claramente isto indica que suas confiçoes foram falsas.

Quando ele disse ter jogado a faca no metro, a policia nem sequer fez testes para provar que foi usada no desmembramento.

Um suspeito alternativo:

Após o assassinato de Degnan, Mas antes de Heirens se tornar suspeito, A policia interrogou Richard Russel Thomas, 42,ele estava passando pela cidade de Chicago no dia do assassinato de Degnan, eles notaram similaridade na letra dele com as do bilhete. ( Ele era canhoto ).


Durante interrogatório, Thomas confessou ao crime, mas foi solto após Heirens ter se tornado o principal suspeito. Thomas era um forte suspeito pelo seguinte:

* Thomas já tinha sido condenado por extorsão que ameaçava sequestrar uma menininha.


* Experts em escritas a mão na época declararam q a escrita do bilhete anterior batia com a do bilhete de Degnan. Eram similares na escrita e na forma do bilhete.

* Thomas estava em Chicago no dia do assassinato.

* Na época ele confessou ao crime de Degnan, e estava esperando uma sentença por ter molestado a própria filha.

* Thomas tinha um histórico de violência, incluindo abusar da esposa.

* Thomas era um enfermeiro conhecido por se mascarar de cirurgião. ( ou seja : tinha conhecimento cirúrgico ) Ele frequentemente se gabava para os amigos dizendo ser medico e roubava instrumentos cirúrgicos. A Policia de Chicago anteriormente desenvolveu um profile do assassino de Degnan como tendo conhecimentos cirúrgicos ou ao menos tenha sido açougueiro

* Ele frequentava uma agência de carros perto da residência de Degnan. Partes do corpo de Suzanne foi encontrado em um esgoto do outro lado da rua desta agência.

* Ironicamente, como Heirens, ele era conhecido como Ladrão.

* Ele confessou livremente ao assassinato de Degnan, mas logo retirou o que disse.

Os Detetives de Chicago dispensaram Thomas após Heirens ter se tornado um suspeito. (!!!!)


Thomas morreu em meados 1940 na cadeia de Arizona. Seus arquivos da cadeia e a maioria das evidencias do interrogatório sobre os assassinatos de Chicago foram perdidos ou destruídos.

Petição por clemencia.

Em 2002, Lawrence C. Marshall, preencheu uma petição sobre a busca de Heirens por clemencia. Eles citaram nao só duvidas sobre a culpa de Heirens, mas também seu comportamento na prisão. A apelação eventualmente foi negada.

A audiência mais recente por liberdade condicional foi em 26 de Julho de 2007.

O quadro da condicional estava ilustrado da seguinte forma:

" Deus vai te perdoar, mas o Estado NÃO", disse Thomas Johnson, membro da revisão do quadro dos prisioneiros de Illinois, o voto foi de 14-0 contra a condicional, no entanto foi decidido que seu pedido será revisionado uma vez por ano de agora em diante.

Heirens se encontra em um hospital, perdeu ambas as pernas para a diabetes e perdeu também sua visão parcialmente.