
Francisco de Assis Pereira, o "Maníaco do Parque",
é um criminoso brasileiro que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove. O referido Parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo. Nesse local foram encontrados vários corpos das vítimas.
O psicopata já havia sido detido como suspeito, mas liberado logo depois. Ao ver seu retrato falado nos jornais, descrito por algumas mulheres sobreviventes de seus ataques, ele fugiu para o sul do país. Ao desaparecer, deixou apenas o jornal na sua mesa, o que alertou seus patrões (ele trabalhava como motoboy) que comunicaram a polícia que assim descobriram sua identidade. Durante a fuga, causou desconfiança aos moradores das cidades por onde passou, até que foi denunciado e preso, sendo posteriormente enviado para São Paulo.
Após ser capturado pela polícia, o que mais impressionou as autoridades foi como alguém feio, pobre, sem muita instrução, não portando revólver ou faca, conseguiu convencer nove mulheres, algumas até de classe média-alta e nível universitário, a subir na garupa de uma moto e ir para o meio do mato com um homem que tinham acabado de conhecer.
A história ganhou dimensão nacional quando a jornalista Angélica Santa Cruz, então repórter da revista Veja e hoje diretora de redação da Gloss, conseguiu acompanhar o depoimento reservado do criminoso. Na matéria de capa da Veja daquela semana estava uma foto do maníaco com a frase "Fui Eu".
O Maníaco do Parque, no interrogatório, relatou que era muito simples. Bastava falar aquilo que elas queriam ouvir. Francisco cobria todas de elogios, se identificava como um fotógrafo de modarevista importante procurando novos talentos, oferecia um bom cachê e convidava as moças para uma sessão de fotos em um ambiente ecológico. Dizia que era uma oportunidade única, algo predestinado, que não poderia ser desperdiçado.
Preso provisoriamente no presídio de Taubaté, que abriga os criminosos mais perigosos do Estado de São Paulo, Pereira chegou a ser dado como morto numa rebelião de presos ocorrida em dezembro de 2000. Mas, após uma série de desencontros, a direção da unidade confirmou que o motoboy, jurado de morte pelos outros presos, estava vivo. Pereira foi sentenciado a mais de 121 anos de prisão em 2002 e cumpre pena.
Ele entra assim para o topo da "Escala do Mal" criada pelo psiquiatra americano Michael Stone em 2005. Uma pesquisa do Ibope para o Ministério Público em 2004 mostrou que o caso policial é o mais lembrado pelos brasileiros, com um índice de 76%.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Assis_Pereira"
de uma
é um criminoso brasileiro que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove. O referido Parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo. Nesse local foram encontrados vários corpos das vítimas.
O psicopata já havia sido detido como suspeito, mas liberado logo depois. Ao ver seu retrato falado nos jornais, descrito por algumas mulheres sobreviventes de seus ataques, ele fugiu para o sul do país. Ao desaparecer, deixou apenas o jornal na sua mesa, o que alertou seus patrões (ele trabalhava como motoboy) que comunicaram a polícia que assim descobriram sua identidade. Durante a fuga, causou desconfiança aos moradores das cidades por onde passou, até que foi denunciado e preso, sendo posteriormente enviado para São Paulo.
Após ser capturado pela polícia, o que mais impressionou as autoridades foi como alguém feio, pobre, sem muita instrução, não portando revólver ou faca, conseguiu convencer nove mulheres, algumas até de classe média-alta e nível universitário, a subir na garupa de uma moto e ir para o meio do mato com um homem que tinham acabado de conhecer.
A história ganhou dimensão nacional quando a jornalista Angélica Santa Cruz, então repórter da revista Veja e hoje diretora de redação da Gloss, conseguiu acompanhar o depoimento reservado do criminoso. Na matéria de capa da Veja daquela semana estava uma foto do maníaco com a frase "Fui Eu".
O Maníaco do Parque, no interrogatório, relatou que era muito simples. Bastava falar aquilo que elas queriam ouvir. Francisco cobria todas de elogios, se identificava como um fotógrafo de modarevista importante procurando novos talentos, oferecia um bom cachê e convidava as moças para uma sessão de fotos em um ambiente ecológico. Dizia que era uma oportunidade única, algo predestinado, que não poderia ser desperdiçado.
Preso provisoriamente no presídio de Taubaté, que abriga os criminosos mais perigosos do Estado de São Paulo, Pereira chegou a ser dado como morto numa rebelião de presos ocorrida em dezembro de 2000. Mas, após uma série de desencontros, a direção da unidade confirmou que o motoboy, jurado de morte pelos outros presos, estava vivo. Pereira foi sentenciado a mais de 121 anos de prisão em 2002 e cumpre pena.
Ele entra assim para o topo da "Escala do Mal" criada pelo psiquiatra americano Michael Stone em 2005. Uma pesquisa do Ibope para o Ministério Público em 2004 mostrou que o caso policial é o mais lembrado pelos brasileiros, com um índice de 76%.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Assis_Pereira"
de uma
Nossa este foi O serial killer !
O cara é completamente louco!
AVISO! Os videos abaixo são "pesados" em cenas e palavreados.
5 comentários:
Boa tarde, ontem estava em casa conversando com o meu namorado e então lembrei sobre esse famoso "Maníaco do Parque", lembro-me que quando surgiu as evidencias eu apenas tinha 10 anos o suficiente, para que até hoje eu venha me questionar em até que ponto uma mente pode ser tão doentia?
Hoje estou no terceiro ano do Segundo Grau, e com fé em Deus vou me tornar uma grande Psicanalista. Não só por este caso me chamar a atenção a anos, mas pelo fato de ter a curiosaidade e a vontade de trabalhar e pesquisar pessoas com esse tipo de deficiência, pode até parecer muito esquesito tanto quanto vc ter criado este blog, mas vc e eu sabemos o porque dessas Vontades meias que diferentes.
Beijos, e gostei de seu trabalho
Ass. Jéssika Fontes
Nossa Jéssika obrigada srsrs.
Dificil encontrar quem nos entenda né?
Boa sorte com seus estudos, quem sabe vc ainda nao entrevista ele um dia.
Nao esqueça de me contar quando se formar, quero te dar os parabens.
Se escrever um livro eu quero um autografado ok? bjao
Sou jornalista, há 3 anos e em toda minha infância acompanhei essa trágica história desse Serial Killer , que matou várias mulheres com requintes de crueldade, sabemos que a justiça brasileira é falha e não cumpridora das sentenças estipuladas, mediante a prisão do mesmo.
Essas e como outras mulheres continuarão sendo executadas, a pena ? Apenas 8 anos de prisão quando na verdade, poderiam passar o resto da vida.
Visite esse site é de um Serial Killer
www.omatadordecriancas.blogspot.com
Olá, por mais que demos voltas e voltas na tentativa de não levarmos nossa atençao á essas coisas, na verdade, não há numa mente dessa, simplesmente não há diferença em matar uma pessoa ou uma mosca. Morrer é alívio, libertação. Depende do "dia". Sei que ficam atentos á escrita na 3ª pessoa verbalmente falando... Nos preocupamos muito com nossas falhas. E acreditem, minha vida, "anonimamente" é mui sofredora. Quando, por opção, colocamo-nos á expósição e consequentemente ás penalidades é quando dizemos CHEGA, ACABOU PRA MIM, NÃO QUERO MAIS. Reconheço que sou um monstro.
Diálogo entre Francisco e uma das vítimas:
Francisco: Vamos lá pra dentro da mata pra gente poder tirar fotos suas.
Vítima: Nossa, Francisco, a gente já tá andando um tempão, tá ficando escuro e tô ficando com medo...
Francisco: Pior pra mim, que vou voltar sozinho!
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