Michelle 'Missy' Avila foi assassinada em 1/10/1985.
Ela tinha só 17 anos de idade.
Seu assassinato foi cruel, ela apanhou muito e teve seus cabelos cortados.
Foi afogada em 5 dedos de água. As assassinas colocaram um tronco de árvore sob o corpo para ter certeza de q ela morrera.
Por 3 anos a Policia caçou a pessoa responsável pela morte de Missy Avila. Na ocasião da morte, sua 'melhor amiga' Karen Severson disse : Eu amava a Missy e não irei descansar enquanto não encontrar o animal que fez isso com minha melhor amiga.
Por 3 anos ninguém suspeitou da verdade. Em 1988, Uma testemunha ( Outra amiga que foi obrigada a assistir ao espancamento de Missy e ameaçada por Karen, por isso fugiu, mas nao aguentou viver com aquilo ) resolveu contar a verdade, e finalmente a família de Missy soube o que realmente aconteceu com ela.
As duas melhores amigas do mundo para Missy, Karen Severson e Laura Doyle, eram as assassinas.
Quando confrontadas com a verdade, Karen e Laura admitiram o assassinato. Elas tinham inveja de Missy, Ela estava atraindo muita atenção dos garotos na escola. ( Elas Tinham inveja até mesmo da forma como a mãe de Missy fazia tranças no cabelo dela ) !
A Família de Missy estava de coração partido.
As assassinas eram aquelas menininhas que vinham nas festinhas, nadavam na piscina de plástico, brincavam juntas desde pequeninas.
Ambas conheciam Missy e família a anos! Eram próximas deles como nenhuma outra amiga de Missy.
Tão Próximas que pediam justiça pelo assassinato de Missy na ocasião e até a descoberta da verdade ainda clamavam por justiça.
Em 1989, Karen Severson e Laura Doyle foram sentenciadas a 15 anos de prisão por assassinato em segundo grau.
Que Missy descanse em Paz para sempre!
Existe um Filme que conta a história de Missy.
Titulo : Amizade Perigosa ( A Killer among Friends ) O Filme é de 1993 se não me engano.
É perfeito. Eu vi varias vezes, mas não encontro mais.
A falsidade das duas é tamanha que você passa a desconfiar de todos a sua volta !
Espero q essas duas queimem no inferno!
Jack Kevorkian ( Pontiac, Michigan ,26 de maio de 1928) também conhecido como Dr. Morte, se tornou bem conhecido por sua luta para fazer do suicídio assistido um direito de todos. Médico patologista aposentado que inventou a “máquina do suicídio”, Kevorkian ajudou a mais de 130 doentes terminais dos Estados Unidos a colocarem um fim em suas vidas.
O residente Dr. Morte
Jack Kevorkian, o filho único de refugiados armênios, concluiu o segundo grau com dezessete anos de idade e então ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade de Michigan, onde se graduou em 1952, como médico patologista.
Ele ganhou o apelido Dr. Morte logo no início de sua carreira, ainda como médico residente, ao fotografar os olhos de pacientes mortos para experiências. Naquela época, defendia que os órgãos de pacientes mortos fossem retirados e utilizados em transplantes e, por conta disso, foi convidado a deixar a residência médica.
Em 1970, após publicar alguns trabalhos controvertidos, Kevorkian se tornou chefe da patologia do Hospital Geral de Saratoga, em Detroit. Ele permaneceu nesse cargo até o fim dos anos 70 quando abandonou sua carreira como patologista.
Suicídio assistido
Nos anos 80 Kevorkian passou a se dedicar aos suicídios assistidos para ajudar doentes terminais a pôr um fim às suas vidas. Sua crença era de que as pessoas tinham o direito de evitar uma morte sofrida e demorada e terminar suas vidas com a ajuda de um médico que lhe assegurasse uma morte tranqüila. Segundo um cronista, Kevorkian amava a eutanásia com o mesmo entusiasmo com que algumas pessoas amam o futebol.
Em 1988 ele construiu a máquina do suicídio que possibilitava aos pacientes a cometer suicídio apertando um botão que liberava uma série de drogas no organismo. Após as autoridades médicas de Michigan revogarem a licença médica de Kervokian em 1991, ele não pôde mais prescrever drogas e passou a usar monóxido de carbono em seus suicídios assistidos.
Em junho de 1980 prestou assistência ao suicídio de sua primeira paciente, Janet Adkins, de Portland, Oregon. Ela tinha 54 anos e sofria do Mal de Alzheimer. Alguns dias depois, um juiz de Michigan indiciou Kevorkian. Em dezembro de 1990 as denúncias de assassinato contra Kevorkian pela morte de Janet Adkins foram arquivadas, o que encorajou Kevorkian a ajudar mais de 130 pessoas a morrer.
Um dos casos deixou muitas dúvidas na opinião pública quanto aos critérios adotados pelo médico. Rebecca Lou Badger, 39 anos, era tida como portadora de esclerose múltipla. Morreu assistida por. Kevorkian. Feita a necrópsia, não foi constatada qualquer evidência da doença que teria sido utilizada como justificativa para terminar com a sua vida.
Ações judiciais
Legisladores e promotores tentaram criar obstáculos às ações de Kevorkian. Em 1993 o Poder Legislativo de Michigan baixou uma lei que tornava crime alguém fornecer conscientemente a outra pessoa os meios para cometer suicídio, com pena de quatro anos de prisão. A Suprema Corte de Michigan declarou em dezembro de 1994 que a lei era constitucional. Kevorkian enfrentou julgamento por quatro vezes por denúncias de suicídio assistido, sendo absolvido em três processos e tendo um julgamento anulado por falhas processuais.
No entanto, em março de 1999, Kevorkian enfrentou um julgamento por acusações de homicídio em vez de suicídio assistido. Thomas Youk estava morrendo de uma doença que não permitia a ele próprio administrar as drogas, o que teve que ser feito por Kervokian. O médico documentou a morte de seu paciente em vídeo, que foi ao ar num dos programas de maior audiência da televisão americana, o 60 Minutes, no dia 22 de novembro de 1998. Kevorkian foi denunciado por homicídio qualificado três dias depois.
Neste julgamento, Kevorkian dispensou o advogado que o havia defendido nos casos anteriores e insistiu em se defender pessoalmente. Quando o juiz decidiu que a viúva e o irmão de Thomas Youk não podiam depor como testemunhas, Kevorkian ficou sem argumentos de defesa e foi condenado pelo júri por homicídio simples a 25 anos de prisão, mas com direito a liberdade condicional a partir de 2007, por causa de sua idade avançada. Kevorkian admitiu ter ajudado mais de 130 pessoas a se suicidar, mas insistiu em afirmar que não havia matado diretamente a ninguém.
A história de Kevorkian foi para o cinema num documentário de 2005, com direção da vencedora do Oscar, Bárbara Kopple.
Filha de mãe solteira, prostituta e mentalmente perturbada, foi forçada a fazer sexo com os clientes de sua mãe,entre os 4 e 8 anos de idade.
Mary Bell foi condenada por asfixiar Martin Brown em 25 de maio de 1968, um dia antes de seu 11º aniversário. Matou ajudada pela amiga Norma Bell. Suas duas vítimas tinham 3 e 4 anos, também foi acusada de tentar estrangular quatro outras meninas. Foi responsável pela vandalização da enfermaria escolar e de escrever ameaças mas paredes.
Foi considerada culpada de homicídio involuntário em 17 de dezembro de 1968, tendo o júri o conhecimento de seu diagnóstico onde psiquiatras descreveram sintomas clássicos da psicopatologia.
Foi liberada da custódia em 1980 e foi concedido anonimato para começar uma nova vida com sua filha, que nasceu em 1984,e seu marido. Vinte e sete anos depois de sua condenação, e após a morte de sua mãe, Mary Bell aceitou falar à jornalista Gitta Sereny sobre sua infância, O resultado é uma biografia chamada "Gritos no Vazio".
Mary Bell - Children of Crime Documentary (PART ONE)
Mary Bell - Children of Crime Documentary (PART TWO)
Mary Bell - Children of Crime Documentary (PART THREE)
Mary Bell - Children of Crime Documentary (PART FOUR)
Mary Bell - Children of Crime Documentary (PART FIVE)
Mary Bell - Children of Crime Documentary (PART SIX)
Fish gabou-se de ter “tido crianças em cada estado” e afirmou que molestou cerca de 100 crianças. Durante a sua vida foi apenas suspeito de cinco mortes.
Fish confessou três homicídios e ter atacado duas outras pessoas. Foi também julgado pelo rapto e assassinato de Grace Budd (Veja a Baixo ). Fish foi condenado á cadeira eléctrica.
Albert Fish nasceu em Washington em 1870. O seu pai era quarenta e três anos mais velho que sua mãe e vários membros da sua família tinham doenças mentais ou sofriam de extremismos religiosos.
Aos 5 anos o seu pai sofreu um ataque cardíaco e a mãe deixou-o num orfanato. No orfanato ele era frequentemente agredido.
Fish descobriu que gostava da dor física e começou a ter erecções quando era agredido, o que o influenciou a gostar do sadomasoquismo.
Aos 7 anos sua mãe o tirou de lá porque havia conseguido um emprego.
Em 1882, aos 12 anos, Fish começou uma relação homossexual com um rapaz que trabalhava no telégrafo, que o incentivou a beber urina e a praticar coprofagia.
Fish começou a visitar casas-de-banho públicas onde observava rapazes a despirem-se e aí passava grande parte dos seus fins-de-semana.
Aos 9 ele caiu de uma cerejeira e machucou-se seriamente na cabeça, o que mais tarde causara dores de cabeça e pequenos problemas mentais (é muito comum acontecer isso entre os assassino em série na infância).
Em 1898 a sua mãe arranjou-lhe casamento com uma rapariga nove anos mais nova. Eles tiveram seis filhos: Albert, Anna, Gertrude, Eugene, John e Henry Fish.
Um ano depois, aos vinte anos mudaram-se para Nova York, onde começou a ter relações sado-masoquistas homossexuais.
Em Nova York ele começou a estuprar crianças e participar de "atividades bizarras". Fish começou a trabalhar como pintor e continuava a molestar rapazes, a maioria com menos de seis anos.
Um dia, um dos seus amantes masculinos levou-o a um museu de cera, onde Fish ficou fascinado com a bissetriz de um pénis. Pouco depois desenvolveu um interesse móbido por castração. Durante uma relação com um homem mentalmente retardado, Fish tentou castrá-lo, mas o homem assustou-se e fugiu.
Fish começou a intensificar as suas idas a bordéis, onde podia ser chicoteado e agredido.
Em 1903 foi preso por desfalque e cumpriu a sua pena em Sing Sing Correctional Facility, onde tinha relações sexuais com outros presos.
Em Janeiro de 1917 a sua mulher deixou-o por John Straube. Depois disto, Fish começou a ouvir vozes. Uma vez enrolou-se numa carpete, explicando que estava a seguir instruções do apóstolo João.
Por volta desta altura Fish tinha uma grande necessidade de masoquismo: pegava em bolas de algodão, embebia-as em álcool e pegava-lhes fogo no seu ânus, começou a espancar-se a si mesmo com um remo e espetava agulhas no seu corpo. Entre o seu recto e o seu escroto. Normalmente ele retirava-as, mas começou a inseri-las tão profundamente que já não as conseguiu tirar. Raios X feitos posteriormente revelaram 29 agulhas na sua região pélvica.
Aos 55 anos começou a sofrer alucinações e ilusões. Fish acreditava que Deus lhe ordenava para torturar e castrar rapazes pequenos. Os médicos afirmaram que Fish sofria de uma psicose
Em 1910 começou uma onda de homicídios. Atacou Thomas Bedden, em Wilmington, Delaware. Depois apunhalou um menino mentalmente retardado em 1919Georgetown, Washington, D.C.. As suas vitimas preferidas eram meninos com doenças mentais ou negros, que ele achava que não seriam procurados.
Por volta de 1920 Fish viajou por 23 estados americanos pintando casas, ele via nesse trabalho como a perfeita oportunidade para cometer suas atrocidades às criancinhas. Fish lia frequentemente a bíblia e dizia que a voz de Deus o mandava matar.
Em Julho de 1924, Fish encontrou Beatrice Kiel, de 8 anos, a brincar sozinha na fazenda de seus pais. Fish ofereceu-lhe dinheiro para o ajudar a procurar ruibarbo nos campos vizinhos. Beatrice esteve quase a ir com Fish, mas a sua mãe afugentou-o. Fish voltou á fazenda e tentou dormir no celeiro, mas o pai de Beatrice encontrou-o e Fish foi-se embora.
Grace Budd
No dia 25 de Maio de 1928 Edward Budd põe um anúncio na edição de domingo do the New York World: "homem jovem, 18, deseja a posição no campo. Edward Budd, 406 West 15th Street." Três dias depois, Fish, com 58 anos, visitou a família Budd em Manhattan, sob o pretexto de contratar Edward.
Ele apresentou-se como Frank Howard, um agricultor de Farmingdale, Nova York.
Foi então que conheceu Grace, irmã de Budd, então com 10 anos. Fish prometeu emprego a Edward e disse que o iria mandar buscar em alguns dias.
Na sua segunda visita ele aceitou contratar Budd, e convenceu os pais, Delia Flanagan e Albert Budd I, a deixar a Grace acompanhá-lo a uma festa de anos naquela tarde, em casa de sua irmã. Grace saiu com Fish e nunca mais voltou.
A 5 de Setembro de 1930, a polícia prendeu Charles Edward Pope por suspeito pelo rapto. Pope foi acusado pela sua mulher e esteve preso durante 108 dias, entre a sua prisão e o seu julgamento, a 22 de Dezembro de 1930.
A carta (Atenção: se vc é sensível NÃO leia!!!!!!!!!! Ele conta detalhes da morte!!!! É Chocante!!! )
Sete anos depois, em Novembro de 1934, uma carta anónima foi enviada aos pais de Grace Budd:
Querida Mrs. Budd
Em 1894 um amigo meu embarcou no Steamer Tacoma, Capt. John Davis. Eles navegaram de S. Francisco para Hong Kong, China . Quando chegaram lá, ele e dois outros desembarcaram e embriagaram-se. Quando eles voltaram o barco tinha ido. Na altura houve fome na China.
A carne de qualquer espécie foi de $1-3 por libra. O sofrimento era tão grande entre os pobres que as crianças com menos de 12 anos eram vendidas para comida, para impedir outros morrerem de fome. Meninos e meninas com menos de 14 anos não estavam seguros na rua.
Você pode entrar em qualquer loja e pedir bifes. A parte do corpo nu de um menino ou menina era mostrada e eles tiravam apenas que você queria. As partes de trás de um menino ou menina é a parte mais doce do corpo e é vendido como costeleta de carne de vitela pelo preço mais alto. John ficou lá tanto tempo, que adquiriu gosto pela carne humana. No seu regresso a Nova Iork ele roubou dois meninos, de 7 e 11. Levou-os para casa, despiu-os e atou-os num armário.
Depois queimou tudo o que eles tinham. Várias vezes durante o dia e noite ele batia-lhes – torturava-os – para fazer a sua carne mais tenra.
Primeiro ele matou o menino de 11 anos, porque ele tinha o rabo mais gordo e naturalmente a maior parte de carne dele. Todas as partes do seu corpo foram cozinhadas e comidas excepto a cabeça – ossos e tripas. Ele foi assado no forno (todo do seu rebo), fervido, grelhado, frito e guisado. O menino mais pequeno foi seguinte, da mesma maneira. Na altura eu vivia em 409 E 100 St, perto deles. Ele dizia-me frequentemente que a carne humana era boa, e eu decidi provar.
Num domingo, dia 3 de Junho de 1928, fui chamado por si a at 406 W 15 St. Levei um pote de queijo com morangos. Lanchamos. A Grace sentou-se no meu colo e beijou-me. Decidi-me a comê-la. Sob o pretexto de a levar a uma festa. Tu disseste que sim, que ela podia ir. Eu levei-a para uma casa vazia em Westchester, que já tinha escolhido.
Quando chegámos lá, mandei-a ficar fora. Ela apanhou flores silvestres. Eu fui lá para cima e despi toda a minha roupa. Eu sabia que se não o fizesse ficaria com o seu sangue. Quando ficou tudo pronto, fui á janela e chamei-a. Então escondi-me num armário até que ela chegasse ao quarto. Quando ela me viu nu começou a chorar e tentou descer as escadas. Agarrei-a e ela disse que iria contar á mãe. Primeiro despi-a. Como ela lutava – mordia e arranhava. Abafei-a até á morte, depois cortei-a em pequenas partes. Cozinhei e comi. Como era doce e tenro o seu pequeno rabo. Levou-me nove dias para comer todo o corpo. Não a forniquei. Ela morreu virgem.
A senhora Budd não sabia ler, então o seu filho leu-a por ela. Fish admitiu mais tarde ao seu advogado que tinha mesmo violado Grace. Fish era um mentiroso compulsivo, contudo pode ser falso. Ele disse á polícia, que “nunca entrou na sua cabeça” violar a menina.
A carta foi enviada num envelope com um pequeno emblema em forma de hexágono, com as letras "N.Y.P.C.B.A." (New York Private Chauffeur's Benevolent Association).
Um zelador da companhia disse á polícia que ele tinha levado alguns artigos de papelaria para casa, mas tinha deixado-os em sua casa no 200 East 52nd Street, quando se mudou. A dona da cada disse Fish tinha deixado o quarto uns dias antes e que o filho de Fish lhe tinha enviado dinheiro e Fish pediu-lhe que guardasse o quarto.
O detective William F. King, esperou pelo regresso de Fish. Mais tarde detiveram Fish, que aceitou ir à sede do interrogatório prestar declarações, mas quando passou a porta investiu sobre King, com uma navalha em cada mão. King coseguiu desarmá-lo e levou-o para a esquadra. Fish não negou o homicídio de Grace Budd, dizendo que foi até á casa do Budd para matar Edward e não Grace.
Descobertas depois da sua prisão
A 11 de Fevereiro de 1927, Billy Gaffney brincava no corredor de fora do seu apartamento com o seu amigo Billy Beaton. Ambos desapareceram, mas o amigo foi encontrado no telhado do apartamento. Quando perguntaram a Beaton o que tinha acontecido a Gaffney , ele respondeu que o papão o tinha levado.
Inicialmente Peter Kudzinowski foi apontado como suspeito da morte do menino. Mas, Joseph Meehan viu a foto de Fish no jornal e identificou-o como o homem que viu a 11 de Fevereiro, tentanto acalmar um rapaz que transportava dentro de um carrinho de compras. O rapaz não queria vestir o casaco e estava a chorar pela mãe. O rapaz foi então arrastado para fora do carrinho. A polícia afirma que a descrição do rapaz corresponde a Billy Gaffney, cujo corpo nunca foi encontrado.
A mãe de Billy visitou Fish na prisão para tentar saber mais detalhes, ao que Fish respondeu “Eu levei-o para Riker Ave. Uma lixeira. Havia uma casa sozinha, não muito longe dali. Eu levei o corpo para aí. Tirei-lhe a roupa, amarrei-lhe os pés e mãos. Queimei-lhe as roupas e atirei os seus sapatos para a lixeira. Voltei e pus o carrinho na 59 St. No dia seguinte levei ferramentas… ”
Prisões Anteriores
Fish casou a 6 de Fevereiro de 1930, em Waterloo, New York com “Mrs. Estella Wilcox” e divorciou-se uma semana depois. Fish foi detido em Maio de 1930 por “mandar uma carta obscena a uma mulher negra que respondia a anúncios para criada ”. Foi mandado para o hospital psiquiátrico de Bellevue em 1930 e 1931, depois das suas detenções.
Julgamento
O julgamento do homicídio de Grace Budd começou a 11 de Março de 1935, em Nova York. Este julgamento demorou dez dias.
Fish alegou insanidade e declarou ouvir vozes de Deus, que lhe diziam para matar crianças. Vários testes psiquiátricos testemunharam sobre os fetiches sexuais de Fish, bem como urofilia, coprofilia, pedofilia e masoquismo.
Um psiquiatra testemunhou a insanidade de Fish, mas o testemunho de Mary Nicholas, sua filha adotiva de 17 anos alterou esta versão.
Mary Nicholas afirmou que Fish tentava introduzir nos seus filhos e filhas em práticas masoquistas e molestação de crianças. O juiz declarou-o são e culpado, e condenou-o á pena de morte.
Depois da sentença, Fish confessou o homicídio de Francis X. McDonnell, de 8 anos, morto em Staten Island.
No dia 15 de Julho de 1924, Francis brincava em frente de sua casa. A mãe de Francis viu um velho a passar, abrindo e fechando os punhos. Mais tarde, o velho foi visto novamente a observar Francis e os amigos a brincar. O corpo de Francis foi encontrado num bosque, onde um vizinho tinha visto Francis e o velho passarem. Francis foi assaltado e estrangulado com os seus suspensórios.
Possiveis vítimas
Fish negou quaisquer envolvimentos com outros homicídios. Contudo é suspeito de 3 outras mortes. O detective William King acredita que Fish é o Vampiro de Brooklyn, um violador e assassino, que atacava preferencialmente crianças. 1927 - Yetta Abramowitz, 12 anos. Foi estrangulada e espancada no telhado de um apartamento de cinco andares. Morreu num hospital pouco depois de ter sido encontrada.
O assassino escapou, mas 20 detetives e muitos polícias caçavam um “jovem alto” , que se dizia que tentava aliciar jovens raparigas da vizinhança para corredores e becos a 14 de Maio de 1927. 1932 - Mary Ellen O'Connor, 16 anos. O seu corpo mutilado foi encontrado nos bosques em Far Rockaway, Queens a 15 de Fevereiro de 1932, perto de uma casa que Fish pintou.
1932 - Benjamin Collings, 17 anos
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Fish"
Ottis Toole (5 de março de 1947 - setembro de 1996) nativo de Jacksonville, Flórida. Autor de incontáveis crimes e homicídios em diversos estados dos EUA.
Infância:
Seu pai era alcoólatra e logo foi embora, deixando Toole aos cuidados de sua mãe fanática religiosa e sua irmã, que lhe vestia em roupas da menina "para brincar". A confusão de Toole foi agravada por sua avó, uma alegada satanista, que marcou em Ottis "a criança demônio", e algumas vezes o levou para o cemitério roda onde usava partes de corpos humanos em encantos de “magia”.
Toole fugiu de casa várias vezes mas sempre voltava. Ele sofreu convulsões e derivada satisfação ateando fogo em casas abandonadas no seu bairro.
Questionado mais tarde sobre a sua escolha de alvos, contou Toole: "Eu apenas odiava vê-las paradas em pé lá."
Histórico:
Por sua própria admissão, Toole cometeu seu primeiro assassinato com 14 anos. A vítima, um vendedor viajante, ele levou para fora da cidade entre as árvores para fazer sexo. Depois, Toole "ficou nervoso", e atropelou o homem com seu próprio carro.
Classificado como retardado com um QI de 75, Toole desistiu da escola na oitava série. Sua primeira prisão, por vadiagem, foi registrada em agosto de 1964, e outras, seguiram-se, construindo uma ficha preenchida de incontáveis pequenos roubos. Ele casou-se rapidamente, mas sua noiva partiu depois de três dias por repudiar a homossexualidade do marido.
Em 1974, Toole viajou pelos estado do oeste dos EUA em uma antiga pick-up. Embora não se tenha certeza, evidências indicam que ele tenha feito pelo menos 4 vítmas em um período de 6 meses.
Patricia Webb, de 24 anos de idade, foi morta em Lincoln, Nebraska, em 18 de abril de 1974. Em 19 de setembro, um pistoleiro solitário invadiu um salão de massagem em Colorado Springs, a empregada Yon Lee foi apunhalada e sua garganta talhada antes do atacante estuprar, apunhalar e disparar contra sua colega de trabalho Sun Ok Cousin.
Foi ateado fogo em ambas as mulheres, mas Lee sobreviveu para descrever o seu assaltante. A polícia, por razões ainda pouco claras, prendeu - e finalmente condenou - Park Estep, um soldado com características parecidas com as de Toole e que também possuía uma pick-up.
Em 10 de Outubro, Ellen Holman, de 31 anos de idade, foi raptada em Pueblo, Colorado, e morta com três tiros na cabeça e largada perto da fronteira Oklahoma.
Os investigadores suspeitam agora que Toole cometeu todos esses crimes.
Dois anos mais tarde, Toole conheceu Henry Lee Lucas em Jacksonville e o levou para casa para beber, conversar e fazer sexo. Eles tinham muito em comum, partilhando memórias de assassinatos, prevendo um momento em que eles pudessem caçar juntos. Em 1983, segundo a polícia, eles haviam atravessado o continente juntos várias vezes, aniquilando vítimas ao acaso num ritmo vertiginoso.
Em 14 de Janeiro de 1977, Toole assustou parentes casando-se com uma mulher 24 anos mais velha. O relacionamento era curioso desde o primeiro dia, e Novella Toole logo encontrou-se dividindo Ottis com Henry Lucas e outros desconhecidos.
"Algumas noites depois que casamos", disse ela, "ele me disse que ficava muito nervoso, principalmente se ele não podia obter um homem. Ele poderia se enfurecer, disse ele, e então não poderia se excitar com uma mulher." Eles se separaram em 1978, Lucas e Toole mudaram para a casa da mãe de Toole, partilhando quartos com a irmã Drusilla Powell e seus filhos, Frank e Frieda.
A dupla encontrou trabalho em uma empresa chamada Southeast Color Coat, em Jacksonville, mas a gerente Eileen Knight lembra que eles desapareciam com freqüência, às vezes por semanas em um período. "Ottis iria entrar e sair", disse ela, "E nós o contrataríamos sempre que voltasse porque ele era um bom trabalhador." A patroa de Toole, Betty Goodyear, disse de Ottis e Henry: "Eles saíam da cidade, sempre desaparecendo. Tudo com o que Toole se preocupava era aquele velho carro. Penso que estavam a usá-lo para roubar pessoas, pois eles sempre pareciam ter muito dinheiro." Ao longo do caminho, Toole supostamente introduziu Lucas para um culto satânico, o "Hand of Death", que raptava crianças e praticava sacrifícios humanos.
A mãe de Toole morreu em maio de 1981, após uma cirurgia, e a perda foi dura para ele. Ottis assombrou o cemitério, algumas vezes durante a noite, estendendo-se no chão perto do túmulo de sua mãe, supostamente sentindo a terra mover-se abaixo dele. Pouco tempo depois, sua irmã, Drusilla, morreu pela sobredosagem de um fármaco, foi considerado um provável suicídio, e seus filhos foram despachados para casas juvenis. Sozinho, uma vez que Lucas estava na prisão, Toole planejou crimes, bebeu pesadamente e tomou pílulas. Foi nesse período - em 27 de julho - que Adam Walsh, de seis anos de idade, desapareceu de um shopping em Hollywood, Flórida, e sua cabeça decepada foi posteriormente recuperada em um canal de Vero Beach em 10 de agosto.
Lucas regressou em outubro, libertado de uma prisão em Maryland, e juntos deram um jeito de recuperar Frieda Powell's de uma casa juvenil em Polk County. Em janeiro de 1982, autoridades estavam procurando a menina em Jacksonville, e ela fugiu para o oeste com Lucas. Toole soube de sua partida dois dias depois, e ele caducou em "seu mundo interno", andou de um lado para outro murmurando sobre a traição de Henry. Ele vagou pelo país para esquecer e matou ao longo do caminho, ele alegou ter feito nove vítimas em seis estados entre janeiro de 1982 e fevereiro de 1983.
Em 23 de maio e 31 de 1983, duas casas foram incendiadas no bairro de Toole em Jacksonville. Um adolescente cúmplice apontou Toole em 6 de junho, e ele livremente confessou a criação um número estimado de 40 incêndios nas duas últimas décadas. No dia 5 de agosto foi condenado por incendiar casas e pegou 20 anos de prisão.
As declarações de Toole esclareceram 25 assassinatos em 11 estados, e ele admitiu que participou com Lucas em outros 108 homicídios. Toole também deu algumas dicas sobre o seu interesse em satanismo mas se limitou a nomear apenas alguns membros de cultos satânicos.
Em 21 de outubro de 1983, Toole confessou o assassinato de Adam Walsh, surpreendendendo o chefe de polícia Leroy Hessler com os detalhes que foram "pavorosos além crença". Como Hessler disse aos meios de comunicação: "Há certos pormenores que só ele poderia saber. Ele fez isso. Eu obtive alguns detalhes que ninguém mais poderia saber. Ele me convenceu." Apesar do endosso, oficiais revogaram sua opinião algumas semanas mais tarde, emitindo declarações de que Toole deixou de ser um suspeito no crime.
Outro caso perturbador foi a carnificina de Colorado Springs em 1974. Toole confessou, em setembro de 1983, o ataque ao salão de massagem, novamente forneceu detalhes do crime, mas procuradores embaraçados rapidamente montaram sua contra-ataque. Após horas de hostil interrogatório, Toole jogou a toalha. "Certo", disse ele a autoridades, "Se vocês dizem que eu não matei ela, talvez eu não tenha matado." (Numa estranha e desagradável conciliação, Park Estep mais tarde foi libertado - embora seu nome não tenha sido formalmente inocentado, a curiosa exibição de misericórdia pela carnificina em Colorado convenceu alguns observadores que o Estado aceitou a culpa de Toole, mas recusou-se a reconhecer publicamente um erro.)
Em 28 de abril de 1984, Toole foi condenado em Jacksonville pelo incêndio que matou George Sonnenberg, de 64 anos de idade, em janeiro de 1982. Condenado à morte por esse delito, ele foi indiciado um mês depois pelo assassinato de Ada Johnson, de 19 anos, em Tallahassee, no decurso de fevereiro de 1983.
A condenação trouxe uma segunda condenação à morte, mas ambos foram comutada para prisão perpétua em apelação. Em 1991, Toole alegou culpa em mais quatro homicídios na Flórida, recebendo uma supérfluo quarteto de novas penas de prisão perpétua. A polícia em Hollywood, Flórida, estava revendo o caso Adam Walsh quando Toole morreu de cirrose em setembro de 1996.
O caso continua oficialmente não-resolvido, embora os pais de Adam (e muitos investigadores policiais) estejam convencidos da culpa de Toole.
Ironicamente, o nome da Toole raramente foi mencionado nas controvérsias das confissões de Henry Lucas. Mas, nenhum esforço foi feito para contestar a participação de Toole em, pelo menos, uma contagem de homicídios de costa a costa dos EUA.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Ottis_Toole"
O maior assassino do mundo e da história respondia ao nome de Thug Behram. Um indiano que estrangulou 931 pessoas entre 1790 e 1830. Behram era seguidor do sikhismo ou sijismo, uma religião hindu seguida por 23 milhões de pessoas no mundo que se desenvolveu durante o conflito entre o islã e o hinduísmo e que combina o monoteísmo muçulmano com tradição indiana.
Ele preferencialmente assassinava sua vítimas com o "rumal" um lenço cerimonial branco e amarelo.Outro método de asfixia usada pelo indiano era o uso de um laço de seda com uma peso de chumbo pendurado nas pontas, parecido as boleadeiras dos gaúchos.Normalmente, Behram não atuava só, senão que muitas vezes saía com seu séquito de capangas, um bando entre 30 e 50 homens apelidados de os "Thugee", uma liga de assassinos considerados como sendo a primeira rede de mafiosos do mundo. Eles eram tão temidos pelas forças colonizadoras britânicas que hoje em dia "thug" é sinônimo de delinqüente.Quando finalmente as forças Britânicas capturaram o assassino na Índia, Thug proclamou com muito orgulho suas matanças, ainda que não recordava o número exato de assassinatos que havia cometido pelas próprias mãos. Thug Behram é considerado o maior serial killer não militar da história e dificilmente alguém tome dele este posto.
O pior Serial Killer conhecido é um indiano chamado Thug Behram, que matou pelo menos 931 vitimas. Usandos trajes ritualísticos, ele strangulou com um cordão amarelo e branco, no distrito de Uttar Pradesh, Índia, entre 1790 e 1840. Thug Behram foi líder de um culto de assassinos indianos que de acordo com o Guinness, foi responsavel por aproximadamente 2 milhoes de mortes.
Em 1999, o colombiano Gavarito confessou estuprar, torturar e matar 140 crianças em 5 anos de matança. Foram encontrados 114 esqueletos. Em seu bolso, o matador carregava um velho caderno, onde em 140 linhas estavam simbolizadas cada uma de suas vítimas.
Os corpos mutilados, a maioria masculinos com idade entre 8 e 16 anos, foram descobertos em mais de 60 cidades da Colômbia Os corpos estavam decapitados e com sinais de amarradura e mutilação.
A Caçada Nacional foi disparada depois que 36 corpos em decomposição foram encontrados perto da cidade de Pereira, em 1997. Na época da investigação, as suspeitas eram de que se tratava de casos relacionados com rituais de magia negra. As autoridades também suspeitaram de tráfico de órgãos e pedofilia.
Depois de 18 meses de investigação, Garavito foi preso sob acusação de estuprar uma criança, em Villavivencio.
Nascido na Colômbia, na região cafeeira, era o mais velho de sete crianças. Foi repetidamente espancado pelo pai e violentado por dois vizinhos. Garavito também era alcoólatra grave, além de ter sido tratado por depressão e tendências suicidas. Declarou ter cometido a maioria dos crimes enquanto bêbado. Estudou somente por 5 anos, e saiu de casa aos 16 anos. Trabalhou como caixeiro de loja e vendedor de rua de imagens religiosas e cartões de oração. Os promotores do caso declararam que ele encontrava suas vítimas nas ruas, ganhando sua confiança ao dar-lhes refrigerantes e dinheiro. Aparentemente, cometeu o primeiro assassinato em 1992.
A polícia só se deu conta que havia um serial killer à solta depois que 25 corpos foram encontrados na cidade de Pereira. As vítimas foram encontradas com a garganta cortada, e alguns traziam nos corpos sinais de tortura e estupro. Eram crianças pobres, que perambulavam pelas ruas do mercado ou moravam na rua. Garavito era conhecido como PATETA, O LOUCO e O PADRE. Se apresentava como vendedor de rua, monge, indigente, doente ou representante de fundações fictícias para idosos e educação infantil. Dessa maneira, conseguia entrada livre nas escolas como palestrante.
Mudou-se para diversas partes do país depois que começou a matar grande número de vítimas, em 1994. Passou um tempo no Equador, mas não se sabe quantas vítimas fez ali.br>A maioria dos assassinatos ocorreu no estado de Risaralda e sua capital, Pereira. Quarenta e um corpos foram encontrados ali e 27 na cidade vizinha de Valle de Cauca. Em maio de 2000, na cidade de Bogotá, foi condenado a 1.853 anos de prisão.
El mundo segun pirry - Luis Alfredo Garavito pt.1
Terça-feira, Junho 24, 2008
DOCUMENTÁRIO REABRE INVESTIGAÇÃO SOBRE SERIAL KILLER NO DISCOVERY CHANNEL.
“Rastro de um assassino” revela se Luís Alfredo Garavito, o maior assassino em série de crianças da história, poderá recuperar sua liberdade em 2010
Luís Alfredo Garavito violou, assassinou e mutilou mais de 223 crianças em 11 estados da Colômbia. Foi condenado a uma pena máxima de 40 anos e ficou conhecido como o maior assassino em série da história. No domingo, 29 de junho, às 21h (horário de Brasília), o Discovery Channel reabre a investigação do caso com a estréia da produção original RASTRO DE UM ASSASSINO. O programa, de uma hora de duração, centra-se em uma das investigações mais exaustivas e extensas já realizadas na Colômbia para identificar, capturar e processar Luís Alfredo Garavito, um pedófilo e assassino em série.
Além de fazer uma minuciosa e detalhada cronologia do rastro de morte que Garavito deixou em sua passagem pela Colômbia e por cidades fronteiriças do Equador, na década de noventa, RASTRO DE UM ASSASSINO mostra o advento da DIJIN, policial judicial da Colômbia. Neste laboratório forense criado pela Procuradoria, foram descobertas as identidades de muitas das vítimas e foi possível provar cientificamente a culpa de Garavito.
O Discovery Channel reabre a investigação com o objetivo de verificar se Garavito, apesar de seus crimes hediondos, poderia ser absolvido antes de 2010 por concessões outorgadas pela lei colombiana. Para criar uma nova versão para o documentário, uma produção original exibida pela primeira vez na América Latina em 2002, o Discovery Channel entrevista o Procurador Geral da Colômbia, Mario Iguarán, e o psiquiatra Mauro Torres.
Iguarán questiona o código penal vigente na Colômbia e revela se Garavito pode aspirar à diminuição de pena que outorga a lei colombiana a presos que reúnem certos requisitos. Mauro Torres, por sua vez, depois de estudar o caso durante vários anos, trata de explicar os transtornos mentais que levaram Garavito a cometer os crimes, e responde se ele pode ser reabilitado ou reintegrado à sociedade.
RASTRO DE UM ASSASSINO é um documentário original do Discovery Channel Latin America, produzido pela empresa audiovisual colombiana WYFTV. A direção é da jornalista Adriana Villamaría.
tirado de http://lineupdth.blogspot.com/2008/06/documentrio-reabre-investigao-sobre.html
Conhecido como o assassino da fazenda de porco, ele vendia a carne das vitimas junto com a dos porcos.
Um criador de Porcos acusado de matar 26 mulheres.
O maior caso de assassinatos em serie da história do Canadá.
As supostas vitimas estão entre uma lista de mais de 60 mulheres que teriam desaparecido das ruas de Vancouver desde 1980. A maioria desapareceu nos anos 90.
Em Fevereiro de 2002, a policia invadiu uma imunda fazenda de criação de porcos administrada por Robert Pickton e o indiciou pelo assassinato de 2 mulheres da lista. Conforme os investigadores faziam buscas na fazenda de Robert nos meses seguintes, o número de acusações de assassinato contra ele começou a crescer constantemente, certo ponto chegando a 27.
Desde então uma das acusações foi retirada por falta de provas.
Na ocasião da prisão, Pickton havia abandonado o trabalho na fazenda, criando apenas alguns porcos para vender a amigos e vizinhos. A fazenda em Port Coquitlam, a cerca de 50 quilómetros de Vancouver, se tornou menos e menos ativa conforme os subúrbios de Vancouver se expandiram e a família de Pickton vendia porções de sua terra para a construção de habitações e de shoppings que hoje cercam a propriedade. Apesar do número de indiciamentos, a policia foi criticada algumas vezes pela falta de ação no caso. A maioria das vitimas eram prostitutas e dependentes de drogas das ruas de Downtown Eastside, o bairro mais pobre de Vancouver. Enquanto o número de mulheres desaparecidas subia no fim dos anos 90, alguns familiares e lideres comunitários acusaram a policia de não levar a sério as suspeitas locais de que um serial killer estava matando prostitutas. Porém a policia insiste ter investigado as denuncias, mas alega que os desaparecimentos eram muitas vezes difíceis de ser confirmados e investigados por que muitas das mulheres não tinham residência permanente e mantinham pouco contato com suas famílias. E a policia diz que não tinha provas dos assassinatos por que nenhum corpo havia sido encontrado.
Investigações:
Uma vez que os investigadores fizeram buscas na fazenda de Pickton, as dúvidas pareceram desaparecer. Dezenas de Investigadores Forenses passaram meses na propriedade. Eles analisaram toneladas de terra e realizaram testes de DNA. Mas pouco mais do que isso é conhecido publicamente sobre as acusações contra Pickton.
Restrições à publicação tornaram ilegal para os jornalistas relatar qualquer evidência até que elas sejam apresentadas no julgamento.
PS: Igualzinho o Brasil rsrsrsr
Pickton jury warned
Robert Pickton Guilty Verdict: Trisha Baptie's Reaction
ROBERT PICKTON PIG FARM MURDERS IN PORT COQUITLAM-1
Este é o titulo de videos no youtube nos quais se pode ver a busca.
Um devoto mórmon, Bishop gostava de passar muito tempo com crianças. Depois de ser processado por apropriação em Utah, mudou de nome e desapareceu.
Com o nome Roger Downs, participou do Big Brother América. Acampava com crianças. Molestava e matava.
Quando a policia o levou para um interrogatório de rotina, ele confessou seus crimes e admitiu ter molestado inúmeras crianças, e ainda acariciava-as depois de mortas. A moda mórmon, ele declarou que estava feliz por ser pego, porque só assim não o faria outra vez. Morreu por injeção letal em Junho de 1998.
Início da vida
Na juventude, Bishop foi um mórmon devoto, e estudante de honra. Ele cresceu na pequena cidade de Hinckley, Bishop começou a molestar meninos como mentor do programa "Big Brother".
Ninguém suspeitou inicialmente dele, apesar de dezenas de crianças que o acusaram de abuso depois que ele foi preso por assassinato. Ele foi preso por peculato ( é um dos tipos penais próprios de funcionário público contra a administração em geral, isto é, só pode ser praticado por servidor público, embora admita participação de terceiros) , em 1977, e tendo em conta um período de cinco anos de pena suspensa, mas ele conseguiu sua condicional e fugiu para Salt Lake City, passou a molestar crianças sob o pseudônimo " Roger Downs "Bishop matou sua primeira vítima, em 1979.
Ele cometeu os próximos três assassinatos ao longo de um período de três anos, tentou saciar sua violenta vontade torturando e matando animais.
Depois de cometer o quinta assassinato em Julho de 1983, ele se aproximou da polícia ( sem admitir que tinha cometido o crime), identificou-se pelo seu apelido, e disse que queria ajudar a investigação. A polícia local olhou nos seus relatórios anteriores e constatou que " Roger Downs" vivia nos arredores dos quatro assassinatos. Levaram-no para interrogatório, descobriram seu verdadeiro nome e, finalmente, o fizeram confessar a todos os cinco assassinatos.
No dia seguinte, ele levou a polícia a três esqueletos perto de Cedar Fort e mais dois cadáveres recentes perto de Big Cottonwood Creek.
Julgamento e execução
Durante seu julgamento, Bishop afirmou que tinha um vício em pornografia infantil moldando suas violentas fantasias sexuais e, eventualmente, levou-o a representá-las. Ele, no entanto, foi considerado culpado de cinco acusações de homicídio qualificados, cinco crimes de sequestro agravados, e uma contagem de abusar sexualmente de um menor, e condenado à morte.
Após sua condenação, ele escreveu em sua carta,
" A pornografia é um fator determinante na minha queda. De alguma maneira eu me tornei sexualmente atraído por rapazes e gostaria de fantasiar sobre eles nus. Algumas livrarias oferecem educação sexual, fotográficos ou livros de arte que, por vezes continham fotos de meninos nus. Eu comprei esses livros e os usei para melhorar minhas fantasias masturbatórias ... Encontrar aquisição de materiais sexualmente excitantes se tornou uma obsessão. Para mim ver a pornografia, era acender um pavio de uma banana de dinamite. Fiquei estimulado e tive que satisfazer meus desejos ou iria explodir. Todos os meninos tornaram-se meros objetos sexuais. Minha consciência foi dessensibilizada e meu apetite sexual inteiramente controlou minhas ações."
Ele foi executado por injeção letal na Prisão Estadual de Utah no ponto da Montanha. Antes de sua execução, ele expressou remorso por seus crimes.
Vítimas Alonzo Daniels, 4 anos, 14 de outubro de 1979 Kim Peterson, 11 anos, 8 de novembro de 1980 Danny Davis, de 4 anos, 20 de outubro de 1981 Troy Ward, de 6 anos, 23 de junho de 1983 Graeme Cunningham, 13 anos, 14 de julho de 1983
Modelo de Pai e padeiro. Bob se tornou o mais ativo serial killer na história do Alaska. Entre 1973 e 1983, este piloto exímio e ávido caçador levava prostitutas e dançarinas para sua cabana nas florestas. Ele as levava de avião para um vôo sem retorno.
Ali, as estuprava e assassinava. Depois de alguns dias em que as mantinha como escravas sexuais, soltava-as na floresta e as caçava como animais, enquanto tentavam fugir desesperadamente. Para este 'esporte' usava sofisticados rifles de caça.
Bob confessou 17 assassinatos no que chamava de ' projeto verão '. Em 1984 foi sentenciado à prisão perpétua. Tem esperanças de se tornar escritor. Duas editoras já ofereceram contratos para que conte suas histórias.
Copycat do Zodíaco ( Ao contrário do verdadeiro Zodíaco, FOI PEGO ).
Fanático pela Bíblia, matava suas vítimas porque eram más, demoníacas. Aterrorizou Nova Iorque entre 1990 e 1993.
Deixou 3 mortos e cinco feridos.
Também mandava cartas para a polícia gabando-se de um pano demente para massacrar pessoas que seriam escolhidas pelo seu signo, uma vítima para cada signo do Zodíaco. No início, a polícia pensou que era um trote.
Em Março de 90, provou que não era.
Usando uma máscara de esqui matou Mario Orosco, escorpião, atirando em suas costas e deixando-o à morte. 21 dias depois atacou German Montenedero, gêmeos, que sobreviveu. Em 31 de maio 90 atacou Joseph Proce, touro, que morreu no hospital semanas depois.
Uma nota encontrada perto dele tinha a forma de uma torta com símbolos dos signos de suas 3 vitimas e uma mensagem escrita: Zodíaco-Tempo de morrer. A quarta vítima, Larry Parham, sem teto, foi ferido a tiro enquanto dormia num banco do Central Park.
Depois falou para a polícia que um estranho tinha perguntado seu signo alguns dias antes de ser atingido.
Perto da cena do crime também foi encontrada outra nota com o signo de Parham.
Nesta nota havia uma única impressão digital que depois foi usada para identificar Heriberto como assassino.
Depois de algumas cartas para a mídia, nada mais sobre o Zodíaco foi ouvido até Agosto 1992, quando esfaqueou Patricia Fonte, Leonina, por 100 vezes, matando-a.
Em 4 de Junho de 93 atirou em James Weber, Libriano, na perna enquanto ele caminhava.
Em 20 de Julho ele atirou em John DiAcone, sem teto Virginiano.
Em 2 de Outubro atirou em Diane Ballard, Taurina, e a deixou parcialmente paralisada.
Em Agosto de 1994 mandou uma carta para o New York Post, e só aí os ataques foram relacionados ao Zodíaco de 1990.
No começo as autoridades tiveram duvidas se a carta provinha do mesmo indivíduo.
Através da saliva usada para grudar o selo e o adesivo AMOR nas cartas, identificaram Seda.
Autoridades disseram que Seda, homem profundamente religioso obcecado por armamentos e lições da Bíblia, estava zangado com a irmã de 17 anos por ela andar com tipos de má reputação.
Sem razão, atirou em suas costas. Seda abominava traficantes de drogas e delatava todos como informante da polícia.
Em 1996, foi preso depois de intenso tiroteio com a polícia.
Quando se rendeu, a polícia apreendeu 13 armas de ar comprimido feitas em casa no forro da casa.
Vários armamentos, bombas, livros diabólicos, arco e flecha, facas e manuais de como fazer bombas foram encontrados em seu apartamento.
Durante os ataques, Seda usava o que parecia ser um capacete ou caçarola na cabeça.
Ao escrever sua confissão no incidente com a irmã, um sargento reconheceu sua caligrafia e símbolos que usava.
Checou as impressões digitais pelo computador da polícia e bateu com aquela encontrada em 1990 no Central Park, e outra encontrada numa carta para o jornal em 1994.
Em Junho de 1998 foi condenado por matar 3 pessoas e ferir uma, e recebeu perpétua.
Um casal alemão foi condenado pelo assassinato de um homem, morto com 66 facadas durante um ritual satânico.
Daniel e Manuela Ruda nunca negaram participação na morte da vítima, mas argumentavam que não poderiam ser condenados por assassinato porque estavam obedecendo às ordens do Diabo.
Em um julgamento que chocou a Alemanha, Daniel e Manuela foram condenados a passar 15 e 13 anos, respectivamente, em um centro de detenção psiquiátrico.
O corpo da vítima, um homem chamado Frank Haagen, foi encontrado no apartamento do casal, em Julho, com o estômago dilacerado e um demônio desenhado no tórax. Daniel e Manuela foram presos na semana seguinte.
Tratamento : O juiz Arnjo Kerstingtombroke decidiu que o casal deve se submeter a um tratamento psiquiátrico.
Os advogados de defesa argumentaram que Daniel e Manuela são mentalmente incapazes. No entanto, as penas foram um ano maiores do que as sentenças sugeridas pela promotoria.
O casal não demonstrou remorso pelo crime e chocou o tribunal com um comportamento extrovertido e poses desafiadoras diante dos fotógrafos. Peritos afirmaram durante o julgamento, na cidade de Bochum, que Daniel e Manuela sofrem de "graves distúrbios de personalidade".
A imprensa alemã dedicou uma cobertura especial ao crime e revelou detalhes sobre o quarto do casal, cheio de caveiras humanas, luzes de cemitério e com um caixão no lugar da cama. Manuela Ruda, 23, declarou ao tribunal que recebeu um chamado do Diabo quando tinha 14 anos. Desde então, teria começado a evitar luzes fortes e passou a frequentar festas dedicadas ao vampirismo, em Londres. O casal disse ainda que tentou se suicidar durante os dias seguintes à morte de Frank Haagen, que trabalhava com Daniel na venda de auto-peças. Os dois também compraram uma serra e afirmaram que não queriam estar de mãos vazias, caso o Diabo voltasse a chamá-los.
No dia 6 do 6 de 1999, Manuela e Daniel se casaram e planejaram a execução de uma pessoa para o dia 6 do 6 de 2001, com 66 machadadas, punhaladas e golpes de martelo. Na data combinada, Daniel convidou um colega de trabalho (Frank H. 33 anos, que trabalhava em uma loja de peças para automoveis) para ir ao seu apartamento em Witten, onde foi brutalmente assasinado.
Ela uma jovem popular e linda. Ele um jovem lindo e problemático.
Era tudo muito bom para ser verdade.
Em 1990 Karla une-se a um contabilista profissional considerável, sofisticado e com dinheiro. Seria o início de uma união que seus familiares e amigos jamais esqueceriam.
Paul e Karla eram originais e selvagens na cama, e ela o amava tanto que se tornava dependente de Paul, fazendo absolutamente tudo para manter seu amor.
Porém o que realmente os diferenciava da maioria dos casais foram os diversos anos em que Karla tornou-se submissa as situações ultrajantes as quais seu amor impunha.
Paul não perdoava o fato de Karla não ser virgem quando se conheceram, deixando-o obsecado pela virgindade de Tammy, irmã mais nova de Karla, convencendo-a de que era sua responsabilidade “oferece-la” a ele, sem o conhecimento ou consentimento da irmã, e aceitando ainda a idéia de registrar todo o evento como uma boa lembrança, uma prova de seu amor por Paul.
Karla trabalhava em uma clínica veterinária, o que facilitava a disponibilidade dos sedativos de animais, como o halothane (um anestésico usado antes de cirurgias) utilizado na irmã para facilitar o estupro.
O objetivo jamais fora matar a irmã, mesmo com suas crises de ciúmes no verão de 1990, quando Paul e sua irmã demoraram 8 horas para chegar em casa, e as frequentes sugestões de Paul sobre seus desejos por uma garota virgem. Mas apenas dopa-la com um pano molhado de sedativo e dá-la de presente de Natal para Paul, permitindo que ela respirasse e com a segurança de uma violação sem culpados e organizada.
Então, em 23 de Dezembro de 1990 Paul utilizou sua filmadora nova para fazer vídeos do Sr. e a Sra. Homolka, suas filhas, Karla, Tammy e Lori e as decorações de Natal. Para que à noite, após os outros membros da casa irem para cama, ambos pudessem trabalhar em Tammy, dobrando-a com bebidas até que ficasse fora de si, o que seria rápido com a mistura dos sedativos e do álcool.
Tão logo a garota desmaiou, Paul a prendeu na filmadora e começou a estuprá-la sobre o divã, enquanto Karla a mantinha desacordada, até que foi requisitada a fazer avanços sexuais em Tammy, foi quando Tammy deu um impulso para cima e eles se lembraram de que a menina não havia comido, e com o excesso de álcool tenderia a vomitar caso sua cabeça não abaixasse facilitando a respiração, o único problema é que o vômito já havia bloqueado sua respiração levando-a para morte, e qualquer tentativa de ressuscitá-la fora em vão, então Paul e Karla vestiram-na, esconderam as drogas e a câmera e chamaram a ambulância, com os pais da menina percebendo tudo apenas quando a garota era levada para fora da casa já morta. Porém todos foram induzidos a pensar que fora um acidente e que os dois nada sabiam sobre Tammy Ter bebido.
A morte da garota apenas aumentou a obsessão de Paul por ela, mostrando desolado parte do vídeo para os amigos, e assistindo-o compulsivamente quando estava sozinho, sem Tammy para satisfazê-lo em seu desejo, e frustrado com a situação, costumava culpar Karla pela morte da irmã. Karla temia não conseguir segurar aquele homem selvagem e excitado por muito tempo sem Tammy, e desesperada para torná-lo seu marido, procurava alguém tão jovem e virgem quanto a irmã como presente de casamento, foi quando uma bonita e jovem admiradora de Karla aceitou seu convite para ir passar alguns dias em sua nova casa em Bayview onde morava com Paul.
Uma vez feito o mesmo método que usara com Tammy, e vendo que ela estava adormecida, Karla chamou Paul, mostrando a garota que se assemelhava com Tammy garantindo que estava tudo sob controle, desta vez Paul gravara tudo, desde as insinuações sexuais de Karla sob a garota, até um tipo brutal de sexo anal, na qual, com sorte a moça não acordou enquanto Paul realizava seu repugnante divertimento.
Depois Karla foi deixada para limpar o sangue e colocar a garota de 15 anos na cama, no outro dia ela acordou muito mal, com dores no estômago, mas reparada para encontrar-se com Paul para o que pensava, ser sua primeira vez. O casamento porém, apesar do belo presente de Karla, e de já Ter desfrutado da virgindade de Jane, Paul com seus 26 anos tinha outros planos quanto a casar-se com aquela mulher que estava longe de ser uma virgem para suas fantasias.
Apesar de possuir outros interesses, Karla casou-se e deu-se completamente ao seu homem, que não pouparia despesas em uma cerimônia pródiga, em uma igreja histórica próxima a um lago no Niagara com cavalos, carruagens, champanhe e um jantar para cento e cinqüenta pessoas servido a Faisão. Paul cuidaria detalhadamente do casamento, desde o vestido de $ US 2,000 que Karla usaria e seu penteado até os votos onde Karla deveria dizer “ama-o, honra-o e obedece-o”, não permitindo que o ministro pronunciasse “marido e esposa”, mas apenas “homem e esposa”.
O casamento seria para este homem apenas mais uma oportunidade de negócio grande, onde poderia chegar a gastar $ 50,000 visando obter amigos influentes depois, como Scott Burnside & Cairns de Alan registrariam em Inocência Mortal. Porém o Paul que se casaria com Karla aquela noite estava muito longe de ser aquele garoto que nascera em 1964.
Do sonho ao pesadelo:
Foi no verão de 1992 que Paul se tornara excessivamente violento não só com as mulheres de quem abusava, mas com Karla, levando-a ao limite, não apenas ao magoa-la e humilha-la tantas e tantas vezes, mas foi neste verão que a série de agressões fora tão intensa, deixando seus olhos completamente pretos. Em Janeiro de 1993, finalmente seus pais conseguiram convence-la a refugiar-se na casa de amigos da sua irmã Lori, a policia de Niagara então foi chamada levando Karla ao hospital para exames.
Condenados pela violação e assassinato de várias raparigas adolescentes, incluindo Tammy Homolka, a irmã de própria Karla, Numa noite de Inverno de 1993, Karla acabou no hospital depois de Paul lhe ter batido, o que serviu como detonador para que Karla o denunciasse e conseguisse um acordo com o ministério público: em troca do testemunho contra o seu marido teria uma sentença reduzida. Karla declarou receber maus-tratos e que Paul a obrigava a participar nos seus ataques. Paul era responsável por quase vinte violações na zona onde vivia. E ainda, os dois juntos foram condenados por drogar, violar e assassinar três adolescentes.O casal gravava em vídeo a maioria das suas agressões. Contudo, os controversos vídeos mostraram que Karla não era uma vítima, mas sim uma participante activa nos crimes. Os dois foram condenados à prisão: Paul a prisão perpétua e Karla a apenas doze anos, devido ao que ficou conhecido como "o pacto com o diabo".
Nos videos abaixo você verá nao só Barbie e Ken mas outros assassinos que atuavam em dupla.
Most Evil Parteners in Crime - Part 1
Most Evil Parteners in Crime - Part 2
Most Evil Parteners in Crime - Part 3
Most Evil Parteners in Crime - Part 4
Most Evil Parteners in Crime - Part 5
paul bernardo and karla homolka murderers
Karla (2006) - The Movie Trailer
Teen Girl Kidnapped By Ken and Barbie Killers
Karla Homolka Biography
Karla Homolka Biography part-2
a tribute to the victims of the ken and barbie killers