NÃO SE ILUDA COM UM SORRISO, A MALDADE ESTÁ NA MENTE...


Josef Fritzl 'O Monstro Austríaco'



O caso do austríaco que manteve a filha presa por 24 anos !


O engenheiro eletricista austríaco Josef Fritzl, 73, confessou ter mantido aprisionada sua própria filha, Elisabeth Fritzl, 42, em um porão sem janelas por 24 anos e também admitiu ser pai dos sete filhos que ela teve. A informação foi divulgada na segunda-feira (28/04/2008) pela polícia da Áustria.
O caso veio à tona , depois de a polícia ter prendido o suspeito e encontrado o porão onde ele mantinha a filha presa.
A investigação começou quando uma das supostas filhas dos dois, de 19 anos, ficou seriamente doente e foi levada ao hospital. Os médicos resolveram, então, apelar para que a mãe da menina aparecesse para fornecer mais detalhes sobre seu histórico clínico.
Elisabeth teria sido aprisionada pelo pai no dia 28 de Agosto de 1984, quando tinha, então, 18 anos. Em depoimento à polícia neste domingo, ela disse que seu pai, Josef Fritzl, atraiu-a ao porão do local em que vivam. Antes de aprisioná-la, ele a teria sedado e a algemado.
A polícia disse que uma carta escrita por Elisabeth aparentemente apareceu um mês depois de seu desaparecimento. Ela pedia aos pais que não procurassem por ela.


Libertação
Em determinado momento, Fritzl teria libertado Elisabeth e dois dos filhos que viviam com ela no porão, dizendo à sua mulher que a filha desaparecida desde 1984 havia decidido voltar para casa.



Após ter recebido uma pista, a polícia encontrou Elisabeth e Josef no sábado (26/04/2008), perto do hospital onde a filha de 19 anos estava sendo tratada.

No dia seguinte, a polícia disse que os investigadores encontraram o local onde Elisabeth ficou aprisionada.
Elisabeth concordou em fazer um relato à polícia após receber garantias de que não teria outros contatos com o pai, que teria abusado dela desde os 11 anos.
Três de seus filhos, com 5, 18 e 19 anos, ficaram trancados no porão desde que nasceram e nunca viram a luz do sol.

Os dois mais novos eram meninos e a mais velha, menina. As outras três crianças --duas meninas e um menino-- foram criadas por Josef e sua mulher. Josef levava as crianças e entregava com uma carta da filha pedindo para eles criarem os filhos. Assim a Mulher não desconfiava que a Filha estava aprisionada e sim achava q ela tinha fugido de casa.

Segundo a polícia, Fritzl também admitiu ter queimado o corpo de uma das crianças, após ela ter morrido logo depois de nascer. Segundo a rede de TV CNN, a criança que morreu era gêmea de outra que sobreviveu.

Porão

 
Fritzl escondeu a entrada do cativeiro e somente ele sabia o código secreto para a porta de concreto reforçada, disseram oficiais. Algumas partes do local não tinham mais de 1,70 metro de altura.
As fotografias divulgadas mostram uma estreita passagem ligando os ambientes que incluíam uma espécie de cozinha, um local para dormir e um pequeno banheiro com um chuveiro. Um cano fornecia a ventilação. Havia também uma porta à prova de som.
Um oficial local Hans-Heinz Lenze disse que era "muito, muito surpreendente" que outras famílias que moravam no local não tivessem notado nada. Lenze disse que os investigadores estão tentando determinar quanto de barulho era possível ouvir de fora do porão.
Lenze disse também que a mulher do suspeito, Rosemarie, aparentemente não "tinha ideia" do que estava acontecendo e que havia ficado inconsolável.

Abusos

Segundo Elisabeth, no anos que se seguiram após ter sido aprisionada pelo pai, ela foi constantemente abusada e deu à luz seis crianças. Em 1996, ela deu à luz gêmeos, disse a polícia, citando Elisabeth, mas um deles morreu alguns dias depois.
De acordo com a polícia, Josef e sua mulher disseram às autoridades que acharam aquelas crianças em 1993, 1994 e 1997.
Espera-se que testes de DNA determinem se Josef é o pai das crianças. Ela disse que conseguia comida e roupas apenas através do pai e que sua mãe não estava envolvida no crime.
O caso, que aconteceu na cidade de Amstetten, relembra o caso da também austríaca Natascha Kampusch que passou oito anos trancada em um cativeiro antes de escapar em 2006. ( Postarei este caso ).
"As perguntas sobre o que ele fazia lá em baixo tinham sido banidas há muito tempo", contou a um jornal austríaco a cunhada de Josef Fritzl, o homem que manteve a filha sequestrada durante 24 anos numa cave e com quem teve sete filhos. Em casa "era um tirano e um déspota", revelou Christine, de 56 anos, acrescentando que a mulher, Rosemarie, e os filhos viviam com muito medo dele. Fritzl "governava a casa como um ditador", explicou ao Österreich.

"Sepp [a alcunha de Fritzl] tinha uma rotina diária. Ia para a cave às 9.00 e passava muito tempo lá em baixo, várias vezes toda a noite. Dizia que estava a fazer os esquemas das máquinas que vendia. A Rosie nem sequer estava autorizada a levar uma chávena de café", afirmou. "Quando entrava numa divisão todos tinham que estar em silêncio e tratava as crianças como um instrutor. Era como se estivessem no exército", contou a cunhada do septuagenário.
Esta era a vida que Christine conhecia, mas a verdade é que nos últimos 24 anos ele levou uma verdadeira vida dupla. Enquanto em casa "humilhava Rosie e chamava-a gorda dizendo que era por isso que não tinha sexo com ela", alegadamente há 20 anos, mantinha uma relação incestuosa na cave com a filha. Elisabeth, hoje com 42 anos, pensava que seria gaseada caso tentasse fugir.
A polícia investigava ontem a veracidade desta ameaça, divulgada por Fritzl no primeiro interrogatório. Desde então manteve o silêncio. "Estamos a verificar se era possível encher a cave com gás caso lhe tivesse acontecido algo", afirmou ontem à AFP o porta-voz da polícia, Helmut Greiner. As autoridades acreditam também que estava estabelecido um mecanismo para que a porta de 300 quilos se abrisse em caso de ausência prolongada de Fritzl.
Um dos cerca de cem inquilinos da "casa dos horrores" que a polícia quer entrevistar, revelou ontem à BBC que viu um segundo homem entrar dentro da cave em que estava presa Elisabeth e os filhos. Alfred Dubanovsky, que alugou um quarto durante 12 anos na casa da família e estava proibido de se aproximar da cave sob ameaça de ser expulso, disse que o homem foi-lhe apresentado como um canalizador.

Este inquilino disse também que ouvia barulho "lá em baixo", mas que o senhorio dizia que era o ruído normal do sistema de aquecimento.
Dubanovsky pensava que o local era usado como armazém, porque um vizinho lhe dizia que Fritzl costumava levar comida para lá.

Chocado com o caso, como todos os austríacos e o resto do mundo, o primeiro-ministro Alfred Gusen-bauer disse ontem que a Áustria "não será refém de um único criminoso bárbaro". O Governo promete defender a imagem do país.


Filha de Josef Fritzl deixa clínica na Áustria 

30/12/2008 : A austríaca Elisabeth Fritzl, que foi mantida como prisioneira por seu pai em um porão por 24 anos, deixou nesta segunda-feira a clínica onde se recuperava desde que foi libertada pela polícia, em Abril deste ano.
Ela teria sido mantida como uma espécie de "escrava sexual" de seu pai, Josef Fritzl, com quem teria tido sete filhos durante os anos de cativeiro.

Segundo seu advogado, ela vai se mudar agora para uma casa junto com seus filhos. Elisabeth, que hoje tem 42 anos, foi encarcerada no porão de sua casa, na cidade de Amstetten, a oeste de Viena, quando tinha 18 anos.
Josef Fritzl, que é mantido sob custódia da polícia desde que o caso foi revelado, deve ir a julgamento no início de 2009, acusado pelo encarceramento de Elisabeth e de seus filhos, de escravidão, estupro e pela morte de uma das crianças.

Um dos sete filhos que Fritzl teve com Elisabeth dentro do porão morreu logo após o nascimento. O austríaco é acusado de impedir que ele recebesse assistência médica.
O caso foi descoberto depois que a filha mais velha de Elisabeth, Kerstin, foi levada a um hospital, vítima de falência nos rins.
Três dos filhos sobreviventes cresceram no porão, enquanto os outros três foram criados pela mulher de Fritzl, que aparentemente desconhecia o caso.

Este caso é Tão Horrendo que da Pesadelos no mundo todo.
Como pode um Pai fazer isso ? Isto não é um Homem e sim o Próprio Diabo.







josef fritzl


Josef Fritzl celler in Amstetten Austrian


Elisabeth Fritzl Children's Detail (officially) Part 2

Evandro Gomes Correia

Esse FDP não vai ser preso não????!!!!!!!!!!!!!!!
Nunca mais ouvi falar desse desgraçado.


Da última vez foi isso que vi:


Em "entrevista" ao Diário de São Paulo, leiam o que diz o "cantor":


Você jogou a sua mulher e o seu filho pela janela do apartamento?


De jeito nenhum.


O que aconteceu para ela cair?


Ela pulou, eu estava na cozinha fechando o registro do gás, porque ela tinha cortado a mangueira com uma faca. Quando eu voltei para a sala, só vi os pés dela saindo pela janela do quarto.


E o seu filho?


Eu não vi.


Os vizinhos ouviram uma discussão no apartamento momento antes da queda do seu filho e da sua ex-mulher. Vocês estavam brigando?


A gente estava discutindo. Até houve um empurra-empurra entre nós. Ela pegou uma faca e cortou a mangueira do gás. Tomei a faca dela e a empurrei.


Por que vocês brigavam?


Era coisa de grana. Ela falou que estava cansada de brigar por falta de dinheiro.


O seu filho viu a briga?


Ele estava no banheiro. Depois ele viu um pouco sim.


Os familiares dela disseram que você era violento.


Eu já fui um pouquinho.


Por que você fugiu?


Fiquei desesperado e com medo, sei que fiz errado em sair do local.


(Olhe video a baixo.)


Você vai se entregar?


Meu advogado que está vendo isso. Mas com certeza eu vou me apresentar.


Onde você está?


Estou na Praia Grande, na casa de amigos. ( NA PRAIAAAA !!!!!!! KD a Políciaaaaaa???? )


Evandro já sentiu o gosto da fama ao participar do Programa Raul Gil em 2003.


Mesmo não sendo o ganhador de um concurso de calouros, conseguiu um contrato para a gravação do CD "Fica Comigo", lançado naquele mesmo ano.


Ele costumava se apresentar com seu "pagode romântico" em bares e em cultos evangélicos. ( COMO ASSIM???) Não tem pagode não afff.... só Foi num desses cultos que conheceu Andréia.


O lado romântico de Evandro desapareceu com o passar dos meses, dando lugar à agressividade, segundo parentes de Andréia.


- Eles se separaram porque o Evandro era muito agressivo - comentou Daiane Cristina Nascimento, irmã de Andréia.


Mesmo separado desde o nascimento do filho, o músico não permitia que Andréia se relacionasse com outros homens. ( LOUCO )


- Ele sempre ameaçava minha irmã. Dizia que se ela não fosse dele, não seria de mais ninguém. Agora ela morreu. Ele não pensou nem no filho, que agora vai ficar sem a mãe. E sem o pai, que é um monstro - desabafou Daiane.


Agora : Aonde está a polícia que não prende logo este monstro ? Onde está a Justiça desta porcaria de País ?

Evandro Gomes Correia - Cenas da queda da mulher e do filho.

Most Evil Índice da Maldade


”Most Evil” Índice da Maldade programa de TV Discovery Channel.

Existem alguns pedaços no youtube.
É uma série que conta varios casos de serial killers ou assassinos, classificando o nível de maldade de cada um.
Estou até procurando os dvds mas ainda não encontrei.

O Índice da Maldade:

01 Matam em defesa própria e não tem tendências psicopatas (pessoas normais);

02 Amantes ciumentos sem tendências psicopatas (também pessoas normais);

03 Cúmplices de assassinos: personalidade distorcida e com problemas anti-sociais;

04 Matou em auto-defesa, mas provocou a vítima de forma extrema;

05 Pessoas desesperadas com traumas que matam parentes abusivos ou outras pessoas para sustentar vícios. Sem tendências psicopatas e mostram remorso genuíno;

06 Pessoas impetuosas que matam em acessos de fúria, sem tendências psicopatas;

07 Narcisista psicótico, não-psicopata, que mata as pessoas próximas por um motivo (seja lá qual for);

08 Pessoas que matam em acessos de fúria;

09 Amantes ciumentos psicopatas;

10 Matadores de pessoas que estavam “em seu caminho” ou testemunhas. Ou seja, egocêntricos, mas não psicopatas;

11 Psicopatas assassinos de pessoas “em seu caminho”;

12 Psicopatas megalomaníacos que mataram quando ameaçados;

13 Pessoas com problemas de personalidades cheios de ódio em crise;

14 Psicopatas egoístas que montam esquemas;

15 Psicopatas à sangue frio ou assassinos múltiplos;

16 Psicopatas cometendo vários atos criminosos;

17 Assassinos sexualmente pervertidos, torturadores-matadores (o estupro é o principal motivo, não a tortura);

18 Torturadores-matadores onde o principal motivo é o assassinato;

19 Psicopatas que fazem terrorismo, subjugação de vítimas (tortura), intimidação e estupro (sem assassinato);

20 Torturadores-matadores onde a tortura é o principal motivo, mas em personalidades psicóticas;

21 Psicopatas que torturam até o limite, mas sem nunca terem cometido um assassinato;

22 Psicopatas que torturam, onde a tortura é o principal motivo (e matam).


Índice de Maldade 1 de 4


Índice de Maldade 2 de 4


Índice de Maldade 3 de 4


Índice de Maldade 4 de 4




O Índice da Maldade - Seitas do Mal 1 / 6



O Índice da Maldade - Seitas do Mal 2 / 6


O Índice da Maldade - Seitas do Mal 3 / 6


O Índice da Maldade - Seitas do Mal 4 / 6


O Índice da Maldade - Seitas do Mal 5 / 6


O Índice da Maldade - Seitas do Mal 6 / 6


o indíce da maldade - Canibais, Vampiros e assassinos que se alimentam de carne humana 1 - 9


o indíce da maldade - Canibais, Vampiros e assassinos que se alimentam de carne humana 2 - 9


Assista a este vídeo em uma nova janelao indíce da maldade - Canibais, Vampiros e assassinos que se alimentam de carne humana 3 - 9


o indíce da maldade - Canibais, Vampiros e assassinos que se alimentam de carne humana 4 - 9


o indíce da maldade - Canibais, Vampiros e assassinos que se alimentam de carne humana 5 - 9


o indíce da maldade - Canibais, Vampiros e assassinos que se alimentam de carne humana 6 - 9


o indíce da maldade - Canibais, Vampiros e assassinos que se alimentam de carne humana 7 - 9


o indíce da maldade - Canibais, Vampiros e assassinos que se alimentam de carne humana 8 - 9


o indíce da maldade - Canibais, Vampiros e assassinos que se alimentam de carne humana 9 - 9



o Índice da maldade -Mentirosos, trapaçeiros assassinos manipuladores -parte 1


o Índice da maldade -Mentirosos, trapaçeiros assassinos manipuladores -parte 2


o Índice da maldade -Mentirosos, trapaçeiros assassinos manipuladores -parte 3


o Índice da maldade -Mentirosos, trapaçeiros assassinos manipuladores -parte 4


o Índice da maldade -Mentirosos, trapaçeiros assassinos manipuladores -parte 5


o Índice da maldade -Mentirosos, trapaçeiros assassinos manipuladores -parte 6

Dennis Rader ( O BTK KILLER )



Dennis Rader ( O BTK KILLER -Bind-Torture-Kill "Amarrar-Torturar-Matar" ) é um assassino em série estadunidense, preso em 2005.

Em 1974, na pequena cidade de Winchita, no interior do estado do Kansas, EUA, Dennis Rader,um aparentemente tranquilo e pacato funcionário público municipal e escuteiro, iniciava uma carreira assustadora de
assassinatos em série, marcados por uma frieza e sadismo impressionantes. Auto-intitulado BTK (Bind-Torture-Kill)
que quer dizer "Amarrar-Torturar-Matar", o assassino ridicularizou as autoridades policiais com pistas e cartas endereçadas à mídia,
além de reivindicar autoria de crimes e criar uma atmosfera de terror e medo na pequena Winchita.
BTK pode ter matado pelo menos 10 pessoas.
Frio, calculista e dono de uma mente doentia, fazia de seus crimes verdadeiras alegorias de crueldade e loucura,
como por exemplo, amarrar bonecas nos corpos das vítimas.

Dennis Rader foi preso em 26 de Fevereiro de 2005,
pelo Chefe de Polícia de Winchita, Norman Willians, quando, friamente e sem demonstrar arrependimento, assumiu ser o temido assassino BTK.

Em 2005, após a sua prisão e confissão, Dennis Rader teve a sua monstruosa carreira retratada no cinema através do filme Hunt for the BTK Killer, dirigido por Stephen T. Kay e estrelado por Robert Forster e Gregg Henry.


Veja Trailer do filme a baixo.

Nome: Dennis Rader BTK Killer
Nasc: 09/03/1945

Histórico da vida do assassino:

O homem que deixou toda polícia americana de mãos atadas por anos, que matou de forma violenta, torturou, amarrou, e fez ameaças por meios de comunicação, como jornais, por mais de 20 anos.

Ganhou o apelido de BTK depois de começar a assinar cartas com essa sigla que significa: Bind, Torture, Kill (amarrar, torturar, matar)., cartas essas que foram enviadas para jornais, ou encontradas nas cenas dos seus crimes. Várias cartas foram publicadas. Isso causou pânico em todo EUA não só na cidade de Winchita.

Dennis Rader, homem de família, que tinha 02 filhos e era casado, trabalhou por anos em uma empresa de segurança,
onde aprendeu a desarmar alarmes ou outros sistemas das casas que invadia.
Rader lia inúmeras revistas pornográficas, quando criança maltratava animais, espancando-os ou enforcando-os em árvores,
o que é um dos sinais detectados pela psiquiatria na maioria dos casos de serial killers,
Rader também serviu a força aérea americana. Apesar de tudo isso ele manteve sua vida social por todo o período em que cometeu seus crimes,
se tornando Presidente de grupo religioso e chefe de grupo de escuteiros.

Em 1974 Rader cometeu seu primeiro crime, assassinando uma amiga de trabalho, seu marido e 2 filhos. O crime ficou conhecido como “Otero Family Crime”.
Ele roubou um relógio e um rádio da casa, e foi encontrado seu sêmen no local,
o que indicava que ele sentia prazer ao matar.
Ele amarrou suas vítimas, torturando-as e matando-as.

Começava ai à matança de BTK, em Outubro de 1974 ele já havia cometido outros crimes,e então deixou uma carta em uma biblioteca pública,
onde assumia o assassinato da família Otero.
A carta foi publicada em um jornal no dia seguinte.
A caligrafia horrível e a escrita cheia de erros fizeram com que a polícia tivesse ideia de que estavam lidando com alguém muito,
muito perigoso e problemático, ele escreveu uma frase que chamou muita atenção dos oficiais

“Eu não consigo me controlar, vocês provavelmente me chamarão de psicopata, estuprador, mas isso é mais forte que eu, há um monstro dentro de mim”.

A semelhança entre os crimes era grande, corpos amarrados, torturados, falta de objetos, fio de telefone e até energia cortada na casa, porta arrombada com facilidade, cartas escritas à mão com ameaças e que demonstravam uma sede de atenção enorme.
Ele queria ser conhecido por todos, queria mostrar o que tinha feito, queria deixá-los com medo.

Em 1977 Rader invadiu a casa de Shirley Vian, ela estava com o filho pequeno, ele o prendeu no banheiro, amarrou sua mãe na cama e a matou.
O garoto escutou tudo.
Rader necessitava de ganhar a atenção da mídia novamente,
ele mesmo ligou para a polícia dizendo que tinha matado Shirley,
e que era o BTK falando.
Logo depois enviou uma carta ao jornal assumindo a autoria de outros crimes que até então estavam sem solução, também fez apologia a assassinos notórios como TED BUNDY e DAVID BERKOWITZ, o Filho de Sam.

O tempo se passou, Rader era um bom pai e um bom profissional, seu jogo de gato e rato com a polícia ficou mais devagar, então ele sentiu a necessidade de atacar novamente.
Em 1979 ele entrou na casa de uma senhora, mas ela demorou demais para voltar e ele foi embora deixando uma carta dizendo que o BTK esteve em sua casa,
a polícia em uma tentativa desesperada colocou na televisão a gravação onde BTK falava de seu próprio crime contra Shirley Vian, na esperança de que alguém reconhecesse sua voz. Não conseguiram nada além de várias denúncias falsas.

Rader ficou alguns anos sem agir, foi então que em 1985 matou seu próprio vizinho,
que foi encontrado próximo a uma rodovia, e em 1991 matou Dolores Davis, na casa dela.

Não se sabe o porque de Rader ter parado de matar a partir desta data, ele começou a trabalhar como “Homem da Carrocinha” e usava armas com tranqüilizantes para pegar os cachorros das ruas, inclusive se envolveu em alguns problemas com donos de alguns cachorros que sumiram de certas residências.
Estaria ele saciando seu desejo de matar com os animais? Quando criança ele fazia isso e pode ser que isso o manteve saciado por um bom tempo.

Em 2004, muitos anos após seu último crime, BTK ressurge com várias cartas enviadas para a polícia e para os jornais.
Fotos, carteiras de habilitação, objetos pessoais de vítimas, quebra-cabeças, desenhos, vários objetos foram enviados através de cartas,
ele estava de volta. Mas Rader errou ao enviar um disquete contendo fotos de crimes.
A polícia rastreou o disquete, descobrindo o nome de Denis Rader, e o local onde foi gravado o disquete, uma Igreja.

A partir daí a polícia conseguiu o DNA da filha de Rader,
e confirmou com o sêmen encontrado nos crimes, eles finalmente tinham prendido o BTK.

Características Adicionais:

Dennis Rader pegou 10 sentenças perpétuas, na época de seus crimes o estado de Kansas 'ainda' não tinha a pena de morte.

Os parentes de suas vítimas foram todos ao julgamento dele,
incluindo o filho de Shirley Vian que escutou e viu sua mãe morta por ele.
Eles lamentaram não ver a pena de morte.

A esposa de Rader conseguiu o divórcio com ele logo depois da prisão do mesmo.

A comunidade que Rader freqüentava, seus vizinhos, todos que o conheciam custaram a acreditar que ele era o BTK.

Existe um filme atual que fala sobre o caso BTK.

Existem controvérsias quanto ao número de vítimas de BTK,
muitos casos antigos e sem solução tiveram ligações com a maneira que ele matava suas vítimas.
Mas nada disso foi confirmado.

Segundo o Dr. Stone, criador do índice de maldade, Dennis Rader tem todos os quesitos para ser qualificado como ranking 22. O ranking máximo.
Como torturador e assassino que sente prazer em torturar.

A&E Documentary Special - The BTK Killer Speaks - Pt. 1 - 5


A&E Documentary Special - The BTK Killer Speaks - Pt. 2 - 5


A&E Documentary Special - The BTK Killer Speaks - Pt. 3 - 5


A&E Documentary Special - The BTK Killer Speaks - Pt. 4 - 5



A&E Documentary Special - The BTK Killer Speaks - Pt. 5 - 5


B.T.K. Killer (2005) Trailer


BTK movie reaction in Wichita

Amizade Perigosa - A Killer Among Friends - Vítima Missy Avila.



Michelle 'Missy' Avila foi assassinada em 1/10/1985.

Missy


Ela tinha só 17 anos de idade.
Seu assassinato foi cruel, ela apanhou muito e teve seus cabelos cortados.
Foi afogada em 5 dedos de água. As assassinas colocaram um tronco de árvore sob o corpo de Missy para ter certeza de que ela morrera. 


Missy


Por 3 anos a Policia caçou a pessoa responsável pela morte de Missy Avila. Na ocasião da morte, sua 'melhor amiga' Karen Severson disse : "Eu amava a Missy e não irei descansar enquanto não encontrar o animal que fez isso com minha melhor amiga."

foto recente da mãe de Missy


Por 3 anos ninguém suspeitou da verdade. Em 1988, Uma testemunha,

(Outra amiga que foi obrigada a assistir ao espancamento de Missy e ameaçada por Karen, por isso fugiu, mas não aguentou viver com aquilo) resolveu contar a verdade, e finalmente a família de Missy soube o que realmente aconteceu com ela.


As duas melhores amigas do mundo para Missy, Karen Severson e Laura Doyle, eram as assassinas.


As assassinas no julgamento

Quando confrontadas com a verdade, Karen e Laura admitiram tudo.

Elas tinham inveja de Missy, Ela estava atraindo muita atenção dos garotos na escola. (Elas Tinham inveja até mesmo da forma como a mãe de Missy fazia tranças no cabelo dela!)
Karen Severson

Laura Doyle


A Família de Missy estava de coração partido.
As assassinas eram aquelas menininhas que vinham nas festinhas, nadavam na piscina de plástico, brincavam juntas desde pequeninas.
Ambas conheciam Missy e família há anos! Eram próximas deles como nenhuma outra amiga de Missy.



Tão Próximas que pediam justiça pelo assassinato de Missy na ocasião, e até a descoberta da verdade ainda clamavam por justiça.
Em 1989, Karen Severson e Laura Doyle foram sentenciadas a 15 anos de prisão por assassinato em segundo grau.

Existe um Filme que conta a história de Missy.
Titulo : Amizade Perigosa. ( A Killer among Friends )
É perfeito. Eu vi varias vezes, mas não encontro mais.


Cena do filme baseado na história de Missy


Você leu um resumo até agora, abaixo vou postar a história com mais detalhes.


Michele Yvette "Missy" Avila (8 de fevereiro de 1968 - 2 de outubro de 1985) foi uma adolescente americana que foi assassinada por sua melhor amiga, Karen Severson e outra amigo, Laura Doyle, em outubro de 1985.

Michele Avila e suas amigas cresceram em Arleta, Los Angeles, em San Fernando Valley.  Michele Avila e Karen Severson tinha sido melhores amigas desde que tinham oito anos de idade. Severson supostamente ficou com ciúmes de Avila, porque ela foi considerada mais popular e atraente no colegial. Severson também estava chateada porque Avila começou a passar menos tempo com ela, optando por passar mais tempo com os meninos. Severson depois começou um boato de que Avila tinha tido relações sexuais com vários garotos. Como resultado, Avila foi espancada por um grupo de meninas que a acusaram de dormir com os seus namorados.

Durante o primeiro ano das meninas na escola, Avila começou a namorar um rapaz chamado Randy. Avila rompeu o relacionamento depois de um mês devido a festanças constantes do namorado Randy. Logo após o término dos dois, Severson e Randy começaram um relacionamento e acabaram se mudando para um apartamento juntos. Severson disse mais tarde a mãe de Avila, Irene, que ela, certa vez, viu Randy puxando Avila para o seu colo. Avila disse a Randy não estava interessada em reacender seu relacionamento e aconselhou Severson a romper com Randy. O incidente irritou Severson e ela parou de falar com Avila. Dez dias antes da morte de Avila, as duas tiveram uma briga em um parque do bairro. De acordo com testemunhas, Severson ameaçou Avila com uma garrafa de cerveja quebrada e, em seguida, empurrou e deu um tapa nela.

Em 2 de outubro, Avila disse à mãe que ela estava saindo com a amiga, Laura Doyle. Doyle buscou Avila. Quatro horas depois, Doyle chamou a mãe de Avila e pediu para falar com Missy. Depois que a mãe de Avila disse a Doyle que ela pensou que sua filha estava com ela, Doyle disse que ela tinha “saído fora” com três rapazes dirigindo um Camaro azul. Depois de colocar gasolina no carro, Doyle disse que ela chamou Avila mas ela entrou no carro com os três rapazes e foram embora.
Túmulo de Missy


Em 5 de outubro, o corpo de Avila foi encontrado de bruços no riacho Big Tujunga Canyon em Angeles National Forest. Ela tinha sido afogada em oito centímetros de água, o cabelo de comprimento na cintura foi cortado e havia um tronco de árvore de quatro metros em cima de seu corpo.

Julgamento e conseqüências

Irene Avila disse mais tarde que ela não tinha nenhuma razão para suspeitar que Severson ou Doyle estivessem envolvidas na morte da filha. Ambas compareceram ao funeral de Avila e Doyle enviou a família um cartão de simpatia, juntamente com R $ 20. Severson também foi morar com Irene Avila por um tempo, em um esforço para consolar a família. OLHA A CARA DE PAU! Severson também ficou aparentemente obcecada com o assassinato. Ela visitou várias vezes o túmulo de Ávila, cobriu as paredes de seu quarto com fotos de Avila e recortes de jornais sobre o crime, e visitou várias vezes o riacho onde foi encontrado o corpo de Avila. Em determinado momento, ela disse a Irene Avila que tinha visto o fantasma de Ávila.

A polícia não tinha pistas sobre o caso e o caso foi arquivado. Três anos após a morte de Avila, uma adolescente que testemunhou as três meninas entrando na floresta, mas só viu Severson e Doyle saindo de lá contatou a policia. Severson e Doyle foram presos e acusados ​​de assassinato em primeiro grau. De acordo com os promotores, Severson e Doyle atraíram Avila até o riacho e, em seguida, começaram a gritar com ela sobre sua suposta promiscuidade. Ambas as meninas a acusaram de ter relações sexuais com seus namorados e disseram que ela tinha estragado muitos relacionamentos. As duas então seguraram a cabeça de Avila com seu corpo de bruços em aproximadamente cinco dedos de água. Para manter seu corpo virado para baixo na água, elas colocaram um tronco de árvore em cima do corpo.

Em março de 1990, Severson e Doyle foram condenadas por homicídio em segundo grau, de 15 anos à prisão perpétua. Os jurados mais tarde disseram que não estavam convencidos de que o assassinato foi planejado e rejeitou a primeira acusação de assassinato em primeiro grau. Karen Severson foi libertada da prisão em 09 de dezembro de 2011 depois de cumprir 21 anos. Laura Doyle foi libertada da prisão em dezembro de 2012 depois de cumprir 22 anos.

Na cultura popular

O caso inspirou um livro e um filme de televisão. O filme, chamado Amizade Perigosa, A Killer Among Friends, é estrelado por Tiffani-Amber Thiessen e Patty Duke. Super indico. O filme é bem fiel ao caso.
Um livro, chamado Missy’s Murder (O assassinato de Missy), foi escrito por Karen Kingsbury que cobriu o caso.
O caso foi destaque em um episódio de Mulheres mortais “Deadly Women” chamado de Delinquentes Mortais "Deadly Delinquents".

             PATTY DUKE on ET For A Killer Among Friends 1992
                   




Uma pena que não tem legenda. Pra quem entende inglês vale a pena assistir. Eu tinha em VHS, mas nunca encontrei em DVD. Assisti no Youtube mesmo:
Parte 1 do filme.


Parte 2 


Parte 3


Parte 4


Parte 5


Parte Final


Dr.Jack Kevorkian 'O Dr Morte'


Jack Kevorkian
( Pontiac, Michigan ,26 de maio de 1928) também conhecido como Dr. Morte, se tornou bem conhecido por sua luta para fazer do suicídio assistido um direito de todos. Médico patologista aposentado que inventou a “máquina do suicídio”, Kevorkian ajudou a mais de 130 doentes terminais dos Estados Unidos a colocarem um fim em suas vidas.

O residente Dr. Morte


Jack Kevorkian, o filho único de refugiados armênios, concluiu o segundo grau com dezessete anos de idade e então ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade de Michigan, onde se graduou em 1952, como médico patologista.
Ele ganhou o apelido Dr. Morte logo no início de sua carreira, ainda como médico residente, ao fotografar os olhos de pacientes mortos para experiências. Naquela época, defendia que os órgãos de pacientes mortos fossem retirados e utilizados em transplantes e, por conta disso, foi convidado a deixar a residência médica.

Em 1970, após publicar alguns trabalhos controvertidos, Kevorkian se tornou chefe da patologia do Hospital Geral de Saratoga, em Detroit. Ele permaneceu nesse cargo até o fim dos anos 70 quando abandonou sua carreira como patologista.

Suicídio assistido

Nos anos 80 Kevorkian passou a se dedicar aos suicídios assistidos para ajudar doentes terminais a pôr um fim às suas vidas. Sua crença era de que as pessoas tinham o direito de evitar uma morte sofrida e demorada e terminar suas vidas com a ajuda de um médico que lhe assegurasse uma morte tranqüila. Segundo um cronista, Kevorkian amava a eutanásia com o mesmo entusiasmo com que algumas pessoas amam o futebol.

Em 1988 ele construiu a máquina do suicídio que possibilitava aos pacientes a cometer suicídio apertando um botão que liberava uma série de drogas no organismo. Após as autoridades médicas de Michigan revogarem a licença médica de Kervokian em 1991, ele não pôde mais prescrever drogas e passou a usar monóxido de carbono em seus suicídios assistidos.
Em junho de 1980 prestou assistência ao suicídio de sua primeira paciente, Janet Adkins, de Portland, Oregon. Ela tinha 54 anos e sofria do Mal de Alzheimer. Alguns dias depois, um juiz de Michigan indiciou Kevorkian. Em dezembro de 1990 as denúncias de assassinato contra Kevorkian pela morte de Janet Adkins foram arquivadas, o que encorajou Kevorkian a ajudar mais de 130 pessoas a morrer.

Um dos casos deixou muitas dúvidas na opinião pública quanto aos critérios adotados pelo médico. Rebecca Lou Badger, 39 anos, era tida como portadora de esclerose múltipla. Morreu assistida por. Kevorkian. Feita a necrópsia, não foi constatada qualquer evidência da doença que teria sido utilizada como justificativa para terminar com a sua vida.

Ações judiciais
Legisladores e promotores tentaram criar obstáculos às ações de Kevorkian. Em 1993 o Poder Legislativo de Michigan baixou uma lei que tornava crime alguém fornecer conscientemente a outra pessoa os meios para cometer suicídio, com pena de quatro anos de prisão. A Suprema Corte de Michigan declarou em dezembro de 1994 que a lei era constitucional. Kevorkian enfrentou julgamento por quatro vezes por denúncias de suicídio assistido, sendo absolvido em três processos e tendo um julgamento anulado por falhas processuais.

No entanto, em março de 1999, Kevorkian enfrentou um julgamento por acusações de homicídio em vez de suicídio assistido. Thomas Youk estava morrendo de uma doença que não permitia a ele próprio administrar as drogas, o que teve que ser feito por Kervokian. O médico documentou a morte de seu paciente em vídeo, que foi ao ar num dos programas de maior audiência da televisão americana, o 60 Minutes, no dia 22 de novembro de 1998. Kevorkian foi denunciado por homicídio qualificado três dias depois.

Neste julgamento, Kevorkian dispensou o advogado que o havia defendido nos casos anteriores e insistiu em se defender pessoalmente. Quando o juiz decidiu que a viúva e o irmão de Thomas Youk não podiam depor como testemunhas, Kevorkian ficou sem argumentos de defesa e foi condenado pelo júri por homicídio simples a 25 anos de prisão, mas com direito a liberdade condicional a partir de 2007, por causa de sua idade avançada. Kevorkian admitiu ter ajudado mais de 130 pessoas a se suicidar, mas insistiu em afirmar que não havia matado diretamente a ninguém.

A história de Kevorkian foi para o cinema num documentário de 2005, com direção da vencedora do Oscar, Bárbara Kopple.




Angry 'Dr. Death' on defensive

Mary Bell a mais jovem homicida da História !


"Eu sei que ele está morto. Queria vê-lo no caixão."


Filha de mãe solteira, prostituta e mentalmente perturbada, foi forçada a fazer sexo com os clientes de sua mãe, entre os 4 e 8 anos de idade.
Mary Bell foi condenada por asfixiar Martin Brown em 25 de maio de 1968, um dia antes de seu 11º aniversário. Matou com a ajuda da amiga Norma Bell.

Suas duas vítimas tinham 3 e 4 anos, também foi acusada de tentar estrangular quatro outras meninas.
Foi responsável pela vandalização da enfermaria escolar e de escrever ameaças nas paredes.
Foi considerada culpada de homicídio involuntário em 17 de dezembro de 1968, tendo o júri o conhecimento de seu diagnóstico onde psiquiatras descreveram sintomas clássicos da psicopatologia.

Foi liberada da custódia em 1980 e foi concedido anonimato para começar uma nova vida com sua filha, que nasceu em 1984,e seu marido. Vinte e sete anos depois de sua condenação, e após a morte de sua mãe, Mary Bell aceitou falar à jornalista Gitta Sereny sobre sua infância, O resultado é uma biografia chamada "Gritos no Vazio".

O nome Mary Bell entrou no dicionário legal - uma Ordem Mary Bell proíbe a publicação de toda e qualquer informação que possa identificar uma criança envolvida em procedimentos legais - e ainda é uma espécie de senha para a crueldade infantil. 

Mary Flora Bell nasceu em Newcastle Upon Tyne, Inglaterra, em 26 de maio de 1957, filha ilegitima de Betty Bell, uma prostituta mentalmente perturbada de 17 anos de idade. Em 11 de maio de 1968 Bell, então com 10 anos, e sua amiga Norma Joyce Bell (coincidência elas terem o mesmo sobrenome, não havia grau de parentesco) brincavam com o primo dela, de 3 anos, em um abrigo antiaéreo em desuso, quando ele aparentemente caiu e se feriu. No dia seguinte, três meninas de 6 anos reclamaram de Bell ter "apertado seu pescoço". Em 15 de maio a polícia conversou com Mary e Norma Bell. Em 25 de maio dois meninos encontraram o corpo de Martin George, de 4 anos, em uma casa em ruínas. No dia seguinte, Bell tentou estrangular Norma Bell e teve de ser contida a bofetadas pelo pai de Norma. Naquele mesmo dia, mais tarde, uma escola infantil foi invadida e vandalizada. Foram encontrados quatro bilhetes com as mensagens: "Foda-se, nós matamos, cuidado, Fanny e Faggot", "Nós matamos Martain Brown, foda-se seu bastardo", "Eu mato para que eu possa voltar", "Vocês estão ferrados porque nós matamos Martain Vai Brown você Bete Procure por aí HÁ Assassinos por FANNY e Faggot, seus idiotas". 

Em 30 de maio Bell bateu na porta da casa da família de Brown e pediu para falar com Martin. A Sra. Brown respondeu que "Martin está morto", ao que Bell teria dito: "Oh, eu sei que ele está morto. Queria vê-lo no caixão". (o que ela queria ver mesmo era o sofrimento da mãe de Martin). Dois meses mais tarde, em 31 de julho, Brian Howe, de 3 anos, desapareceu. Bell contou à irmã Pat que ele podia estar brincando com alguns blocos de concreto perto de um terreno baldio. Seu corpo foi encontrado lá às 23:00 horas daquela noite.

Ele havia sido estrangulado, tinha cortes nas pernas e uma perfuração no abdome. Mil e duzentas crianças locais foram interrogadas, e Norma Bell confessou ter estado presente quando Brian foi morto. Disse que Mary Bell era a culpada. Bell disse que Norma Bell havia estrangulado o menino.

As duas garotas foram a julgamento, para o espanto de todos que custavam a acreditar que uma criança com aquela carinha de anjo seria capaz de tamanho crime horrendo, em 5 de dezembro de 1968, e enquanto Norma se comportava de maneira infantil, Mary Bell parecia se divertir, se esquivando das perguntas dos advogados. Um psiquiatra a descreveu como: "Inteligente, manipuladora, perigosa." Bell havia dito que queria ser enfermeira para poder enfiar agulhas nas pessoas, "eu gosto de machucar pessoas". Norma Bell foi absolvida, mas em 17 de dezembro Bell foi condenada pelo "assassinato em função de redução de responsabilidade" de dois meninos. Ela foi enviada para a Red Bank Special Unit, de fevereiro de 1969 a novembro de 1973. Tornou-se masculina na aparência, o que provocou um comentário de sua mãe: "Jesus Cristo, o que ainda vai ser? Primeiro assassina, e agora lésbica" (aff não vou nem comentar tamanha ignorância dessa mãe). 

Em setembro de 1977 ela fugiu da prisão de Moor Court Open, fez sexo com um rapaz e foi recapturada depois de três dias. Ela foi libertada em 14 de maio de 1980 e conseguiu um emprego em uma escola infantil. (Não quanto a vocês leitores, mas eu achei isso um ABSURDO!)

Em 2002 Bell foi ao Tribunal solicitar que sua nova identidade e seu novo endereço fossem mantidos em sigilo para sempre, a fim de proteger sua filha, que nasceu em 1984.

Ela conseguiu a "Ordem Mary Bell" em 21 de maio de 2003. Cinco anos antes, a jornalista Gitta Sereny recompensara Bell por sua colaboração em Cries Unheard, um livro sobre sua vida, o que levou muita gente a acreditar que ela deveria sair do anonimato.

Acredita-se que a recompensa recebida por Bell tenha sido algo em torno de 16 mil libras, e Bell e o namorado de 40 anos usaram esse dinheiro para adquirir uma casa na Costa Sul. Quando a localização foi descoberta, a policia transferiu outra vez Bell e sua filha.




Mary Flora Bell